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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 12

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




War
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Por mais estranho que fosse o desenrolar daquele sonho, por algum motivo uma sensação de familiaridade crescia em Night "Huh… entendi..." deduziria após um breve flashback do seu tempo de soldado, lutando por sua ilha natal. Obviamente um galináceo cintilante e um homem com mãos de lâmpada ainda eram novidades. Mas por algum motivo os seus braços de ferro não lhe causavam estranheza.

Bem como em seus tempos de guerrilha, o pequeno grupo não demonstrava problemas na investida. Com o fim das plantas, o homem-lâmpada resolvia se transformar no guia turístico do grupo. Enquanto isso Adam aproveitaria a calmaria para apanhar e acender novamente um cigarro, seguindo pelo caminho “correto”, porém prestando mais atenção no cenário do que na trilha — Lugar feio da porr*. — resmungaria antes de uma nova tragada.

Para a surpresa - ou não - do trio, o passeio logo era interrompido, pois à frente surgiam novos inimigos, que eram ainda mais estranhos do que os cipós — Bicho feio da porr*. — resmungaria novamente, seguido de mais uma tragada seu cigarro.

— Punho Anc-...? É cada uma… — retrucaria de forma rabugenta por ter um inconsciente tão piegas. Nada melhor para compensar do que esbofetear plantas horrendas. Confiante por conta do último resultado, Night ativaria novamente os seus braços e avançaria na direção das plantas dentuças.

Inicialmente focaria os socos e golpes no “tronco” das criaturas, mantendo os disparos da arma sempre em direção à cabeça dos monstros. Se eventualmente a besta revelasse alguma habilidade, tomaria um breve momento para analisar uma nova abordagem, porém se resumiria ao mesmo padrão de ataque, buscando evitar ao máximo a boca da criatura. No caso dos cipós ressurgirem, não só tentaria a mesma estratégia de antes, como também tentaria equilibrar os seus disparos entre a planta cabeçuda e os cipós, buscando evitar que os mesmos se aproximassem muito ou em grande número.

Enquanto a batalha e o avanço acontecesse, manteria uma breve atenção ao posicionamento dos outros dois e, caso fosse necessário, daria um rápido apoio, mesmo que através do bom e velho suppressing fire. Buscava, assim, chamar a atenção dos bichos e evitar que os demais ficassem cercados pelas criaturas. Afinal, se aqueles dois realmente fossem fruto de sua imaginação, não poderia deixar o seu subconsciente apanhar de graça. E se não fossem, talvez soubessem quem era o culpado por fornecer um produto de tão baixa qualidade - ou seria alta demais? -.

Histórico:
Nome: Adam Night
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Personagem:
Qualidades
• Ambidestro;
• Atraente;
• Carismático;
• Experiência em Combate.

Defeitos
• Ambição;
• Dependente → Tabaco;
• Sem olfato.

Proficiências
• Explosivo;
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• Anatomia;
• Instrumentos Musicais.


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Hizumy
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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 Origin10

 
 O resultado havia provado ser favorável daquela vez, no entanto, absorto do plausível e justificado júbilo dos camaradas, Hizumy mantinha-se sério, aquém da tranquilidade que o duo poderia estar. Sagaz, estremeceria os olhos e, levando o polegar da mão esquerda à boca, com força e impiedosamente, dilaceraria o mesmo num corte, esvaziando algumas gostas ou vasto rio de sangue para as palmas e então, proferindo uma oração mental, gesticularia as mãos como que se profanasse a atmosfera, espalhando o viscoso e avermelhado fluido.
Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao…”  
Seguiria o duo o mais fiel e certeiro possível, cada passo em segurança e em furtiva vigilância. Todo o trajeto, curto ou longo, fá-lo-ia murmurando um sussurro hostilizado e aterrador. Sempre as mesmas palavras, no entanto, as mãos estariam à frente dos lábios, repetindo os movimentos as vezes que fossem necessárias. Sabia que mais cedo ou mais tarde voltariam a encontrar inimigos e queria estar preparado para ajudar.

 Não levou muito tempo para que os monstros surgissem do nada no cenário. Deixando-se ficar novamente para trás, provavelmente no meio dos dois, concluiria seus preparativos e, se tudo estivesse dentro das possibilidades, suas mãos estariam preenchidas com uma aura ofuscante e avermelhada. Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao!!!  Um berro intenso ecoaria de sua garganta. Ao proferir a última palavra do seu encantamento, estenderia os braços em direcção às bestas e, havendo conseguido unificar energia suficiente, conjurada com todo o seu tempo de preparo mais o seu sangue, quiçá uma espécie de aura voaria das mãos até as criaturas, resultando num feitiço de lentidão. Elas, não sendo demasiado inteligentes e com uma força de vontade e determinação maior do que a sua, talvez cairiam sob o seu debuff, ficando bastante mais lentas, talvez em slow motion. Em contra-partida, para elas permanecerem sob tal circunstâncias, teria que manter a posição, imóvel, com as mãos unificadas à frente da face, dedos entrelaçados, palmas juntas. A tensão nos músculos dos braços seria tremenda e seria possível ver o suor a escorrer por sua testa e seus dentes rangerem se demorassem demasiado a aproveitarem a vantagem.


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OFF escreveu:  




Histórico:
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Qualidades::
•Alado (Raça)
•Profeta (Raça)
•Renome - Derrotou um vilão no seu reino (1 Pontos)
•Liderança (1 Pontos)
•Destemido (1 Pontos)
•Carismático (2 Pontos)
•Prodígio (2 Pontos)

Defeitos:
•Exótico (Raça)
•Visão ruim (1 Pontos)
•Heroico (2 Pontos)
•Ambição - Encontrar todos os Poneglyph (2 Pontos)
•Apegado - Apaixonado pela Ártemis (char do Vincent) (2 Pontos)

Proficiências:
• História
• Investigação
• Lógica
• Geografia
• Criptografia

Saúde:
- 100%


Atributos:
PdV: 5600
STA: 100

Força: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
Destreza: 120 [Regular]
Acerto: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
Reflexo: 120 [+80 Racial] = 200 [Regular]
Constituição: 160 [Regular]

Agilidade: 150
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Peso que aguenta carregar: 185 kg

Cor da fala: - Fala




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F A L A |  P E N S A M E N T O




"Hizumy M. Mayan - Professor of Archaeology, expert on the occult, and how does one say it… obtainer of rare antiquities.”

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 Ao grupo pareceu que a paz, não era uma opção, uma vez que aquele organismo vivo e quase místico pareceu querer devorá-los e a única expectativa  de saída, era tão mágica quando a sua entrada, uma verdadeira decepção aos céticos.

Enquanto Klaus o único que pode avistar um caminho claro e sem empecilhos indicou o caminho, seguir por ele não pareceu que seria uma tarefa tão fácil assim, já que haviam seres com a vontade de impedi-los de alcançar a sua salvação, na mais pura lógica de que quando  você esta indo na direção certa é quando mais inimigos surgem o desafio   aconteceu de forma a avançar contra eles.

Nossos pobres heróis estariam perdidos, se não fosse  um único cantigo, como um velho sábio poderia dizer, só magia vence magia e assim foi,  o cantigo mágico do loiro desacelerou os inimigos de modo que o que antes seria um massacre para o próprio grupo, tornou em uma plena vantagem, onde não só ele, como o moreno e o próprio guia  conseguiram lidar de maneira devastadora com as planas que lá haviam.

A combinação deles era poderosa ao ponto de que não era relevanta em um primeiro momento os obstáculos  onde a visão clara de onde estava o cajado se fez diante de seus olhos, em meio a uma clareira que pareceu iluminada, em meio a vários campos de piche expostos, junto a um chão novamente misterioso a eles de onde seria seguro ou não pisar, o objetivo estava ali a frente deles, o que gerou um efeito  que chamou a atenção de todos.

Dos poços de piche, este começou a magicamente se torcer  no ar, dando forma a uma criatura seu tamanho deveria ser de quase seis metros e seu corpo,  inteiramente feito de piche e o que quer que houvesse na composição dele, apresentando ossos, pedaços de árvore e outros elementos… Aquele era o ultimo guardião e cabia a eles decidir como superariam o ser a sua frente, o enfrentariam? Montariam um plano? Haveriam heróis que se sacrificariam pelo grupo?

O combate ou a falta dele caberia na tomada de decisão de cada um dos membros, que teria pelo menos 3 segundos antes que a criatura começasse a agir de maneira agressiva,  haviam ainda a possibilidade de outros obstáculos naturais, havia o bichão a sua frente  e mais importante, a  4 metros do próprio bicho o santo graal da salvação, o cajado que poderia em teoria livrá-los do destino fétido.

off:
Vocês estão trabalhando bem juntos, espero que a sinergia continue Smile.

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  Pulsantes, suas veias estalaram, sufocando todo o plasma e sangue que pelos tubos percorriam estranguladas por toda sua carne branda, fazendo a vida chegar-lhe à todos os recantos da sua efêmera e já findada existência. Seu peito gritara desfilado à tal promessa que o fado acabara de bradar. Arregalados, insossos, alheios porém centrados, instantaneamente, ao se fazerem focar sob temível criatura, o vergonhoso e azedo sentimento de medo roubara-lhe o corpo, levando à uma única reação... Soubera, logo na hora, que para defrontar tal monstruosidade e vitoriosos permanecerem no final, apenas uma solução havia e, lascivo, agindo de imediato, cruzando as grades de fogo entre o inferno e o céu que habitavam seu cerne, fluindo-se de energia espectral mágica, carmesim e brilhante, executaria o primeiro golpe.

- Quéops Apokalipts! -


Contrário ao que anteriormente declarara, este seria proclamado em um grito assertivamente estrondoso, sentindo-se a voz vir do seu âmago e arranhar-lhe as paredes da garganta. Mal as palavras haviam começado a ser proferidas, suas mãos seguir-se-iam para à frente do corpo numa formação triangular e suas asas, emanando sua aura, abrir-se-iam de ímpeto. Não havendo interferências do destino, a sagrada luz fortaleceria seus companheiros, fortificando suas técnicas e habilidades, tornando-os mais aquém do patamar vulgar a que se encontravam.

- Deixo tudo convosco! - Estranhamente, contradizendo o que até então presenciado de seus conhecimentos místicos tinham, Hizumy não deixaria de luzir um tom avermelhado de seu ser angelical. Suas veias estariam à superfície da sua carne, visíveis à olho nu, pulsantes e negras. Sua tez pálida como um cadáver e seus olhos aos poucos perderiam sua coloração. - نهاية ! - Um canto singelo e incompreensível ser-lhe-ia permitido, talvez, escapar-se-lhe pelos lábios docilmente carnudos. Gesticulando aos mãos em um uniforme e único movimento, ambas cruzadas no plexo solar, unificadas e dedos entrelaçados, pontas dos dedos indicadores e os polegares juntos, firmes, apontariam para criatura, emergindo deles um lazer intenso e vermelho. Querendo o fado que tal conjuração perfurasse a besta, esta, amaldiçoada pelas forças cósmicas do universo, sofreria uma redução drástica em seus movimentos por dois curtos, no entanto intensos, minutos.

O celestial sentiria todas suas forças escaparem-lhe, fugidias, de seu ventre. Do nariz o sangue pingaria, de exaustão perante tais execuções repetitivamente realizadas sem o devido descanso e preparo prévio. Sugado pela mãe Gaia, sentar-se-ia no chão com as pernas cruzadas e as costas erectas. Suas asas permaneceriam abertas, como que se quisessem sobrevoar pela vasta imensidão do universo, porém, se notassem, suas penas, aos poucos, vagarosas, jazeriam, desprendendo-se do corpo que as unificava.

- يأتي! -

Abrindo de relance os olhos que então haveria fechado, brandiria um cântico aparentemente poderoso, as mãos, afastadas, o dedo anelas e mindinho de cada dobrados para alcançar o respectivo polegar enquanto o indicador e o médio permaneceriam apontados diretamente para cima e, do nada, uma aura intensa, de carmesim, roxo e branco variantes escaparia de seu corpo. Esta técnica serviria apenas para fazer de si um chamariz. Com ela, sacrificar-se-ia, focando a atenção da besta monstruosa, prole de Gaia, somente em si, tornando-se um alvo e libertando seus camaradas de tal fardo. Os sons da natureza e da vida sempre foram vagamente substituídos pelo caos. Cabia a si, fiel seguidor das ocultas artes místicas, fazer-se saber ouvir e interpretá-las, escravizando-se em troca de as manipular... O preço seria cada vez mais óbvio. Sua vida cessaria ali, ou pelas mãos dantescas e colossais do universo espiritual, ou pelas suaves e ordenadas da criatura solene.

Spoiler:



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OFF escreveu: Espero não ter me deixado levar e exagerado demais Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 1f605 Decidi dizer que meu corpo cederia às fraquezas da manipulação da magia porque, né... Acho que tem que existir um contra-balanço para poder usar as técnicas de buff e debuff para elas surtirem efeito ou ao menos poderem ser executadas, mas se fiz errado, desculpa Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 1f605 Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 1f625  




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•Alado (Raça)
•Profeta (Raça)
•Renome - Derrotou um vilão no seu reino (1 Pontos)
•Liderança (1 Pontos)
•Destemido (1 Pontos)
•Carismático (2 Pontos)
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•Exótico (Raça)
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•Heroico (2 Pontos)
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PdV: 5600
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Força: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
Destreza: 120 [Regular]
Acerto: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
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Constituição: 160 [Regular]

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Kira
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Evento

O caminho parecia um tanto problemático, mas o trabalho em equipe parecia ser ainda mais bem feito do que o esperado, cada um com seus estilos e formas de lutar, fazendo o grupo se sair totalmente bem até aquele ponto. Porém, as coisas pareciam mudar de figura de uma hora para outra, e quando os pequenos monstros plantas saiam de cena, davam espaço para algo ainda mais aterrador e problemático.

Uma espécie de poça de piche parecia criar vida, a mesma começava a se retorcer enquanto deixava o solo, e tomando uma forma estranha no ar, como se tivesse ossos feitos de raízes de árvores e alguns dejetos mais misturados a uma poça negra que agora tinha uma forma física quase humanoide.-Porra! Tá de brincadeira que essa coisa tá criando vida. Olharia diretamente para aquilo e rapidamente pararia minha locomoção antes de me aproximar demais de algo que eu não sabia do que era capaz, pelo menos não sem ter um plano ou uma investida em mente.

Ao parar, eu começaria a canalizar minha energia por todo meu corpo, como se tentasse fazê-la explodir e fluir por todo o corpo, como se eu mesmo me tornasse uma bomba de energia que estaria prestes a explodir liberando toda aquela carga na direção do inimigo, agora como eu faria aquilo? Analisaria de forma rápida, já que não sabia quanto tempo mais eu podia ter para atacar o mesmo.

Porém, em meio a meu devaneio em como agir contra o monstro, eu percebia que o fragolino começava a agir de forma estranha, porém, era algo que eu já havia visto antes, o rapaz parecia canalizar energia para melhorar a mim e ao homem chaminé, como havia feito alguns momentos atrás.”Oh! Isso parece ser bom, acho que com mais essa quantidade de energia, da pra causar um estrago nessa coisa… Pelo menos um belo burado vai ser aberto em seu corpo. Minha mente rapidamente pensava no movimento que viria a seguir, e sem mais delongas, eu me preparava para avançar com toda a força.

Fazendo a energia fluir por todo meu corpo, e explodir em liberação enquanto me lançava em velocidade, eu sentia o calor subir por todo o meu ser novamente, como anteriormente, sim, era o homem galinha me auxiliando mais uma vez, agora uma mistura de sua energia vermelha com a minha verde se fazia presente em meu corpo, e assim eu me proulsionaria com potência contra a coisa que estava à nossa frente, buscando me aproximar de forma veloz e abrupta usando a explosão de energia, e quando finalmente estivesse quase corpo a corpo com o monstro, o golpearia com um soco em seu corpo, liberando toda a onda de energia, que sairia do meu punho e seria transpassada para o corpo do monstro, invadindo o mesmo e destruindo o que estivesse no caminho, como um canhão de energia extremamente potente.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 D53


Porém, caso isso se tornasse inviável, e eu percebesse antes de acertá-lo, eu buscaria apenas me propulsionar para frente, juntamente a explosão de energia, mas antes de estar próximo o suficiente dele, apenas saltaria usando a força da explosão, enquanto canalizaria a energia no centro do meu corpo, canalizando a mesma com as mãos e assim a despejando em forma de canhão de energia contra o monstro horrendo que estava à nossa frente.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 - Página 2 C8a771a2b4948c972debdec05429caa8

Enquanto isso estaria sendo feito, eu sabia que o cajado tinha de ser pego por um de nós, porém, eu não podia ir até ele, pelo menos não naquele momento, e talvez essa tarefa ficasse melhor para o boca de chaminé, talvez ele pudesse cuidar de pegar aquela coisa e assim a gente poder sair de dentro daquele pantano fétido.




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N/A
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Após uma combinação praticamente perfeita de esforços, o trio era presenteado com uma resolução rápida do conflito, sem sofrer grandes problemas, ou perdas, no encontro com as plantas cabeçudas. Isso, entretanto, não significava o fim dos problemas do grupo, já que à frente deles surgia um novo adversário.

— Que p*rra de bicho é esse…? — resmungaria ao observar o piche tomando uma nova forma — Vai dizer que isso é o que tem no meu pulmão? — indagaria aleatoriamente como se alguém os observasse, ou quem sabe falando com o próprio subconsciente — Isso pode colar com o Constantine, mas não comigo. — retrucaria de forma desafiadora, seguido de uma longa tragada no cigarro que mantinha entre o indicador e o dedo do meio.

Contemplando o gigante aglomerado de piche e outro dejetos se formando, Night não pôde deixar de perceber o galináceo cacarejando e fazendo poses "Esse aí já perdeu a linha..." ruminava admirando o que imaginava ser um breve momento de insanidade. Talvez estivesse desidratado. O comportamento estranho do frango, entretanto, resultava em uma sensação já conhecida por Night. Além disso, assim como o galinho, o outro homem aparentava dar início aos seus preparativos para atacar o monstro viscoso.

Diante da atitude corajosa dos demais, Night não poderia deixar por menos e  faria de tudo para ajudá-los e protegê-los, correto? Errado. Tanto o homem quanto o galináceo pareciam dar o seu máximo na disputa pela atenção do monstro pegajoso. A última coisa que tinha em mente era se tornar mais um naquele cabo de guerra.

O cobiçado cajado não estava apenas diante dos olhos de Night, mas também a poucos metros de distância "O responsável por toda essa confusão…" matutaria observando o objeto além da criatura de piche "Aposto que consigo um preço legal por ele." concluiria, já com um plano formulado em sua mente.

Enquanto os outros dois realizavam os seus ataques, Adam também iniciava a sua investida. Imitando o homem que se lançava na direção do monstro pegajoso, Night também se arremessa sentido ao mesmo. Entretanto, antes de alcançá-lo, Adam tomava um rumo diferente. A fim de evitar qualquer poço ou demais obstáculos que pudesse encontrar no terreno do pântano, Adam combinaria a sua agilidade e controle corporal à energia recém evocada pelo frango para saltar em direção aos galhos mais baixos das árvores que os rodeavam, saltando rapidamente entre os ramos aparentemente capazes de lidar com o seu peso, sem dar muito tempo para que cedessem abaixo de seus pés.

Enquanto os demais ocupavam a atenção do monstro, não esperava encontrar qualquer problema quanto a possíveis ataques, mas se manteria atento para eventual investida do monstro, ou então para o retorno dos cipós assassinos, que seriam prontamente respondidas com diversos disparos do revólver. Se em algum momento os galhos falhassem sob o seu peso e precisasse voltar ao nível térreo, manteria sua ofensiva a todo vapor, só a encerrando ao alcançar o maldito cajado.

Assim que possível tomaria o cajado em suas mãos e o analisaria em busca de qualquer detalhe que revelasse algo sobre aquela situação — Huh, é isso? — questionaria pouco impressionado, não importando muito o que visse. Ao menos ainda poderia vendê-lo. Se conseguisse se aproximar do cajado, mas por algum motivo não pudesse apanhá-lo, se veria obrigado a tomar uma medida um pouco mais drástica — Quer saber? F*da-se! — exclamaria sacando o revólver e descarregando o tambor do mesmo na direção do objeto — Feliz? — indagaria afrontosamente a quem quer que fosse. Se não pudesse tê-lo, ninguém mais o teria.

Histórico:
Nome: Adam Night
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Personagem:
Qualidades
• Ambidestro;
• Atraente;
• Carismático;
• Experiência em Combate.

Defeitos
• Ambição;
• Dependente → Tabaco;
• Sem olfato.

Proficiências
• Explosivo;
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• Briga;
• Anatomia;
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Talvez, o destino de vários outros aventureiros naquele momento teria sido o fim mas, frente a aqueles guerreiros o anjo  das asas vermelhas se mostrava um verdadeiro  herói pois através de suas ações, o poder imbuído no seu “ sacrifício” havia dado poder o suficiente para que naquele momento Klaus simplesmente  estivesse imbuído de tanto poder que seu ataque havia feito uma explosão negra de piche que espalhou goticulas por toda a floresta e pela roupa dos participantes.

No entanto, era possível ver flutuando no ar um nucleo  avermelhado que começara a girar com intensidade, começav aa novamente reunir o piche para que se formasse novamente a criatura, no entanto a ação que teria feito a diferença absoluta, havia sido a do moreno que aproveitnado daquela situação buscou o cajado que….  Quando este alcançou, no mais mero toque,  todo o cenário começara a mudar novamente, onde pareciam ser devolvidos a tranquilidade de mais uma noite  no que seus sobconscientes normalmente teriam como o sonhar, talvez fosse apenas mais um sonho agitado pela noite?  

Só descobririam eventualmente, se houvesse algo de estranho no momento de seus despertares.


off:
Foi um post mais simples mas, vocês todos atenderam muito bem a proposta do  evento, com este meu post há a conclusão da participação de vocês como um sucesso, por hora, aguardem um pronunciamento oficial em relação ao término dos demais participantes para que eles anunciem a recompensa de vocês. O post foi muito bom, onde devo salientar que amei a ideia do sacrificio próprio para promover a capacidade de buffar.   Enfim, Espero que em algum momento tenha sido divertido a vocês Smile