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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 12

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Kira
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Desventuras na Terra dos Sonhos

Em meio a toda a situação que eu havia passado, enquanto descansava, percebia que de alguma forma havia ido parar em um outro lugar, um local frio, tão frio que era possível ver a fumaça sair de minha boca a cada respiração, o lugar era pequeno, e bem apertado, o que para alguns talvez gerasse uma sensação de claustrofobia, porém, esse não era meu problema.

A minha frente havia três portas com números romanos em cimas de cada uma delas, contabilizando de um a três, em uma delas, a sensação parecia ser igual ou pior a que já estávamos, em outra era possível sentir o calor emanando da mesma, já em outra, não havia nenhuma mudança de temperatura, porém, sons de água corrente e folhas balançando ao vento podiam ser ouvidas, e sem pestanejar eu decidia o que fazer naquele lugar.

Sem muito a esperar, apenas abria a segunda porta, afinal, o frio ali dentro estava se tornando um problema, rapidamente estendia o braço direito até a maçaneta, e a abria de supetão, bem no estilo Klaus de agir, dessa forma adentrando ao local rapidamente sem titubear, e com certa agressividade, com isso agora era hora de analisar o que seria aquilo, e o que estava fazendo ali.”Nem sei que lugar é esse, parece alguma espécie de mundo paralelo… Mas como eu vim parar aqui? Eu não tava agora indo comer no esconderijo? Bom, que se dane, vamos ver no que isso vai dar. Meus pensamentos eram algo de certa forma comuns para algo inesperado como aquilo, mas, agora não tinha mais volta ou qualquer coisa do tipo, apenas um lugar além daquela porta.

Me colocaria agora a analisar a situação, observaria tudo à minha volta em específico se havia mais alguém ali naquele lugar além de mim, com isso, eu saberia como agir ou por onde começar a me mover, já que eu não fazia ideia do que estava por vir. Caso encontrasse alguém, me aproximaria e tentaria me comunicar de forma amigável, cumprimentando a pessoa ou as pessoas caso houvesse mais pessoas, e com isso tentaria chegara a um consenso do que seria aquele lugar o que poderíamos fazer para sair dali.

Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 1
Ganhos:
N/A
Perdas:
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NPC's:
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Ferimentos:
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Objetivos:
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Quantidade aleatória (1,3) : 2

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 V5YJKwL

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Fala
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War
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— Huh…? De novo? — resmungaria abrindo vagarosamente os olhos — Maldita tequila... — praguejava tentando compreender onde havia parado dessa vez. Uma das primeiras coisas que notou foi a fumaça saindo de sua boca. Automaticamente levou os dedos aos lábios, buscando por um cigarro que não existia "Frio, huh?" assimilaria rapidamente, sofrendo um rápido e involuntário tremor que atravessava o seu corpo de ponta a ponta.

A ausência de um cigarro em seus lábios era prontamente corrigida, na medida que Adam rapidamente acendia um Marlboco e o levava a boca, trocando o vapor gélido de seu hálito por uma fumaça verdadeira.  Agora que havia feito o seu desjejum, estava pronto para encarar a realidade que lhe aguardava — Espero que não seja um bagaço... — resmungaria olhando ao seu redor, esperando encontrar a sua conquista da noite.

Percebia um homem sair apressadamente pela porta “normal”, visto que as outras portas daquele quarto pareciam emitir uma sensação tanto de frio quanto de calor  "Maldita tequila..." reforçava sua maldição, sabendo que cometeria o mesmo erro na próxima noite, e nas noites seguintes. "Huh, pelo menos tem um corpo legal." se resignaria quanto ao homem que havia fugido, ciente de que já havia acordado ao lado de coisas piores.

— Mas o q-... — exclamaria ao procurar por mais alguém no quarto e perceber uma criatura que parecia ser o filhote de um homem com galinha "Maldita tequila..." lançaria novamente a praga, se valendo de uma nova tragada no cigarro e imaginando se realmente deveria continuar bebendo — Mas que porr* de joytoy é você? — indagaria à criatura alada, esperando que não houvesse pego alguma doença — Essa casa precisa de um aquecimento novo… e de uma decoração. — revelaria ao frango sem prestar muito mais atenção, seguindo pela mesma porta usada pelo homem de antes, esperando que esse fosse o caminho da saída.

Achem a saída… ou aceitem o vosso destino...” a mensagem retumbava na mente de Night enquanto o mesmo atravessava a porta II, saindo em direção ao desconhecido. Embora acreditasse estar próximo da saída, pois conseguia escutar o som da água corrente e da vegetação se debatendo aos ventos, realmente havia se metido em uma situação estranha, e sobre isso somente poderia dizer uma coisa — Maldita tequila... —.

Histórico:
Nome: Adam Night
Número de Posts: 01
Extras: ~x~

Personagem:
Qualidades
• Ambidestro;
• Atraente;
• Carismático;
• Experiência em Combate.

Defeitos
• Ambição;
• Dependente → Tabaco;
• Sem olfato.

Proficiências
• Explosivo;
• Forja;
• Briga;
• Anatomia;
• Instrumentos Musicais.

Hizumy
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Localização : Porto - Portugal

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 Origin10

   O fio singelamente afiado com a exímia maestria de um amolador cortaria o ar em um acto que o deixaria estupefato e, de prontidão, despertar de um sonho que parecia demasiado real. - Huh?! - Em um segundo atrás juraria estar no porto decadente de Derlund onde, sacrificando facilmente sua missão, havia avançado em ataque contra a figura de um ser desumano que preparava-se para assassinar um miúdo e agora, regressava à realidade noutra dimensão. - Mas… o que raios aconteceu?! - Indagar-se-ia ao levantar-se e ao pousar a mão na espada, ainda na bainha, verificando se a tinha consigo e olhando para o cenário em redor. - FRIO!!! - Murmuraria ao se abraçar após sentir o gelo percorrer-lhe pelo corpo transfigurado num tremor de sua tez.

- QUE?! - Berraria incrédulo a ouvir tal comentário. - Fique sabendo que muita gente gostaria de brincar no meu stick! - Insatisfeito com tal impropério sobre si, Hizumy ficaria ainda mais aborrecido ao ser ignorado. - Como alguém pode criticar algo sem experimentar…?! - Questionaria num sussurro de desapontamento e incompreensão.

Ainda que desagradado pelas palavras daquele estranho, segui-lo-ia, abraçado à si mesmo, a estremecer por todo os recantos de seu corpo ainda por revelar, e com o bafo transmutado em fumaça esbranquiçada.  Apesar de os seguir sem pensar muito se o deveria ou não, entregando-se àquela realidade sem demasiadas perguntas, estaria pronto para, a quaisquer momentos, sacar a espada e recuar se precisasse de se defender.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 1f480

OFF escreveu:  




Histórico:
Nome: Hizumy Mizushiro Mayan
Posts: 01

Qualidades::
•Alado (Raça)
•Profeta (Raça)
•Renome - Derrotou um vilão no seu reino (1 Pontos)
•Atraente (1 Pontos)
•Destemido (1 Pontos)
•Carismático (2 Pontos)
•Prodígio (2 Pontos)

Defeitos:
•Exótico (Raça)
•Visão ruim (1 Pontos)
•Heroico (2 Pontos)
•Justo (2 Pontos)
•Apegado - Apaixonado pela Ártemis (char do Vincent) (2 Pontos)

Proficiências:
• História
• Investigação
• Lógica
• Geografia
• Criptografia

Saúde:
- 100%


Atributos:
PdV: 5600
STA: 100

Força: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
Destreza: 120 [Regular]
Acerto: 0 [+60 Edc] [+40 Racial] = 100 [Regular]
Reflexo: 120 [+80 Racial] = 200 [Regular]
Constituição: 160 [Regular]

Agilidade: 150
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Peso que aguenta carregar: 185 kg

Cor da fala: - Fala




_________________


F A L A |  P E N S A M E N T O




"Hizumy M. Mayan - Professor of Archaeology, expert on the occult, and how does one say it… obtainer of rare antiquities.”

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Quando a porta é escolhida algo muito bizarro começa a acontecer, uma água fedorenta começa a invadir a sala de modo a rapidamente preencher o ambiente, onde a água parte da porta como seu epicentro, logo ganhando nível de profundidade o suficiente para lhes subir até a canela.

Quando isso  ocorre é possível que o grupo note que o ambiente ao seu redor começou a mudar, como se um quadro fosse pintado em tempo real, preenchendo o local com árvores e um cenário pantanoso, onde ficaria claro que haveriam poças com maior e menor profundidade pela disposição que lá havia.

Sobre o cheiro, ele poderia ser descrito como algo azedo, dando uma sensação estranha e de desconforto ao nariz de qualquer um mas, além disso algo mais estranho começou a ocorrer, um som ecoou de maneira igual como um barulho de um estômago??  Era um som que ocoreria algumas vezes mais mas, não com uma grande frequência, isso trazia um questionamento… Estavam dentro de algo vivo e sendo digeridos?

Teriam algum tempo para discutir antes de verem criaturas estranhas, que passaram de um lado para outro mas, eram completamente disformes, então era difícil de supor o que eram, pareciam vultos ou sombras mais do que criaturas físicas.

Do momento em que o primeiro passo fosse dado, o local de onde vieram teria sido consumido completamente, enquanto cipós começariam a vir em sua direção, claramente com intenção de atacá-los.

Para tornar isso ainda mais estranho, uma voz ecoaria dizendo:

“ Achem o grande poder da floresta, é ele que todos buscam, por ele todos lutam e sem ele, todos ficam onde estão, andando em círculos sem parar até caírem no chão”

Junto a voz, viria na mente de todos, um cajado de aparência única, deixando claro para os desafiantes o que deveriam procurar mas… Primeiro deveriam sobreviver ao ambiente hostil, e como os cipós se aproximavam em uma velocidade grande, era justo que eles se defendessem se não quisessem ser tragados pelo ambiente antes mesmo do desafio começar.

off:
Boa sorte Wink

Kira
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Evento

A situação após cruzar a porta parecia totalmente diferente do que eu acreditava ser, o que antes parecia uma floresta amigável com o vento batendo nas folhas, agora se tornava em um pantano fétido e que parecia um estômago digerindo a comida, no caso eu e os outros dois que se encontravam junto a mim, uma galinha estranha e um homem que mais parecia uma chaminé com um cigarro.-Eae senhores, também vieram parar nessa merda de lugar por acaso? Acho que comi algo estragado, e devo estar delirando! Olharia para os dois mas não esperando por alguma resposta, afinal, poderiam muito bem ser apenas delírios em minha cabeça.

Com tudo, logo a situação parecia ainda pior, sons de estômago em digestão começavam a ecoar pelo local, e alguns cipós saiam das árvores vindo em nossa direção, e de fato pareciam querer nos matar.-Espera aí, além de nos digerir tem cipós nos atacando? Essa merda realmente quer que nós viremos fezes no final dessa brincadeira. Porém, mais um som ecoava na floresta, e agora era uma voz, um tanto estranha, e parecia ainda mais que eu estava delirando, mas dessa vez parecia nos dar uma saída.

Nossa aparente missão era encontrar o poder da floresta, e logo um cajado se projetava diante de nós, algo com uma aparência única.-Então o tal poder é um cajado não é? Nossa… Vamos brincar de Merlin agora! E enquanto tudo acontecia, o ataque da floresta não parava de vir em nossa direção, ainda mais com a água do pantano que estava em nossas canelas, então nossa única opção, era agir, e era isso o que eu fazia de imediato.

Rapidamente eu estendia meus braços enquanto gritava para os outros dois.-Fiquem atrás de mim E logo em seguida, batia minha mãos com toda a força, fazendo emanar uma energia verde que se expandia em volta, tendo seu ponto inicial como a palma de minhas mãos, se expandindo para frente, lados e cima, na tentativa de conseguir repelir aqueles cipós e talvez a água no chão, assim limpando nossa visão para saber onde pisar sem cair em um buraco.

A partir daí, estaria disposto a colaborar com os outros dois que lá se encontravam, claro, se não fossem uma alucinação da minha cabeça e realmente estivessem ali para me ajudar.




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Do outro lado da porta Night não se encontrou em um cômodo novo, mas sim em um cenário completamente diferente, para não dizer impossível. Saíndo de uma sala sem decoração para um pântano pestilento, o homem era salvo pela sua ausência de olfato. Entretanto, ao contrário do odor, os sons estranhos, porém familiar, não escaparam os sentidos de Adam — Você pode ter comido algo estragado... — comentaria retirando o cigarro da boca, analisando-o como se fosse um mistério a ser desvendado — Mas o que eu fumei foi muito bom. — completaria retornando o cigarro aos lábios.

Por mais estranho que fosse, o cenário não era a única coisa peculiar naquela situação. Não bastasse a inquietante presença do galináceo e de outro homem nos delírios de Adam, agora também se fazia presente uma voz misteriosa que evocava visões de um cajado. Isso sem mencionar os cipós assassinos que se aproximavam do grupo com claras intenções — Fuuu!… eu to ficando velho demais pra isso... — suspiraria arremessando a bituca do cigarro no chão do pantano lamacento.

— Huh! Esse aí ta mais louco que eu. — comentaria para ninguém em específico, se entretendo com os delírios do homem com os braços esticados. Poderia se imaginar que o fato do homem conseguir lançar energia verde dos braços seria algo surpreendente, mas a essa altura seria preciso muito mais para espantar Night. — Se é assim, vocês que devem ficar atrás... — anunciaria seguindo para a dianteira, não por querer proteger alguém, mas para não perder a chance de trocar soco com as plantas. Afinal, não é todo dia que essa oportunidade se faz presente.

Avançando contra os cipós, os braços de Night naturalmente assumiam um aspecto de ferro — Gorilla Arms, huh? — reconhecia, como se fosse algo esperado. Sem que percebesse como, em momentos estava com seu revólver favorito na mão direita e uma soqueira prateada na mão esquerda. Assim, contava com tudo necessário para enfrentar a bad trip.

Saltando no meio dos cipós selvagens, despenderia certa atenção para não cair em algum poço profundo no meio do pântano. Fora isso, não faria qualquer julgamento quanto aos seus ataques. Disparando na direção de todas as plantas que enxergasse, se moveria em movimentos curtos e circulares, evitando ser pego em um ponto cego. Caso conseguisse segurar algum cipó, ou fosse enroscado por eles, buscaria se mover na direção contrária ao ponto de origem dos mesmos, a fim de parti-los ao meio. Aquela situação era estranha, e o modo de combate de Adam faria jus às circunstâncias, até mesmo mordendo as plantas, se necessário. A ausência de paladar nunca foi tão vantajosa. Com sorte conseguiria matar o inimigo e a fome ao mesmo tempo.


Histórico:
Nome: Adam Night
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• Ambidestro;
• Atraente;
• Carismático;
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Hizumy
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   A situação em que se encontrava era o completo oposto do que havia esperado encontrar. Imaginara que ao passar da porta entraria em um lugar mais calmo, menos mostífero e muito, mas muito mais tranquilo. Enganara-se redondamente. Não encharcado de uma lama fétida, mistura de talvez água com sabe-se lá que dejetos, mas além disso, eram atacados por plantas. P-L-A-N-T-A-S! - Mas que raios?! - Estava chocado! Nunca na vida havia presenciado com seus próprios olhos tais elementos da natureza moverem-se repletos de vida e vontade própria. Era aterrador e, no entanto, incrível! Todo o seu aglomerado situacional era fantasticamente um sonho real! O que mais almejava na vida era viver aventuras e desventuras em busca de artefactos antigos e mágicos ou, com mitos seculares em torno deles, e adivinhem só o que raios lhe estava a suceder?! - Não poderia pedir por melhor! - Deixaria escapar para o ar através de um sorriso bobo um comentário alegre e animado.

Ao ataque do corpo vegetal, vendo que seus mais novos camaradas de equipa se propunham em atacá-la de frente, na velha e boa troca de socos, Hizy afastar-se-ia à meio metro para focar em ambos e, focando sua energia vital, sua aura, olhando firmemente para ambos, abrindo as asas carmesim como que se prestes a voarem, ergueria os braços e os estenderia à sua frente, apontando-os para os camaradas e formando com as palmas das mãos um triângulo. - Quéops Apokalipts! - Em um sussurrar terno e caloroso expressaria as palavras que de seus lábios pareceriam ganhar vida. Suas asas, brilhariam, tornando-se num neon avermelhado forte e, todo esse calor fluiria delas aos seus braços e consecutivamente à suas mãos, formando à frente delas, materializadas esferas avermelhadas que, em dois segundos, voariam velozmente até as costas dos dois não tão estranhos. Assim que elas chegassem neles e perfurasse suas costas, se tudo corresse bem, poderiam sentir um calor ardente a entrar-lhes pelo corpo e a dar-lhes um certo aumento de força e agilidade, como que se tivessem mais energia ou poder em suas técnicas

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OFF escreveu: Não sei se ainda está válido, se estiver, Nice! Se não estiver... well Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 1f615  




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Reflexo: 120 [+80 Racial] = 200 [Regular]
Constituição: 160 [Regular]

Agilidade: 150
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Estavam todos dentro de um cenário fétido onde o destino caso fossem abatidos era ainda mais fétido, seria o fim realmente tão indigno assim para os bravos guerreiros? A realidade mostrou-se violenta no momento em que os cipós avançaram na direção do grupo com a ideia de findá-los.

O celestial agiu rápido e usou do poder a ele concedido para que tornasse as reações de seus companheiros ainda mais efetiva pois aquela luz avermelhada emanada que penetrou nos corpos aliados, fez com que suas forças fossem ainda mais elevadas. Com isso, o cintilar de luz, emanado por Klaus havia simplesmente, tal como o proibido, obliterado os cipós que avançavam pela frente na direção do grupo, a luz  emanada pelo poder combinado dele com o do celestial eram dignos de se impressionar, pois parte da água movimentou-se de modo que ramas que lá haviam, momentaneamente haviam sido rompidas até que a energia bateu em um grande tronco ao fim, o que revelou que aquela reta, não haviam buracos,  de modo que ele deveria como aquele a reparar nisso instruir que apesar de não haver buracos, caso seguissem aquele caminho, haviam desníveis fáceis de se tropeçar em alguns pontos que ele saberia indicar.

Por outro lado o outro rapaz com seus braços poderosos fora capaz de facilmente lidar com as demais folhas de cipó, com uma simplicidade tão grande que sentiu que romperia eles até mesmo com a sua respiração, tamanha a diferença de poder que havia sentido graças a sua habilidade combinada com a do celestial,  de modo que a sensação de potência poderia talvez naquele momento dar até mesmo um sentimento de invencibilidade.

O grupo no entanto, precisava mover-se em direção ao objetivo, não era totalmente claro a visão deles onde encontrava-se o bastão mas, notavelmente uma coisa poderia talvez lhe dar uma pista, quando houve o impacto de luz, apenas naquela direção começaram a surgir pequenas plantas que andavam usando de suas folhas e raizes como pernas, seria isso uma pista? A cooperação era importante, o tamanho  poderia ser naquele momento fácil de se subestimar mas, esperar que elas não cresceriam seria um erro perigoso de se  tomar.

Além disso, haveriam mais cipós que avançariam caso seguissem naquela direção, pelo menos o dobro em quantidade e até mesmo grossura  velocidade de modo que seria vital a cooperação de poderes para se defender daquela onda de ataques, enquanto se avançava afinal, o poderoso guerreiro brilhante tinha o conhecimento sobre os detalhes do caminho, o celestial? O poder de subjugar as forças, enquanto o nosso amigo  dos braços de gorila? Tinha nele o potencial para proteger como ninguém ao grupo.
Kira
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Evento

A primeira investida parecia ter dado certo, meu movimento somado ao dos dois homens ali ao meu lado, um deles emanava uma energia quente, que transpassava meu corpo o aquecendo, e com isso a técnica que eu havia lançado apenas para criar uma abertura, acabou se tornando uma espécie de canhão desintegrador, o que era bem interessante, ao observar o estrago que havia feito.-Eita porra! Gostei dessa sua habilidade galinácio! Terminando a frase com um sorriso e uma expressão de animação.

Já por outro lado, o homem que parecia o mais velho entre nós, avançava como um gorila ensandecido, era nítido que o homem era bastante louco, e ousado.-Haha! to gostando disso! Os movimentos desvairados do homem de meia idade faziam uma animação sem igual surgir em meu corpo e agora era a minha vez.

Tomando a dianteira, eu começava a caminhar em direção por onde meu raio de energia havia passado.-Ei! Venham por aqui, esse caminho tá livre de buracos e empecilhos, deu pra ver quando a energia dissipou tudo. Com isso eu seguiria como um guia pelo caminho, os avisando onde teriam desníveis e possíveis locais onde pudessem cair, para que assim, a gente pudesse seguir sem problemas.

Porém, o que não esperávamos era que logo a frente existiam seres estranhos, pequenas plantas caminhando pelo solo usando suas raízes e folhas como uma espécie de zumbi de plante, eram feios e possuíam dentes afiados em suas cabeças extremamente redondas.-Ah, cara! É sério isso? Monstros planta com dentes? Eu as observava e logo tomava uma iniciativa.

Minhas mãos ficavam verdes emanando a energia recebida, eu fechava meus punhos, canalizando uma quantidade enorme de energia pra lançar contra os monstrinhos.-Punho Ancestral! O lançando diretamente aos monstros a nossa frente, buscando deletar um por um enquanto esperava que os homens que estivessem comigo fizessem como antes, ou talvez até melhor, e assim, focaria em apenas destruir tudo com meus ataques.

-Espero que estejam preparados pra continuar com o show! E dito isto, avançaria como uma besta em direção ao caminho que havia aberto com o poder anterior, dessa forma, buscando estar o mais próximo possível do objetivo final, capturar o tal cajado que nos foi mostrado.




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NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
N/A

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 12 V5YJKwL

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