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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 11

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




AoYume
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Passos ágeis, o vento gélido sobre o meu corpo, a ascensão e o vislumbre do horizonte estarrecedor diante de mim. A adrenalina era certamente peculiar, e, era como se meu corpo de alguma forma apreciasse aquela sensação de almejar as nuvens, mas, sem tempo para isso. Diversos pontos eram vislumbrados por mim de forma veloz, caminhos de rotas fechadas, luzes mais a extremidade, uma tendência no grande labirinto. Os braços da mulher me seguravam no retorno, e, ainda que seu calor fosse algo chamativo no ambiente realmente frígido eu preferia logo me desvencilhar de nosso contato um pouco ansiosa, principalmente por algumas coisas que esta balbuciou anteriormente.

Como planejado ia abaixado-me com a adaga, procurando riscar no gelo. Não parecia que ele se partiria, era espesso, o ambiente em si contribuía a sua resistência e já haviam de toda forma várias marcas gravadas por aquelas paredes. Ia desenhando tudo que consegui perceber aos arredores como um mapa incompleto na parede para que elas pudessem visualizar durante minha explicação. - Escutem, os caminhos mais a direita são ruins, boa parte está bloqueada ou não leva a lugar algum. Por outro lado há luzes nos lugares que vou marcar... Ia fazendo "x" nos lugares que observei acima. - Mas, apesar de serem boas para nos guiarmos, não sei se é boa ideia nos aproximarmos. Onde há luz normalmente há vida...

Vou mordiscando o lábio enquanto penso mais alguma coisa que seria relevante dizer. - Bem, a névoa não é tão espessa acima, se tivesse alguma forma de subirmos as três, seria mais fácil vislumbrar algo, mas também de sermos vistas... Eu diria que, algo ou alguém que não notei também poderia ter me visto, mas, não sei, acho que não... Normalmente era sensitiva para essas coisas com uma boa intuição, mas, também poderia me enganar, não dando certeza. - Há algo que gostariam de acrescentar aqui?


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Enquanto as outras duas utilizavam de minha ideia para pegar uma visão de cima, eu estudava as runas, tentando encontrar algum padrão. Mesmo não conseguindo decifrar um padrão de leitura plena, dava para entender alguns desenhos que poderiam ser úteis. Um pé gigante, um gorila e um touro destacavam-se entre as compreensíveis. Uma nem tanto entendível assim, era uma espiral. —Não sei porque, mas minha intuição me diz que essa espiral é importante... Pensava em voz alta, tentando entender algo que poderia ter deixado de lado. O frio atrapalhava até mesmo o raciocínio perfeito. Não demorava, contudo, para que Leyka voltasse e nos contasse o que vira. E, ao ouvi-la, um clique se fazia em minha mente.


— Acho que entendi! Garotas, nós estamos em um labirinto! Observem essa figura aqui. Faria rapidamente o desenho da espiral que vira nas runas no chão, mas caso não conseguisse, simplesmente mostraria no lugar fonte. Com o dedo, iria traçando uma rota. — Olhem como nós estamos aqui, do lado de fora, e só há um caminho para o centro. Para isso seguiremos fazendo voltas, e, pelo jeito, o melhor caminho a se tomar será o da esquerda. Com base nos outros desenhos, formulava qual seria o outro desafio que ainda passaríamos por. — Pelos outros desenhos, imagino que poderemos enfrentar gigantes ou animais selvagens aqui, no caminho. Mas o maior perigo deve ser... o minotauro. Lembrava-me de lendas já ouvidas no passado, como histórias para criancinhas dormirem. O lendário animal, meio homem, meio touro, guardador de labirintos. Fazia total sentido em minha cabeça e minha intuição sugeria que aquilo era o maior perigo. Havia um destaque grande demais para a imagem de um boi para ser em vão. Agora, com as informações trocadas, sugeriria que Agnis fosse na frente, por ser nossa tank, enquanto seguiríamos comigo atrás, dando cobertura e protegendo a retaguarda, deixando Leyka no meio. Sempre que encontrássemos alguma bifurcação, relembraria do desenho, tentando imaginar nossa exata posição e para qual lado deveríamos seguir. Utilizaria também as informações dadas por Leyka, de que a esquerda geralmente parecia melhor e de que haviam luzes nas bordas. Mesmo não pretendendo ir até elas, chegaríamos perto ao dar a volta no labirinto, então aqueles pontos poderiam ser guias.


Se, em algum momento, sentisse presença inimiga, alertaria as duas e prepararia-me para defender-me, se necessário, ou até mesmo atacar, se possível.


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O frio era o fato mais estressante dali. Agnis sentia que aquele era seu momento de brilhar, mas não conseguia pensar muito bem sob pressão. Seu cérebro ia a mil tentando processar o que ocorria ali, e sua mente dava voltas e voltas nas circunstâncias mágicas que envolvia tudo ali, principalmente a sensação estranha que sentiu antes de arremessar Leyka para o alto. - Talvez… Isso seja… Um sonho? - Ela murmurava pra si. - Um sonho bem real… Mas de qualquer forma, um sonho… - Ela não conseguia apenas ignorar tudo que ocorreu e seguir em frente. Não depois do truque da porta. Um leve senso de paranóia começou a rodear a garota. Ela roía a unha de seu dedão, perdida em seus pensamentos, e lentamente olhava ao seu redor, pensando… E pensando… Até que seus olhos foram de encontro a Chocho. Naquelas circunstâncias, sua presença e liderança se tornavam cada vez mais esquisitas. - Devemos nos cuidar? - Ecoou o pensamento com a voz de Agnis um. Agnis dois por sua vez, não disse nada, mas estava bem claro que ela concordava. - Por hora, devemos apenas ver o que vai acontecer. - Pensou Agnis dois.

Chocho, após ouvir sobre as informações que Leyka obteve, sugeriu um caminho e um plano de ação, mas atentou sobre a possível presença de um inimigo, o que colocou um grande sorriso na face de Agnis. - Isso seria ótimo! Um pouco de ação é uma ótima pedida para nos aquecer nesse frio invernal. - Ela responderia. - E já que temos um caminho pré definido, devemos seguir quatro regras. A primeira é que nunca devemos seguir o mesmo caminho duas vezes, por razões óbvias. Então sugiro marcamos o caminho, se possível. A segunda é que se encontramos uma encruzilhada, e qualquer caminhos que escolhemos após não der em lugar algum, devemos voltar a essa mesma encruzilhada. A terceira é que se começarmos a andar em círculos, ou se encontrarmos um beco sem saída, devemos dar meia volta e retornar pelo caminho que viemos. A última, mas não menos importante, é que se encontramos uma encruzilhada em que já passamos, devemos escolher o primeiro caminho que usamos para chegar até ali. Creio que se fizermos isso, chegaremos em algum lugar. - Elas aceitando ou não, Agnis seguiria em frente, tomando a dianteira como Chocho havia sugerido, e prestando atenção para possíveis emboscadas ou ataques sorrateiros.
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 11

Apesar do constante esforço dos corpos daquele trio em tentar se manter consciente, era excepcional o trabalho em equipe para administrar os recursos cabíveis e fazer daquela tortura um obstáculo mais simples de se ultrapassar. Chocho acabava por ter uma brilhante sacada ao observar as figuras espirais, onde imediatamente entendia que elas não estavam ali por acaso. Seus padrões indicavam muito além do que realmente pareciam indicar e, onde muitos poderiam simplesmente concluir que se tratava apenas de uma indicativa da existência do labirinto, a jovem concluía que aquilo era quase como um mapa. Entretanto, as figuras tratavam de imagens preocupantes também, onde elas precisariam tomar a cautela necessária para sobreviver por ali.

Tendo em mente que o caminho para a direita não seria de tanta ajuda, o trio seguia enfim para os confins do desconhecido, para enfrentar àquelas névoas fantasmagóricas que sussurravam em seus ouvidos dizeres profanos. O uivo do vento gélido trazia apenas sentimentos de morte e desespero, mas a esperança de que estavam no trajeto correto dizia para seguirem adiante cada vez mais. O caminho gravado por Chocho precisaria ser meticulosamente planejado, uma vez que o labirinto não consistia apenas naquele formato em que ela verificou na gravura, mas haviam também diversos outros cruzamentos que tentavam levá-la a outros cantos no qual fugiriam do padrão da gravura.

Se atendo ao que recordava, Chocho, Agnis e Shiranai ouviam diversas vezes sussurros que diziam estar indo pelo caminho incorreto. O frio deixava a situação pior, pois qualquer falsa esperança de livrá-las daquele sofrimento parecia ser uma oferta irrecusável. No caminho, a figura da cabeça de boi, da criatura humanoide peluda e da espiral eram as únicas consistências em meio a diversas outras. Agora, já nessa etapa mais avançada, o grupo notava também uma outra figura que chamava mais atenção, sendo agora uma espécie de fonte de água com um traço ao seu redor que assemelhava-se com um portal com dezenas de runas por toda sua extensão. E, não muito longe dali, o trio acabava visualizando uma tocha presa no gelo, bem próxima de uma curva entre os corredores. A tocha encontrava-se há aproximadamente 4 metros de altura do solo e, apesar da distância, sua aura de calor era algo reconfortante demais para ser passado tão rápido. Agnis conseguia concluir com segurança de que isso se tratava de um dos pontos luminosos que havia visto com seu salto acrobático.

Entretanto, apesar daquele pingo de esperança momentâneo, o sentimento de estarem andando em círculos era algo recorrente, mas por não visualizarem as marcas que deixavam no caminho, acreditavam que não era o caso. Isso, entretanto, era um dos pontos no qual Agnis havia indicado preocupação, tendo receio de estarem perdendo tempo demais naquele trajeto, uma vez que elas estavam se afastando cada vez mais do centro daquele enorme local. A equipe precisava definir, por hora, se seguiriam o caminho definido pelas gravuras e as suas devidas conclusões com o que haviam visto até agora para usufruir o máximo possível da sobrevivência daquela circunstância.



Akuma Nikaido
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À medida que andávamos, começava a observar algo interessante: o labirinto mostrava-se no mínimo um pouco desafiador, com saídas falsas e cruzamentos para tentar nos enganar. Mas, sabendo do padrão procurado, avançávamos, contrariando as vozes que ouvíamos e que nos tentavam a ir em outros locais. — Se ao menos desse pra acreditar no que ouvimos... Mas essas vozes estão aqui para nos enganar, assim como fizeram com a porta. Vamos, meninas, estamos no caminho certo! Dizia, mais tentando me animar do que qualquer outra coisa.


As runas começavam a indicar também uma fonte, bem como um portal. Será que aquele seria nosso destino e a entrada da porta da água, que escolhemos, mostrava simplesmente o fim? Ainda era somente uma conjectura, mas era um pensamento animador. Se havia água em forma líquida, o clima era mais ameno, e um portal indicaria uma saída de Cocito. A sensação de calor, ao pensar nisso, parecia até real. Sentia meu corpo esquentando-se e, então, acordava para a realidade: estávamos perto de uma das tochas. Eu quase não queria sair dali de perto, após sentir o reconfortante abraço de uma fonte de calor, mas forçava-me a ir em frente. Aproveitava que não teríamos outro lugar melhor para nos abrigar temporariamente e discutia com minhas novas colegas: — Até o momento parece que nossos pensamentos estão corretos. Seguimos pela esquerda, demos uma volta até chegar em um dos pontos luminosos e não encontramos nenhum monstro. Acho que devemos continuar seguindo o que compreendemos da figura.


Se concordassem comigo, assim faria, mantendo a ordem estabelecida, dando cobertura na retaguarda e deixando nossa tank à frente. Apesar da proposta de seguir fielmente a gravura, se em algum momento minha intuição me alertasse para escolher um caminho diferente, avisaria a elas e prosseguiríamos conforme a maioria decidisse.


Se, em algum momento, fossemos atacadas, optaria por buffar a força de nossa tank, se notasse que ela conseguiria bloquear o golpe adversário. Caso, entretanto, o ataque viesse da retaguarda, buffaria minha agilidade e puxaria a nós três para longe do golpe, afastando-nos e dando tempo de nos reposicionarmos para a batalha. Por último, caso notasse algum oponente antes de sermos notadas, faria gestos para que todas mantivessem silêncio e aplicaria o debuff de sonolência no adversário, esperando que ele dormisse e, então, seguíssemos. Se necessário fosse, poderia esperar nossa tank agarrá-lo durante o sono e, então, poderíamos atacá-lo em sequência e garantir que fosse eliminado. Mas se notasse que dava para prosseguirmos sem recorrer a violência, preferia fazê-lo.


Caso não encontrássemos nenhum obstáculo até os próximos pontos de referência, apenas garantiria que seguíamos pelo caminho certo, nos orientando e mantendo o trajeto rumo ao centro do labirinto, onde poderíamos encontrar a saída.  


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Tudo era bastante estranho, mas, felizmente as demais garotas pareciam estar bastante calmas sobre tudo. Isto era bom pois eu também podia ir aliviando certa parte da tensão, ao menos, para com elas. O ambiente por outro lado continuava perturbando com vozes incessantes, que, aos poucos eu ia ficando inclinadas a ignorar caso não fosse algo realmente momentâneo ou relevante. Parecia que outra das garotas também achava o mesmo, acreditando que elas estariam mais inclinadas a apenas nos enganar. - Estamos sendo entretenimento para alguma coisa. Não acho que iam querer que nos déssemos bem de toda forma. Falava ainda acreditando na possibilidade algo sobrenatural, ou, no mínimo muito poderoso.

- Claro... Digo observando aquelas coisas gravadas de forma despretenciosa, confirmando as instruções da garota. - por outro lado, não gosto muito de uma área tão "confortável". Parece ironia, mas, se não estivermos sozinhas aqui pode ser um lugar de desejo. Fala movendo meus olhos na direção das duas, me mantendo entre estas de forma quase instintiva. Parecia que a "intuição" delas também podia ser algo bem forte, visto que todas iam agindo em equipe como certas "funções" desde antes com a tática do arremesso vertical. Ainda havia também o planejamento da outra de cabelos prateados, então, não tinha motivos para desvencilhar-se daquela rota além das vozes.

Me manteria alerta, aquela atrás de mim parecia fazer o mesmo, e, com a sua conversa sobre monstros ia deixando a adaga em minha mão caso precisasse de alguma forma defender-me. A neblina era sempre desagradável, mas, ainda assim buscava ver até certo ponto qualquer movimento. Meus ouvidos também eram traços bem fortes em mim, e, se fosse possível ouvir algum movimento, ou, até alguma sensação próxima intuitiva, seria bom evitar um confronto surpresa. Qualquer sinal de perceber algo tentaria relatar para uma das garotas, de preferência aquela diante de mim para que pudéssemos agir de acordo. Ia tentando me lembrar também do que vi por cima, se conectava-se de algum modo a nossa rota, e, se alguma lembrança chave de uma rota ou outra viria em minha mente para aconselhar uma curva ou outra dentro do necessário naquela rota.


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A luz. O luminoso alívio das chamas amenizavam o insuportável frio que atormentava aquele lugar que mais parecia um campo de tortura. Uma chama atrativa dançava em frente a Agnis, e pouco a pouco as preocupações que ela tinha com o frio se esvaiam. Aquilo lhe dava um pingo de determinação. O bastante para seguir em frente naquele labirinto. Chocho observou como poderíamos estar indo pelo caminho certo, e Agnis, observando que em nenhum momento pareciam ter se deparado com alguma sessão repetida do labirinto, se viu obrigada a concordar. Porém, algo incomodava. Aquele local parecia não obedecer as regras convencionais do mundo real, e como Leyka havia comentado, locais como aquele que haviam acabado de encontrar, seriam um local de interesse, mas por algum motivo, em nenhum momento fora encontrado qualquer vestígio de sequer uma outra pessoa. Se o labirinto cumpria seu propósito, deveria haver ossos e restos mortais de pessoas que se perderam e morreram ali, mas aquele não aparentava ser o caso.

-Estou tendo um mal pressentimento. - Ela comentou, de forma bem alheia a conversa. - Mas devemos seguir. Não temos outra escolha, já que se não estávamos perdidas antes, com certeza estaremos assim que mudarmos nosso rumo. - Parecia que todas concordavam. Por isso, Agnis seguiria em frente, acompanhando o grupo e prestando atenção aos seus arredores, no caso de sofrer um ataque. Se alguma criatura as atacasse, ela se colocaria na frente e tentaria proteger suas companheiras, agarrando seja lá o que viesse a frente.
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Passando só pra comentar, a pedido do meu companheiro de equipe Akuma Nikaido, que sua ficha possui a vantagem Intuitivo, e que nesse post ele pretende fazer uso dela.

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A calmaria antes da tempestade talvez fosse a melhor definição daquele momento sob a luz da tocha. O calor reconfortante parecia um ímã, evitando que qualquer pessoa sã o bastante se afastasse dele para enfrentar as dificuldades do labirinto novamente. Por mais que o calor dali não fosse algo considerável, ainda assim era melhor do que os ventos gelados e sussurros fantasmagóricos, mas ainda assim... Sabiam que se ficassem ali aproveitando o momento acabariam por perder a consciência em instantes. Nenhum do trio possuía conhecimentos avançados de medicina, mas para Chocho era claro os primeiros sinais de hipotermia, mesmo naquele local supostamente seguro.

Como as vozes diziam para elas ficarem um pouco mais, talvez fosse o indicativo de que era hora de partirem. E, seguindo o plano desde o começo, nunca saindo da rota por onde o desenho demonstrava, as três mulheres acabavam por evitar caminhos que pareciam ser mais seguros, mas ainda assim não desviavam do percurso planejado. Em algumas intercessões, àquelas com uma percepção mais elevada seria capaz de verificar indícios de armadilhas em alguns corredores próximos, o que seria mortal para a atual situação de todas. Pelo fato de não terem encontrado nenhuma armadilha até então, era um bom indicativo do caminho que estavam traçando.

Confusas com tudo o que já haviam percorrido, o trio acabava por se deparar com a segunda tocha, que apesar de servir como um ponto para que desacelerassem o passo, era também um ponto de esperança ao sinalizar o caminho correto. Inteligentemente, as mulheres seguiam com um pouco mais de vigor, até começarem a ver que o corredor parava de indicar caminhos alternativos, demonstrando que aquela era a reta final de fato.

O vislumbre daquela gigantesca clareira fazia os olhos de todas congelarem por um instante com a quantia de informações. Inicialmente, o chão agora se tratava de pisos de antigas pedras lapidadas, e não tinha mais tanto gelo como nos corredores, o que havia dificultado até então a movimentação do trio. As runas por ali ainda continuavam em padrões desconhecidos, mas a figura da fonte era mais presente do que anteriormente. Por falar em fonte, havia bem no canto do grande espaço uma colossal estrutura com uma estátua de um anjo segurando uma jarra deixava escorrer um fluxo contínuo de água cristalina, sendo possível notar que a água estava em uma linha tênue de seu ponto de fusão. A água fluía com naturalidade e, diante de seu aspecto extremamente limpo, seria atrativo experimentá-la se não fosse o frio absurdo que todos ali sentiam.

Entretanto, o que congelava a visão das meninas não era exatamente a bela fonte de mármore. Havia, bem nos fundos da clareira, presa em uma das paredes de gelo opaco havia uma enorme estrutura de pedras que fazia um enorme arco ao redor de duas colunas repletas de runas azuladas. Seu brilho era fraco, mas ainda presente, e demonstrava um misticismo único. Ah, mas é claro, isso era apenas um detalhe na visão do trio, pois entre o gigantesco portal e elas, havia uma enorme alavanca de ferro bem no centro da sala e, bem ao lado dela, havia um bloco de gelo gigantesco com uma silhueta ameaçadora em seu interior. Um corpo humanoide com uma pelagem branca como a neve repousava no interior daquele bloco de gelo, tendo apenas sua cabeça exposta para respirar. A criatura assemelhava-se aos desenhos que encontravam-se nas paredes e, apesar de estar aparentemente adormecido, sua proximidade com a alavanca era preocupante.

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A presença das três ali não havia despertado a criatura, o que poderia ser um bom sinal. Além disso, o som da água caindo talvez pudesse servir como distração, mas independentemente disso, havia algo indicando que aquela alavanca seria a saída para o trio sair de todo aquele inferno antes que o frio — ou o Yeti — acabasse de vez com os planos de continuarem vivas.

Ilustração Portal:

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O caminho seguia relativamente tranquilo, o vislumbre inicial conseguia ajudar bastante no traçar da rota, e, com uma boa colaboração avançaríamos até uma sala ampla com diversos fatores de observação. Várias imagens de uma fonte, um anjo que jorrava uma água que não congelava no limiar da temperatura, uma grande alavanca ao centro, e, algo que parecia ser uma porta misteriosa, talvez mítica? Ou talvez algum tipo de Torii estranho? Não sabia ao certo, mas, dentre estas coisas uma que certamente despertava ainda mais os nossos olhos, ou, ao menos o meu, era a grande criatura involucra em gelo, adormecida. Ela parecia "presa", mas, certamente não gostaria de pagar para ver. Matá-la? Não parecia um bom pensamento, além dos riscos, até então era como uma fera que nada tinha me feito.

Até que ponto poderíamos conversar? Pela minha perspectiva, a fonte cobria boa parte dos sons, mas, com uma audição um pouco mais aguçada aquilo poderia se tornar um problema. Ergo meu pé, tocaria o gelo, conferindo de certa forma, e, supondo que ouvisse com certa facilidade um "passo" com minha audição, imaginaria que não devia ser seu caso, se não teria acordado pelo nosso caminhar até ali. Se a alavanca estivesse virada na direção oposta, considerando que entre aquela coisa que podia ser vista como uma espécie de Torii estranha estivesse fechada ou sem passagem em seu interior, ainda que não tão furtivas consideraria uma proposta. - Acredito que se dermos a volta, ficando perto daquela coisa ali, posso disparar energia na alavanca para virá-la. Dizia para elas em um tom bem baixo. - Uma alavanca abre algo, certo? E aquela é a coisa mais próxima de uma porta por aqui.

Se elas seguissem o meu plano, tentaria seguir calmamente, tão silenciosa quanto pudesse e igualmente tão afastado quanto possível no arco para cruzar ao outro lado da sala. Tinha certa acuidade acrobática, o que me conferia algum equilíbrio e controle corpóreo para evitar perder equilíbrio ou tropeçar em coisas no caminho que causassem isso para sustentar ao menos uma movimentação firme. Além disso, conhecia o bastante de solos e estudos geográficos para ter uma noção visual de locais que podiam ser potencialmente mais barulhentos ao pisar, ou, frágeis, mesmo se seriam do tipo que afunda. Tentaria me manter sempre alerta, ainda que intuitiva, para não pisar em nenhuma armadilha, já que tinha observado algumas anteriormente.

Quando chegasse ao outro lado, pegaria a adaga espalhando uma energia verde ao seu redor para dispará-la na direção da alavanca em um movimento diagonal ascendente afim de movê-la em giro para o outro lado. Tentaria sem buff, inicialmente, imaginando que por seu tamanho e material não devia se quebrar com facilidade. Se fosse mais pesada e resistente que o previsto e nem se movesse, pediria então um buff para a garota que conseguia fazer tal, e, então tentaria novamente mais apressada e mais veloz, já que neste caso a criatura já estaria desperta. Se a alavanca por outro lado, estivesse virada na direção oposta, tentaria moldar o meu poder de forma a criar um chicote de raios, ou, uma esfera que exploda na direção oposta para puxá-la ao invés de empurrar, mas, seguindo o mesmo princípio de tentativa sem buff e depois com buff. Se desse certo em uma das duas tentativas e abrisse um portal, então passaria por ele com as outras apressada. Se não desse certo, e, nada acontecesse, ou, a alavanca se movesse mas não abrisse, então lançaria um ataque na direção da criatura alvejando seu pescoço a distância com uma lâmina de energia a distância enquanto tentaria ver se algo teria mudado na sala.

Se desde o começo as garotas se negassem a seguir com a minha proposta, aguardaria então a visão estratégica delas tentando me adaptar as suas perspectivas para juntas termos algum sucesso, considerando que até então, elas foram aos poucos conquistando alguma confiança gradativa por minha parte, me adaptando às suas sugestões. Apesar de sempre cautelosa com o ambiente ao redor, tentando bloquear qualquer coisa que pudesse acontecer de repente e proteger-me por trás de nossa tank.


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Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance5
Missão:Escapar
Apesar de sofrido, o nosso avanço dava-se sem maiores dificuldades. Nosso pensamento e força de vontade nos mantinham no caminho correto. Algumas vezes cheguei até mesmo a reparar em armadilhas, mostrando o quão perigoso poderia ser o labirinto se não houvéssemos nos guiado corretamente desde o princípio. Apesar do pouco tempo atuando junto, já demonstrávamos algum trabalho de equipe coordenado, embora o maior desafio ainda estivesse por vir.


Quando, enfim, chegávamos à clareira central, a enxurrada de informações fez com que demorasse um instante para captar tudo e entender nossa situação. Minha boca seca parecia convidar-me a beber daquela água fresca que caía, mas a temperatura causava repulsa. Minha sede poderia esperar mais um pouco. Um Yeti despontava como a criatura mítica guardando o que claramente só poderia ser a sala do portal. Ainda pensando numa melhor estratégia, Leyka era a primeira a apontar uma possível solução. Por um instante, morri de medo de nossa voz acordar o monstro, chegando a encolher-me ligeiramente, em expectativa. Mas, notando que nada rolaria, complementaria a fala da garota, mantendo sempre uma voz baixa, sussurrante, deixando o barulho contínuo de água abafar o som à distância. — O Yeti não parece estar hibernando, mas talvez eu possa ajudar com isso. Vou tentar tornar o sono dele mais profundo, para que não acorde fácil. Assim Agnis pode ir direto para a alavanca. Como ela é nossa força bruta, deve ser capaz de acioná-la, mesmo que precise endurecer seus braços para isso...


Explicaria minha estratégia inicial, complementando, a seguir, com o restante do meu pensamento. — Leyka e eu podemos ir pela beirada da clareira, fazendo o círculo, até próximo de onde o portal deve surgir e, se por acaso o Yeti acordar, estaremos em posição oposta a ele. Agnis pode provocá-lo e nós aproveitamos para acabar com ele. Mas, se ele continuar dormindo, como o esperado, nossa situação melhora. Esperaria para ver se concordavam com o plano e, se de acordo, conjuraria meu debuff de sonolência, tomando o cuidado de não criar nenhum flash de luz ou elementos visuais que pudessem perturbar o sono do monstrego. Miraria o debuff em sua cabeça, única parte exposta, tentando deixá-lo em um sono profundo, ou mesmo uma hibernação.


Notando sucesso, começaria a seguir Leyka, que parecia ter instintos tão apurados quantos os meus. Ficaria dando cobertura à garota, buscando por armadilhas e pontos de preocupação. Se notasse algum problema, tocaria de leve em seu ombro, para sinalizar, sem ousar falar mais nenhuma palavra. Caso chegássemos bem até o portal, aguardaríamos por Agnis, para que o portal fosse aberto e ela pudesse vir conosco.


Se, mesmo com toda sua força, a garota não conseguisse empurrar a alavanca, sinalizaria para que a garota aguardasse onde estava e que Leyka e eu iríamos até lá. Talvez precisássemos das três para conseguir empurrar.


Sabendo que o Yeti poderia acordar a qualquer momento, estaria bastante atenta para tal possibilidade, desde o momento em que entramos na clareira, gritando o perigo para as duas caso o visse abrir os olhos ou fazer algum movimento que indicasse claramente que havia acordado. Nesse caso, buscaria esquivar de quaisquer ataques iniciais, ganhando distância para avaliar melhor a cena.


Por fim, se minha intuição me alertasse para algum perigo em abrir o portal ou seguir por ele, desistiria do plano inicial e alertaria às duas, para que tentássemos compreender o significado daquilo. Talvez fosse necessário avaliar melhor as runas locais e, se assim o achasse, assim o faria.  


Ao narrador: pretendo utilizar o debuff sonolento II no Yeti, a fim de garantir o sono profundo dele. Também estou utilizando de minha vantagem intuitiva para tentar evitar armadilhas e pressentir potenciais perigos. Grato <3

Arma: Florete
Classe: Suporte
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular
 Constituição: Regular
Agilidade: 8  
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A