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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 11

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



AoYume
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O toque frígido do clima sopra aos meus ouvidos, respira ao meu pescoço, desliza por minha espinha como um súbito arrepio que me faz despertar alerta fitando os arredores com certo espanto. O suposto silêncio das respirações arfantes logo se esvaem do ambiente, dão lugar à sussurros mórbidos que clamam minha atenção a algumas portas em conjunto ao som de água corrente. Minha audição afiada nem sempre era algo tão positivo, pois, escutar aquilo tão alto, tão audível, apenas deixava-me com uma sensação ainda mais desconfortável. Não apenas isto, mas, observando, ainda que, não com tanta facilidade, as duas pessoas que estavam ali ainda que houvesse, talvez, um pouco de penumbra, apenas consigo matutar sobre quem eram aquelas pessoas que me eram companhia. Além disso, mais alguém? Giro de um lado para o outro, mas, não encontro de onde vinha a sensação inquietante de que mais alguém nos observava.

- Quem são vocês? Questiono dando alguns passos para trás até tocar minhas costas em uma das paredes daquela caixa, tão fria quanto o meio em si. A primeira coisa que noto é que ao deslizar a mão por minha perna noto que que possuo minha adaga tal qual de costume em sua fita de couro que lhe é coldre, mas, de algum modo, era diferente da usual. Eu mesma sentia que minhas habilidades em si soavam meio "diferente" do costume, o pensamento de agir me fazia sentir como se meu corpo não apresentasse mais os mesmos traços parcialmente, me deixando ainda mais insegura. Um sussurro, porém, de sua natureza plural invadindo a minha mente tomava meu foco, e, me fazia notar que aquelas pessoas deviam ser apenas alguém como eu. Mas de quem é essa voz?

Era uma mulher de fé, então, a possibilidade do divino não me incomodava. A incerteza de qual divino por outro lado era o que me tornava arredia em aceitar aquele confinamento de bom grado. - Não acho que vá responder de volta mesmo que eu pergunte... Balbucio, presumindo que não adiantava tentar responder o sussurro com algum questionamento, balançando a cabeça e me focando em tentar ouvir com maior clareza o que havia do outro lado das portas. Não sabia até que ponto minha intuição tão natural me ajudaria, mas, considerava que por minhas habilidades e físico, extremo frio ou calor não soavam agradáveis, algo ameno, ainda que com inimigos piores, talvez fossem o melhor caminho apesar de tudo.

- Bem, parece que estamos no mesmo barco, podem me chamar de "Leyka". Falo usando o pseudônimo da divindade que adoro, percebendo que meus fios prateados estão a mostra, e, apesar de tudo não querendo dizer meu nome de verdade para dois estranhos. - Acredito que seja melhor... Sairmos daqui, a porta com o som de fluxo de água me parece a melhor saída. Não nos conhecemos e não espero que confiem em mim, também não confio em vocês, mas, talvez seja melhor cooperarmos para sairmos desse lugar.

PdV: 3600/3600 Sta 100(?)/100

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Era tudo muito confuso para Agnis. A dor, o frio, a escuridão, tudo aquilo contribuia para o seu veredito final. - Nós estamos mortas! -  Disse Agnis um para Agnis dois. - E esse aqui é o purgatório! Eu sabia! Eu sabia que uma vida de crimes não compensa! A gente vai ficar aqui sofrendo e sendo torturada! - Agnis um clamou em desespero. Seu destino havia sido selado, e talvez ela não pudesse aproveitar dos luxos que tinha entre os vivos. - Cala a boca, Agnis. - Murmurou Agnis dois. - Desde quando você entende do pós-vida? Relaxa, ta legal? Nós apenas fomos sequestradas… Por uma galera bem esquisita… - Ela olhou em volta, após responder a voz em sua cabeça. - Olha só, tem uma gostosona bem ali. - Indicou Agnis um. - Você nem se importa de tentar descobrir em que buraco nós nos metemos, né? - Questionou Agnis dois. - Meio que tanto faz. A voz misteriosa já disse que tínhamos que achar a saída. Ficar tentando achar respostas não vai tirar a gente do lugar. - Após ouvir a resposta de sua outra versão, Agnis dois se manteve calada por um bom tempo. - O que foi? Eu disse alguma besteira. - Ela questionou. - Não, pelo contrário. Foi bem sensato de sua parte. Fiquei surpresa.

Enquanto a garota discutia com ela mesma, a dama de cabelo branco questionou a sua identidade e a da outra garota no recinto, e se apresentou, sugerindo logo em seguida ir pela porta do meio. - Hmm…  Me chamo Agnis, e não se preocupe, eu confio em você. Só teremos problemas se essa confiança acabar, pois eu não lido muito bem com quem trai minha confiança. Espero que nos demos bem. - Disse a garota, mantendo a formalidade e a sua compostura. Antes de responder a proposta de “Leyka”, ela se aproximou das portas e observou um por uma. - Deixa eu ver… Calor… Pode ser um deserto, vulcão… Área em chamas… Geysers… Frio… Tem bem menos opções, mas se ficar mais frio que isso, podemos ter uma hipotermia… - Ela pensou, com sua mão no queixo e em concentração máxima. - É! Parece que a porta com som de água é a melhor opção. Concordo em seguir pela porta numero dois.

Após expressar sua opinião ela esperaria por qualquer comentário que a outra garota quisesse fazer, e se tudo estivesse certo, seguiria o grupo pela porta escolhida.
Histórico:

Post: 01
Nome: Agnis Cyrielle
Proficiências: Atletismo | Briga | Acrobacia | Estratégia | Lógica
Qualidades: Experiente em combate | Mestre em Haki | Intuitivo
Defeitos: Extravagante | Personalidade extra | Justo | Sádico | Orgulhoso

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Falas de Agnis um
Falas de Agnis dois
Pensamento de Agnis um
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Akuma Nikaido
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Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance1
Missão:Escapar
E de repente, acordava em um lugar completamente diferente. Não possuía lembranças em como havia chegado lá ou mesmo quem eram as duas pessoas que estavam comigo. Mais que isso: o frio incômodo e os barulhos estranhos tornavam a experiência quase uma tortura psicológica. Demorava alguns segundos para me acostumar e, prestando atenção ao que as outras duas falavam, tentava raciocinar em cima daquilo. "Será que isso é um teste para agentes? Devo descobrir informações, extrair o que for útil e escapar? Se sim, as duas são atrizes ou agentes? Seria perigoso deduzir que são aliadas e confirmar ser uma CP de cara..." Pensava, enquanto caminhava lentamente na direção das portas. Haviam três para escolhermos e, embora a primeira fosse muito tentadora, acreditava poder haver alguma armadilha ali. — Meu nome é Chocho Kimiko, mas por enquanto podem se dirigir a mim como Chocho-san. Se ficarmos amigas, podem me chamar de Kimiko. Tocava minha mão em cada uma das portas, buscando guiar-me pelo tato e confirmar as impressões que compartilhara com Agnis.


— Concordo com Agnis-san. A primeira porta pode ter algo quente demais, para que consigamos sentir daqui e anular esse frio infernal. Mas também não quero enfrentar mais desse frio, se possível. A água ao menos torna o clima mais ameno... Vamos abrir a porta II primeiro, então. Qualquer coisa, sempre podemos voltar, não é mesmo? Com esse pensamento em mente, abriria a porta, observando o que havia além dali. Qual seria minha verdadeira missão? O que precisava fazer? Ainda era cedo, mas algo era certo: estavam me vigiando. Se aquilo era um teste, faria o possível para passar. Se não fosse, bem... descobriria mais tarde do que se tratava e puniria o responsável por me usar de cobaia. Uma princesa não deveria se submeter a isso.


Arma: Florete
Classe: Suporte
HP: 200
SP: 100
Força: Regular
Peso máximo suportado: 118 kg
Destreza: Regular
Acerto: Regular
Reflexo: Regular
 Constituição: Regular
Agilidade: 8
Acrobacia
Anatomia
Engenharia mecânica
Estratégia
Forja
N/A
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 11

O questionamento de nossas próprias convicções era algo torturante de presenciar. As três figuras no interior daquela câmara se olhavam com receios, mas a circunstância demonstrava que estavam unidos naquele desafio. O frio incômodo obrigavam a tomarem alguma atitude, indo diretamente na porta considerada mais neutra. Os sentidos estavam confusos, ou talvez fosse aquele lugar insano que estivesse embaralhando as mentes dos participantes, mas antes que pudessem recuar, a porta se abria para se depararem com um pesadelo maior do que já estavam enfrentando.

Uma rajada congelante inundava o recinto na medida em que uma luz branca intensa vinha do outro lado da porta escolhida. Kimiko agora sentia seus dedos praticamente grudarem na maçaneta ao observar, logo adiante, colossais paredes opacas de gelo, que estavam tão secas que ninguém conseguia imaginar que um dia puderam estar em forma líquida. Seus corpos se moviam adiante como se tivessem sido empurrados, afundando os pés na neve e preferindo voltar para a sala anterior, que agora mais pareceria um paraíso tropical comparado com aquele novo ambiente.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 11 BoGhQQZ

Um estrondo logo atrás indicaria que a porta havia sido selada, diminuindo drasticamente a esperança de que poderiam retornar de onde vieram. Poucos segundos haviam sido necessários para que o trio sentisse seus ossos mais sensíveis do que nunca e, aos poucos, uma leve dormência na ponta de seus dedos desprotegidos. A gelada névoa estava espessa o bastante para que não enxergassem muito além, e as formas que ela tomava assemelhavam-se a vultos fantasmagóricos que pareciam chamá-los para mais perto.

Se fosse bem analisado, o grupo notaria que nas paredes estavam incrustadas diversos símbolos desconhecidos até então, como espécies de runas de uma civilização antiga, que iam sendo escritos através das paredes daquele corredor gelado. O vento uivava pelos corredores que estariam adiante, com alguns deles assemelhando-se com lamentos, outro com risadas e até mesmo gritos. - Encontrem... Encontrem o centro do labirinto se ainda possuem apego à vida. O tempo está passando. - Expressava mais uma vez a voz maligna no interior de cada um, com um tom de satisfação na ideia de uma morte prematura.



Akuma Nikaido
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Operação T.N.C.T.O.N.I.
Agente:Chocho KimikoRelatório:
Localização:Flevance1
Missão:Escapar
Não fazia ideia do porque meus sentidos me traíram. A porta abria-se e revelava um pesadelo congelante. Antes que sequer pudéssemos pensar em retornar, um vento nos impelia e a porta fechava-se atrás de nós, obrigando-nos a seguir em frente. O frio obrigava-me a tomar alguma atitude pois, do contrário, morreria congelada. — Se quisermos sair daqui vamos precisar achar o centro. A melhor maneira seria se alguém visse tudo de cima. Eu não sou forte o bastante pra lançar alguém pro alto, nem tenho sentidos aguçados bons o bastante pra enxergar tudo bem dessa distância... Esfregava minhas mãos enquanto observava os arredores, notando os símbolos antigos indecifráveis.


— Mas eu posso fortalecer você, Agnis, para que jogue Leyka para o alto. Leyka, corra o mais rápido que der na direção de Agnis e aproveite o impulso para se jogar. Tente enxergar com sua visão nossa rota e nos guie para o centro. Posso contar com vocês? Tendo a resposta positiva, prepararia para realizar o plano conforme o combinado. Assim que terminasse de buffar Agnis, com minha parte momentânea já feita, começaria a analisar os símbolos, tentando decorá-los e encontrar padrões que me permitissem entender seus significados. Eu era uma gênia, além de contar com boa intuição. E minha intuição me dizia para confiar em minhas companheiras e que eu encontraria o caminho certo. Meus sentidos podiam ter sido traídos, mas agora aprendera com a lição e confiaria em meus instintos. Manteria-me em movimento sempre que possível, tentando manter meu corpo quente. Eu não morreria assim. Não congelada, indefesa e no meio de estranhas. Não em um treinamento.


Arma: Florete
Classe: Suporte
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Peso máximo suportado: 118 kg
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A primeira garota, Agnis, como esta se apresentava, tinha um comportamento bem peculiar. Ela parecia de alguma forma "conversar" consigo mesma, despertando uma certa estranheza, mas, também uma nostalgia com alternâncias estranhas de comportamento que presenciava em seu próprio bando. Seu grupo era meio bagunçado das ideias, de fato, como aquela garota também parecia ser, ainda que por desconhecimento ela não possa atestar nada sobre suas desconfianças com precisão. A segunda não parecia tão ansiosa, por alguma razão me lembrando do comportamento de meus genitores, não que isto fosse uma boa forma de parafraseá-la. Não, certamente era melhor não vinculá-la a tais se eu quisesse ao menos tentar colaborar com as duas.

Voltar? Não parecia ser o caso, descartado o argumento tão infeliz da garota de fios negros. Como Choko poderia advinhar? Mesmo nossos passos pareciam manipulados, forçados em nosso cerne tal qual a estranheza daquela voz que ecoa em nosso sub consciente. O centro? Penso correndo os olhos pelos arredores com certo descontentamento, estreitando os meus olhos normalmente tão sensíveis para ver distante quanto parecia ser possível. Haviam paredes de gelo, runas e gelo, vento e gelo, um branco infindável que parecia mexer com a minha mente tirando o pior do meu humor. - Hum... Ponderava escutando a sugestão espadachim, ou, é o que concluo pelo florete que carrega consigo. - Me parece válido a tentativa.

Vou caminhando, atenta, como uma felina cujos arredores não lhe são mais comuns. Atentava-me as marcas rúnicas, quiçá, identificando alguma que talvez nos fosse de mais fácil interpretação, o vulto, que parecia poder esconder inimigos, assim buscando não ser surprendida, e, é claro, minhas próprias aliadas. Não gostava da ideia de afastar-me de mais para o impulso, então não tomava mais que alguns passos, o suficiente para que ainda as visse com nitidez, e, se algo estranho buscasse obstruir o caminho entre mim e elas, ainda fosse possível retomar minha posição sem grandes esforços. Confio nelas? Não, mas, certamente estão mais estreitas à mim do que o acaso misterioso.

Preparo meu corpo, me impulsiono em uma corrida, e, tal qual sugere a garota, avanço na direção de Agnis velozmente. Um, dois passos, um um impulso em sua direção de onde buscaria lançar-me para cima conforme foi descrito. Esperava que ela me pegasse novamente, não me sentia tão segura quanto a pousar sozinha. A imaginação de que nossa dependência é mútua culmina no suficiente para que faça isto ao menos sem hesitar, subindo, e, se realmente alcançasse um ponto alto suficiente, tentaria enxergar os arredores procurando por uma rota adequada e, se possível, decorar parte da cartografia daquele labirinto. Assim que caísse, se obtesse êxito, sacaria a adaga e ia começar a desenhar no solo o que pude perceber. Não tinha tanta memória quanto alguns, por isso era melhor compartilhar logo para que elas me auxiliassem a lembrar o que fosse útil.


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O aguardo criava uma apreensão enorme. Um medo e uma excitação que quase fazia Agnis saltar pela porta antes mesmo de sua nova companheira abri-la. O suspense era de matar, e antes que pudesse notar, ela saltava pela porta, mas ao reparar nos seus arredores, um vento frio a atingiu, e logo uma onda de confusão lhe trouxe de volta para a realidade. Estava quase certa que havia passado pela porta com clima ameno e água corrente, mas a paisagem que encontrava não havia nenhum dos aspectos citados. - É… Talvez estejamos mesmo no purgatório. - Ela murmurou pra si. - NÃO FALEI!?! - Berrou Agnis um, de maneira escandalosa dentro de seu consciente. - Isso tá muito estranho… Esse lugar é esquisito e eu tenho me sentido estranha desde que cheguei aqui. -  Ela começava a devanear, até que Chocho começou a botar um plano em ação.

-Tsk. - A interjeição escapou de sua boca. Era uma reviravolta inesperada, e ter que trabalhar sob pressão não era seu forte. Ela não via outra escolha a não ser cooperar. - Há diversos métodos de tentar encontrar uma saída para um labirinto, mas precisaríamos de muito tempo e calma. Apesar de que… Tem muita névoa, então as chances de isso não dar certo são bem grandes, mas não faz mal tentar. - Ela elaboraria.

Sem muita demora, ela se colocaria na posição de recepção, entrelaçando os seus dedos para criar uma plataforma para que Leyka pudesse saltar. Assim que a dama se apoiasse nela, Agnis coordenaria seus movimentos para dar ainda mais força para seu impulso, se aproveitando de sua especialidade e a arremessando o mais alto o possível, usando toda fibra que possui. Após isso, ela olharia para o alto e se prepararia para a aterrissagem. Antes que Leyka se esborrachasse no chão, ela esticaria seus braços e se possível, a abraçaria para que ambas não sofressem com os reveses da gravidade.

Após essa breve viagem, era bem provável que a dama tivesse uma direção a seguir, por isso ela apenas a ouviria e seguiria o grupo, se mantendo atenta a qualquer incongruência que pudesse haver no caminho.
off:
No momento em que essa postagem foi feita, me deparei com problemas na caixa de texto, e por isso, tive que soltar esse post sem formatação apropriada, perdão

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 11

Se o trio já estava confuso o bastante com tudo aquilo para processar, o frio vinha para dar um empurrão a mais em seus devaneios mais insanos. Os corpos das três jovens começavam a tremer involuntariamente e, num pensamento coletivo para evitar uma morte lenta e dolorosa em busca de caminhos dentro daquele labirinto, a equipe concluía que o melhor a se fazer era observar de cima. Kimiko, auxiliando a membro de sua equipe, tornava a tentativa um pouco mais fácil, enquanto seguia a observar as peculiares runas. Era notável a presença de algumas que se repetiam, e se demorasse um tempo analisando, talvez até fosse possível decifrá-las, mas era mais fácil tentar concluir algo pelos desenhos que ali haviam.

As runas que pareciam ser gravuras tinham algumas peculiaridades. Algumas delas assemelhavam-se à pessoas em sofrimento e amontoados de corpos. Além disso, uma figura frequente era de uma marca de um pé, que apesar de parecer ser humano, a proporção estava em uma escala de quase um gigante. Além disso, uma face de alguma criatura semelhante a um gorila mostrava suas presas a um grupo de pessoas, mas nem chegava próximo do destaque que havia de uma figura semelhante ao rosto de um boi. Entre uma runa e outra, inclusive oculto nas próprias figuras, Kimiko também acabava visualizando uma interessante figura em espiral.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 11 96a2225278f1ea15772dd82bcb0b329a

E era nesse instante que Shiranai ia de encontro com Agnis, que a interceptava e arremessava para o alto com o máximo de força que conseguia realizar. A acrobacia era algo esplêndido de ser visto, e ao alcançar o ápice de seu salto, Shiranai notava que dali de cima a névoa não era um problema de fato, mas ela sequer conseguia ver suas aliadas que haviam ficado no solo. Ao observar o horizonte, Shiranai notava que o labirinto era uma espécie de retângulo com diversos corredores que não davam a local nenhum. Nas pontas do labirinto, haviam fontes de luzes, que ao menos serviriam como ponto de referencial. Não dava para notar muito além disso com o movimento tão rápido e não tão alto assim, mas algo que Shiranai conseguia perceber era que os caminhos a direita acabavam não dando em muita coisa, normalmente dando apenas voltas sem sentido.

A queda havia sido bruta, mas Agnis foi capaz de interceptar antes que o pior ocorresse, apesar também de não conseguir enxergar tão bem a queda de sua aliada. De qualquer forma, o trio agora estava reunido novamente, ainda trêmulos pela névoa gélida que os cercava. O desafio que viria precisaria ser lidado com sabedoria se quisessem sobreviver e, com um pouco mais de informação do que haviam antes, talvez fosse a chance que precisavam para sair dali.