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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Gyatho
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Um grande deserto, uma grande 'estatua'


Minhas suspeitas sobre a estátua pareciam estar incorretas. Aparentemente aquele ambiente era apenas uma gozação do ser divino que o controlava. Subíamos as escadas até o topo com um sentimento de vergonha, como se o que estivesse fazendo não fosse o premeditado. Abríamos a porta, mas antes que pudéssemos passar, a voz retornava com os dizeres do medo, que era o melhor dos sentimentos. Naquele ponto já não ligava para suas falácias, pareciam apenas comentários não direcionados a gente, mas a um companheiro enquanto assistem uma partida de jogo casual. Patético.

Do outro lado da porta podíamos ver uma sala do trono. Mais estátuas no caminho, duas a esquerda e duas a direita e uma no final do percurso, subindo as escadas uma estátua de homem com sua joia. A voz retornava e falava algo com sentido dessa vez, se pegássemos a joia poderíamos voltar para a casa – Ora bolas, achei que ele brincaria mais com a gente. Parece que ele não gostou de a gente passar da primeira sala sem problemas e quer que a gente vai embora...  – Diria para os dois companheiros – Já estamos quase terminando essa brincadeira de mal gosto, mas nem por isso vamos relaxar e nos descuidar, fiquem atentos a tudo – Diria avançando pelo caminho até a joia para enfim terminar aquele pesadelo.

Uma surpresa poderia aparecer de qualquer lugar, disso não duvidada. Deveria manter nossa segurança até o fim do trajeto e o meu plano anterior parecia bom o suficiente. Me colocaria frente daqueles em apuros e os defenderia com meus braços, tentando manter o passo para a joia. Bloquearia projéteis com meus braços cruzados a frente enquanto exauria determinação de ferro. Se fossem golpes a serem desferidos, os seguraria com as mãos e os lançariam para o mais longe possível. Ao fim esperava não encontrar nenhum problema ao trajeto da joia.




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Shinto
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Efeito Borboleta

Ascenção




Enquanto caminhava escadaria acima, passo a passo, o divino sopro, a lufada de ar quente empurrava-me, o calor de uma mão imaterial forçava as minhas costas, o meu corpo, oh como este ser me força, me repugna, como me engana e isola, como me encaminha e observa.

A porta entre-aberta, o corpo dos meus companheiros, a voz infernal que atormenta, que vibra, que me desorienta, pregava o prazer de sentir, de sentir com o que esse ser se delicia, um ser que não conheço, mas tanto desprezo, uma divindade que vibra aterrorizando. Atravessaríamos mais uma porta, mais uma sala, mais um jogo viciado.

A sala presentearia uma área enigmática, um mistério o qual não procuro respostas, a luz de minha mãe está tão distante… Só desejo voltar a sentir o teu calor, o teu alento…

Seguraria a minha lança, erguê-la-ia ao ceu. – Luminis, presentea-me a tua luz. – Em seguida com um movimento vertical, faria uma pequena laceração na minha mão direita, mancharia a lamina da lança de sangue, as gotículas que agora verteriam… O meu sangue, o sangue dos meus pais… - Hemoris, meu pai, dá-me força para perfurar o caos! – Apontaria a Lança em direção do senhor, do que ainda possuía uma língua. – Com a graça de meus pais, eu presenteio-te, aceita a dadiva dos deuses e que o teu corpo ganhe a vitalidade necessária!

Assim tentaria aplicar um buff, um presente meu, filho de deuses, a um colega, um companheiro. Se os meus pais não estão aqui, eu terei de intervir.  


@Die Dai

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

O grupo avançou pelo corredor até chegarem na sala inundada pela areia. Ainda que os homens estivessem irritados com as zombarias da voz, dessa vez algo muito importante era dito. A liberdade dos três estava a poucos metros de distância. Antes de seguirem, o homem de cabelo prateado realizou uma performance digna dos maiores teatros de toda a Grand Line. Sujou a sua lança com o próprio sangue e, como uma benção, invocou uma benção sobre seu companheiro. A benção era materializada como uma luz rosa que parecia transbordar do corpo de Joseph. O homem poderia sentir os músculos tão fortes que poderia erguer uma rocha sozinho!

Após ser fortificado, o homem alto mais uma vez tomou a liderança e comandou o grupo areia adentro. Ou melhor, comandou a dupla, pois o homem sem língua ficou parado no mesmo lugar, talvez por medo, talvez por estar imerso nos pensamentos ou ainda por ter pressentido o perigo daquela sala. De qualquer forma a dupla avançou e conforme avançavam podiam sentir tremores cada vez mais fortes. A areia começava a se mexer como as ondas de um mar agitado. Quando já haviam dado alguns passos, o tremor ficou muito mais intenso abaixo de seus pés. Tão intenso a ponto de paralisar o avanço dos dois por um instante. E, em um piscar de olhos, pararam de tocar o chão e sentiram os corpos flutuarem. Poucos segundos depois foram lançados para a esquerda, caindo aos pés do altar com as estátuas.

Ouviram um grito estridente que ecoava por todo o salão. Era um barulho tão irritante que fazia os homens sentirem saudade da voz sombria de antes. Assim que se puseram em pé novamente, viram um enorme verme avançar na direção deles. O verme tinha a boca grande o suficiente para engolir qualquer um deles por inteiro e assim tentou fazer. Mas teve o ataque bloqueado pelo homem alto, que por estar fortificado, não tinha dificuldade em segurar a boca do verme, parando a ofensiva. Infelizmente, puderam ver outros dois vermes emergirem da areia. Um deles avançou rapidamente com a boca aberta pronta para engolir o homem mudo, que não esboçava qualquer reação. O outro flanqueava a dupla, que podia vê-lo se contorcendo para expelir algo em direção ao dois. Há pouco tempo para pensar, mas algo precisa ser feito urgentemente.    



Gyatho
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Vermes malditos



Uma armadilha mortal era o que nos esperava naquele lugar. A joia era o nosso bilhete de despedidas daquele inferno e tudo o que tínhamos que fazer era pega-la... não? Com poucos passos, o jovem de fios claros e eu podíamos sentir o chão tremer e antes mesmo que pudéssemos ter uma fração do entendimento daquilo, um verme enorme saia de algum lugar e vinha em nossa direção. Graças ao show dado pelo mesmo que estava ao meu lado, sentia-me mais forte do que nunca e pude aparar a tentativa de abocanhar-nos daquele verme. Segurei sua boca ali mesmo enquanto encarava seus dentes,  ou seja lá o que eram aquilo.

Outros dois saiam de algum lugar e desse ponto já não tinha garantia de nossa segurança. Eram grandes o bastante para colocar os nossos corpos inteiros na boca sem qualquer problema, e isso era uma clara desvantagem pois qualquer erro poderia ser fatal – HEY! MEXA-SE! – Gritaria ao mudo que parecia paralisado. Sem ter muito o que fazer com aquele monstro diante de mim, o pensaria na única coisa logica a se fazer: Joga-lo para longe. A benção daquele rapaz parecia me ajudar bastante na contenção, e o esforço que requeria de mim não era total. Me posicionaria na reta do outro verme que estava perto do mudo, ainda com aquele em minhas mãos, dando minhas costas ao mesmo. Usando da força daquele próprio monstro,  o giraria e o jogaria em direção ao outro verme. Ainda havia o terceiro que parecia mais esperto que contornava para nos pegar por trás – Eu vou segura-lo. Usem esse tempo para atacar o máximo que puderem – Diria ao dois, partindo para cima do verme flanqueador. Esperava que o tombo dos dois vermes nos compraria algum tempo, por isso executava tal plano. Seguraria a boca deste verme da mesma forma que o fizera com o outro a pouco tempo, porém ao invés de arremessa-lo, o torceria em sentidos contrários, fazendo a carne dele lutar e ele sofrer para não ser rasgado pela minha força. Caso os vermes se levantem, jogaria o ultimo em minhas mãos nos mesmos, comprando mais algum tempo precioso para bolar outro plano.




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Efeito Borboleta

Ascenção





A dadiva tinha sido entregue e eu seguia o senhor que comandava os nossos avanços neste jogo, pela areia arrastaria os meus pés, quando, num instante, num frenético segundo ficaria imóvel, o chão tremia… até… até não o sentir mais. Fui projetado, arremessado com uma força fogaz, levantar-me-ia aos pés do altar que suportava as estatuas. O senhor estaria perto de mim e que bênção isso seria. O mesmo parava a investida de um enorme verme, enquanto, segurava a boca de tão nojento inimigo, outros dois emergiam.  


De lança na mão esquerda, ignoraria o verme que o jovem adulto impedia, então começaria a correr mantendo uma certa distancia, circulando e tentando flanquear o verme que se contorcia, usaria a lança tentando cortar qualquer projétil que o mesmo lance na minha direção enquanto me aproximaria dele, quando chegasse a uma distancia favorável, ainda a correr tentaria atirar a lança usando a minha mão hábil contra o verme, assim, saltaria em sua direção, para terminar a investida, desembainharia a katana durante o voo e preparava um golpe vertical que faria intenções de atingir e dividir o verme, dois segundos após os meus pés encontrarem o solo. O próximo passo a tomar é recuar e reagrupar, prestaria atenção ao verme que tentei cortar enquanto me aproximava do senhor que me acompanha. – Tem alguma estratégia preparada meu caro? -



@Die Dai

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

A batalha seguia ferozmente e o grupo tinha pouco tempo para reagir, tudo precisaria ser executado perfeita e rapidamente. Assim sendo, o aparente líder do grupo rodopiou o grande verme que segurava, lançando-o contra aquele avançando em direção ao homem mudo que ainda não esboçava qualquer reação. Com o choque, ambos os vermes entrelaçaram-se e giraram na areia até parar nos pés do outro altar. Entretanto, não demorou muito e já estavam recompostos e prontos para atacar.

Nesse meio tempo, o homem de cabelo prateado não ficou parado e também avançou para atacar o seu inimigo. O verme que se contorcia finalmente lançou algo, ou melhor, cuspiu uma substância branca e melequenta. Tentar cortá-la não foi uma sábia escolha, visto que a meleca parecia deslizar pela lâmina e grudar no corpo do homem. Ele tentou arremessar a lança, mas o grude o atrapalhou, pois seus movimentos estavam comprometidos, era como se tivesse que fazer força para se mexer. A lança passou próxima do verme, parando poucos metros atrás do mesmo. O inimigo não ficou parado e avançou contra o lanceiro que agora só tinha sua espada em mãos. Em um movimento preciso, o homem de mechas prateadas fez um corte vertical na cabeça do monstro que ecoou um barulho de “crac”, como se estivesse pisando em um inseto. A espada ficou presa na carapaça e o verme atropelou o lanceiro, lançando-o de costas na estátua do altar.

Heroicamente, o homem de cabelo castanho se pôs no caminho do verme, agarrando-o pela boca e contorcendo o seu corpo. Por ter tido a carapaça danificada anteriormente, o monstro não resistiu e teve seus órgãos amassados internamente pelos movimentos brutais de contorção, restando apenas seu corpo sem vida na areia. Entretanto, Joseph poderia sentir sua força se esvaindo, talvez seria necessário pedir outra benção ao céu. Como se não pudesse piorar, nesse meio tempo em que lutavam contra o inimigo no flanco, os dois vermes arremessados anteriormente se banqueteavam do jovem mudo. Tudo que havia sobrado dele eram restos de tripas e sangue que iam pouco a pouco desaparecendo na imensidão da areia. Sujos de sangue após a alimentação, ambos os monstros agora avançavam contra a dupla humana restante. Um dos seres asquerosos rastejava seu longo corpo em direção ao homem de cabelo prateado. O outro novamente mergulhava na areia e sumia de vista. Tudo que poderiam ver e sentir eram tremores e a areia se movimentando à frente do jovem adulto de cabelo preto.




Gyatho
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Vermes malditos parte dois!


Um a menos, faltavam dois. Conseguia destruir o interior daquele monstro com minhas mãos, mas sentia que o poder que me fora dado pelo jovem havia se esvaído. Os outros dois vermes que eu havia atrapalhado chegavam ao homem mudo e sem demora eles o devoraram. Não podia acreditar na cena que eu havia presenciado. Com aquilo tinha certeza de que o que for que estivesse controlando aquele mundo, certamente não estava blefando em suas falas sobre morte e afins.

Pegaria a espada do jovem que ainda estava presa a carcaça do monstro próximo a mim e a jogaria de forma a cair nos pés do jovem, não arriscando para acerta-lo e machuca-lo de alguma forma. Os vermes se dividiam novamente para cobrir uma área maior de ação. Um ia diretamente ao jovem e outro se escondia nas áreas do templo, rastejando para lá e para cá, deixando uma pouco visível onda na área e os tremores sentidos nos pés. Eles pareciam ter estratégias complexas demais para simples predadores, atacando de forma direta alguém indefeso e impedindo que a ajuda chegue a ele. Eu tinha que arranjar uma forma de passar por aquele campo e chegar ao jovem para protege-lo do verme a sua frente, mas seria difícil, visto que aquele ambiente parecia a casa deles, e qualquer passo que eu desse era como um ponto bem evidente num mapa.

Tentaria arrancar alguns pedaços da carcaça do verme que havia matado e jogaria alguns pedaços em locais que achava estar escondido o verme espreitador. Notaria a movimentação da área e a sensação dos tremores para tentar decifrar um padrão para quando ele se mexia e se aproximava com base na intensidade visual e sensorial. Com um pouco de certeza dos meus novos saberes, arriscaria correr para o jovem, observando no percurso a areia e os tremores. Caso muito próximos, me jogaria e rolaria no chão o mais longe do meu ultimo toque de pés, e repetiria até que o verme arriscasse atacar e errar pelo meu desvio. Se me pegasse, tentaria me livrar de suas presas e garras, o afastando. Não tinha mais a força de antes, então tentar mata-lo sozinho seria burrice, e o jovem havia conseguido causar dano com sua espada, logo era prudente eu me juntar a ele e protege-lo visto que ele era o único que poderia nos tirar dali vivos.

Caso chegasse ao jovem sem muitos problemas, o defenderia como havia feito anteriormente, segurando o verme e o afastando. Bater de frente com socos e pontapés não parecia uma boa ideia. Se conseguisse com alguma força em mim, usaria o verme para bloquear o outro, como um escudo, chacoalhando-o de um lado para o outro tentando manter apenas um inimigo para o combate e o outro apenas tentando entrar. Esperaria que o jovem aproveitasse a oportunidade para causar o maior numero de danos aquele ser, ocasionando talvez na morte de mais um monstro.





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

O suposto líder do grupo não se deixou abalar pela visão aterrorizante do homem mudo sendo devorado. Pegou fôlego e retirou a espada do corpo morto daquele verme grotesco. Em seguida, lançou a espada para o seu companheiro, que aparentemente ficou tão perturbado vendo o homem devorado, que também não esboçou reação alguma, deixando a espada bater em seus pés e cair no chão. Joseph, preocupado com a segurança da dupla, retirou pedaços da carcaça do verme morto e percebeu como aquela “armadura” era espessa e pesada. Tentando afastar o verme oculto, ele lançou as carcaças em lugares que o monstro poderia estar. Entretanto, elas não conseguiam atingir níveis profundos na areia, então o verme continuava seu caminho sem ser interrompido. Joseph corria em direção ao seu companheiro e, surpreendentemente, ele não era interrompido. Mas os tremores o seguiam conforme ele andava, como se ambos os vermes esperassem a dupla se unir.

Chegando no seu companheiro que ainda estava atônito, o verme oculto finalmente emergiu para realizar um ataque conjunto. Ambos saltaram e mergulharam em direção à dupla. Entretanto, os animais sanguinários coordenaram mal o ataque, dessa forma, Joseph teve tempo de segurar um dos vermes e usá-lo como um bastão para bater no outro verme, que era lançado para longe, destruindo uma das estátuas do altar no caminho. O homem ainda segurava o verme pela boca, mas seus músculos começaram a falhar, não conseguiria segurá-lo por muito mais tempo. Enquanto isso, o outro  verme começava a se contorcer para lançar a mesma substância grudenta de antes em direção à dupla.

OFF - Gyatho:
Eu imagino que só você vai continuar postando, então já vamos encaminhar o evento para o final. Vou ajustar a dificuldade para 01 jogador. Lembre-se que nesse momento você tem o caminho livre para a jóia, basta alcançá-la para vencer o evento.
   



Gyatho
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Um plano nem um pouco cruel


Meu plano de alcançar o jovem era efetuado com sucesso, não da maneira que planejava, mas adquiria o desejado resultado. Usando um verme para bater no outro, conseguia segurar aquela investida mal coordenada dos predadores, o que me fazia ganhar algum tempo. Por alguma razão, o jovem estava parado, quase que como um transe, muito parecido com o mudo no momento de sua morte “ Não pode ser... ele também não” Pensei me decepcionando com a situação, o quão longe aquilo iria chegar? Será que era uma maldição? Uma força exterior que os mantinha naquele estado? Ou a simples vontade de viver sumia de suas mentes? “ Isso só pode ser um sonho... nada disso deve ser real... como pode? Tudo escalar terrivelmente e de forma tão mística e maluca como um sonho... ou melhor, um pesadelo...” Pensava me desesperando. Havia de achar um jeito de sair dali, se sair daquele sonho. “A joia!” Me lembrava da chave de mudança. A joia do homem no pedestal era a unia forma de sair dali.

Nesse ponto, pouco me importava a segurança do jovem de cabelo claro, afinal, aquilo tinha que ser um sonho... no pior dos casos, seriam meus primeiros traumas para vida que seguiria de sangue. Com a boca bem equipada em meus braços, o manteria pelos poucos segundos de resistência que ainda minha força conseguia. Com os meus pés, correria até uma estátua e com o peso do verme o largaria no meio do caminho com um pequeno empurrãozinho para afastar, deixando a criatura ‘bloqueada’ pela estatua, enquanto correria pela joia. Subiria o mais rápido que conseguisse e pegaria a joia. Torcia para que aquele pesadelo tivesse fim, mas que duvidaria pela perversidade da voz.

Na correria, esperaria que os vermes se aproveitassem de outra presa fácil e gastassem algum tempo com o jovem. Essa estratégia era desonrosa, e só o pensamento de que aquilo era um sonho e mesmo assim eu recorria a ela me fazia me sentir mal. Caso me escolhessem como alvo mesmo assim, tentaria correr driblando pelas estatua e voltando para o jovem, para que eles troquem sua atenção para ele e voltaria para o caminho direto à joia.

Caso não pudesse executar esse ‘encontrão’ do verme com a estátua, o deslizaria um pouco, chacoalhando seus corpo e jogaria mais próximo do outro rapaz e faria minha corrida para casa...





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

O suposto líder do grupo ficava em uma situação cada vez mais desesperadora à medida que novamente um companheiro ficava atônito sem esboçar qualquer reação. O homem de cabelo escuro questionava-se sobre a veracidade de tudo aquilo. Seria apenas um sonho, ou melhor, um pesadelo? Talvez seus companheiros chegaram à conclusão de que a morte naquele lugar os fariam “acordar”. Esse pensamento perigoso e arriscado passou pelo homem, ao mesmo tempo em que sentia o corpo dar sinais de desespero. Sua pele ficava avermelhada e tremia enquanto as roupas eram encharcadas pelo suor. Quase como um milagre, a jóia brilhou nos olhos de Joseph, lembrando-o de que ainda há esperança. Bastava alcançar a pedra preciosa para finalmente escapar desse mórbido sonho. Ao menos foi o que a voz sinistra falou.

Em um movimento inteligente, o jovem fez que o verme se chocasse contra a estátua, ganhando tempo para se afastar e diminuir a distância até a jóia. O segundo verme, ainda zonzo pela batida, desistiu de perseguir o homem de cabelo escuro, já que aquele de cabelo prateado parecia ser uma presa muito mais fácil. Ainda mais após ser atingido pela substância gosmenta do outro monstro. A gosma prendeu o lanceiro infortunado ao chão do altar, sentenciando-o a um destino macabro. Ambos os monstros disputavam a “pequena presa”, destruindo seu corpo que era repartido e lançado para todos os lados, manchando a areia branca com sangue.

Deixando o seu companheiro de oferta, o homem restante subia a grande escadaria, tropeçando no próprio medo de compartilhar do mesmo destino dos outros dois. Enquanto subia, os dois vermes também avançaram para alcançá-lo. Em uma disputa pela vida, o único sobrevivente conseguiu correr e alcançar a jóia instantes antes de ser engolido. Tudo desapareceu por um instante. O sobrevivente podia sentir o corpo “flutuar” no vazio e, em um piscar de olhos, acordava novamente no mundo que conhecia. Seu coração ainda estava acelerado e imagens dos homens devorados passavam pela sua cabeça. O pesadelo vivido parecia ter fim. Finalmente poderia seguir seu dia e afazeres. Tudo o que sofreu seriam apenas recordações ruins.


OFF:
Evento encerrado. A recompensa será anunciada posteriormente.