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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Gyatho
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Uma pequena sala



Estava no meio de um procedimento para o alistamento para ser marinheiro e um súbito som de flauta me vinha a mente. Aquilo me causava uma sensação estranha e não tinha muito controle do meu corpo por breves segundos. Em um toque de magica eu me sentia viajar de forma tão abrupta que meu corpo rejeitava minha consciência, o calor e cansaço do sol do meio dia ao fim deu uma árdua tarefa de descarregamento de caixas eram substituídos por um frio de congelar a alma.

“Onde estou?” eu pensei, ao sentir me recuperar gradativamente de tal aflito. O frio era a primeira sensação que podia sentir naquela sala, porem o ininterrupto olhar que me vigiava me causava a sensação de estar cercado. Podia jurar que a sensação era de ser um porquinho no meio de uma tribo extremamente primitiva e bastante faminta... Mas não, éramos apenas três naquela sala.  

- Hey! – Gritava aos outros dois que estavam presentes na sala – Vocês estão bem? – Perguntava sincero a questão do bem estar – Vocês sabem onde estamos? – Aquela pergunta era uma das mais importantes a serem feitas – Ou melhor... – Repensava ao analisar a sala meticulosamente planejada – Como viemos parar aqui? – Terminava ao ver que três portas estavam a nossa frente, e que pareciam de forma suspeita ser a saída para um outro lugar, e definitivamente, não a entrada.

Ouviria o que os outros haviam a dizer e continuaria com minhas próprias opiniões – Seja como for, não teremos nada além de uma morte agonizante nesse frio tenebroso – Diria me direcionando às portas – Acho plausível que a gente saia daqui antes de qualquer coisa – Nesse pequeno pensamento podia ouvir dentro de minha mente uma voz aterrorizante como nenhuma outra. Ela dizia para acharmos a saída, ou aceitarmos nossos destinos... Aquela frase definitivamente não soava amigável, ainda mais na situação onde nos encontrávamos, atordoados, confusos, com frio e num lugar bizarro como aquele – Eu acho que isso deve servir de aviso... um aviso pra gente pensar direito nas coisas que vamos fazer daqui para frente.

Me concentraria então nas sensações que cada porta traria aos meus sentidos. A primeira me era quente, muito quente, era um forno, ou simplesmente uma sala normal se comparada ao frio que nos encontrávamos. A segunda não podia notar a diferença de temperatura, mas o som de água corrente e algo abanando ao vento me passava uma boa sensação. A terceira definitivamente era um grande NÃO. Sua aura gélida era tão ruim quanto a sala em que estávamos “ A primeira porta parece reconfortante com o calor que ela emana... mas não da pra ter a certeza que não seremos cozidos se entramos nela. A segunda me parece agradável, me traz a imagem de uma ilha tropical frequentada por turistas nas férias num verão. A terceira definitivamente não, seremos congelados se passamos por ali” processava em meu interior a melhor opção daquelas disponíveis

– Eu voto para irmos na número 2 – Diria ao outros na sala – A primeira sala me parece quente demais e pelo jeito dessa sala ser tão fria quanto uma geleira, não duvido que entremos num verdadeiro forno se formos por ali – Pausaria para respirar – A terceira é tão ruim quanto essa, e viraremos picolé se formos por ali – pausava novamente para soltar o ar em meus pulmões – Por fim, acho que a escolha mais satisfatória e menos esquisita das três seja a numero dois. Ouça, da para água corrente e um abanar que acredito ser de folhas. Isso pode ser de uma praia ou no máximo uma selva com um rio próximo a gente, definitivamente me parece mais ‘normal’ do que as outras – Pausaria alternando o olhar entre os outros dois – Então, o que acham? – Ouviria as suas opiniões e refletiria brevemente sobre os fatos. A ideia de que a segunda porta era melhor não saia da minha mente e dificilmente algum argumento me faria pensar nas alternativas, mas estaria disposto a ser ceder a liderança momentaneamente. Se concordassem com a minha escolha, abrira a porta de numero 2 e verificaria, ainda sem atravessar, a segurança do próximo local. Adentraria aos poucos e sem tentar chamar a atenção de nada que estivesse por lá. Observaria todo o local para tentar criar um plano para nos tirar daquele lugar estranho. Caso não concordassem com minha ideia, deixaria que seguissem com a porta que escolhessem, e analisaria as circunstancias de uma forma a ter pronto um plano para uma situação ruim derivada daquela escolha.





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Efeito Borboleta

Ascenção




Oh! a surpresa, o momento… um momento tão inusitado, tão diferente, uma repulsa, uma agonia percorreria a minha espinha… que sentimento que me enoja, como me sentia observado, como o meu coração palpitava, as minhas veias ferviam e o meu corpo tremia. Que momento é este que vivo? que lugar impuro é este que piso? O calor, a luz de minha mãe não me toca, o meu pai… pai?! Não te sinto, não te ouço?! Porque me abandonariam? Não! Que pensamento impuro, imundo, ugh… Porque me testam?

O meu corpo tremia, oh! Como tremia, as dadivas dos meus pais não teriam efeito neste lugar. Ouviria um dos que me acompanhavam, as suas perguntas, não retornava resposta, não mereciam resposta, até um simples humano conseguiria chegar a uma simples conclusão, tamanhã era a falta de necessidade de tais indagações. No entanto, algo deveras interessante aconteceria, uma voz, uma voz divina, uma voz que emana um puro caos, parecia-me. Como repudiava essa voz… O jovem construía uma frase intrigante, uma frase concisa, frase que exigia uma resposta ou pelo menos um comentário. – O caos reina neste lugar, sim concordo consigo, estes frágeis corpos certamente perecerão.

O jovem investigaria as portas, parecia-me tentar tomar uma decisão logica, avaliando a situação. Fecharia os meus olhos, procurava alguns traços dos meus, sem vão, claramente os deuses não me alcançariam. Ouviria toda a explicação que o meu companheiro neste teste proclamava, sobre as portas, tudo me parecia bem estudado, o jovem parece-me ser um dos humanos que tende mais a usar o cérebro e não o coração. Responderia a pergunta do mesmo. – Não tenho uma escolha, seguirei o caminho que desejarem traçar, afinal, este inóspito local não nos é familiar, esta voz, este frio, como poderemos assegurar que, independentemente da porta que abrir, a voz não controlará o que está do outro lado? – Fecharia novamente os olhos. – Os deuses não alcançam este lugar, nada poderão fazer… A voz, aquela tenebrosa voz reina neste local, nos pisamos a sua casa, o seu domínio, o seu reino. – Ao abrir os olhos aproximar-me-ia do meu companheiro. – Segui-lo-ei, protegê-lo-ei, neste teste não iremos falhar. -  


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Aquilo era estranho, em um momento estava na recepção do hotel mais famoso de Sirarossa e em instantes, estava sentindo uma puta de uma dor e quando abria os olhos, seus ouvidos treinados captavam sons de água, mas quando abria seus olhos, Draken estava cercado por paredes de metal, uma sala vazia e não estava sozinho, contando com ele, havia três pessoas, três humanos, nunca havia visto eles na vida. Além de estarem cercado por uma parede de metal, tinha também três portas enumeradas de um a três, provavelmente era algum tipo de desafio do tipo: “Escolha uma porta”.

Além do frio que sentia que fazia uma formação de fumaça branca pela boca, cada porta soltava um questionamento. A primeira, ao se aproximar dela, o assassino podia sentir ela transmitindo uma sensação térmica como se estivesse pegando fogo atrás dela. A segunda, nada, apenas escutava o som de água corrente e folhas abanando. Na terceira, parecia emitir uma sensação tão fria quanto a que sentia naquela sala e por fim, uma voz dizia para achar a saída ou aceitar o destino. Um dos que haviam surgido junto com o mudo, perguntava se eles estavam bem e se sabíamos aonde estávamos e como havíamos parado ali, o jovem Nostrade apenas dava de ombros, não tinha a menor ideia, assim como eles.

O primeiro sujeito explicava para o grupo a sua linha de raciocínio, assim como o assassino pensava, a primeira e a terceira eram dois extremos e se o que estivesse atrás dessas duas portas fossem o que estavam sentindo, a segunda porta era a melhor das escolhas, água corrente e folhas abanando era melhor do que um calor dos infernos ou então, um frio de matar. Se pudesse falar, diria algo como: “Escolha certa, assim como eu pensei, eu escolheria a segunda porta também.” Mas era mudo, logo, tratou de apenas erguer a mão direita com o polegar para cima, um “joinha”. E então, se aproximaria daquele primeiro rapaz, mas rápido, antes que algo acontecesse, precisaria avisa-los sobre a condição do assassino, antes que os “jogos começassem”. Tocaria nos ombros dos dois, um com cada mão e então, abriria a boca e mostraria a sua língua cortada, uma imagem falava mais que mil palavras e torcia que eles entendessem aquilo..









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Emme



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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

Cada um havia a sua própria história e particularidades, mas, como em um truque de mágica, três estranhos agora se encontravam unidos naquela sala fria como a morte. O homem mais alto parecia ser um líder nato, afinal tomou a iniciativa e traçou uma linha de raciocínio muito lógica sobre o que fazer. O homem de cabelo branco estava imerso a pensamentos, evidentemente perturbado pela voz sinistra que ecoou na cabeça de todos da sala. O último infortunado, apesar de não poder falar, conseguiu se comunicar muito bem, mostrando que havia a língua cortada e que concordava com a decisão de qual porta abrir. Mesmo sem saber os nomes uns dos outros, os três condenados entraram rapidamente em comum acordo para seguir pela segunda porta. Talvez fosse o instinto de sobrevivência que os fazia se unir tão rapidamente. De qualquer forma, novamente o homem alto seguiu em frente e tocou a maçaneta para abrir a porta. E nada aconteceu. Tentou mais uma vez. Nada aconteceu. A frustração tomaria conta dos três, afinal como esperavam sobreviver ao desafio se nem mesmo conseguiam abrir uma porta.

- O caminho certo nem sempre é o mais fácil... - a voz novamente sussurrou no ouvido de todos na sala. As palavras pareciam ventos gelados percorrendo os homens por dentro.

BLAM! Subitamente a primeira porta foi aberta, enquanto uma torrente de ar quente invadiu e percorreu toda a sala. O vento foi forte o suficiente para fazer os três levantarem do chão, girando-os pela sala até ficarem zonzos. Sentiram o vento jogar os seus corpos em algo fogo e quente. Quando finalmente a ventania passou, viram que a sala de antes não se encontrava mais ali. Agora estavam jogados em um gigantesco deserto e sujos com sua areia esbranquiçada que mais parecia sal do que a areia propriamente dita. O que antes era um frio mortal se tornou um calor escaldante, que faria imediatamente os três suarem. Ao olharem para o horizonte veriam nada além de areia e um céu azul completamente limpo, com um sol vermelho de um tamanho maior do que os homens estavam acostumados a ver.

Entretanto, poucos metros à frente, havia uma esfinge imponente perante eles. Atrás da esfinge, blocos de mármore branco flutuam no ar, todos enfileirados formando uma escadaria em direção à uma porta também parada no ar. A porta era semelhante com aquelas da sala onde estavam. Curiosamente o vento de todo o deserto parecia fluir em direção à porta e, toda vez que passava pelos homens, era como se o vento falasse aos ouvidos deles:

- Venham... - era uma voz feminina estranhamente melodiosa e reconfortante. A estátua de esfinge também era estranha, ela parecia ter pelo menos 15 metros de altura e ter sido construída com a mesma areia do deserto. Porém, os seus olhos pareciam refletir a luz mais do que o restante do corpo, como se eles estivessem "vivos".



Gyatho
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Um grande deserto, uma grande 'estatua'



“ - [...]como poderemos assegurar que, independentemente da porta que abrir, a voz não controlará o que está do outro lado? – “ Aquela frase dita pelo rapaz de cabelos claros e palavreado estranho continuava a ressoar na minha mente conforme pensávamos na nossa estratégia. O que faríamos se fosse assim? A questão não eram as nossas escolhas, mas sim um jogo injusto para alguma entidade brincar e passar o tempo? Eu não podia deixar que esse pensamento influenciasse na linha de raciocínio, não podia ceder o poder de moldar o meu caminho, aquilo não podia ser verdade... Conforme continuávamos a falar, o segundo homem também de aparência jovial nos surpreendia com um fato de seu cotidiano. Sua língua estava cortada – Mas que p... – Me segurei para não passar do ponto. Já ouvi que trabalhadores as vezes sofriam acidentes no trabalho, ou mesmo em suas vidas cotidianas, e acabavam perdendo parte dos corpos. Talvez seja minha classe social, mas nunca parei para refletir sobre isso até ver tal exemplo a minha frente. Era horrenda a imagem que a luz refletia em meus olhos. Não dava, tive que pegar um pouco de ar para poder juntar os cacos da minha atenção no problema maior “ Bom... Acho que isso é um problema. Teremos que lidar depois, por hora, vamos avançar...” Pensava ao finalizar a rodada de diálogo.

Estávamos de acordo em abrir a segunda porta, e como estava mais próxima da mesma, tentava a abrir. Uma tentativa se seguia de outra para formar a conclusão: Não era essa a ser aberta. A voz aterrorizante surgia novamente e falava algo sobre caminho, mas sua fala era tão misteriosa e enigmática que não entendia aonde ele queria chegar com isso. Antes mesmo que pudesse botar meus neurônios para funcionar, a primeira porta abria tão rápido quanto o flash de uma explosão. Um vento forte saia dela, era poderoso e impiedoso, conseguia levantar nós três com facilidade e brincar com nossos corpos como uma garotinha brinca de boneca. Dançamos ao som da ventania até perdemos o curso da bussola interna de nossas cabeças. A única sensação que podia sentir era estar em cima de algo quente e seco. Podíamos notar assim que  nos recompusemos um vasto deserto. A sala de metal não mais estava ali, parecia que havíamos sido teletransportados para ali durante nossa brisa quente.

- Esse cara não cansa de nocautear a gente para levar pra outro lugar, não é?... – Diria me recompondo do baile. Uma grande ‘construção’, se era como se podia chamar aquilo, de uma criatura meio homem meio leão estava diante de nossas vistas. Uma porta muito parecida com aquelas anteriores da sala de metal estava suspensa no ar e atraia demais a atenção. Parecia que tudo ali era autoexplicativo, mas ainda não deixava de ser confuso. Uma escadaria se formava de blocos suspensos ao ar, e levavam diretamente a porta, formando um caminho evidente até para quem olhasse de longe. O vento era sinistro, podia jurar ouvir vozes ao passar próximo de meus ouvidos.

- Bom, acho que falo por todos que é bem evidente que isso é uma espécie de jogo. Aposto que ‘ele’ vai nos jogar de lugar em lugar até chegarmos ao final desse... é não sei o que dá para chamar isso, sonho? Mundo? Não sei. Só sei que vamos ter que atravessar várias portas até sairmos daqui... – Terminaria com o começo de uma inspeção do local. Pretendia fazer o reconhecimento prévio sem passar pela porta, mas já era tarde para tentar fazer o seguro. Pegando informações com os meus olhos não podia deixar de notar aquele belo monumento. Parecia esculpido a mão, e os detalhes em seus olhos... Pareciam realmente vivos. Aquilo me passava um sentimento ruim, e algo em mim dizia para não chegar perto daquilo, apesar de sua beleza – Hey... Posso estar ficando louco com tanta estranheza, mas... Não acho uma boa ideia chegamos perto daquela ‘estatua’. Algo em mim apita que é uma má ideia. Recomendo contornamos e subirmos as escadas com cuidado – Terminaria cruzando os braços e esperando a opiniões de ambos. Um deles não podia se comunicar de forma efetiva, então era plausível vê-lo apenas concordar ou discordar de um plano com gestos universais, o problema era tentar entender o que ele queria fazer caso tivesse uma ideia própria. Presumiria que no final, a escolha final seria ir para a porta. Abraçaria as alternativas para chegamos até o ponto final e executaria em conjunto aos dois que me acompanhavam. Por ser o maior dentre eles sentia que era meu dever protege-los de algo que acontecesse, não importando o evento ou inimigo que seja. Me jogaria a frente de quem estivesse em apuros e com meus braços cruzados a minha frente defenderia algum projétil, ou, caso fosse algo de curto alcance como um golpe, usaria de meus dedos para agarrar o problema e o jogaria longe, ganhando tempo. No fim, abriria a porta caso chegássemos nela sem eventos adversos.





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A reação de um deles sobre o estado do assassino não surpreendia o jovem Nostrade, que se mostrava indiferente com a reação de um deles sobre aquilo, mas aquele cara parecia não aguentar aquilo, tendo que pegar um pouco de ar. Com unanimidade, a segunda porta era a que deveria ser aberta, mas nada acontecia e novamente, a voz surgia dizendo que nem sempre o caminho certo era o mais fácil, de repente, a primeira porta abria ao invés da segunda, um ar quente preenchia aquela sala e a força do vento era forte o suficiente para erguer os três daquela sala e serem girados por ela e o grupo acabava ficando zonzo, o que estava acontecendo? Quando a ventania passou, o mudo notava que agora estava em um deserto aonde as areias eram tão brancas que pareciam sais, do frio extremo para o calor extremo.

Se levantava e então, desfrouxava sua gravata e tirava o seu paletó, amarrando ele na sua cintura, precisava aliviar o peso das roupas que usava, estava num deserto vestido como se estivesse indo para uma agência. Outra coisa estranha surgia, uma esfinge com uma aparência imponente poucos metros à frente do trio e logo atrás, uma espécie de escadaria que levava para uma porta no meio do ar, precisariam subir as escadas, mas antes, precisariam passar pela esfinge, ao contrário do seu corpo gigantesco, os olhos pareciam de alguém que estava vivo e ainda tinha aquela voz dizendo “venham”, era diferente da voz anterior, era feminina, provavelmente daquela esfinge.

Poderia ser um truque da esfinge se fingir de apenas uma construção para que o trio ficasse distraído e durante a subida, seriam atacados pela mesma então, precisariam ou atacar aquilo ou contornar ela e subir, mas mesmo assim, precisariam ficar atentos com ela. O primeiro homem comentava quase que a mesma coisa que o mudo pensava, aquela esfinge era um mau presságio. Ao escutar a ideia dele, o assassino se agacharia na areia e escreveria nela: – Pensei nisso também, contornar a esfinge ou então, derruba-la, mas ela é gigantesca, não vai ser um trabalho fácil. Essa voz feminina também tem algo por trás, já ouvimos a de um homem e agora, de uma mulher, veio da esfinge? Se sim, deve ser uma armadilha... Mas, precisamos sair daqui e aquela porta é a única pela qual podemos ir.

Limparia então o dedo indicador direito em sua camisa social e se levantaria de novo. Seguiria o grupo com passos silenciosos até as escadarias, estava pronto para a ofensiva se fosse o caso, tinha consigo um “kit senbon”, uma arma de arremesso ninja, além de seus sapatos sociais. Se fosse preciso, se esquivaria de algum ataque que pudesse atingi-lo e então, puxaria seis senbon, três em cada mão e então, levaria seus braços para trás e nesse momento, as seis “agulhas” estariam com uma energia verde e então, faria o movimento de volta, rápido e com força e quando estivesse chegando no momento zero, miraria em um ângulo em que o arremesso não atingisse ninguém de seu grupo e então, lançaria as agulhas no alvo, se estivesse correto e a esfinge fosse realmente o problema no caminho, o foco seria em seus olhos vívidos, se fosse outra criatura ou ser, seria no meio da testa.










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Efeito Borboleta

Ascenção




Observava os humanos que me acompanhariam neste teste, neste jogo, neste mundo que desconheço. O frio seria um de ranger os dentes, de arrepiar a pele, a quente respiração enovoava o espaço enquanto traçaríamos um plano. A voz que me trazia um desconforto permanecia, altiva, comentava as nossas ações. Como laminas geladas a sua voz trespassava o nosso corpo.

A primeira porta abria subitamente, o denso ar quente invadiu a sala e embalava-nos pelas suas paredes, como uma dança infernal, o calor agora seria extremo, o gélido e só chão já existiria mais, agora pisaria uns grãos ardentes, a areia fervia naquele deserto. O sol brilharia incansavelmente na areia, que refletiria os intensos raios encadear-me-iam. Oh como é desconfortável, este calor, este suor…

O horizonte azul, um sol vermelho, um enorme sol vermelho era o plano de fundo para o que seria uma esfinge. Ouviria os meus companheiros, estaria desconfiado daquele “objecto”, segui-los-ia sempre prestando uma quantidade generosa de atenção à esfinge. –   Esperem, a esfinge, olhem, como ela reluz. Como este local é duvidoso, preparemo-nos para o pior. -



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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 10

O grupo parecia temer algo na estátua, e realmente ela havia algo de sinistro, mesmo sendo difícil dizer o que era. De qualquer forma, após uma breve conversa, o grupo decidiu contornar a estátua e subir a escadaria. Conforme avançavam, o vento ficava cada vez mais forte, como se estivesse empurrando as costas dos homens em direção à porta. Porém, ao contrário do que temiam, a estátua era realmente apenas uma… estátua. Era como se todo o ambiente fosse feito para zombar do trio, poderiam jurar que os ventos “riam” cada vez que eles avançavam um degrau na escadaria. Quando finalmente chegaram na porta, ela se abriu, convidando-os a adentrar um longo corredor. Porém, antes mesmo de entrarem, a voz voltava a ecoar:

- O medo… o medo é o melhor dos sentimentos...

Seguindo pelo corredor, o trio encontrou uma sala muito grande com uma cúpula grandiosa que tinha um vitral abstrato no teto, pelo qual o sol penetrava e tinha seus feixes de luz evidenciados pela poeira suspensa no ar. O grande salão estava completamente inundado pela mesma areia branca de antes, era como se estivessem diante de um mar que secou. Logo à frente do “mar de areia”, há uma escadaria que leva até uma estátua de um rei sentado em um trono. Algumas partes da estátua refletiam uma luz dourada, como se houvesse ouro nela. Porém, o que chamava mesmo a atenção era uma jóia suspensa no ar acima da estátua. Era um diamante que não parava de girar em seu próprio eixo e emitir luzes. E, mais uma vez, a voz voltava a incomodá-los.  

- Ao alcançarem essa joia poderão ir pra casa, os tesouros irão com vocês...

A fuga daquele pesadelo parecia estar cada vez mais próxima, aparentemente bastava atravessar a areia e subir a escadaria. Em cada parede lateral no caminho até a escadaria, há uma espécie de altar que não foi inundado pela areia. Em cada altar, há duas estátuas de mesmo tamanho, algo em torno de 3 metros. As duas estátuas do lado esquerdo tinham o corpo de homem e cabeça de crocodilo, enquanto que as estátuas da direita tinham o corpo de homem e a cabeça de um chacal. O grupo poderia jurar ter sentido um tremor e ter visto a areia se mexer, entretanto, esse poderia ser apenas mais um truque para brincar com o psicológico dos desafortunados… ou não.

Ilustração:
Essa imagem serve apenas para passar uma noção melhor de como é o local. Por questões narrativas, vou considerar que a distância entre você e a escadaria é cerca de 100 metros, enquanto a distância entre as paredes laterais é em torno de 50 metros.