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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 7 Seg Maio 31, 2021 12:15 pm
Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 7

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Arthur Lancaster
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Post 03
"Desventura na Terra dos Sonhos"
O imperador das sombras

Mesmo sendo um meio gigante aquele frio começava a me afetar, por isso era bom sempre estar em movimento, ouvir os meus novos dois pequenos me fez acalmar um pouco sobre o que estava acontecendo, quase como se por alguns segundos eu não tivesse nenhuma preocupação, como se fosse anos atrás no velho orfanato. Porém esse momento se findava, ao encontrarmos um o grande troll minha primeira reação foi procurar por minha arma, e para minha surpresa ela estava comigo.

Espera aí? Quem faria sequestraria um grupo de pessoas e as deixariam armadas? Isso é mesmo uma brincadeira de alguém insano ou é bem mais complexo do que isso? - Brincar de tentar tirar conclusões analisando as coisas ao meu redor estava se tornando um hábito mais frequente do que imaginava.

- Aquela alavanca é como um botão vermelho eu suponho, pode alterar nossa situação drasticamente. - Sussuraria para não motivar o despertar do grandalhão. - Estou começando a querer um lugar um pouco mais quente, que tal apostarmos na alavanca então?

Esperaria por suas respectivas respostas, sendo bem suscetível a propostas para como finalmente conseguir sair daquele lugar, mas se concordassem comigo a respeito de tentar ver o que a alavanca poderia causar, continuaria minha proposta. - Por que não tentamos com ele desacordado? Temos a vantagem, e caso algo dê errado tenho uma adaga em mãos.

Me prontificaria a tentar girar a alavanca, afinal a ideia fora minha, nada mais justo que eu corresse o perigo, pelo menos do meu ponto de vista. Uma vez que todos de acordo, tentaria usar de meus conhecimentos adquiridos em meu árduo treinamento, para me locomover em silêncio, e para assegurar meu sucesso daria passos entre os espaço de sua respiração já que além da água era o único som que ecoava naquela sala, poderia ser perfeito para camuflar meus movimentos.

Chegando perto o suficiente, pegaria minha adaga com a mão esquerda enquanto a direita esticaria até a alavanca e puxaria no sentido que pudesse acionar alguma coisa, usando de minha longa envergadura para ficar o máximo longe do troll, facilitando assim para eu sair de seu alcance, caso ele viesse a despertar. Conseguindo ou não, daria dois saltos para trás e colocaria minha adaga na frente para usar contra qualquer coisa que viesse em minha direção.





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Ficha

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 7 - Página 2 ApNHza5

Tidus
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TETSU NO AGO

- Shinoda Ryotaro -


Ж

Uma labirinto frio e cheio de rabiscos, quem estava por trás daquilo certamente tinha muito senso de humor, mas nada disso foi mais surpreendente do que uma criatura estranha dormindo em meio ao que parecia ser uma fonte de água quente. - Ehn? - Arqueei uma das sobrancelhas e esfreguei os olhos, mas a criatura continuava ali. - Esse é o macaco mais feio que eu já vi. - Murmurei mais para mim mesmo do que com os demais.

Antes que pudesse pensar direito o grandão tomou a frente, pensando em um plano mais furtivo, confesso que esse tipo de abordagem não era minha preferida mas ele tinha conquistado minha curiosidade, digo, não era todo dia que via alguém tão grande bom em furtividade. - Certo, faremos do seu modo, mas se algo der errado recue e deixe o macaco feioso comigo, foque no objetivo. - Diria controlando o tom de voz para não incomodar a bela adormecida, deste modo deixaria com que fizessem da forma furtiva, mas se algo desse errado eu adoraria ver o quão forte aquela coisa era, será que se comprava a gorila das montanhas?

Se o plano desse errado e a criatura começasse a desferir golpes na direção de alguém, imediatamente na direção do monstro, puxando meu bastão das costas com uma das mãos e assim que chegasse perto o suficiente o levantaria na horizontal para tentar bloquear seu ataque, segurando cada uma da pontas com uma das mãos. - Calma lá feioso, sua dança é comigo. - Nesse meio tempo já aproveitaria para jogar meu peso da esquerda para a direita, em uma tentativa de deslizar o monstro para o lado - se tivesse conseguisse bloquear seu golpe - ao mesmo tempo em que erguia minha perna direita e efetuaria um chute circular visando sua cabeça ou costela - a depender da altura, quando o golpe estivesse prestes a colidir com a criatura transformaria a perna em questão em ferro apenas no momento do impacto e a retornaria ao normal em seguida.

Aproveitaria a minha baixa estatura para me movimentar a seu redor, tentando passar pelas suas laterais que se mostrassem mais expostas, mantendo-me envergado e tentaria rodear, no processo visaria atacar suas articulações com o bastão. - É só isso? Se continuar assim vou te transformar em sopa de mamaco! - Se percebesse que a atenção do macaco estava em mim daria alguns passos para trás, tentando afastá-lo ao menos um pouco da alavanca. Continuaria tentando manter o primata ocupado, visando primeiro em bloquear seus golpes erguendo meu bastão com ambas as mãos para tentar amortecer o impacto enquanto jogava meu peso para o lado contrário, tentaria deslizar a seu redor, quando necessário não hesitaria em transformar meus membros ou até mesmo o tronco em metal para tentar amortecer um possível golpe do qual percebesse que não seria capaz de parar com o bastão. Contudo se o objetivo do mostrengo não fosse eu, mas sim outro integrante do time, continuaria avançando em sua direção e me colocando entre ele e sua vítima, utilizando da mesma estratégia de tentar bloquear seus golpes com o bastão ou utilizando meu corpo metálico para amortecer os golpes quando necessário.




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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 7 - Página 2 Sign
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 7

Apesar de gigante, Arthur caminhava em segurança e com pouco barulho. Ele se aproximava respirando com calma e caminhando sempre nos momentos mais oportunos onde o troll respirava mais fundo. A sua tática era muito boa e surtia efeito. Tidus estava pronto para se defeder e partir para cima do gorião sem pensar duas vezes caso fosse necessário. Ali na sala ainda tinha mais um do trio que parecia atordoado com a presença do ser.

A forma bizarra do ser dormindo perto da fonte era algo que mexia com a cabeça de todos e mais ainda com a mente de Raava. Com a boca aberta e o olhar perdido a impressão que dava era a de que ele estava paralisado. Tidus com a mão no bastão poderia ver a cena inteira de camarote.

Arthur consegue alcançar a alavanca e faz o movimento necessário. O barulho de engrenagens se movendo faz com que o monstro peludo acorde urrando e já buscando o seu tacape. Nesse meio tempo, Arthur pulava para trás com sua arma em mãos, enquanto Tidus partia para cima do monstro que parecia extremamente irritado.
As paredes começavam a se abrir e uma passagem se mostrava para eles. Era como se um grande corredor se abrisse no meio daquele imenso labirinto gelado.

O Troll termina de levantar e então um rugido ainda mais forte é ouvido. Ao longe uma figura colossal vinha destruindo pedaços da parede enquanto os chifres iam mirando a frente. Os cascos pesados batiam no solo e lançavam neve para o alto. Aquela figura completamente diferente parecia ainda mais forte que o dorminhoco. O Troll corre por sua vida, fugindo dali por um dos caminhos ignorando a passagem aberta.

Os três agora tinham a chance de sair dali, precisavam conseguir atravessar a sala antes da chegada do ser e conseguir sair dali. Seria aquela a saída afinal de contas? Ou só mais uma das peças?

Não havia tempo para pensar. O ser estava cada vez mais perto e era de fato maior que Arthur, se comparado a Tidus ou Raava era ainda maior.
Spoiler:
Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 7 - Página 2 3046615

Em meio a tudo isso, o frio, a neve, o ambiente diferente, e agora essa coisa correndo até o trio que tinha do outro lado da sala o grande corredor com destino desconhecido.



Tidus
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TETSU NO AGO

- Shinoda Ryotaro -


Ж

O plano era maluco e minha confiança que o grandalhão iria conseguir ser furtivo era mínima, mas por sorte eu estava quase sempre errado. - “Não é que o grandão conseguiu?” - Pensei comigo deixando um largo sorriso escapar ao mesmo tempo em que avançava na direção do monstrengo recém acordado com o som que a alavanca proporcionou. - Mandou bem, grandão.

Infelizmente, puxar a alavanca não foi o maior problema, mas sim o que ela ocasionou. - Mas que por-... Antes que pudesse concluir a frase senti todo cenário estremecer sob meus pés e, como um passe de mágica uma passagem estava se abrindo bem a nossa frente. - Parece nosso tapete vermelho. - Junto ao tremor tivemos outra feliz surpresa, uma bem feia. - E mais bicho feio. - Um gorila ainda maior, quer dizer, parecia mais uma vaca bípede gigante. - De onde essas coisas estão saindo? - Sério, onde infernos eu tinha me metido pra encontrar essas coisas? Acho que finalmente morri e reencarnei em um isekai.

Independente de estar em um isekai ou não, no momento só existia uma alternativa. - Ok, treinei tanto taekwondo para usar minhas pernas em momentos como esse. - Respirei fundo, girei o bastão em minhas mãos e olhei com seriedade para o problema em minha frente. - Corre, negada! - Guardei o bastão de volta nas costas e corri, corri como se não houvesse amanhã.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 7 - Página 2 6dZlOqz

Não tinha como saber o que nos esperava do outro lado da sala, a nova passagem que abriu poderia muito bem ser uma armadilha, mas era melhor do que ficar ali e ser pisoteado por uma vaca gigante. Se em algum momento alguém estivesse com problemas não hesitaria em avançar em sua direção para tentar tirá-lo da direção de um possível golpe, empurrando para o lado e colocando-me na frente, ergueria os braços e transformaria meus membros em ferro para segurar o golpe, logo em seguida voltaria a correr na direção da possível saída.



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Histórico

Raava




Posts: 03

Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A
Relações: N/A

OBJETIVOS

  • Encontrar os Agiotas
  • Roba um beijo do zhonglindo
Berries: 250.000 ฿S
Ferreira
                     
Inventário



Proficiências• Forja
• Física
• Mecânica
• Costura
• Marcenaria

Qualidades• Versátil
• Ambidestra
• Atraente
• Precisão Temporal
• Carismática
• Empática
• Hipoalgia

Defeitos• Sincera
• Justa
• Misericordiosa
• Inapto

---------------------------


   O choque e surpresa da garota não vinha de nada mais nada menos do curioso caso do gigante furtivo. Não podia acreditar em seus olhos, e muito menos no que estava ouvindo, exatamente, nada! Naquele momento Raava imaginou que se estivesse dormindo no meio da floresta ao lado de uma alavanca, provavelmente também não perceberia o resultado antes que fosse tarde demais. — Nice! — Exclamou bem alto antes de lembrar fazer silêncio, cobrindo a boca instintivamente com ambas mãos e logo em seguida repetindo a comemoração, dessa vez bem baixinho: — nice…

   Mas os esforços e consideração para com o silêncio não adiantava muito, logo a besta acordava, não para lutar, para levar ao palco uma ameaça ainda maior, literalmente. — Ahahaha… — O riso de Raava ao ver aquela coisa era tão nervoso que nem mesmo se parecia com sua risada peculiar e usual, via o rapaz ao seu lado se preparando para o pior e começava a fazer o mesmo, sacaria sua espada, e a segurando em duas mãos, miraria para o monstro de chifres. — Vou usar minha técnica secreta para ganhar tempo, vocês usem a oportunidade.

   Subitamente sua espada começaria a brilhar num tom azulado, demonstrando toda a energia concentrada na lâmina da garota que gritava: — EXSSSSSSSSSSSSSS… Slow!!! — Golpeando o ar na direção do monstro, Raava lançaria um “corte de vento” especial, incapaz de ferir mas com a peculiaridade de deixar seu alvo lento. — Beleza vamo meter o pé daqui! — Antes mesmo de ver seu golpe acertar ou não, Raava já começaria a correr em direção a nova passagem aberta, onde que fosse o destino do corredor, ao menos em sua cabeça, certamente seria melhor do que a tundra e o par de chifres.
Arthur Lancaster
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Post 04
"Desventura na Terra dos Sonhos"
O imperador das sombras

Um sorriso no meu rosto expressava a satisfação de ver a reação dos meu novos companheiros em relação à minha habilidade em me passar despercebido. Olharia para o garotinho, e refletiria. - Esse garoto tem culhões para tentar comprar uma briga em uma situações como essa, não sei dizer se ele é realmente forte ou só maluco mesmo.

Entretanto o cenário havia mudado, e tínhamos um grande inimigo e antes que pudesse perceber os dois já começavam a correr em uma direção que poderia ser no mínimo suspeita visto tudo o que passamos até agora, mas minha primeira reação era se unir a dupla, antes com eles do que sozinho enfrentando aquela besta.

- Porra.. Ei vocês aí esperem por mim. - Me abaixaria um pouco aproximando meus joelhos do chão e então daria um forte impulso para acelerar o máximo possível, e usaria da minha longa envergadura para dar longos passos durante minha corrida, tendo como foco principal ficar o maior longe possível do monstro.

Continuaria com a adaga na minha mão direita, e usaria da minha audição para distinguir a distância entre eu e o monstro, pela sua respiração e locomoção um tanto chamativa, se percebesse que ele estivesse ao a pelo menos 5 (cinco) metros de distância, julgaria ser ignorância continuar a correr, por isso daria uma cambalhota para me virar 180º (cento e oitenta graus), e usaria de toda minha agilidade para saltar segurando a adaga, tentando atingir seu pescoço.




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