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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 6 Seg Maio 31, 2021 12:15 pm
Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

A desventura continuava, e os antes atônitos retornavam de seus devaneios para enfrentar a "vida real". Diversos cipós pendurados em galhos de árvores atacavam aqueles aventureiros, enquanto raízes se movimentavam pelo solo aquático e terrestre para aprisionar os membros daqueles indivíduos. O único que havia fico consciente após a revelação do cajado e da voz estranha cuidava de sua pele enquanto amenizava os danos não graves em seus colegas. A mensagem, porém, estava dada: a própria natureza iria impedir o avanço daquele trio improvável.

Myriam, como se estivesse compensando o fato de estar inativa em um momento crucial, rapidamente se colocava em batalha, digladiando aqueles elementos da natureza que pareciam extremamente hostis, mas ainda assim fracos. Suas pernas recém-transformadas em metal com a nova habilidade esmagava qualquer coisa que pudesse colocar em perigo a saúde de seus colegas, e a sua própria.

Shinra, por outro lado, demorava um pouco mais para voltar a si. Suas vozes internas, como usual, falavam com ele naturalmente, cada uma com sua própria característica e "personalidade". Sua contribuição na batalha ia para o lado analítico, uma vez que o homem passava o olho em todos os lugares daquele pântano fedorento em busca de um terreno alto ou algum lugar no qual pudesse observar bem aquele lugar. O objetivo deles estava claro, e este era encontrar o cajado, logo, qualquer coisa que ajudasse eles a passar por isso seria bem-vinda.

A sua busca, no entanto, não era bem sucedida. Os lugares os quais ele poderia usar como pontos de observação eram as grandes árvores que se erguiam até o céu e tampava o mesmo com suas densas copas, mas nenhum ponto em terra mostrava as características procuradas por ele. Durante a pesquisa, no entanto, ele podia notar um fato interessante. A maioria dos cipós, galhos e raízes que eles combatiam vinha de uma direção específica, enquanto lentamente iam se dissipando para as outras direções. Isso é, se eles seguissem o amontoado, chegariam a um epicentro.

A luta pela conquista e caminhada continuava e se intensificava com o tempo. Matteo pensava como poderia ajudar o grupo, e sem notar muito agia como um provável líder, mesmo sabendo não ser o mais adequado para o posto. Myriam salvava a vida de seus colegas com sua lâmina, enquanto na base de coronhadas, ataques corporais e disparos à longa distância, Shinra segurava parte daquelas pestes. O homem sabia que ele estava com apenas alguns arranhões, mas naquele ambiente, isso poderia levar para um severa infecção. Baseado nisso, ele seguia o caminho menos "molhado", tomando cuidado com as criaturas "mágicas" que os atacavam constantemente e cada vez mais numerosamente.

A jornada naquele caminho tortuoso continuava, e com a adição de uma nova pista para a busca deles, os colegas recém-conhecidos poderiam finalmente experimentar o doce, porém curto, sabor da vitória ao encontrar aquele misterioso cajado.



Shinra Kishitani
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3° Delírio

Minha busca se mostrava um tanto quanto inefetiva, o que me irritava um pouco, devido ao trabalho e tempo que tinha dedicado à ação. “C’est la vie” Vishnu me confortava, também me encorajando a aceitar os fatos e seguir em frente. Das duas informações que eu havia obtido, apenas uma era útil. “Nem fudendo que você vai tentar escalar uma árvore, teu tornozelo tá todo ferrado” Shiva me alertava, reforçando quão idiota era a ideia de sequer imaginar que seria possível usar as árvores como um ponto de vantagem. Tendo tal posicionamento em mente, apenas nos restava seguir a origem dos cipós e raízes. Localizando a direção de tal origem, apontaria para a mesma de forma exclamativa, esperando que os outros notassem o que eu queria comunicar.

Com um destino em mente, o que restava era trilhar o árduo caminho até nosso objetivo. Apontando a palma de uma das minhas mãos para a moça de cabelo rosa, tentaria concedê-la alguma força extra. O sentimento me parecia delirante, mas de certa forma parecia certo. “Estás delirando? Se foque nos inimigos à sua frente!” Brahma me repreendeu, fazendo com que eu voltasse minha atenção às forças da natureza que me atacavam. Eu deixaria que os outros dois avançassem na minha frente, já que pareciam mais aptos ao combate de curta e média distância, e me restringiria a cuidar da retaguarda enquanto tentaria lhes dar suporte. Analisaria a situação por detrás de nós, buscando sinais de algum ataque pelos flancos e lidando com estes caso estivessem presentes. Caso não encontrasse sinais de raízes, vinhas ou galhos nos atacando pelo flanco, me focaria totalmente em realizar disparos de suporte para os outros dois.

Meus esforços agora seriam mais de incapacitar inimigos do que de fato eliminá-los totalmente. Continuaria seguindo minha tática de me focar em inimigos mais distantes, mas ainda lidando com adversários próximos caso necessário. Seguiria tomando cuidado com os locais em que pisava, ainda mais que agora supostamente deveria acompanhar o ritmo da ofensiva dos outros dois. Evitaria ao máximo o combate corpo-a-corpo, tentando afastar as forças da natureza com o corpo do rifle e contra-atacando sempre que possível. Um pouco mais desperto, passaria a esquivar quando possível, não dependendo apenas do bloqueio. Quanto aos meus ataques, disparos na base de galhos e na raiz de vinhas teriam certa preferência quando estivesse lidando com inimigos que me tivessem como alvo. No caso de conceder suporte aos outros dois, focaria meus tiros em partes que desabilitassem os alvos, facilitando que meus companheiros os finalizassem.



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Legenda:
"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Here Comes the Sun



Graças a tudo que é mais sagrado aqueles dois voltaram a se mexer, nos salvando de um fim doloroso nas mãos (?) daquele monte de cipós assassinos. A garota de cabelos rosas fazia uma linha de frente perfeita, o que dava bem mais espaço pra respirar pra mim e o pro nosso outro companheiro, já que nós dois preferíamos ficar à distância. Dito isso, aquelas coisas realmente não davam sinal de que iriam acabar, o que só reforçava a ideia de que a gente precisava continuar seguindo em frente se quisesse ter alguma chance de sair vivo dali. Nisso, eu percebi o homem mudo apontando vigorosamente pra uma direção, como que tentando chamar a nossa atenção. - Encontrou alguma coisa!? - eu perguntei, esperançoso.

Eu não sabia o que esperar, mas qualquer coisa era melhor do que ficar lutando ali pra sempre - ele não podia falar pra explicar a situação, mas talvez tivesse visto algo parecido com o cajado ou achado uma saída. De uma forma ou de outra, eu seguiria pela direção apontada, contando com a garota para continuar atropelando tudo que viesse pela frente enquanto eu dispararia contra qualquer coisa que tentasse se aproximar dela  ou de qualquer um de nós pelos lados, de preferência antes que chegassem perto demais: assim cada um tinha menos coisa pra se preocupar de uma vez, e a gente poderia avançar mais facilmente.

E é claro, depois de avançarmos um pouco, não esqueceria de tentar encontrar o que quer que fosse que o caladão ali tinha visto. Talvez o cajado estivesse à vista em algum lugar, ou quem sabe nós finalmente encontrássemos um jeito de "cortar o mal pela raiz" e fazer com que aqueles ataques incessantes parassem. - Ei, vejam, ali! - eu indicaria se visse alguma coisa suspeita ou que chamasse a atenção. Se fosse obviamente um inimigo, eu não hesitaria em atirar, tomando sempre cuidado em saltar, rolar e me esquivar da melhor maneira que pudesse no caso de ser atacado, mas sem largar a ofensiva. Mas se fosse algo diferente, como o próprio cajado ou qualquer coisa que exigisse uma inspeção mais próxima, eu chegaria mais perto pra tentar interagir - se não parecesse perigoso demais, é claro. No fim das contas, qualquer coisa que pudesse nos ajudar a dar o fora daquele lugar servia a essa altura.


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Myriam Leuchten
evento 1

Terra dos Sonhos
POST 03




Em meio ao meu massacre contra os cipós, buscando verificar o estado de meus companheiros com os olhos, com sorte eu poderia notar o chamado de meu aliado apontando para a frente, ao longe, de onde parecia vir o emaranhado de vinhas agressivas.

"Deve ter alguém controlando elas, uma planta grande... Uma pessoa talvez. Quem sabe o cajado?", pensaria. De todo modo, meu foco seria o mesmo: chamar a atenção de todas as vinhas para minha direção e ir fatiando uma a uma, abrindo o caminho com minha espada focando naquelas que pareciam menos enfraquecidas, já que imagino que meu corpo seja mais capaz de lidar com elas do que os atiradores — venham com mais força! Ervinhas patéticas — diria bem alto, rindo da cara do perigo, mas ainda muito atenta e pronta para ativar meu corpo de aço caso uma delas chegasse a uma distância perigosa.

Não pensaria muito sobre. Minha mente estava mais limpa e clara do que estaria em qualquer momento de lucidez, eu estava pronta para largar tudo sem preocupações e me entregar ao momento. Sinceramente, era mágico, um estase especial que eu guardaria para quando acordasse desse sonho estranho em que me mantenho.

Caso note algo estranho no fim do caminho, algo que parecesse ter algum tipo de consciência, mesmo que animal, ou ao menos fosse mais do que um monte de vinhas, questionaria tal coisa sobre o local e suas razões. Sem respostas ou com uma resposta negativa, simplesmente miraria em um ponto que parecesse mais frágil para parti-lo ao meio como fiz com as vinhas, me jogando na frente de Matteo caso necessário, esmagando suas partes restantes em seguida com uma sequência feroz de golpes de meus punhos cobertos com meu poder. Entretanto, caso visse o próprio cajado em algum momento, ignoraria o inimigo por um instante, correndo em sua direção com toda minha atenção com fé de que aquela provação acabaria caso o obtenha. Se não achasse nada, só continuaria me focando no caminho dos cipós ad infinitum.


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Ficha:

Proficiências: Arquitetura | Escultura | Carpintaria | Marcenaria | Escudista
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

A batalha contra aquelas vinhas, cipós e raízes se intensificava cada vez mais que o poderoso e improvável grupo caminhava pelo pântano escuro, úmido e vicioso. Nesse momento, até mesmo o próprio cenário parecia lutar contra eles, que de maneira eficaz se alternavam durante a luta para atacar, defender e apoiar cada um dos membros da equipe. Mas eles sabiam que ficar só no choque de forças não os levaria para lugar algum. Shinra, aproveitando essa sabedoria, buscava um lugar onde poderiam obter uma vantagem e encontrar aquele misterioso cajado, mas em sua pesquisa nada encontrava. O fato que chamava a atenção do mudo, na verdade, era a direção dos seus inimigos não vivos, mas aparentemente conscientes. Ele indicava isso ao grupo, que seguia o gesto do homem que não possuía uma voz própria.

Sua contribuição, porém, não parava por ali. Todos os integrantes pareciam possuir um poder mágico e familiar, porém, ao mesmo tempo, nem um pouco parecido com aquilo que eles estavam acostumados fora do mundo dos sonhos. Eles não hesitavam, porém, ao usar o "novo" de maneira mais do que eficiente e inteligente. Shinra aproveitava para dar um suporta a Myriam, que lutava e defendia seus colegas com a pele férrea. Com a ação do homem, a mulher entrava em um êxtase profundo e um pico de força jamais antes visto pela mesma.

Matteo não ficava para trás nessa dinâmica grupal, e com sua arma segurava os inimigos nos flancos, assim como Kishitani e seu rifle. Ambos pareciam derrotar todos aqueles que poderiam oferecer um risco aos membros do trio, não hesitando em seus tiros precisos. A garota de cabelos rosados auxiliava magistralmente ao puxar todos os inimigos para seu alcance, e com as poderosas lâminas retirar a vontade de luta de cada um deles, enquanto defendia os atiradores com sua pele de aço proveniente daquele poder misterioso.

Quanto mais eles iam avançando pela direção proposta por Shinra, mais inimigos apareciam, e agora até mesmo a água fétida parecia lutar contra os combatentes. Porém, uma literal luz de esperança aparecia na visão daquelas pessoas, que finalmente encontravam o cajado descrito pela voz estranha e imposta em suas mentes. O lugar em que ele aparecia se mostrava nem um pouco diferente do que viram até agora, porém, era mais aberto, abdicando daquela mata fechada que atrasava, de certa forma, o trio de exploradores. O cajado que parecia ser feito das raízes das árvores emanava uma luz quase angelical, que poderia até mesmo deixar alguém em um estado de admiração apenas com a vista.

Esse estado, porém, logo se desvanecia, no momento em que um monstro de lama aparecia na presença dos combatentes. Ele se assemelhava a um poço de piche, e seu corpo elemental parecia igualmente grudante, podendo limitar severamente a movimentação de qualquer um que entrasse em contato com ele. Em sua sabedoria, a criatura utilizava de diversos artifícios para mover e transformar o ambiente ao redor, inclusive a água, galhos, cipós, o próprio cajado e até mesmo seu corpo moldável.

Myriam e Matteo pareciam ignorar o inimigo, correndo em direção ao cajado de forma inconsequente esperando ao menos sair daquele lugar de pesadelo. Seus planos teriam dado certo, se não fosse a astúcia da besta que eles teriam que subjugar, em inteligência ou força física. Utilizando de seu poder, ela criava uma onda de água e lama que cobria toda a pequena arena como um tsunami, e arrastava todos aqueles que estivessem em proximidade. Os dois corredores eram atingidos em cheio, e seus corpos agora estavam encharcados pelo líquido de mau odor. Seus corpos eram jogados ao chão, enquanto o bicho preparava uma enorme ofensiva com todas as vegetações que estavam em sua disposição. Cabia apenas ao trio e sua eficaz organização de combate para trazer o causador de tudo isso à eminente derrota, utilizando quaisquer artifícios que estavam em seus arranjos.



Malka
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Terra dos Sonhos
POST 04




O ambiente hostil mal me deixa apreciar a beleza do semblante do cajado que tanto buscava, e logo sou arremessada a distância por uma torrente inesperada. Juntando minhas forças para levantar o mais rápido que podia, correria até o garoto loiro e o pegaria nos braços — Matt, né? Vem. —, jogando-o em meus ombros e os reforçando de ferro, assim como minhas pernas, para conseguir me prender no chão caso a onda viesse me arrastar mais uma vez.

Me locomovendo agora com minha torreta-humana nos ombros, caso ele aceite, ou mesmo sozinha se necessário, seguiria cruzando ferozmente o pântano, ainda usando de minha larga espada para derrubar o que viesse em nosso caminho, tentando não entrar no campo de tiro de Matt. Com sorte, reforçar minhas pernas na travessia deveria ajudar meus calcanhares machucados a não interferir na conquista do objetivo — o que vier na sua direção pode deixar comigo! Só não ouse errar o alvo.

Continuaria passo após passo, bloqueando e desviando de qualquer coisa que nos seguisse mas sem me mover muito para deixar Matt estável, até estarmos próximos do monstro — força total nesse, mas por favor, não estoura o cajado! — berraria, avançando ainda mais firme com medo de outro empurrão. Se ele tentasse, prenderia a sola dos pés no chão junto da espada para manter-me no lugar, o encarando num olhar cheio de fervor. Se tivesse a chance de golpeá-lo, o faria com a lateral da espada, visando esmagá-lo com força bruta, já que parecia mais eficiente do que um corte preciso naquela situação. Se visse durante a luta com o lamaçal que Matt estaria entrando em perigo contra o monstro numa situação que não pudéssemos evitar com facilidade, como um golpe alto onde meus braços e espada não alcançam com rapidez, o jogaria para trás, mas me manteria sempre a frente dele como um muro de cobertura, agarrando-o com uma mão se preciso para que não saiamos mais do lugar.


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Ficha:

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Shinra Kishitani
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4° Delírio

O nosso plano estava funcionando, ou ao menos parecia estar funcionando até o momento que o monstro de lama apareceu. Por maior que fosse a ironia, o nosso maior momento de desespero era o mesmo em que a esperança dava as graças a nosso favor. “Você tem dois jeitos de lidar com isso, pense bem” Vishnu começava a me aconselhar, mas era interrompido pelas duas outras vozes. “É só chutar a bunda desse monstro. Depois que ele estiver com o pé na cova só vai restar recuperar o cajado” sugeria Shiva com animosidade. “Ou você e seus companheiros podem pegar o cajado e ir embora. Evitar um confronto prolongado com essa massa de lama pode ser mais seguro” apontava Brahma, prezando pela minha segurança. As duas formas tinham suas vantagens e dificuldades, mas o tempo para a escolha era pequeno, e meus aliados pareciam despontar algum plano antes mesmo que eu pudesse fazer minha decisão. Seguindo o calor do momento, eu me atinha a dançar conforme a música e proteger os outros dois na empreitada que tentassem executar.

Minha prioridade seria limitar os movimentos da monstruosidade, ou ao menos diminuir a sua capacidade de locomoção. Para isso, utilizaria dos poderes semi-delirantes que supostamente me haviam sido concedidos. “Que a lança de Shiva seja sua ruína, e as correntes de Brahma lhe sirvam de prisão. Convoco, em nome de Vishnu, a maldição da Lentidão” rezaria conforme miraria minha palma esquerda em direção à parte do corpo do monstro que me parecesse mais suscetível a ataques. Com a mão erguida, mentalizaria uma lança, e a projetaria em direção ao inimigo. Tendo executado o ataque, voltaria a segurar o rifle com as duas mãos, e seguiria dando suporte aos dois outros combatentes.

Seguiria minha tática de realizar disparos de suporte, desta vez mirando nos inimigos que estivessem nos pontos cegos da garota de cabelos rosa. A moça parecia saber lidar muito bem com uma lâmina, portanto lhe confiaria o dever de eliminar as ameaças que lhe fossem mais imediatas, o que me dava esperança de ser capaz de dividir minha atenção entre ela e o jovem atirador. Dessa vez o monstro de lama era uma preocupação a mais, e eu realmente não sabia como lidar com ele no momento. “Se lembra do que você aprendeu em Las Camp? Primeiro entenda como sua presa age, e depois use desse conhecimento para contra-atacar” Vishnu me aconselhava. Seguindo as orientações da voz, eu tentaria dedicar parte da minha atenção a encontrar pontos de interesse no monstro de lama, fossem locais em que se mostrasse vulnerável ou até mesmo algum tipo de fonte de seu poder. Embora tentasse realizar essa análise, deveria manter em mente que meu objetivo principal era sobreviver, então manteria minha distância e apenas atiraria no monstro de lama quando estritamente necessário para minha segurança ou dos meus companheiros.

Tendo começado a analisar a situação novamente, me preocuparia com os inimigos mais fracos, tentando eliminá-los o mais rápido possível. Priorizaria os inimigos que me fossem ameaça imediata, e então os que estivessem no caminho da moça de cabelos rosa. Continuaria utilizando o corpo do meu rifle para me defender e em seguida contra-atacar os golpes de inimigos mais fracos, mas tomaria cuidado em especial com os ataques do monstro de lama. O que mais me preocupava era a onda de lama, e tentaria me manter fora do alcance dela, mas buscando solo alto ou cobertura na ocasião de me ver alvo do ataque. Em caso de golpes físicos do monstro, me contentaria em apenas tentar esquivar, em hipótese alguma me utilizando do rifle para me proteger de um dos ataques de lama. E acima de tudo, evitaria ao máximo me manter dentro da lama, sempre buscando estar em solo firme, afinal eu não sabia até onde o monstro era capaz de controlar o pântano.



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Here Comes the Sun



Depois de avançar com dificuldade pela floresta densa, molhada e fedida, nós três finalmente parecíamos estar com o trabalho em equipe em dia. Seguindo pela direção que foi apontada pelo outro atirador, nós passamos por poucas e boas antes de chegar no que parecia ser a origem de todo aquele problema: uma criatura feita de lama com um formato vagamente humanoide, o tipo de coisa que você não esperaria ver fora de um livro de fantasia - e atrás dele, a nossa tão desejada passagem pra fora do que quer que fosse aquele lugar. Sem hesitar, eu saltei na direção do cajado junto da menina de cabelos rosas, mas parecia que o elemental não ia deixar que fosse tão fácil, quase nos afogando numa tsunami de água suja e fétida.

- Cough...cough! Argh, que merda, parece que tudo fede agora! - eu levei a mão ao nariz de novo, com a sensação de que aquele mau cheiro não iria embora nem mesmo com uns mil banhos. O problema agora era como lidar com aquela coisa, se ele tinha as plantas, a água, a floresta inteira sob o seu controle. Nisso, a garota pareceu ter uma ideia, praticando me jogando por cima de seus ombros com uma força bem maior do que o seu tamanho sugeria - mas que fazia sentido, vendo o quão pesada aquela espada que ela balançava parecia. - Heh, pode deixar. Eu sou ótimo em não errar! - eu sorriria me agarrando àquela fagulha de esperança, usando uma mão para me segurar melhor nela e a outra para apontar a pistola na direção do monstro. Será que dava pra matar aquilo com tiros? Seja como for, aquele poder estranho era tudo que eu tinha pra ajudar ali, então teria certeza de fazer bom uso dele.

Primeiro, eu dispararia um laser verde bem na direção dos olhos do bicho - eu não sabia se estourar a cabeça dele servia pra alguma coisa com aquele corpo feito de lama, mas talvez eu pudesse desorientá-lo um pouco se conseguisse tirar sua visão. Também ficaria atento aos cipós, que provavelmente ainda não nos deixariam em paz, atirando contra aqueles que tentassem se aproximar da garota pelas laterais ou de algum lugar que não fosse fácil de acerar com aquela espada enorme. Mas se tivesse um momento que fosse, eu pararia para acumular uma quantidade maior daquela energia na minha arma, preparando um laser mais poderoso que os outros - e esse, eu usaria se ele resolvesse erguer outra daqueles ondas de lama, liberando um verdadeiro kamehameha raio de energia para abrir um grande buraco, uma passagem em meio à água lamacenta. Era bem importante que a gente não fosse pego por aquilo outra vez, ou era bem provável que não tivéssemos outra chance.

Montado ali nos ombros da garota, eu não podia fazer muito mais do que me abaixar ou virar levemente o corpo quando o assunto fosse me esquivar dos ataques da criatura e de seus cipós, mas isso também significava que eu não precisava perder tempo me preocupando demais com isso. Por isso, o ataque seria minha melhor defesa ali - se eu visse o monstro tentar atacar com alguma parte do corpo, por exemplo, dispararia contra ela, desmanchando a lama. Se eu conseguisse manter a menina a salvo, ficaria a salvo também, e era isso que eu faria. Se a estratégia de atacar os olhos tivesse dado certo antes, eu não hesitaria em repeti-la também. O importante era ficar de olho no monstro e fazer o que eu fazia de melhor: atirar.


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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

O trio de lutadores finalmente chegava ao chefe final daquela área esquisita. Em meio a cipós, raízes e até mesmo o líquido viscoso e fétido, eles encontravam o monstro de lama que parecia ser o causador de tudo isso, e em sua proteção, o cajado que eles tanto procuravam todo esse tempo. Eles estavam preparados para aquela luta que definiria o seus próximos passos, e com esse peso em suas costas, nenhum deles baqueava. Apesar da coragem que era demonstrada ali, o começo se mostrava com o pé esquerdo. Matteo e Myriam eram arremessados por conta do líquido de mau odor que devorava eles e os encharcava. Shinra, por outro lado, se preparava naquela arena, e não esquecia os ensinamentos que tivera durante suas aventuras. Ele analisava o monstro e ouvia as vozes de sua cabeça que lhe ensinavam estratégias ou o pastoreavam para um ação distinta.

Colocando o mau começo de lado, a dupla de cabelos coloridos colocava a inovação e o trabalho em equipe ao máximo. Matteo subia na cacunda de Myriam, e os dois se tornavam um só no campo de batalha. Um destruía os monstros em uma posição mais próxima, enquanto o outro inutilizava aqueles que estavam longe. Shinra assumia um papel ainda mais importante, ao destruir os inimigos que se mostravam no ponto cego da dupla inesperadamente conectada.

Nessa formação, a batalha se estendia. A garota de cabelos rosas não perdia tempo, e quebrava a defesa dos inimigos com a ajuda de seus amigos, rumando para o chefe da arena. O suporte não ficava para trás, e aplicava um feitiço de lentidão no monstro de lama, que não conseguia escapar do raio verde e incomum que saía da arma de Matteo, mirando diretamente em seus olhos. No lugar do choque entre projétil e alvo, um buraco se mostrava, este sendo lentamente recuperado por pequenas fibras visíveis e aparentemente mágicas, como toda aquela experiência no local.

O monstro ficara totalmente indefensável durante o combo, porém, ainda possuía uma carta na manga. Assim que Myriam chegava perto dele, o mesmo utilizava aquele movimento característico para os dois acertados por ele: a onda de lama. O rapaz nas costas da tank, porém, já estava esperto com essa possibilidade. Utilizando novamente seu raio verde, dessa vez expressivamente mais poderoso, ele utilizava sua arma como um "quebra ondas" para inutilizar totalmente o ataque. Essa reação inesperada deixava os monstros mais agressivos, pela distância perigosa entre o seu mestre e os invasores inimigos. Nesse quesito, brilhava Shinra e seu rifle nas bordas da arena, cuidando de si mesmo e destruindo qualquer cipó ou raiz que pudesse estorvar a vida de seus colegas.

O ataque de Matteu se mostrava muito mais do que eficaz, perfurando em cheio o próprio corpo incolor daquela besta. Um grunhido de dor era ouvido e ressoava pela floresta escura até desaparecer depois de um tempo. O grupo, porém, não dava descanso para o monstro. Myriam, utilizando sua poderosa arma munida da experiência que obteve em suas aventuras, desferia um golpe esmagador e letal contra o adversário, que desaparecia naquele rio de água podre, derrotado, deixando para trás aquele cajado magnífico. A visão dos três, nesse exato momento, esbranquecia como se houvessem sido cegados. Em súbito, eles estavam de volta em suas aventuras, como se tudo fosse um grande, e estranho, sonho.

off:
Opa galera, primeiramente parabéns por completar o evento, foi uma experiência muito boa para mim e espero que tenha sido bom para vocês também. Eu sei que o final pode ter sido "rushado", e eu concordo com isso e acho que deveria se estender mais, porém, nós chegamos a conclusão de que o evento, que era pra ser algo divertido e descontraído, se tornou arrastado e inesperadamente grande. Diante desses fatos, foi decidido que isso seria terminado logo. Enfim, espero que vocês gostaram da jornada até aqui, e peço que esperem mais um pouco, pois em breve os prêmios serão anunciados. Bom jogo para vocês!