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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 6 Seg Maio 31, 2021 12:15 pm

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Malka
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Myriam Leuchten
evento 1

Terra dos Sonhos
POST 01




Abriria os olhos timidamente, só para acordar naquela terra fria e inóspita de metal sólido. Juntaria minhas mãos com os dedos gelados, notando a os sinais de fumaça da minha respiração marcar o ar por cima delas quando assoprasse para esquenta-las — Eu não gosto desse lugar... — pensaria em voz alta seguindo para a porta que fazia me sentir melhor, a primeira, aquela a qual emanava o calor que tanto me agradava, o que sempre sinto que me falta mesmo longe desta terra isolada. Faço tal escolha sem dar ouvidos diretamente à voz, apenas por sentir a necessidade de buscar um lugar reconfortante.

Já a frente da porta, notaria tardiamente que não estava sozinha. De algum modo, perdida em pensamentos, foi fácil ignorar a presença de mais duas pessoas, dois desconhecidos que compartilhavam o chão frio. Minha expressão de olhos grandes e vacilantes esboça preocupação, mas minha voz e a firmeza de minha mão contra a porta contrapõe está forma indecisa — Entrem, se ficarmos aqui não vamos durar muito tempo.

Abriria a primeira porta com pulso firme, encarando de soslaio minha espada longa de pouco menos de dois metros que deveria estar pendurada em minhas costas antes de entrar no ambiente e o observar melhor. Estar com ela me lembraria de ativar os sentidos, como se finalmente estivesse despertando da minha twilight zone pessoal: era um lugar desconhecido, provavelmente perigoso, e agora que eu estava com estes estranhos aparentemente tão perdidos quanto estou tinha se tornado meu dever momentâneo os proteger como se fossem a mim mesma. No caminho até a porta e mesmo depois de entrarmos, me manteria na frente dos dois a todo custo. Caso algo aparentemente nocivo venha a minha direção ou de meus companheiros, tento bloquear com a espada e em seguida com meu braço mais próximo, coberto em ferro, caso não alcance com a lâmina bruta. Se necessário, me jogaria na frente de um deles de dorso completamente coberto com meu poder, juntando meus braços em cruz na frente para aparar e impedir, ou reduzir, o dano que viria.


••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:
Ficha:

Proficiências: Arquitetura | Escultura | Carpintaria | Marcenaria | Escudista
Qualidades: Ambidestro | Atraente | Destemido | Saúde de Ferro | Hipoalgia | Prodígio
Defeitos: Doença Degenerativa | Extravagante | Infame | Altruísta | Ambição

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Extras: -

Atributos:

Classe: Tanque
Agilidade: 13
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••:

FALA | PENSAMENTO



Quantidade aleatória (1,3) : 2

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 6 Tenor
Ravenborn
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Here Comes the Sun



Antes mesmo de abrir os olhos, eu senti aquele frio desconfortável que não sentia há anos, desde que tinha deixado de morar nas ruas de Sirarossa. Olhando ao redor, eu só conseguia ver uma sala escura, onde eu parecia ter sido jogado junto de outras duas pessoas - e por mais que tentasse me lembrar de como tinha ido parar ali, a única resposta que tinha era uma forte dor de cabeça. Mas a pior parte com certeza era a sensação de que...tinha alguma coisa errada ali. Como se algo ou alguém estivesse de olho, uma sensação de que continuar ali era a pior decisão que eu podia tomar. - Mas que merda de lugar é esse...? - eu me levantei.

Foi aí que apesar de parecer que estávamos dentro de uma caixa enorme de metal, tinham 3 portas logo mais à frente. Uma parecia levar diretamente pra algum tipo de freezer mortal, e outra parecia levar a algum tipo de água corrente...talvez um rio? Mas a que mais chamava a atenção era a de número I, que emitia um calor confortável e muito bem vindo levando em conta aquele frio devastador. Uma voz assustadora ecoou na minha mente nesse instante, fazendo com que eu me arrepiasse até o último fio de cabelo.

A garota de cabelos rosas foi a primeira a se mexer, indo direto até a porta mais quente. Eu não faria muito diferente, andando logo atrás dela. - Nem me fale. Eu já passei muitas noites no frio, mas isso é ainda pior do que sair da água gelada quando tá ventando. Ah, podem me chamar de Matt, por sinal. - eu sorri, me apresentando na esperança de quebrar um pouquinho o gelo. A garota parecia determinada a ir na frente, e por isso, eu não a impediria - em vez disso, tiraria a pistola do coldre, deixando-a pronta e em mãos por via das dúvidas. Aquela situação não era normal, tinha algo sinistro no ar e não dava pra saber o que viria pela frente...então era melhor estar pronto pra atirar se fosse necessário.

Mas honestamente, eu só esperava que estivesse errado, e que nós três pudéssemos dar o fora daquele lugar o mais rápido possível - antes que acontecesse alguma coisa.


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Shinra Kishitani
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1° Delírio

O frio invadia meu corpo enquanto a dissonância cognitiva parecia se acomodar na medida que eu tomava noções do ambiente em que estava. "Porra Luc, já falei pra você parar com esse papo de cogumelo alucinógeno. Fica só no cigarrinho" alertava Shiva ao notar que eu não aparecia estar nas mais sãs condições. De fato não sabia onde eu estava, e observar a ausência do meu caderno de comunicação me causava certo desespero, já que ele era a principal forma de interagir com qualquer um que não falasse linguagem de sinais.

Junto comigo haviam mais duas pessoas. Uma delas era uma garota de cabelo rosa, e o outro era um rapaz de cabelos loiros. Os dois me pareciam estar tão confusos quanto eu, e após alguns instantes não me era difícil notar que eles conseguiam falar. Ao observar tal fato, eu apontaria para minha garganta e então faria um sinal que "não". Normalmente esse gesto era o suficiente para demonstrar que eu era mudo. Após devidas interações feitas, eu buscaria alguma arma em meu corpo ou nas proximidades, certamente na esperança de que tivesse um rifle ou algo do tipo comigo, mas me conformando com qualquer tipo de armamento que fosse.

Devidamente equipado, seguiria os passos da moça de cabelo rosa e a seguiria para dentro da porta que parecia emanar certo calor. Com arma em mãos, e a apontando para o chão, tentaria adentrar por último, deixando que os dois fossem na frente. "Ser o último a deixar esse inferno congelante deve compensar em algo, nem que seja em critério de segurança" notava Brahma ao comentar minha decisão. Seguindo também parte do pseudo-conselho da voz, seria cuidadoso ao passar pela porta. Tentaria observar onde eu estava pisando e observaria o ambiente que adentrava, tentando capturar visualmente e sonoramente o maior número possível de informações.



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Nome do Player: Shinra Kishitani
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Nº dos Posts até limite de Dependência: 1/10
Ferimentos: N/A
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Legenda:
"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

Como se houvessem sido magicamente teletransportados, três completos estranhos se encontravam por uma jogada do destino. O local em que estavam não podia ser pior para a dita reunião. Aparentava ser uma caixa de metal pequena, um total pesadelo para um claustrofóbico. Misteriosamente, três portas com numerações estavam em suas frentes, e cada uma parecia transmitir uma sensação completamente diferente da sentida naquele cômodo. Ali era frio, até mesmo sendo possível ver o fumo da sua respiração condensando no ar gélido.

Apesar disso, uma garota de cabelos rosas tomava a iniciativa da exploração. Ela não pestanejava nem um pouco ao escolher a porta que marca o número I (um). Essa porta passava um aconchego e um calor que beirava o prazer para aqueles que estavam nessa sala congelante. Não tardava muito para os outros dois membros do trio recuperarem total consciência. Todos ali pareciam não lembrar do que havia acontecido para chegarem naquele lugar, muito menos onde era aquilo. Shinra até mesmo culpava uma de suas personalidades, mas não parecia ajudar muito. Naquele momento, todos se apresentavam e se preparavam para o que quer que viesse de trás daquela porta. Eles compartilhavam uma vontade: sair de lá o mais rápido possível.

Com os pulsos firmes, a garota então começava a abrir a porta. Ela olhava para sua espada que se encontrava em suas costas e se sentia mais atenta, como se seus sentidos houvessem sido aprimorados. Kishitani verificava seu corpo para ver se encontrava um armamento qualquer. Para sua graça, ele encontrava uma arma de fogo, sendo mais específico, um rifle. Ele se armava antes de adentrar a porta, que agora estava praticamente aberta. Aquele que se apresentou como Matt não ficava para trás e pegava uma pistola de seu coldre, a deixando preparada para caso as coisas viessem a dar errado.

Imediatamente após aquela misteriosa entrada ser completamente aberta, uma água fedorenta invadia aquela sala, molhando seus sapatos inicialmente, e de forma rápida chegando às suas canelas. O odor daquele líquido parecia ser a pior parte da experiência inteira, por se tratar de algo descrito como azedo e estranho. Olhando para o interior da porta, várias árvores juntavam suas copas tampando, parcialmente, a luz do Astro Rei. O chão, por outro lado, era completamente lamacento e inundado, possuindo uma profundidade que variava de local para local. Os sons daquele lugar pareciam ser completamente estranhos, também, já que poderiam se assemelhar ao estômago de uma criatura em processo de digestão. Mesmo que esses estímulos sonoros não fossem frequentes, eles passavam essa sensação. Para piorar tudo, criaturas estranhas e não identificáveis passavam rapidamente de um lado para o outro, sendo possível apenas ver suas respectivas sombras.

Ao caminhar mais para o interior daquela região inóspita, a porta da sala anterior se fechava e desaparecia em um piscar de olhos. Nesse exato momento, a mesma voz de antes voltava para suas cabeças. - Achem, o grande poder da floresta, é ele que todos buscam, por eles que todos lutam, e sem ele todos ficam onde estão, em círculos sem parar, até caírem no chão. - dizia a voz misteriosa, enquanto repentinamente a imagem de um cajado entrava em suas cabeças. Ele se tratava de um pedaço de madeira, que parecia vir direto da natureza. Em seu topo, alguns ramos se enrolavam em uma espécie de pedra clara, formando uma espécia de cetro.

Sem deixar que eles pensassem por muito tempo, cipós que estavam pendurados por todo o local pareciam ganhar vida e atacavam os visitantes. Eles se moviam pelas águas e pelo ar, enquanto suspensos, até chegarem no trio. Myriam, que havia aberto aquela porta sem hesitar por momento algum, novamente mostrava sinais de sua bravura ao defender a vida de seus colegas. Com sua espada, ela parava a investida de uma das plantas, que recuava um pouco com o impacto.

O objetivo deles estava claro em suas mentes, assim como o fato de que aquele ambiente era completamente hostil. Cabe apenas aos companheiros determinar como essa jornada se desenrolaria.



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Apesar de me encontrar numa sala assustadoramente fria com dois estranhos, pelo menos parecia que eles estavam tão perdidos quanto eu, o que significava que estávamos do mesmo lado, eu acho. A garota de cabelos rosas era bonita e corajosa, enquanto que o outro homem, silencioso, fez um sinal que dava a entender que ele não conseguia falar. Era algo curioso - o tipo de coisa que a gente sabe que existe, mas não vê por aí todo dia. - Você não pode falar então. Mas consegue ouvir, né? - perguntei, apontando pra uma de minhas orelhas com um olhar de pura e genuína curiosidade. Nessa hora, a garota abriu a porta que nós imaginávamos dar pra uma sala que com sorte seria mais quente...e de repente tava tudo molhado.

- Ah, fala sério! - eu tentei erguer os pés pra evitar a enxurrada de água fedorenta que inundou a sala onde estávamos, mas era muita, e em pouco tempo já alcançava as canelas. Levei uma mão até o nariz e o tampei fazendo careta, já que aquele cheiro conseguia ser ainda mais nojento que qualquer outro que eu me lembrasse - a montanha-russa de sensações ruins estava a toda hoje, pelo visto. Nós avançamos pela passagem, entrando em outro lugar que não fazia o menor sentido, e eu estava cada vez mais convencido de que aquilo era tudo um sonho ruim. E pra piorar? Tinha alguma coisa conosco ali, dessa vez.

Com mais uma mensagem misteriosa e a imagem de uma espécie de cajado aparecendo em minha mente, eu nem tive tempo de reagir ao ataque do que parecia ser um cipó-vivo, mas a menina da espada foi rápida e nos defendeu. Sem tempo pra perder, eu me apressaria em dar apoio a ela. - Vocês também ouviram aquela voz!? Vamos dar um jeito nessas coisas logo e procurar aquele troço, mas cuidado onde pisam! - usando uma energia estranha que eu não sabia dizer de onde vinha, mas controlava como se já a usasse há anos, eu cobriria minha pistola numa aura verde e a dispararia como se fosse um laser, mirando nos cipós e mantendo a distância. - Você é bem parruda, não se importa de me cobrir, né? - sorriria pra garota.

A estratégia era simples: me manter seguro atrás da espadachim e atirar nos cipós antes que tivessem a chance de se aproximar, me abaixando ou esquivando se necessário. Mas eu também tomaria cuidado pra não esquecer daqueles vultos que tinha visto mais cedo, e ficaria de olho em lugares como as copas das árvores ou até mesmo a água lamacenta que nos cercava, já que não dava pra saber de onde eles podiam sair. Também não sabia onde diabos estava o tal do cajado, mas seguir aquela trilha provavelmente era o único jeito de encontrá-lo - e pra isso, a gente ia ter de dar cabo de tudo que estivesse afim de nos matar no caminho.


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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 6

A jornada daquele trio improvável começava, e ela não poderia ser pior. De começo, uma água fedida cobria seus pés até chegar em suas canelas, e uma visão de um inferno natural se desdobrava como se fosse normal. Vultos assustavam aqueles que estavam não tão atentos, escuridão enganava os sentidos dos amedrontados e a natureza, que mostrava ter vida própria, atacava cada um daqueles aventureiros.

Como se estivessem paralisados com todos os acontecimentos, Myriam e Shinra perdiam seus sensos e habilidades motoras logo após terem suas primeiras impressões sobre aquele lugar. O homem de madeixas douradas ainda mantinha sua sanidade, mas jamais poderia segurar sozinho o enxame de inimigos que, apesar de fracos, os sobrepujava em números. Suas ações eram rápidas, e ele tentava proteger seus colegas que não se moviam sequer um centímetro. Usando aquele poder estranho - mas familiar - ele cobria seu armamento em uma aura verde que causava dano aos numerosos inimigos.

Sua barricada, porém, não era o suficiente, e logo diversas raízes, chicotes e elementos da natureza se juntavam em um ataque em conjunto. Com sua pistola, Matteo conseguia eliminar alguns deles, mas não era o suficiente. Sem demorar muito, algumas raízes prendiam os pés de Shinra e da espadachim, enquanto cipós que pareciam flutuar pela paisagem os batia incessantemente em diversas partes do corpo. Seus rostos ficaram cheios de escoriações e hematomas. Seus tórax possuíam alguns pequenos cortes, mas nada que fosse fatal, e a raiz que prendia seus pés se afrouxava, mostrando um grande hematoma nas canelas de cada um.

O combatente que ainda se movia, Martini, conseguia derrotar uma parte daqueles inimigos verdes, porém logo eles juntariam para mais uma horda. Durante a última incursão, ele derrotara os que conseguiu, porém, o número se mostrava exponencialmente superior a sua força, fato que acabava por lhe render alguns machucados e pequenos ferimentos espalhados pelo seu corpo. Nada os impediria de encontrar aquele cajado e finalmente voltarem para suas vidas normais, porém, a realidade se mostrara menos simples que só sobreviver. O caminho seria tortuoso e ardiloso, mas cabia apenas aos colegas de mundos distintos executar essa tarefa perigosa.

Off:
Infelizmente, dois jogadores não postaram e fui obrigado a pulá-los. Como foi a primeira vez, apenas algumas punições narrativas foram dadas, porém, na próxima falta de 72 horas, estes sofrerão desclassificação do evento e possível banimento do próximo.



Ravenborn
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Here Comes the Sun



E quando eu achava que as coisas não podiam ficar piores, o ataque dos cipós assassinos pareceu ter deixado aqueles outros dois completamente em choque - ou talvez a culpa fosse daquela voz assustadora ressoando em nossas cabeças, e nesse caso eu não os julgava muito, já que ela me dava vontade de fechar os olhos e só torcer pra que aquilo tudo fosse um sonho ruim. Ainda assim, se ficassem parados daquele jeito, eu não tinha lá muita certeza se a gente ia conseguir sair vivo pra contar a história. - Ei, qual é, vocês vão ficar aí parados igual saco de pancada!? - já estava ficando difícil de evitar todos aqueles cipós sozinho, e aos poucos os números deles iam me sobrepujando. Se eles não se mexessem logo...

De qualquer forma, eu não podia simplesmente deixá-los ali pra morrer - e não era nem por algum tipo de senso de heroísmo ou alguma besteira desse tipo. Eu só sabia que não ia durar muito se seguisse sozinho, visto o quanto isso não tinha funcionado até agora. Com mais disparos, eu cuidaria de ajudar aqueles dois a se manterem seguros, especialmente agora que estavam machucados, mas ainda priorizaria a minha própria pele - não ia adiantar de muita coisa se eles só continuassem ali parados, afinal. Dito isso, só continuar atirando naquelas coisas não parecia estar funcionando. Não dava pra saber quantas hordas daquelas ainda viriam ou se os ataques sequer teriam fim, então era hora de começar a pensar naquilo de um jeito um pouquinho diferente. Se aqueles cipós fossem infinitos, o que eu podia fazer?

- A gente tem que lutar com eles enquanto avança! - eu gritaria pros outros dois sem parar de atirar, torcendo pra não estar errado - Se a gente ficar aqui, eles só vão continuar atacando e atacando até cada um de nós virar adubo. Precisamos dar um jeito de achar aquela droga de cajado, e ele com certeza não tá por aqui! - eu preferia não ter que tomar a frente se pudesse, já que eu não era exatamente o melhor exemplo de líder, mas tentaria guiar os outros dois pelo caminho tortuoso, fedido e molhado daquela floresta estranha, sem parar de disparar contra as criaturas e plantas que se aproximassem nesse meio tempo. Se elas chegassem perto demais, eu não hesitaria em recorrer a chutes e coronhadas, todos envolvidos na energia verde de antes, mas eu daria preferência a saltar pra longe enquanto atiro, pra evitar contato direto.

Pra onde exatamente a gente tava indo? Eu não fazia ideia, e eu não me importava, desde que fosse pra fora daquela droga de lugar. Com olhos e ouvidos atentos, eu focaria em avançar, me manter vivo e encontrar o item que tinha visto na minha mente mais cedo, custe o que custar.


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Shinra Kishitani
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2° Delírio

Tudo aquilo parecia mais surreal até que meus mais selvagens sonhos ou pesadelos. “Tá mais pra pesadelo, ainda mais quando tudo parece querer tua bunda” Shiva me provocava, me tirando do transe em que eu havia entrado. Na tentativa de me dissociar do estado de pânico, contava com a ajuda das vozes para racionalizar a situação, almejando alcançar ao menos um pouco de calma. “O Cajado, se você achar o cajado, essa situação deve ter um fim. Apenas tente ficar vivo até lá” Vishnu me aconselhou, o que me fornecia mais motivação para sair daquela situação. “E além de tudo, eu não quero ficar nesse lugar com cheiro de merda, então tratemos de arrumar uma saída” Brahma complementava, fazendo sua parte em me inspirar a me livrar daquele ambiente em geral.

A dor me desconcertava, e analisar os ferimentos no meu corpo seria a primeira medida que tomaria. Não podendo contar com muito além de meus olhos, tentaria averiguar a gravidade dos danos e determinar se as feridas me trariam alguma desvantagem em batalha. Ainda assim, me absteria de tentar mexer nelas, já que carecia de qualquer conhecimento médico. “Esses arranhões não devem ser o suficiente pra te deixar com o pé na cova, mas toma cuidado pra essa merda não infeccionar” Shiva notava, me lembrando que seria uma boa ideia me manter longe da água em geral, afinal eu não sabia que tipos de doença haviam naquele lugar com cheiro pútrido.

Tendo analisado minha situação física, averiguaria o ambiente em busca de terreno alto. Usaria meus sentidos a fim de buscar algum ponto de vantagem, fosse para me fornecer melhor ângulo para disparos, ou para que facilitasse a busca ao cajado que havia me sido revelado em visão. Caso encontrasse um local adequado, me dirigiria para tal, gesticulando para que meus companheiros me seguissem. Caso contrário, buscaria apenas avançar adentro do ambiente, buscando andar por trechos de terra firme e tomando extremo cuidado com onde estava pisando, fosse para evitar armadilhas ou para escapar das raízes que haviam lesionado meus tornozelos.

Enquanto tentaria traçar e executar meu plano de reposicionamento, me atentaria a ataques que fossem dirigidos a mim ou aos meus companheiros. Buscaria executar disparos contra os inimigos em geral, mirando preferencialmente em pontos que parecessem vulneráveis ou de fácil acerto. Me daria o trabalho de me concentrar e mirar com cuidado caso os alvos estivessem distantes de mim, enquanto inimigos próximos seriam recebidos com tiros mais rápidos do que cuidadosos. Não economizaria coronhadas, pontapés ou disparos a queima-roupa, apenas tomando cuidado para não ferir nenhum dos meus companheiros. Ainda assim, tomaria cuidado com os ataques que me tivessem como alvo, priorizando o bloqueio ao invés da esquiva, já que minha mobilidade estava comprometida. Utilizaria o rifle para aparar golpes, tentando sempre encaixar contra-ataques quando possível. Seja como fosse, tentaria continuar avançando com cuidado, e recarregando quando necessário.



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Nome do Player: Shinra Kishitani
Nº de Posts: 2
Nº dos Posts até limite de Dependência: 2/10
Ferimentos: Escoriações e Ferimentos no Rosto; Hematomas no Tornozelo; Cortes do Tórax.
Classe: Suporte
Agilidade: 210
Qualidades: Senso de Direção, Memória Fotográfica, Audição Aguçada, Prodígio, Visão aguçada.
Defeitos: Inimigo, Atormentado, Dependente (Nicotina), Dívidas, Mudo.

Legenda:
"Pensamento de Luc"
"Pensamento de Shiva"
"Pensamento de Vishnu"
"Pensamento de Brahma"

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Myriam Leuchten
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Terra dos Sonhos
POST 02




A imagem do cajado se forma hipnoticamente dentro de minha cabeça, tirando totalmente meu foco, como um sonho dentro de um sonho. Minha cabeça foge da situação neste momento. Só despertaria quando começo a sentir a queimação dos golpes imparáveis das plantas, o que pode ter demorado consideravelmente mais do que o desejado talvez por minha resistência a dor ser maior do que das outras pessoas.

Veria os dois se ferindo na minha frente, o loirinho magro até tomando a iniciativa com o próprio corpo, e jogaria meu corpo para cobri-los soltando um berro gutural para me animar novamente a tomar todos os inimigos no peito, apesar dos machucados que talvez limitassem um pouco minha corrida. Tentando partir as mudas malignas em várias de uma vez ao usar de golpes de espada horizontais carregados com o giro do meu corpo inteiro para agregar ao momentum. Caso uma delas viesse a mim, por baixo, saltaria para desviar e tentaria finalizar com um golpe vindo de cima usando minhas pernas cobertas de aço para esmagá-las, enquanto com qualquer uma que me atacasse de frente bloquearia o golpe as redirecionando com o ferro largo da espada para que saia do caminho. Torceria para meus parceiros cobrirem minhas costas, já que estava com um objetivo único em mente agora de avançar sem permitir que as vinhas nos dominassem no lugar, mas mesmo assim se eu conseguisse ver alguma se aproximando de mim pelas costas a seguraria com o cabo da espada e empurraria para trás, tentando fazer a planta de alvo fácil para os outros — AAAAAAAAAAARRRRRRRHHHH!!! ATRÁS DE MIM!— esbravejaria, ainda em disparada.

"Um cajado de madeira" pensaria profundamente, e compartilharia a mensagem com os outros acreditando que podiam não ter ouvido ela — se acharem um pau estranho com uma pedra enrolada encima, avisem! — e faria este pedido enquanto encaro os galhos das árvores por todo o caminho, vendo se alguma delas se assemelhava ao que seria o cajado. Se não o encontrássemos, aquilo que parecia um sonho certamente não teria um final feliz, e se tem uma coisa que eu odeio é acordar de uma noite mal dormida.


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Ficha:

Proficiências: Arquitetura | Escultura | Carpintaria | Marcenaria | Escudista
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FALA | PENSAMENTO


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