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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 4 Seg Maio 31, 2021 12:15 pm
Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Leona
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SOMNIUM

- Fragor S. Rugiet -



Após chegarmos em um consenso, Kim, que inicialmente parecia ter a intenção de permitir que alguém escrevesse a resolução escolhida, acabou fazendo-a por si só mesmo após eu ter me voluntariado, talvez a ansiedade a tivesse feito agir por impulso, o que não estaria entre as cem coisas mais bizarras que aconteceram desde que acordamos, o esqueleto vivo falante, por sua vez, tomaria seu posto de direito em primeiro lugar. Mika o questionava e Kim parecia esperar por uma abertura para questioná-lo também, atitude que também tomaria, esperando por uma abertura entre suas falas para conversar com o morto-vivo.

— Você deve estar aqui há muito tempo. "De novo", não é? Isso já deve ter acontecido mais vezes, você, como nós, já perambulou por esse caminho, não é? Hmm... — Deitaria e realizaria alguns poucos abdominais enquanto pensava, levantando logo em seguida, provavelmente tremendo pelo contato com o chão frio — Bom, o boi seria quem quer que seja que nos prendeu aqui? Se for o caso, ótimo gosto para apelidos, mas boi ou não, parece que não há maneira de sair daqui sem realizar os caprichos dessa criatura. Por que diabos ele nos fez incomodar seu sono? Se bem que, pelo que conhecemos dele, nos fazer acordar alguém dormindo sem nenhum motivo enquanto lutamos por nossas vidas não me parece impossível. Ser ressuscitado sem músculos e sem um estômago para comer é um golpe baixo até pra ele, sinto muito, mas se pudesse nos ajudar a sair daqui para dar um chute no traseiro desse ser, física e/ou metaforicamente, ficaríamos muito gratos.

Omitiria partes das falas caso as respostas para essas já houvessem sido respondidas, mantendo-me atento aos arredores e ao esqueleto pronto para reagir a qualquer estímulo hostil que pudesse partir de um destes, apesar do segundo parecer ser menos provável, canalizando uma energia que não sabia que possuía, mas que conhecia de alguma forma, pronto para dispará-la caso alguém... ou algo, ameaçasse os membros do grupo.





Histórico - Evento:
Nome: Fragor S. Rugiet
Classe: Duelista
Agilidade: 130

Proficiências Acrobacia, Atletismo, Discurso, Estratégia, Física.
Qualidades: Mutação Aberrante: Cauda Hábil; Prodígio; Prontidão; Mãos Hábeis; Vigor.
Defeitos: Ambição; Compulsivo: Fazer Exercícios Físicos; Guloso; Infame; Extravagante; Preconceito; Atípico; Sensíveis ao Calor; Forma Sulong.





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

O esqueleto despertava sentimentos variados no trio, todos pareciam ter questões a fazer para ele. A sereia parava para pensar em como ele havia voltado à vida, não demorava muito para perceber o sentido daquela frase e o propósito do esqueleto naquele labirinto. Ela era a que tinha mais questões, tomando a dianteira e fazendo algumas perguntas ao morto falante - É um prazer conhecê-la, radiante donzela. - respondia o esqueleto em resposta ao cumprimento de Mika - Podem me chamar de Grim. - ele ponderava sobre o que a serei questionava por alguns segundos - Para ser honesto, achei que era o Boi perdido de novo no labirinto. Mas parece que dessa vez não era ele. KAKAKAKAKA! Aposto que ele deixou o sistema desligado de novo. - ele coçava a sua nuca e se sentava de uma forma mais confortável. - Esse labirinto foi construído para guardar um tesouro no centro dele e eu sou o guardião dele. Estou impressionado por existirem mais pessoas além do Boi aqui.

A resposta dele não era muito direta, mas parecia que ele via o labirinto como uma casa ou lugar recorrente, como se aquela não fosse a primeira vez que despertava do seu "sono". Kim não se restringia e questionava o motivo que havia levado Grim a tirar a própria vida, aproveitando que Mika parecia estar pensando nas próximas perguntas - Sabe, o frio é algo muito ruim. Não faz meu estilo, então me matei para nunca mais sentir frio. Vivo ou morto, o meu trabalho é guardar esse labirinto e ajudar quem se perdeu. Normalmente não sou recebido por gente tão calma. KAKAKA! - ele parecia bem disposto.

Grim virava a cara para o mink macaco, parecia encarar ele fazendo os abdominais e perguntas - Isso não parece ser coisa do Boi. Ele costuma incomodar o meu sono para chegar no centro do labirinto todos os dias. Estou impressionado como vocês ainda não se encontraram com ele. - pela forma que o esqueleto falava, parecia que ele tinha uma boa relação com o dito Boi, como se fossem amigos de longa data ou pelo menos haviam se tornado amigos durante as visitas constantes do bovino. Mika era de fato uma jovem curiosa, fazendo mais e mais perguntas para Grim - Eu não lembro quem criou esse labirinto. Na realidade parece que ele sempre existiu para mim. Já faz tanto tempo que eu acabei esquecendo. - ele fingia coçar o queixo de forma pensativa - Bem, o meu trabalho é ajudar quem precisa de ajuda com o labirinto e não com perguntas estranhas. - ele esticava a mão e fazia um copo surgir, ele parecia conter um conteúdo quente dentro dele, com uma fragância agradável - Aaaa... Esse chá é uma maravilha. Se eu tivesse mais, eu até ofereceria para vocês. - no interior das suas mentes, eles conseguiam escutar aquela voz estranha rir baixinho, um riso bem sádico e tenebroso. Grim bebia o chá e, ao contrário do que se imaginava, o líquido não caia no chão, era como se o esqueleto realmente estivesse bebendo - Bem, precisam de indicações para onde, exatamente? Temos a saída, o nível superior, o inferior, temos a loja de souvenirs e até mesmo um banheiro. - embora parecesse cómico para alguns, Grim parecia bem sério na sua questão.



Ceji
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Desventuras Na Terra dos Sonhos

Aquela situação toda era bizarra, mas felizmente eu já havia entendido que não dava para levar aquele lugar com ótica lógica. Aquele labirinto era louco, e eu teria que ser um pouco louca também para sobreviver tempo o bastante para sair dele. Quando vi o esqueleto, Grim, pela primeira vez, jurava que ele só se movia graças aos poderes de algum fruto do diabo, mas suas palavras realmente davam a entender que ele havia apenas se matado e continuado meio-morto naqueles corredores gelados. Talvez houvessem usado os poderes nele sem ele saber, ou talvez sempre esteve sob efeito e nunca percebeu isso, mas, no final, ter um fruto na equação não importava tanto assim. Eu só precisava sair de lá, e pra isso sabia bem o que tinha que perguntar, mas algumas perguntas de segurança antes não custavam nada, ainda mais porque não sabia se existia a possibilidade dele parar de responder após ver que tínhamos um caminho em mente - Sendo sincera, não sei se as indicações vão adiantar muito. Nós acabamos andando em círculo aqui dentro, e não por falta de noção geográfica. Quem quer que tenha nos trazido parece querer que tracemos uma rota específica; acha que seus direcionamentos dariam certo nessas circunstâncias? - A pergunta era propositalmente complexa, embora pudesse ser respondida com um sim ou não. Eu precisava ver o que ele pensava sobre isso, porque poderia indicar se estava vinculado com nosso raptor ou não, dependendo da forma que respondesse.

Esperando a resposta ou ouvindo-a, me pegaria observando o tal chá, vendo a fumaça gerada pelo choque de temperaturas, e me perguntando o quão quente ele estava. Andar por um labirinto de gelo era torturante, e, mesmo que Mika estivesse usando alguma habilidade para me ajudar a aguentar o frio, certamente não era o bastante para me deixar confortável naquele inferno gelado "Ah, como eu queria ter uma bebida quente também..." Pensava comigo mesma, porque, no final, não era como se eu pudesse beber o "chá" de um cadáver que acabei de conhecer. Podia haver algo ruim ou problemático naquela bebida, e eu também não iria ser cara de pau e pedir um pouco depois dele deixar implícito que não dividiria... Ao menos por hora. Assim, decidia me focar nas perguntas - Curioso você conseguir beber mesmo estando morto, não é? Achei que você não fosse ter língua pra sentir o sabor, e, bom... - Encarava o tórax dele, onde supostamente a bebida deveria cair se percorresse o corpo dele de forma devida. Se ele não tivesse mais nada para falar, e meus companheiros também houvessem perguntado, decidiria ir direto ao ponto - Bom, sobre a direção que perguntou antes. Por mais tentador que um tesouro possa parecer, eu prefiro ir para a saída desse lugar. É imagino que meus companheiros também queriam, não é? - Diria, me virando aos dois para esperar que eles mesmo se pronunciassem.
Mini-Ficha:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Classe: Duelista
Agilidade: 139
Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança
Defeitos: Vaidosa | Traumatizada
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Desventura na Terra dos Sonhos
Grim
Legendas
Falas Pensamentos
Felizmente as perguntas do grupo pareciam ser bem recebidas pelo morto-vivo, que rapidamente se identificava como Grim. A sereia continuava atenta as palavras do esqueleto, não deixando de refletir alguns pontos que lhe pareciam interessantes na conversa, visto que seus colegas também faziam mais perguntas e Grim fazia questão de responde-las até certo ponto. "Essas respostas me trazem mais dúvidas do que solucionam elas..." Mika permanecia quieta ajeitando seu gorro de inverno enquanto ponderava as novas informações, entretanto, ao ouvir aquela risada estranha ressoar em sua mente um arrepio percorreu seu corpo, fazendo essa começar a desconfiar da verdade contada pelo simpático Grim.

Enfim, quando esse perguntava sobre qual direção indicar, Mika continuava em silêncio até ouvir os questionamentos de Kim. Os comentários da esverdeada pareciam um tanto insensíveis na concepção da sereia, porém não era algo que ela poderia desfazer após feito, restando-lhe apenas dizer a sua resposta. — Com toda certeza, senhorita Kim. — Diria se virando para sua companheira, transmitindo mais uma vez aquela proteção reconfortante nas palavras, antes de se virar para o esqueleto mais uma vez. — Mas a título de curiosidade, Grim, você se importaria em nos dizer mais sobre esse tal Boi? Além disso, o que se trata esse tesouro no qual você diz guardar? — Indagaria antes de ficar em silêncio novamente, aguardando pela indicação e respostas que o semi-falecido envolvido em mistérios tinha para oferecer. Suas suspeitas aumentavam e entravam em conflito com seu coração, seria necessárias testa-las a prova para garantir de que não se arrependeria de seus próximos passos.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 305 (244 em terra & 366 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 03/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.

_________________


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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

Kim parecia ser bem direta com o que queria, explicava para Grim que o grupo havia andado em círculos no labirinto como se estivessem sendo forçados a seguir uma rota. Grim dava uma risadinha - O labirinto faz isso com aqueles que estão muito nervosos. Precisam de relaxar. - ele parecia ficar um pouco confuso com a pergunta de Kim relativamente ao chá - Oras... Eu bebo com a alma. O corpo não passa de um limitante humano. É a nossa alma que merece desfrutar os sabores e cores da vida. - ele dava mais um gole no seu chá.

A sereia concordava com a jovem humana, mas antes que Grim pudesse dar as indicações para a saída, Mika fazia mais alguns questionamentos - Ah, o Boi é um mink touro com mas ou menos... 5 metros? Ele tem cara de mau, mas é um amor de pessoa, vocês precisam dar para ele uma chance. - Grim "coçava" o seu peito, pensando na sua próxima resposta - E o tesouro que está aqui escondido é do Boi. Ele tem uma fonte com uma água maravilhosa, a melhor água que alguma vez vocês serão capazes de beber. - Grim terminava de beber o seu chá e arrancava uma das suas mãos, que andava sozinha e se comportava como se fosse um cachorrinho, brincando com Grim - Sigam a minha mão. Ela vai levar vocês para a saída... A menos que queiram ver o tesouro do Boi.



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Desventura na Terra dos Sonhos
Tesouro
Legendas
Falas Pensamentos
A escassez de assuntos pelos quais conversar e a situação anormal que o grupo vivenciava colaboravam e muito para o fraco rendimento provindo da interação com Grim, sendo algo que até mesmo a sereia Mizushima percebia com sua natureza analítica. O esqueleto permanecia envolvido em diversos mistérios curiosos, os quais o mesmo parecia considerar como banalidades e não se importar muito; entretanto, felizmente, Grim também respondia as últimas perguntas de Mika e revelava mais algumas informações que faziam Mika repensar a sua ideia inicial.

Uma fonte d'água? É realmente possível algo assim nesse lugar? — Perguntava de maneira retórica, mostrando-se pensativa com aquilo. — Por mais que desejo também sair desse lugar o quanto antes, caso não seja um incomodo, gostaria de me encontrar com esse tal de Boi e pedir permissão a ele para provar um pouco dessa fonte. — Diria abertamente, com seu timbre vocal expressando serenidade e cortesia nas palavras. "Então os barulhos que ouvi durante o primeiro caminho à direita não foram manipulações do nosso carcereiro, realmente existe uma fonte de água e alguém caminhando por esse labirinto. E pensando melhor... Qual o sentido de nosso carcereiro nos sequestrar, prender nesse labirintando durante alguns minutos e permitir uma saída dessas? Eu tenho um mau pressentimento sobre isso... Por mais que ainda desejo provar dessa água misteriosa." Ela meditava durante esse curto espaço de tempo, aguardando uma resposta de Grim para sua declaração.

No entanto, conhecendo o pouco que já viu de sua colega, Mika já esperava que Kim não fosse reagir tão bem a sua declaração anterior e sabia que deveria argumentar contra a mesma para obter algum resultado. — Vamos, senhorita Kim! Eu realmente gostaria de experimentar dessa água, talvez dê para fazer um bom chá quente com ela, além de que gostaria de comentar algumas coisas com você durante o caminho. — Diria com sua expressão costumeira, enquanto mantinha sua proteção ao frio para a jovem de cabelos emeralda; no entanto, piscaria um dos olhos para sinalizar sua companheira a seguir sua sugestão, rumando então para o caminho escolhido logo após decidido.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 305 (244 em terra & 366 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 04/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.

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Ceji
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Quanto mais conversava com aquele maldito esqueleto, menos eu confiava nele. Não era só o fato de ele ser um morto-vivo ou seu jeito estranho de agir e responder as perguntas, mas também o que ele respondia. "O labirinto faz isso com as pessoas nervosas"!?! Conte outra! Todos nós três havíamos visto aquele relógio inverso, e não havia como ele me convencer que aquilo havia sido uma alucinação coletiva, a não ser que fosse uma gerada intencionalmente por alguém. Desde as vozes até o que víamos, tudo indicava que havia uma forma maior puxando os fios por detrás dos panos, uma força que nos queria ali por algum motivo, e Grim ou sabia sobre isso mas preferia esconder, ou era apenas um ignorance inútil que só estava ali para servir como maldita placa de direcionamento. Se eram assim que as coisas funcionavam ali, então eu jogaria aquele jogo e trataria Grim da forma que eu deveria ter tratado desde o início. No final das contas, eu sequer sabia onde eu estava com a cabeça de jogar papo fora com um cadáver moribundo.

Mesmo que o corpo animado na minha frente fosse quase um desperdício de tempo, felizmente ainda haviam coisas interessantes no que ele falava, e, para boa entendedora, cada palavra vale cinco. Aquela história do boi e do tesouro havia me soado estranha desde o início, especialmente pela presença dele no local e o motivo para isso, mas, quanto mais pensava comparando com minha própria história ali, mais as peças se encaixavam. Do nosso lado, havíamos sido trazidos ali de alguma forma, tendo nossas decisões manipuladas para virmos parar no labirinto de gelo e especificamente no caminho que o titereiro queria. Por outro, o tesouro do Boi havia sido escondido ali no labirinto e o Boi estava rondando atras dele. Considerando que a figura por trás do labirinto havia sido a responsável por trazer o tesouro e a nós até ali, parecia seguro pensar que não conseguia controlar as pessoas ali, apenas o local e o que nós víamos "Depois que acordamos, todo o nosso progresso foi o labirinto tentando nos apontar uma direção, como se ainda assim precisasse que a tomássemos por vontade própria" Pensava, relembrando, mas isso significava apenas que o mesmo se aplicava ao Boi, e a única conclusão que eu conseguia chegar era que o que quer que havia nos trazido ali e manipulado o labirinto, não queria o Boi ali... E nós éramos os capachos.

Eu não gostava de ficar em posição de ter que fazer trabalho pelos outros, e não sabia sequer o que teria que fazer ali para finalmente sermos largadas pelos fios imaginários que haviam manipulado nossos movimentos até agora, mas se haviam uma forma de acabar com aquilo, mesmo que ainda fosse apenas uma possibilidade, valia a pena testar. Existia a chance do labirinto mudar de novo se tentássemos ir a saída direto, e eu certamente não queria parecer uma idiota perdida novamente. Assim, logo que minha colega de pernas de polvo começava a falar, respondia em afirmativa - Se fosse outra situação eu não quereria ir até essa tal água... Mas eu tenho um pressentimento que vamos precisar ir para lá de uma forma ou de outra. Se você quer ir lá de qualquer forma, a decisão fica mais fácil. Só peço para não tirar a proteção que me deu, já está frio o bastante nesse lugar - Dizia, tentando evitar demonstrar o frio que sentia, mas abraçando-me de forma pouco chamativa para tentar aquecer um pouco meus braços. Dito isso, esperaria Grimm fazer a única coisa que sabia, nos dar a direção, para então seguirmos até o maldito tesouro.
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

As duas mulheres ponderavam sobre fazer um pequeno desvio até à dita fonte de água referida por Grim. Ele parecia apenas estar no aguardo da decisão das duas que, embora a garota de cabelos verdes preferisse sair dali o mais rápido possível, respeitava a vontade da sua colega e aceitava ir até à água. A mãozinha de Grim então começou a guiar as duas até à fonte, demorando um total de 15 minutos, mais do que suficiente para que elas pudessem conversar. Durante o caminho, elas percebiam que a mão tomava caminhos inesperados, como atravessar algumas paredes que pareciam sólidas, mas que naquele local específico pareciam ser apenas ilusões.

Quando finalmente chegaram na zona onde estaria a fonte, a mão parecia demonstrar medo, começando a tremer. A fonte desse medo parecia ser a de uma criatura horrenda e feia, mal cheirosa e normalmente conhecida por ser agressiva: um troll de quase 4 metros de altura. Criaturas de histórias de ninar e que nunca foram realmente encontradas no mundo antes, mas parecia que um troll estava bem na frente delas, impedindo que elas chegasse à fonte. Para a sorte da dupla, ele parecia estar adormecido. A água da fonte era cristalina, ela brilhava com a luz do dia como se estivesse convidando as jovens para beber um gole.

Além disso, ela também tinha uma decoração curiosa no seu topo: um chifre. Olhando com mais atenção, poderiam facilmente perceber que aquilo era alguma espécie de alavanca, sendo facilmente alcançado por qualquer uma caso conseguissem evitar o troll ou tirar ele do meio do caminho. Naquele lugar também existiam tesouros e várias mesas, com livros e jogos de tabuleiro, assim como restos de comida e até mesmo um kit de chá feito totalmente de ouro e joias.





off: lamento pela demora, essa ultima semana foi complicada
Ceji
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Desventuras Na Terra dos Sonhos

Enquanto seguíamos aquela estranha mão decepada, eu não conseguia deixar de imaginar onde estaríamos se tivéssemos pedido para ir direto à saída. Pensar demais sempre foi um problema meu, mas eu sabia que, naquelas circunstâncias, o frio me faria pensar na saída de uma forma ou de outra "Será que já estaríamos em um local mais quente? Bom, aquelas outras portas não davam em locais frios assim, e se forem realmente próximos, e não mais uma ilusão daquele lugar, talvez acabássemos indo parar lá" Cogitava, depois de passarmos pela nossa primeira parede falsa. Se eu tivesse passando minhas mãos pelas paredes antes, quando estávamos buscando as palavras talhadas, talvez eu tivesse achado mais paredes falsas, talvez até tivéssemos achado a saída antes, mas mesmo que eu não gostasse de depender de outra pessoa pra me guiar, ao menos agora a mão decepada facilitava o trabalho. Eu precisava lembrar que aquele local não era só uma miragem massiva, mas um enorme labirinto também, e, por mais que me doesse admitir isso, não era um desafio que eu conseguiria superar sozinha.

Foi só quando finalmente chegamos no nosso destino que finalmente me concentrei no que estava à minha frente, preparada para resolvermos aquilo o mais rápido possível para rumarmos para a saída, mas é claro que não seria tão fácil. Sendo pega de surpresa pela enorme e fedida criatura repousando em sono profundo, quase soltei um "o que é isso?!", mas me resguardei. Se a mulher polvo soubesse tanto quanto eu, não saberia me dar uma resposta concreta, e de qualquer forma a aparecia da criatura nos dizia tudo que precisávamos saber - Mika - Sussurrava, chamando a atenção da minha aliada, baixo o bastante para minha voz não alcançar ou incomodar a criatura - Vamos tentar contornar essa coisa, se concentra na água que eu fico de olho nele e te chamo se algo ocorrer - Sugeria, uma vez que eu só confiava em mim mesma para garantir minha própria segurança em uma situação como aquela. Ainda assim, não podia negar que não havia nutrido certo interesse por aquela água, especialmente com o luxuoso kit de chá próximo. Fazia muito tempo que eu não beberia um bom chá, e a bebida de Grim mais cedo havia me deixado com uma certa vontade. Assim, terminava também sussurrando um pedido - Ah, também, já que estamos aqui de qualquer forma... Pode ver se tem todos os materiais pra preparar um chá pra mim com aquilo enquanto eu fico de guarda? Obrigada.

Com isso resolvido, esperaria Mika se esgueirar até a água e se possível ao kit de chá, enquanto eu ia na ponta dos pés por uma distância um pouco maior da criatura, sem nunca tirar os olhos dela, ao menos para garantir que não estaríamos separadas demais caso o monstro acordasse. É claro que atacar enquanto ele dormia seria mais fácil, eu devia conseguir ao menos cega-lo com um ataque supresa com meus lasers, mas se existia a chance de resolvermos tudo ali na surdina, com certeza seria mais rápido; assim, preferia apostar nas nossas habilidades, e esperava não ser decepcionada. Enquanto Mika fazia a parte dela, eu manteria meu olho fixo na criatura, atenta ao mínimo movimento dele, para ter certeza de que ele ainda estava dormindo. Caso eu percebesse a criatura despertando, rapidamente chamaria a atenção de Mika, ainda mantendo o tom baixo - Mika, criatura acordando! - Diria, já puxando meu chicote para me preparar para o combate. Nesse caso, embora a vontade de começar atacando fosse grande, eu precisava avaliar meu adversário primeiro, e ser apressada poderia causar mais problemas.

Recuando lentamente e envolvendo meu chicote com minha energia destrutiva, esperaria a reação inicial da criatura; se sua hostilidade fosse visível e começasse a vir na nossa direção, reagiria brandindo o chicote para tentar acertar suas pernas, evitando ainda usar os lasers, enquanto saltaria para o lado para evitar ser pega na investida. Com o ataque, tentaria manter a atenção da criatura em mim, para que Mika pudesse se concentrar em manter a habilidade dela que parecia me dar melhorias, enquanto eu mesma me prepararia para os ataques, saltando para os lados quando percebesse que ele fosse me alvejar, ou me abaixando caso fosse um ataque alto, antes de me afastar rapidamente para manter uma distância segura. Caso, porém, ele fosse atacar Mika e não a mim, tentaria lançar meu chicote mirando em sua perna, para tentar enrola-lá no momento logo antes de um passo, para que a inércia fizesse sua força estar no mínimo, e, com um puxão meu, conseguisse desequilibra-lo e, ou o derrubar, ou ao menos dar tempo suficiente para Mika escapar de seu ataque e se afastar.
Mini-Ficha:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Classe: Duelista
Agilidade: 139
Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança
Defeitos: Vaidosa | Traumatizada
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Imagem : Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 4 - Página 3 9yL1vFz
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Localização : Em seu coração.


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Certo, faremos o nosso melhor! — Respondia com entusiasmo para a situação, transmintindo por mais uma vez aquela sensação acalaroda com as palavras enquanto seguia a companheira esverdeada logo na sequência. Kim demonstrava compartilhar do mesmo pensamento que a azulada tinha em relação ao tesouro do labirinto, e isso facilitava muito as coisas dali em diante, permitindo que a dupla continuasse sua caminhada com a harmônia em exercício.

Mika achava curioso o esqueleto conseguir a proeza de controlar sua mão a longa distância, mesmo que ressuscitar dos mortos já não fosse uma prática surreal, mas ficava ainda mais perplexa ao descobrir sobre as paredes falsas que existiam no labirinto. "Quanto mais penso estar chegando próximo de uma resposta mais esse lugar demonstra que as possibilidades são infinitas." Pensava consigo mesma, mordiscando o polegar em nervosismo. Seus olhares azuis percorriam a cada novo cenário que lhes era apresentado, buscando encontrar mais alguma pista que pudesse lhe parecer suspeita, visto que os detalhes a sua volta pareciam esconder mais segredos conforme mais investigavam.

Quando chegaram finalmente ao local destinado, as narinas da sirena se acovardavam da mesma forma que a mão esquelética, fazendo a Mizushima levar suas mãos ao nariz devido ao forte e terrível odor. Buscando pela origem do fedor, surpreendia-se ao encontrar um troll de verdade adormecido e tão próximo de ambas, embora seu semblante expressasse apenas uma leve preocupação. — Okay, tome cuidado. — Dizia sussurrando para Kim, antes de responde-la o pedido seguinte. — Posso averiguar sim, mas não garanto que saíra um bom chá daqui. — Uma risadinha meio envergonha acompanharia junto a sua fala. A sereia não tinha experiências culinárias para a preparação de algo como um chá profissional, no entanto, poderia tentar o básico e assim começar por esse tema que desde sempre lhe interessou em aperfeiçoar.

Por fim, seguindo numa velocidade lenta e precisa com sua destreza corporal, a fim de não provocar ruídos que contribuíssem para o despertar do troll, a Mizushima chegaria mais perto da fonte de água cristalina. Sendo tão próxima desse elemento, era esperado que Mika ficasse fascinado com tal nascente, e de fato estava e muito, não resistindo à princípio a colher uma pequena quantia de água em suas duas mãos juntas numa concha e beber um pouco do líquido em sua boca. Depois disso, caso nada demais acontecesse, a sereia-lula usaria três de seus tentáculos para alcançar o kit de chá luxuoso, procurando pelos instrumentos e ingredientes necessários para começar a fazer o chá.

Contudo, enquanto realizaria suas ações, a sirena atenciosa logo perceberia a decoração peculiar por de cima da fonte cristalina e que por natureza parecia mais como uma espécie de alavanca; no entanto, mesmo com o grande comprimento de seus tentáculos, a única forma aparentemente possível de chegar até aquele chifre era retirando o troll do caminho. — Senhorita Kim. — Chamaria, num sussurro. — Parece que tem uma alavanca em forma de chifre no topo da nascente, mas o troll está no caminho dela, o que acha melhor fazermos? — Perguntaria a sua companheira, mesmo que suas decisões fossem geralmente as mais seguidas entre a dupla, Mika parecia já reconhecer o talento nato que a humana tinha para a liderança e apreciava essa qualidade nela.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 305 (244 em terra & 366 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 05/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.

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