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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Ceji
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Desventuras Na Terra dos Sonhos

Conforme andávamos, cada vez mais o branco ininterrupto ia afetando minha cabeça. Aquele lugar não era nem um pouco agradável, e não necessariamente só pelo frio. Um labirinto branco em que não conseguíamos ver mais que poucos metros a nossa frente era o ápice do desconhecido, como se fosse feito de propósito por um sádico para ver suas vítimas se questionando por onde ir sem poder ver os caminhos e andando vagarosamente enquanto lentamente perdia a luta contra as baixas temperaturas. Aquilo muito bem podia ser chamado de inferno, mas eu já havia visto um inferno pior, é não seria um labirinto congelado que iria me fazer desistir. Ao menos, meu grupo estava preparado, o homem-macaco tinha sua pelagem para o proteger do frio, e Mika havia acordado com roupas de frio, que a protegiam mesmo com aquelas pernas de lula. Eu não gostava de necessitar daquela ajuda da mulher lula para para sobreviver naquele frio, fazia eu me sentir um peso, mas infelizmente era inegável que eu era a menos preparada para aquele ambiente hostil, e não ia negar ajuda com risco de morte.

- Ah, deveria imaginar - Dizia, sem paciência, ao ver as pegadas e o caminho familiar ao nosso redor - Se o responsável conseguiu fazer aquilo com as portas, é óbvio que ia mexer com os caminhos também. Ele não quer nos ver tentar escalar, quer nos ver jogar o joguinho dele, como uma maldita criança mimada - Dizia, irritada, olhando pra cima na expectativa do dono da voz me ouvir, antes de me virar aos outros dois - Por mim tudo bem. Já derrotes pessoas nos proptios jogos antes, e agora não vai ser diferente. Pelo tom dele e pela "dica", provavelmente tem um "caminho certo", e não é esse. Sobre o relógio invertido, imagino que seja a forma dele de dizer que estamos invertidos, então provavelmente quer que sigamos pelo caminho da esquerda - Uma parte de mim queria terminar com um "como eu havia sugerido antes", mas eu sabia que discórdia não iria ajudar em nada naquele momento, especialmente porque contar razão com a pessoa que me mantinha aquecida não era a mais inteligente das abordagens. Ainda assim, não podia negar que estar certa era muito bom.

Caso os dois tivessem outras teorias, esperaria para ouvir o que eles tinham a dizer, final, mesmo que pequena, havia a chance de eu ter entendido errado a dica e não estar tão certa. Porém, se nenhum dos dois tivesse uma teoria melhor que a minha, me viraria e voltaria para o caminho da esquerda - Vamos lá. Quanto mais rápido formos, menos chances temos de congelarmos aqui - E tomaria a dianteira para começarmos a andar, desejando que Mika não parasse com aquela ajuda em relação ao frio, Se não não sabia quanto tempo iria durar. Seguiria até ver novamente o esqueleto, dessa vez passando por ele para ir pelo caminho. Ficaria sempre alerta para ataques surpresas ou armadilhas, tentando olhar todo detalhe do meu arresto com muita atenção, preparada para saltar para trás caso algo inesperado aparecesse, mesmo que de relance. Caso um inimigo ou criatura hostil aparecesse, sacaria meu chicote com velocidade, me preparando para o combate.
Mini-Ficha:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Classe: Duelista
Agilidade: 139
Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança
Defeitos: Vaidosa | Traumatizada
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Desventura na Terra dos Sonhos
Invertidos
Legendas
Falas Pensamentos
Mika estreitava os olhos à medida que o trio avançava no caminho escolhido, o qual em poucos segundos parecia intensificar o nevoeiro existente no local, vendo-se prejudicada no sentido ocular quando se esforçava a enxergar em meio as condições climáticas impostas. O trajeto também dificultava ao se estreitar cada vez mais para o grupo, principalmente para alguém tão "comprida" quanto a Mizushima, fazendo com que a sereia agisse de forma meticulosa quanto ao movimento de seus grandes e numerosos tentáculos, tentando evitar que os mesmos espremessem seus companheiros ou ela mesma por engano.

No entanto, de todos as coisas, um novo ressoar de água era o que lhe dava esperanças naquele inferno congelado. - ♪ Water, water, water; and I know you feel it too... ♫ - Cantarolava em murmúrios, um hábito inconsciente da sereia, com sua voz seduzente e timbre magnífico, que talvez também pudesse ressoar entre as paredes daquele labirinto, porém sem importância alguma. Continuavam a trilhar seu caminho em linha reta, entretanto, Mika percebia durante esse tempo uma certa incoerência, pegadas idênticas as que eram deixadas pelo grupo na neve apareciam a frente do percurso, trazendo um cenho de preocupação a bela feição da sirena. "Não é possível... Será mesmo que..."

- Esperem, pessoal. - Pronunciava num sussurrar, buscando atrair com sucesso a atenção de seus companheiros. - Eu sinto muito em lhes informar... Mas parece que nós estamos dando voltas em sentido circular, vejam nossas pegadas. - Explicava com um pesar na voz, não de frustração e sim tristeza, enquanto apontava para os detalhes que os cercavam. A voz inimiga de outrora retornava com gargalhadas, dando para eles em seguida o que parecia mais uma pista da situação na qual estavam.

"Um relógio?" Mika pegaria o novo objeto que caíra dos céus, trazendo-o para próximo do rosto a fim de observa-lo mais de perto. - Está funcionando no sentido anti-horário. - Diria em voz alta para que seus colegas ouvissem a informação enquanto se permitia refletir sobre tal "ajudinha" da misteriosa voz. "Com tudo que nos foi apresentado, minha primeira tese seria de estarmos seguindo o caminho inverso do que realmente deveríamos seguir, não vejo outro motivo para que nosso carcereiro queira nos fazer andar em loop dessa forma."

Em sequência ao pensamento, a sereia escutava a companheira humana dizer suas palavras com braveza. Mika não tinha más intenções com Kimberly, de forma alguma, sua índole bondosa lhe fazia querer ajuda-la o quanto pudesse, então vê-la naquele estado fazia a Mizushima suspirar depressiva após ouvir suas falas. - Eu pensei em algo muito parecido a isso, concordo que devemos refazer os nossos passos e tentar seguir o caminho inicial oposto. - Responderia a esverdeada ainda com um soar tristonho, antes de finalmente recobrar sua compostura natural. - Além desse ressonar maravilhoso de água, não pude deixar de ouvir o que parece ser outra presença por trás dessas paredes, talvez o nosso carcereiro esteja mais próximo do que imaginamos? - Comentaria para seus próximos, direcionando a indagação no final para o homem-macaco com o qual tinha confiança em seu intelecto, e logo depois partiria com a ideia de retroceder o caminho por onde vieram.

Como fez durante todo esse percurso, Mika continuaria a prender sua atenção para os arredores pelos quais passava, desejando manter sua percepção afiada para outros movimentos estranhos que poderiam ser muito bem provindos de seu carcereiro misterioso, embora sentisse que o clima lhe prejudicasse conforme mais tempo se passasse naquele lugar. - Estarei logo atrás de você, senhorita Kim. - Terminaria e realizaria com esta fala, ao mesmo tempo que a estranha sensação de tolerância ao frio de Kimberly Deshayes continuasse a fazer efeito sobre essa última.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 175 (140 em terra & 210 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções. Também considerar Proficiências Canto e Sedução no cantarolar da personagem.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 00/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.
Leona
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@Leona escreveu:



SOMNIUM

- Fragor S. Rugiet -



Após andar por alguns minutos, tudo fazia progressivamente menos sentido, chegamos a escutar água, que parecia estar do outro lado de uma... parede? Era difícil dizer devido a névoa constante, mas talvez houvesse de fato uma porte que levasse ao caminho que acreditávamos estar atrás da porta escolhida. Quem quer que seja nosso captor, ele possuí de fato a capacidade de controlar nossos sentidos ou a realidade, ambas capacidades que combinam com o que é possível deduzir de sua personalidade. Eventualmente, Mika notou que estávamos nos movendo em círculos, talvez mais uma prova do domínio daquele ser sobre esse local e/ou nossa percepção sobre ele, ou talvez o resultado de tentar percorrer um caminho durante uma tempestade de neve. A voz voltou a se pronunciar, fazendo um relógio despencar do céu.

— Olhe, olhe! Parece que fomos enganados novamente! E sim, senhorita Kim, parece ser esse o caso! Desculpe por nos desviar do caminho certo, uuruuuHAHAHAHAHAHAHAHAHAH. — Ria contidamente, para amenizar uma possível irritação que pudesse ter sido criada pela divergência na decisão anterior — Você também tem ótimos olhos, Mika! Mas vamos, vamos, não temos tempo a perder ou membros para deixarmos ser congelados, certo?

Seguiria as duas pelo caminho mantendo um sorriso no rosto, alegre por ter conseguido tirar mais algumas conclusões sobre os acontecimentos recentes. Não há nenhuma prova de que os três realmente eram apenas vítimas naquela situação, um ser com pseudo onipotência e um apreço pela manipulação provavelmente adoraria ver suas presas criando laços em uma situação desesperadora apenas para esfregar em seus rostos que até mesmo eles eram apenas fabricados e planejados para sua tortura. Termos discordado na última escolha era um pequeno indício de que, se fosse o caso, apenas um de nós era "falso", o que faria a situação um pouco menos complicada. É claro, isso é apenas uma das possibilidades que, francamente, são redundantes nesse ponto, qualquer coisa pode acontecer por quaisquer decisões que tomemos ou deixemos de tomar. Como eu gostaria de te enforcar com minha cauda agora.

Caminhava apertando os braços sobre o corpo e sentindo um leve tremor nas pernas, o frio começava a mostrar seu peso, permanecer naquele local pela menor quantidade de tempo possível mostrava-se cada vez mais essencial para nossa sobrevivência. Tomaria o exemplo de Mika, e me manteria atento a quaisquer nuances que pudesse encontrar no caminho gélido que percorríamos, mantendo também meus ouvidos atentos à quaisquer sons que pudessem indicar mais pistas sobre o quebra cabeças, ou a presença de possíveis ameaças.






Histórico - Evento:
Nome: Fragor S. Rugiet
Classe: Duelista
Agilidade: 130

Proficiências Acrobacia, Atletismo, Discurso, Estratégia, Física.
Qualidades: Mutação Aberrante: Cauda Hábil; Prodígio; Prontidão; Mãos Hábeis; Vigor.
Defeitos: Ambição; Compulsivo: Fazer Exercícios Físicos; Guloso; Infame; Extravagante; Preconceito; Atípico; Sensíveis ao Calor; Forma Sulong.





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

No final, parecia que a jovem de cabelos verdes havia feito a interpretação correta sobre qual caminho tomar, no entanto, a mesma não esboçava nenhuma raiva aparente. Claro, a situação não era favorável para ninguém, mas o descontentamento dela parecia ser mais direcionado para aquele que os havia colocado em tal situação e não os seus novos colegas. O objetivo deles era o mesmo, achar a saída daquele lugar, não havia nenhum motivo para suspeitarem uns dos outros, ou havia? Fragor cogitava essa possibilidade por alguns instantes, mas o mesmo parecia não acreditar muito nela.

Analisando as pistas, o grupo decidiu voltar para trás e escolher o caminho do esqueleto. O caminho do retorno era incrivelmente mais rápido, levando um total de 3 minutos para voltarem ao início. O esqueleto de antes, agora parecia um pouco diferente, a faca estava em falta do lugar que anteriormente estava. Não parecia estar em lugar nenhum nas proximidades. Seguindo Kim, o grupo passava por vários caminhos, dessa vez todos bem diferentes uns dos outros e parecia até mesmo que existia uma espécie de escritura em algumas partes das paredes. Eram palavras soltas escritas numa linguagem que eles não conheciam, mas, de algum modo, pareciam compreender. As quais eram: "não", "histórias", "homens", "aceitam", "contam", "mortos", "beber", "amigos".

Seguindo o labirinto sob a liderança de Kim e o olhar atento da sereia, a jovem do cabelo verde não demorou muito para ver que, ao fim do que pareciam ser 10 minutos andando, eles iam de encontro para o esqueleto de antes. Mas não encontravam o esqueleto de frente, nada disso. De alguma forma, eles saiam pelo mesmo lado por onde haviam entrado, pelo menos era o que parecia ser à primeira vista. Era tudo idêntico, até mesmo as roupas do esqueleto. Em vez da faca (ou a falta dela), ele parecia ter nas suas mãos um pergaminho e um pincel.

Parando para analisar o pergaminho, não existia nenhuma mensagem escrita nele, parecia mais que estava codificada. Existiam três linhas: a primeira eram 12 traços horizontais separados exatamente ao meio por uma barra vertical; a segunda eram apenas 3 traços horizontais, porém o pergaminho estava cortado ligeiramente acima dos traços; e por fim, na última linha eram 15 traços horizontais divididos também por um traço vertical, no entanto, existiam 6 na esquerda e 9 na direita. A sereia, sendo aquela que mais estava atenta aos detalhes dos arredores e detalhes, conseguia escutar som de algo sendo arranhado nas paredes gélidas. Também percebia que, no bolso das roupas do esqueleto, existia uma pequena bolsa de tinta, provavelmente usada para escrever. Ela tinha um cheiro muito destinto, um cheiro que parecia lembrar para cada um deles a sua casa ou o lugar que os fazia sentir mais confortáveis.



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Quanto mais caminhava naquele labirinto branco, mais ansiava por uma boa chicara de chocolate quente, e talvez até o sol de uma praia. Eu nunca havia frequentado muitas praias, só via-as de longe quando vagava com a caravana mercante a tantos anos atrás, mas não precisava de experiência para saber que um sol tropical era tudo que precisávamos naquele momento. Por vezes me perguntava se conseguia sair com vida daquele lugar, mas a cada vez que os pensamentos ruins tomavam minha mente, me lembrava que já havia superado situações ainda mais desesperadoras. Naquele lugar congelante, ao menos eu não precisava lutar sozinha, e, embora os dois não parecessem ter a mesma sagacidade que eu, suspeitava que só estava suportando aquele frio graças a ajuda de Mika "É melhor eu agradecer passando pelos desafios o mais rápido possível" Pensava, enquanto guiava os dois por aqueles repetitivos corredores brancos.

As palavras escritas nas paredes logo chamavam minha atenção enquanto vagavamos esperando não estar sem rumo. Só o fato de existirem já me causava certo desconforto, uma vez que só existia dois motivos para estarem ali: ou vítimas anteriores passaram naquele local e as escreverem, ou aquilo era mais um jogo do nosso captor, e nenhuma das opções me agradava. Ainda assim, se havia ocorrido uma vez, era óbvio que ocorreria denovo, e a essa altura podíamos considerar com relativa segurança que não conseguíamos sair do lugar se não completassemos as charadas do maníaco que nos raptou. Estava fazendo questão de memorizar as palavras quando um visão familiar se revelou diante de nós, me fazendo segurar a vontade de soltar um grunhido frustrado. Mais uma vez o cadáver do início estava na nossa frente, mas, olhando melhor, ficava óbvio que esconder minha frustração havia me salvado, porque havia algo diferente.

- Um papel? - Questionava ao nada, pegando a folha e analisando, de uma posição que os outros dois pudessem ver também. Ver aqueles espaços me fazia lembrar das palavras que vimos nas paredes, e tão logo uma ideia de formava em minha mente, começava a contar o suposto número de letras - "Homens mortos não contam histórias"... - Sussurrava no automático, conforme memórias inundaram minha mente. Memórias de homens ruins falando aquelas palavras, memórias de quando eu precisava sorrir e fingir que não via as atrocidades que aconteciam ao meu redor... Por alguns segundos após falar aquelas palavras, minha mente divagava, até alguém tentar chamar minha atenção ou pegar o papel, e logo tentaria retomar minha postura - ...Perdão. Eu, bom, acho que temos que escrever "homens mortos não contam histórias". Eu já ouvi alguns... marujos falando isso, e o numero de letras bate. Alguém se predispõe a escrever? - Diria, e, se ninguém quisesse, eu iria escrever com a tinta que havia ali e o que quer que eu pudesse usar como ferramenta. Caso nada acontecesse mesmo após escrever, olharia para os outros - Alguma outra ideia? Porque essa era minha única.
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Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
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SOMNIUM

- Fragor S. Rugiet -



Após ainda mais caminhada, onde pudemos ver traços do que parecia ser o começo do próximo jogo do nosso captor, tivemos a confirmação ao encontrar um pergaminho com espaços para serem preenchidos, provavelmente com palavras, palavras estas que encontramos durante o caminho. A conclusão parecia ser óbvia, mas o próprio conceito de óbvio vem sido constantemente desafiado durante nossa estadia em seja lá o que esse lugar é. Kim se apressou em pegar o pergaminho e expôs sua linha de raciocínio.

— Olhe, olhe! Eu penso exatamente o mesmo, senhorita Kim, afinal, soa bem melhor que "Amigos Homens Não Contam Histórias" ou "Amigos Mortos Não Contam Histórias", não é mesmo? Vamos, vamos, Mika deve estar cansada de nos proteger desse frio!

Procuraria por algo que pudesse utilizar para escreve e, com a tinta presente no local, escreveria letra por letra, em cada um dos espaços, a frase "Homens Mortos Não Contam Histórias"





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Proficiências Acrobacia, Atletismo, Discurso, Estratégia, Física.
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Desventura na Terra dos Sonhos
Invertidos
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Diferente de quando prosseguiam pelo primeiro caminho escolhido, o retorno para o início era muito mais rápido, fazendo a sereia estreitar os olhos pela diferença escandalosa de tempo. "Mares, estou ficando exausta desse lugar..." Resmungava mentalmente, entretanto, quando seu olhar passava pelo esqueleto um certo detalhe rapidamente chamou a atenção da sereia; ou melhor, a falta dele. "Ohh não..."

Prosseguindo o novo caminho escolhido, durante seu trajeto, Mika também percebia as escrituras estranhas gravadas nas paredes, porém, diferente de Kim, a sirena as encarava com uma interrogação sobre a cabeça - não imaginava qual seria a possível origem das palavras - somente tentava encontrar algum sentindo ao juntar todas em frases que lhe viam e faziam sentido em mente.

Enfim, mais algum tempo se passava e, para a surpresa e infelicidade da sereia, o grupo retornava para o mesmo início com o esqueleto. — Continuamos a dar voltas... — Suspirava desapontada, até visualizar seus companheiros chegarem mais perto do esqueleto e analisarem o pergaminho que esse carregava. Um leve arrepio percorreu a sirena ao ouvir "Homens Mortos Não Contam Histórias" da esverdeada, entretanto, isso não impedia da beldade azulada pegar o pincel - que estranhamente pareciam tê-lo ignorado - e se aproximar de uma bolsa ao lado do defunto, encontrando uma porção de tinta que cheirava de forma peculiar. "Isso me faz desejar ainda mais voltar para o Oceano... Como será que Shachi e Apollo estão sem mim?" Refletia com a saudade batendo em seu peito, mas voltava a realidade ao ouvir o pronunciamento do Homem-Macaco.

Ô, claro, eu não sei exatamente como eu faço isso, mas agrada-me saber que posso ajuda-los de alguma forma. — Esboçava um sorriso gentil, mas sutilmente cansado, para seus acompanhantes, com a jovem Deshayes sentindo-se ainda mais protegida da friagem extrema com as palavras da Mizushima.Tem um pincel e uma bolsa de tintas aqui, usem deles. — Oferecia os materiais para ambos, permitindo que qualquer um deles fizesse o trabalho de escrever a frase no pergaminho.

No entanto, como percebido outrora antes, mais um estranho barulho era captado pelos sentidos de Mika; porém, esse fazia a sereia entrar num estado de maior cautela e receio do que poderia acontecer em seguida. — Com toda licença, alguém mais percebeu o desaparecimento repentino do objeto laminado que estava aqui? — Falaria com preocupação para ambos, obviamente se referindo a ausência da faca. — Eu também ouvi algo semelhante a tal objeto sendo aranhado contra o gelo, estou quase tendo certeza de que existe sim alguém muito próximo de nós. — Terminaria sua fala com a mesma sonoridade de antes, não sabia como reagir àquela situação, restava apenas confiar em seus colegas e torcer para que encontrassem mais alguma pista a seguir.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 175 (140 em terra & 210 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 01/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

O grupo analisava o que tinha sido mostrado até agora e procuravam soluções para a charada que aparecia diante deles, parecia que estavam todos de acordo com a mesma resposta para ser colocada no papel, no entanto parecia que a sereia era a única preocupada com a faca desaparecida e com os barulhos que haviam escutado. No entanto, parecia não ser uma grande preocupação imediata para Kim e Fragor.

A garota de cabelos verdes escrevia as palavras escolhidas no papel com o pincel e tinta que a sereia havia encontrado, de imediato nada parecia acontecer mas, após alguns segundos, a palavra "não" onde havia o corte, começou a desaparecer. - Ahh... - escutavam uma voz cansada, como se estivesse acordado, porém não encontravam a origem dela imediatamente. -  Achei que podia pelo menos tirar um cochilo... - o esqueleto parecia começar a se mover, na realidade parecia que ele era a origem da voz cansada.

O esqueleto parecia confuso, porém não parecia demonstrar nenhuma hostilidade. Estava mais para uma pessoa que havia acabado de acordar de um longo cochilo e que apenas queria voltar para ele. Era difícil para quem ele estava olhando, afinal, ele não tinha olhos, mas Fragor podia sentir que o esqueleto estava olhando fixamente para ele De volta a esse labirinto, né? - suspirava o esqueleto. - O quê que o boi quer de mim agora? - parecia que o esqueleto estava perdido. Ele tentava se levantar mas, assim que viu a sua mão sem carne, entrou em choque - AAAAAAAAAAAAAAAAAAA! CADÊ A MINHA MÃO? - ele parava por uns segundos - Ah é. Eu me matei. KAKAKAKAKAKA!



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Desventura na Terra dos Sonhos
Necromancia
Legendas
Falas Pensamentos
Embora permanecesse angustiada pelos mínimos detalhes, que até então somente ela havia percebido, Mika tentava manter sua fachada pacífica no semblante, mesmo ao receber um curto momento de silêncio como resposta de seus companheiros. "A tinta... Está sumindo?" Sua atenção fixava no pergaminho ao qual Kimberly escrevia, observando que segundos depois uma das palavras desaparecia; porém, coincidentemente, a ausência dessa não retirava e sim acrescentava um novo sentido a frase. "Homens mortos contam histórias?"

De repente, uma quarta voz se manifestou no recinto próximo ao grupo. Incialmente seu tom arrastado dificultava identificar sua origem, mas não demorou muito para que conseguissem visualizar uma cena que poderia espantar os mais impressionáveis. Mika encarava o esqueleto com uma expressão indecifrável, a impassibilidade dessa escondia sua comoção com aquilo e lhe garantia o pensamento racional necessário para interligar os pontos. — Homens mortos contam histórias... — Repetia em voz baixa, de forma que apenas Kim e Fragor conseguiriam ouvir - com a esverdeada podendo sentir sua constituição sendo renovada outra vez - aproximando-se vagarosamente do morto-vivo enquanto ouvia o término de seu monólogo.

Com licença? — Indagava, buscando chamar a atenção do esqueleto para si. — Gostaria de dizer que é um prazer conhece-lo, mas as circunstâncias não colaboram para isso, meu nome é Mika, como se chama senhor? — Pausava aguardando esse responder antes de continuar. — Caso ainda não tenha deduzido, eu e meus amigos estamos perdidos em meio a esse labirinto de gelo e seu estranho despertar é muito curioso e fascinante, poderia compartilhar informações do que tudo isso significa? — Pausava esperando outra resposta, mais uma vez.

Depois disso Mika permitiria que seus colegas conversassem com o peculiar indivíduo, usando desse tempo em silêncio para refletir mais sobre aquele fenômeno. "Parece que fomos nós que causamos a sua ressureição, tenho certeza de que ele estava falecido antes disso - na verdade, ele ainda continua, por mais estranho que seja. Nada parece ser por acaso nesse lugar, então o senhor esqueleto deve possuir alguma informação que possa nos ajudar." Passava mais um tempo ponderando sua tese, meditando as palavras soltas que o morto-vivo dizia indiscriminadamente enquanto visualizava a frase de outrora usada para reanima-lo.

Perdão novamente, eu gostaria de sua atenção. — Anunciava balançando suas madeixas para outro lado, fitando o esqueleto enquanto esfregava ambas as mãos sobre os braços a fim de gerar calor para seu corpo. — Caso não seja indecente da minha parte, admito que estou muito curiosa sobre você, então gostaria de fazer as seguintes perguntas. — Ditou antes de dirigir seu olhar safira para o espaço vazio onde provavelmente estaria os olhos do morto-vivo. — Você sabe ou conhece a pessoa que está por trás desse inferno congelante? Pode nos ajudar com alguma informação? E não menos importante... — Provocava um suspense, antes de permitir que um singelo sorriso aparecesse em seus lábios. — Como você veio parar aqui? Qual é a sua história? — Questionaria em tom suave, voltando ao silêncio assim que o esqueleto lhe respondesse, ao qual prestaria total atenção.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 305 (244 em terra & 366 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 02/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.
Ceji
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Imagem : Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 4 - Página 2 Hwlv4xh
Créditos : 00
Desventuras Na Terra dos Sonhos

Depois de tantas coisas bizarras que haviam ocorrido naquele labirinto de gelo, eu não sabia ao certo se já estava blindada para surpresas ou farta delas. Eu gostava de poder ter noção dos meus próximos passos, me planejar de acordo com o inimigo e o ostaculo, mas isso obviamente era impossível em um local como aquele, sem um mínimo de informação. Nos não sabíamos onde estávamos, como havia nos trazido até ali, e sequer quais eram os poderes do nosso raptor. Ainda pior, desgraçado parecia querer fazer questão constantemente de deixar essa posição bem clara, com eventos tão mirabolantes e confusos que quase faziam parecer que aquilo tudo não passava de um sonho ruim, e que iríamos a qualquer momento despertar em uma cama quentinha. A vida, porém, não era tão bonita, e o que nos deparavamos não era um quarto aconchegante, mas mais uma das artimanhas putridas do titereiro daquele evento: Isso mesmo, um cadaver falante.

"O que?! O cadáver se moveu?!" Resistia ao impulso de me afastar daquela coisa, para não parecer surpresa demais - A bizarrice de vez então é um zumbi? Eu imaginei que só ia piorar cada vez mais, mas não esperava que chegasse nisso tão rápido - Dizia, mantendo meus olhos cerrados encarando o cadáver, preparada para saltar para trás caso ele tentasse me atacar. Aquele lugar já havia me ensinado a esperar por qualquer coisa, e eu não confiaria em um zumbi que até a pouco tempo atrás estava abraçado no frio da morte. Ainda assim, se Mika queria lhe fazer perguntas, não iria a impedir, e, acima de tudo, havia uma pergunta que eu também queria fazer. O papel havia mudado para "homens mortos contam histórias", afinal, então talvez precisássemos agora questionar sobre a história do morto na nossa frente? Primeiro deixaria minha companheira fazer algumas perguntas, mas, se eu percebesse um momento adequado e não houvesse tudo a dívida respondida indiretamente ainda, questionaria - Porque exatamente você se matou?

Fora isso, deixaria Mika tomar a dianteira, já que ela parecia mais confortável naquela situação, e me focaria em prestar atenção nos movimentos do cadáver e nos nosso arredores. A moça-polvo havia comentado sobre a falta da arma no cadáver, e eu definitivamente não queria ser surpreendida se alguém que não conhecíamos houvesse realmente pegado ela. Caso visse alguém ou algo pelas proximidades, chamaria atenção dos outros - Acho que tem algo aqui - Anunciaria, preparada para um possível combate, com a mão posicionada sob o chicote.
Mini-Ficha:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Classe: Duelista
Agilidade: 139
Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança
Defeitos: Vaidosa | Traumatizada