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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 4 Seg Maio 31, 2021 12:15 pm

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Ceji
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Desventuras Na Terra dos Sonhos


Conforme meus sentindo voltavam a ativa, era impossível evitar perceber que eu não estava mais em Stevelty. Embora o local ainda fosse coberto de metal, não havia a mesma atmosfera pesada e fumacenta, nem o ambiente cinza e sujo. Não... Era muito pior. As paredes eram tão próximas que sertia que podia toca-las aos estender a mão, como se a qualquer momento pudessem se estreitar ainda mais e me esmagar, e isso porque sequer estava sozinha. Era horrível, era horrível, era horrível, e ainda tinha que dividir aquela minúscula sala com outras duas pessoas?!? Com a respiração pesada, sequer me importando com a visibilidade do ar que saia de minha boca, várias vezes olhava em volta, me virava, movia a cabeça freneticamente na esperança de ver algo, qualquer coisa, que não fossem outras pessoas e aquelas paredes que me encaravam com desdém e malícia. Não, não, eu me recusava a ficar presa denovo, eu não aguentava retornar a um local como aquele! Como aquelas profundezas do navio dos traficantes de escravos...

Com um toque de desespero nos olhos, dava um passo em direção às portas, a aparente única saida daquela prisão fria, mas o pouco de racionalidade que restava na minha mente me segurava e me impedia de correr até uma das portas e a abrir. Me virando os outros, tremendo um pouco, não pelo frio, mas por estar começando a hiperventilar, antes de dialogar com eles, ou ao menos tentar - P-precisamos sair daqui. Agora - Dizia, sem perder tempo, e voltava a me virar para as portas, na esperança de poder agora sim correr até uma delas. Meus passos ecoavam, ao menos na minha mente, por aquela sala de metal, como se tentassem provar que não havia para onde o som fugir naquele lugar apertado, que cada vez parecia menor e mais sufocante. Ao por a mão na maçaneta da porta do meio, mais uma vez olhava para trás, como que, por estar a um passo da saída daquela sala, finalmente estivesse me lembrando dos bons modos - Meu... Meu nome é K-Kim - Dizia apenas a versão reduzida do meu primeiro nome, como sempre - Não sei onde estamos... Vamos só s-sair daqui, tudo bem...?

Eu estava prestes a girar a maçaneta e abrir a porta "II" quando aquela maldita voz ecoou na minha cabeça, quase como um aviso sobre o que eu estava prestes a fazer "Achar a saída?!?!" Largava a porta rapidamente "Isso significa que tem escolha errada?!?!" Os pensamentos começam a inundar minha mente, mas eu estava em condições de pensar demais. Eu só queria poder sair daquela sala claustrofóbica, mas e se realmente só houvesse uma saída de verdade? O que eu iria fazer se escolhesse errado?! Junto do frio, começaria a sentir um calor doentio graças a hiperventilação, e mais uma vez me virava para os outros - ...Por onde sugerem sairmos...? - Questionava, na esperança de uma resposta mais concreta, algo para tirar minhas dúvidas, algo pra nós tirar logo daquele local. Se os outros concordassem em ir em alguma outra porta, não questionaria, discutir iria apenas nos fazer ficar ali por mais tempo, e logo iria abrir a porta que escolheram. Mas, se mais alguém concordasse em ir na porta "II", a com o som de água e folhas, não demoraria a abrir, confiando na decisão, uma vez que também era a que me atraia pelo nostálgico som de água.
Mini-Ficha:
Nome da Personagem: Kimberly Deshayes
Classe: Duelista
Agilidade: 139
Qualidades: Ambidestria | Atraente | Destemida | Impassível | Voz Melodiosa | Liderança
Defeitos: Vaidosa | Traumatizada
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Desventura na Terra dos Sonhos
Pesadelo?
Legendas
Falas Pensamentos
Encontrando o conforto em suas roupas, que naturalmente eram feitas para os climas de inverno, Mika continuava a dormir sem saber de seu paradeiro atual. O barulho de água corrente ao fundo mais ajudava do que prejudicava o sono da sereia-lula, por motivos mais do que evidentes; entretanto, a falta de espaço e a má posição que seus tentáculos se encontravam foram o suficiente para que a Mizushima estreitasse seu par de olhos safiras, que começavam a examinar os arredores enquanto a mente ainda sonolenta tentava processar a informação.

- O que... é isso? - Indagava esperando receber uma resposta de alguém conhecido, levando suas mãos para o rosto e esfregando seus olhos enquanto fazia. - Apollo... Shachi...? - Sussurrava vagarosamente, percebendo em seguida a presença de outras duas pessoas que certamente não eram seus conhecidos. - Quem são vocês? Onde estamos? - Perguntava um pouco receosa, mas sem demonstrar temor em sua voz, finalmente notando o cenário metálico e claustrofóbico em que o trio se encontrava.

Inicialmente, a total atenção da sirena era atraída para a outra mulher presente. Essa possuía cabelos verdes e beleza também atraente, que nunca seria admitida como superior pela vaidosa Mizushima, porém demonstrava estar muito nervosa pela situação em que estavam, diferente da sereia que permanecia com uma incrível expressão calma em sua face. - Prazer, meu nome é Mizushima Mika, acredito que concordo com você... - Pausava encarando a jovem humana com zelo. - Você está sofrendo, favor, acalme-se e deixe-me ajuda-la como puder. - Ditava de forma tranquila e cordial - tentando amenizar aquele desespero com sua presença e atitudes reconfortantes - enquanto finalmente se levantava com auxílio de seus membros e assumia sua postura padrão.

Fora então que uma voz estranha ecoou em sua mente, as intenções maliciosas eram evidentes em seu tom, Mika arregalava sutilmente os olhos quando compreendia suas falas. "Então é verdade, todos nós estamos presos aqui juntos, e parece que nosso carcereiro está nos dando a chance de escapar... Mas que tipo de lógica doentia é essa?" Ponderava em silêncio, mantendo-se centrada em seu raciocínio momentâneo, antes de voltar seu olhar para a humana que parecia mais afetada depois do aviso. Somente agora percebia a existência de três portas numeradas a sua frente, cada uma com sua peculiaridade afetando os sentidos da Mizushima, mas apenas uma agradava a sereia em todos os aspectos.

- Primeiramente, eu peço que se acalme senhorita Kim, não vamos conseguir chegar a lugar nenhum com você nesse estado. - Comentava de forma ríspida, porém, mantendo sua tonalidade calma e inofensiva nas palavras. - Mas respondendo sua pergunta eu voto em seguirmos pela porta de número dois, parece-me a mais confortável em primeira vista. - Pausava outra vez, virando-se para trás fitando o último membro do trio. - E você, quem seria por gentileza? Alguma sugestão sobre qual porta prosseguir? - Terminaria lançando uma indagação ao terceiro, dando sequencia a uma leve escovação em suas madeixas azuladas enquanto curtia o doce som da água por trás da segunda porta.

Ponto-Situação do Personagem:

Nome do Player: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 175 (140 em terra & 210 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 01/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.
Leona
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SOMNIUM

- Fragor S. Rugiet -



Tenho que me desculpar com o dono de seja lá em que bar eu bebi ao ponto de ficar louco o suficiente para acordar ao lado de duas desconhecidas e quatro metros de tentáculos com...uma delas ligada nele? E em uma caixa de metal... com portas? Me sentaria e colocaria o queixo sobre o punho enquanto movia minha cauda incessantemente para os lados, costume que tinha ao raciocinar.

— Presos em uma caixa, um Mink e uma mulher...lula? Alvos comuns de contrabandistas de escravos, mas não transportariam ambos juntos de uma Mink sem pelos, e teriam restringido o suficiente para que não pudéssemos nos mexer. Se o objetivo fosse nos prender, não teriam...

Antes que pudesse concluir a linha de pensamento, a ansiosa e assustada humana levantou e se dirigiu de forma brusca até uma das portas, mas antes que pudesse mover a maçaneta, escutei uma voz em minha cabeça, deduzo que ela também, pois se conteve e decidiu se apresentar, sendo confortada pela mulher lula, que se dirigiu a mim.

— Quem sou eu? Eu sou um macaco! Olhe, olhe — giraria minha cauda em um movimento similar a uma hélice e, logo em seguida, começaria a fazer alguns abdominais, sentindo uma energia estranha fluindo pelo meu corpo, enquanto isso, diria — Bom, nós estamos presos aqui, os três juntos. Quem quer que seja que nos colocou aqui, é forte ou esperto o suficiente para capturar cada um individualmente e trazê-los pra cá sem que ninguém notasse, se o objetivo fosse nos matar, estaríamos mortos. Se quiser nos matar, provavelmente vai conseguir. A única coisa a fazer, é seguir suas instruções. Poderíamos ir um por cada porta, mas isso provavelmente não é o que ele quer, não teria nos deixado juntos se esse fosse o objetivo. A segunda porta é a escolha óbvia, o calor seria especialmente ruim para mim e o frio provavelmente seria ruim para Mika. Uma possível floresta com água corrente seria e melhor opção para ambos e também para a moça que parece ter mais vontade de sair dessa sala do que eu tenho de encontrar um cacho de bananas do outro lado. Só tomem cuidado, eu perco o controle do meu corpo ao enxergar a luz da lua, longa história, se for noite, vamos direto para algum lugar com sombra. Vamos, vamos, abra!

Iria me manter preparado para a abertura da porta, evitando olhar para cima ou para baixo diretamente. Enxergar a lua ou seu reflexo na água seria um grande problema para nós três, procuraria árvores ou folhas para as quais pudesse olhar. Mantendo minha mão posicionada sobre os olhos durante a entrada, atento aos sons de possíveis infortúnios que pudessem vir ao meu encontro enquanto limitava meu campo de visão.





Histórico - Evento:
Nome: Fragor S. Rugiet
Classe: Duelista
Agilidade: 130

Proficiências Acrobacia, Atletismo, Discurso, Estratégia, Física.
Qualidades: Mutação Aberrante: Cauda Hábil; Prodígio; Prontidão; Mãos Hábeis; Vigor.
Defeitos: Ambição; Compulsivo: Fazer Exercícios Físcos; Guloso; Infame; Extravagante; Preconceito; Atípico; Sensíveis ao Calor; Forma Sulong.





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

A situação que o grupo se encontrava era de fato preocupante, especialmente por ninguém ter nenhuma pista concreta sobre o motivo de ali estarem. A sereia já começava a traçar uma personalidade para o responsável pelo cativeiro do trio e prontamente tentava acalmar a jovem humana que começava a ter um pequeno ataque de pânico. Era de fato uma situação complicada, mas o jovem mink macaco parecia aliviar o clima com um pouco do seu bom humor e energia. Assim que decidiram que porta abrir, a humana empurrava a porta e o doce som da água corrente que a sereia estava aproveitando, subitamente se transformou num inferno gelado.

A garota de cabelos verdejantes não tinha se enganado na porta, ela realmente tinha escolhido a porta com os sons que pareciam ser mais amigáveis ao trio mas... Por algum motivo, parecia que alguma coisa estava manipulando os sentidos deles? Seria isso? Ou talvez existisse outra explicação para isso? Mas nada importava, o trio era sugado para um lugar gélido e inóspito, e o que era uma sala fria e gelada se demonstrava ser uma espécie de labirinto. O vento parecia sussurrar algumas palavras, exatamente da mesma forma como as vozes que haviam escutado na sala anterior - O caminho certo nem sempre é o mais fácil...

Ao seu redor, existiam enormes paredes feitas de pedras, o chão coberto de neve, névoa recobre toda a região o que torna ainda mais difícil se locomover pela área, senso possível apenas ver uns 5 ou 10 metros à sua frente. O frio parecia ser ainda maior que na outra sala, era como se tudo indicasse para eles arrumarem um jeito de ir logo embora. Ao olhar ao redor, poderiam ver que existiam caminhos nos 4 sentidos: frente, trás, esquerda e direita; além disso, na passagem da esquerda, existia um esqueleto vestido com um kimono ligeiramente danificado e uma faca enfiada no seu abdómen.



Ceji
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Desventuras Na Terra dos Sonhos


Ao girar a maçaneta em minha mão, meu coração palpitava, dessa vez pela iminência de sair daquela maldita sala claustrofóbica é infernal. Porém, a surpresa que viria com a saída seria impossível de esconder - Mas o ar gelado não vinha da terceira porta?!? - Brandava, agora com mais raiva do que desconforto. Eu tinha certeza que havia aberto a porta sem frio nem calor, a porta do barulho de água, mas então porque...?! Estávamos tendo nossos sentidos enganados? Se esse fosse o caso, significaria que não poderíamos confiar em mais nada que víssemos naquele maldito lugar. Ao menos, porém, não estávamos mais em um local tão claustrofóbico; aquele labirinto era amedrontador de uma forma diferente, era opressivo mas não puxava memórias ruins das profundezas da minha mente, fazendo assim que meu nervosismo rapidamente se esvaísse e desse lugar a minha mente racional costumeira.

- ...Ahem! - Pigarreava para chamar a atenção dos outros dois. Era bom não estar sozinha naquela situação, mas deixar aquela primeira impressão denegrida não era nem de longe o que eu queria - Por favor, esqueçam o que houve naquela sala - Não pedia, exigia, e com bastante seriedade - Eu... Tenho problemas com ambientes claustrofóbicos, mas isso não importa, o que importa é que nenhum de nós sabe como veio parar aqui, e todos queremos sair - Dizia, já movendo o assunto adiante. Eu odiava ter que revelar aquele problema meu, mas infelizmente eles já haviam visto, e não falar só ia prejudicar ainda mais minha imagem - Eu tenho certeza que abri a porta com som de água, a gélida era a porta três, mas, pelo que a voz falou, talvez tenha alguma manipulação de percepção envolvida, e é bom ter isso em mente de agora em diante - Terminava, e, se tivesse sorte, aquela perda de compostura nunca seria mencionada novamente.

Sem querer perder tempo, logo iria analisar as três passagens. Era difícil não conseguir ver nada, e ainda mais difícil ter que aguentar aquele frio. Uma parte de mim sentia inveja da pelagem do tal homem-macaco, devia mante-lo mais aquecido, mas não era como se eu pudesse fazer muito quanto a isso. O esqueleto me causava uma certa repulsa quanto ao caminho da esquerda, mas exatamente por isso não conseguia deixar de pensar naquela voz misteriosa - Bom, temos que decidir pra onde vamos seguir - Mais uma vez chamava os outros, após a observação - Se isso for realmente um labirinto e precisarmos fugir daqui, eu sugeriria seguirmos pela esquerda ou pela direita, e seguirmos a parede escolhida até acharmos algo. Tomar caminhos aleatórios é pedir para nós perdermos, mas seguir uma parede significa contornar a arquitetura caótica - Explicava minha linha de raciocínio, olhando para o caminho da esquerda - O esqueleto é intimidante, mas a voz havia dito que "O caminho certo nem sempre é o mais fácil", então talvez isso seja um indicativo. Ao menos acho difícil que ele tenha morrido por uma armadilha, parece que ou foi emboscado por algo ou se matou. Então imagino que ficaríamos bem se mantermos os olhos abertos - Dava minha opinião, antes de espetar a dos dois. Assim como antes, seguiria a escolha da maioria, mas, se houvesse um impasse, tomaria a dianteira pelo caminho da esquerda, para não perdermos tempo, ficaria sempre atenta aos meus arredores, com a mão em prontidão no chicote, e preparada para, com um salto para trás, tentar desviar de qualquer ataque surpresa ou arrumadilha que aparecesse no caminjo.
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SOMNIUM

- Fragor S. Rugiet -



Com meus mais novos e inesperados companheiros, atravessamos a porta, deixando para trás o local frígido e gélido no qual estávamos para entrar... em um lugar ainda mais frígido e gélido? Meus pelos se arrepiaram e minha cauda se recolheu no instante em que pisamos na pequena tormenta branca.  As coisas fazem cada vez menos sentido, e a voz voltou a se pronunciar, seguida por uma não-tão-contente-com-a-demonstração-de-claustrofobia Kim, que sugeriu a direção pela qual deveríamos seguir.

— Olhe, olhe! Parece que fomos enganados. E talvez estejamos sendo novamente. O caminho mais fácil nem sempre é o certo, foi o que a voz disse, mas saber disso não tornou o único caminho com uma característica distinta indicativa de perigo a candidata mais óbvia do que o caminho "certo" seria? Transformando-a instantaneamente em uma escolha muito mais fácil que apenas seguir por uma das direções aleatórias disponíveis? A voz também tem sido cautelosa com as próprias palavras, "nem sempre" não implica que o caminho mais fácil nunca será o certo. O que significa que usar a lógica aqui provavelmente pode não mudar absolutamente nada e temos que depender do nosso instinto. Eu acho que deveríamos ir por qualquer uma das outras direções não marcadas disponíveis, dou meus votos nas mãos da moça-lula! Ela pode decidir ir para esquerda ou escolher um dos caminhos pelo instinto. Eu apontaria minha cauda para um deles, mas está tão frio...

Esperaria a resposta de Maki e seguiria de acordo com sua escolha. Dessa vez, mantendo mais atenção aos arredores e estando preparado pra desviar de possíveis ataques que foram indicados pelo retrato do destino daquele pobre esqueleto, esquivando-me se necessário. Mantendo também as mãos entre as axilas e o corpo levemente retraído, na tentativa de aquecê-lo, envolvendo minha cauda ao redor do meu quadril.





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Proficiências Acrobacia, Atletismo, Discurso, Estratégia, Física.
Qualidades: Mutação Aberrante: Cauda Hábil; Prodígio; Prontidão; Mãos Hábeis; Vigor.
Defeitos: Ambição; Compulsivo: Fazer Exercícios Físicos; Guloso; Infame; Extravagante; Preconceito; Atípico; Sensíveis ao Calor; Forma Sulong.





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Desventura na Terra dos Sonhos
Inverno
Legendas
Falas Pensamentos
Não pôde deixar de concordar com a palestra inteligente e criar uma simpatia imediata com o homem-macaco, que também se mostrava um rapaz muito bem-humorado e energético, permitindo assim que a outra mulher de cabelos verdejantes abrisse a porta de número dois. "Será mesmo que uma floresta com um belo rio nos aguarda? Mal posso esperar para dissipar esse estresse com um mergulho em água doce." As expectativas estavam bem altas para a sereia Mizushima, seguindo Kim e o homem-macaco para além do outro lado da porta e então... Decepcionando-se com a paisagem que lhe era revelada.

- Pelas águas de Poseidon! Estamos próximos da Zona Glacial? - Exclamava enquanto se encolhia dentro de suas vestes, cruzando seus braços superiores na tentativa de preservar o mísero calor ainda restante, já seus braços inferiores sentiam a queda brusca de temperatura de forma mais amena, visto que sua subespécie marinha (a lula-colossal) era acostumada com ambientes em graus negativos. - Eu tenho certeza de ter visto a senhorita Kim adentrando a porta de numeração correta, então como viemos a cometer esse engano!? - Indagava-se junta ao seus companheiros, até o vento parecer lhe responder com a mesma sonoridade da voz que ecoou dentro de sua cabeça momentos atrás. "Cruzes, isso é jeito de tratar duas mulheres e um cavalheiro?"

Diante ao novo cenário que lhe era apresentado Mika examinava cuidadosamente aquele local gélido e inabitado, aparentando ser uma espécie de labirinto, com enormes paredes rochosas, névoa muita densa e neve cobrindo totalmente o chão onde pisavam. - Parece que entramos numa fria. - Soltava uma piada despretensiosa de repente, somente para ter sua atenção atraída pela esverdeada que logo mostrava sua verdadeira personalidade. - Está tudo bem, senhorita Kim, minha felicidade está sujeita a vê-la melhor assim. - Recitava gentilmente, antes de se calar e começar a ouvir os monólogos seguintes; estranhamente a duelista poderia sentir seu corpo mais resistente ao frio depois daquelas palavras acaloradas.

Tanto a jovem humana quanto o rapaz primata davam ótimos argumentos sobre qual caminho deveriam seguir, entretanto, a palavra final recaía sobre as mãos da Mizushima, como o próprio macaco informava. - Hmmm... Compreendo... - Levava sua destra ao queixo em sinal de reflexão, antes de elaborar finalmente uma resposta. - Se todos estão de acordo, escolhemos o caminho da direita. - Apontava. - Concordo com o pensamento estratégico da senhorita Kim de termos uma referência sólida para nos guiarmos, entretanto, acredito que ainda é cedo demais para deduzirmos o perfil de nosso carcereiro com simples frases e presumir que ele seria capaz de seguir essa linha de raciocínio num começo tão destoante da realidade para conosco. - Explicava seu raciocínio inicial, permitindo que seus colegas o processam nesse curto intervalo de tempo. "Independente de nossa escolha, desde que não fiquemos parados, tenho um bom pressentimento de que ele não vai querer fazer nada extravagante para nos ver morrer logo após recém-despertarmos." Terminava sua reflexão em pensamento, seguindo para o caminho da direita com os dois aliados, mantendo-se atenta ao cenário que lhe aparecia em sua curta visão nublada enquanto prosseguia mantendo seu braços superiores tensionados pela friagem.

Ponto-Situação do Personagem:

Ficha da Personagem: Mika Mizushima
Classe: Suporte
Agilidade: 175 (140 em terra & 210 dentro d'água)

Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, além de Proficiência Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

● Utilizei desse turno de ação para conjurar um Buff de Constituição em @Ceji (Kimberly Deshayes), na tentativa de fazer sua personagem suportar melhor o clima intenso, usando do Carisma e Voz de minha personagem como artifício narrativo para a conjuração do bônus.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 02/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está em terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 4

A jovem humana de cabelos esverdeados parecia estar mais calma e pedia que os seus novos companheiros esquecessem a forma como ela havia agido na outra sala, ambos pareciam razoáveis com o comportamento da garota. Kim e Mika estranhavam o local gelado e inóspito em que se encontravam, afinal haviam escolhido a porta com o som de água corrente, rapidamente percebendo que talvez aquela voz tivesse algum tipo de habilidade de manipular a perceção das pessoas. Para que Kim se sentisse menos tensa, a jovem sereia usou a sua habilidade de suporte para melhorar a constituição da humana, fazendo-a sentir menos frio que o normal.

Um pequeno debate surgia sobre qual caminho deveriam tomar, todos com uma linha de raciocínio bem fundamentado e que, no final, resultava na escolha do caminho da direita. À medida que avançavam por esse caminho, podiam perceber que a névoa começava a aumentar, tornando-se cada vez mais difícil ver o quer que fosse além de 3 metros. A passagem parecia cada vez mais estreita, tornando-se difícil a locomoção pelo local, mas um som peculiar atingia os ouvidos do trio: água e um ressonar. Parecia que do outro lado da parede existia alguma coisa e alguém, mas parecia impossível escalar as paredes. Continuando o caminho, cerca de 10 minutos de caminhada após escutar o som da água, a névoa voltava a diminuir e a passagem a se alargar.

Mika, que estava mais atenta aos arredores, conseguiu perceber que na sua frente, existiam marcas na neve. Marcas que pareciam pegadas ou algo do género, eram bem familiares e, olhando para trás, poderia perceber que eram as marcas deixadas pelo trio. Continuando o caminho em frente, voltariam a ter a passagem novamente estreita e poderiam escutar os mesmos sons de antes. Mesmo apenas andando em linha reta para a frente, o grupo parecia andar em círculos. Olhando para a frente ou para trás, tudo parecia igual. A voz de antes soltava pequenas gargalhadas, parecia que estava observando o trio com prazer, vendo-os perdidos naquele lugar. - Vou dar uma ajudinha... - dizia a voz. Então, do céu, caia um relógio que parecia estar funcionando errado, ele se movia no sentido contrário.