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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 3 Seg Maio 31, 2021 12:14 pm

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo3

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Teo
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Terra dos Sonhos





Teon von Tenebris - Evento #1


---

Quando acordava naquele ambiente estranho e totalmente desconfortável, meu primeiro reflexo era levantar meu corpo do chão gelado o mais rápido possível. — Mas que... — Eu começava a proferir, mas minha mente ainda voltando a consciência e claramente confusa, me impedia de continuar. Quando me dava conta, estava com dois outros sujeitos naquela estranha sala gelada. A primeira coisa que percebia eram as portas com os números de um a três, ou ao menos era o que parecia, pois eles foram desenhados de uma maneira que eu nunca tinha visto antes. Por mais que eu tentasse, eu não conseguia entender como é que tinha parado aqui. Minha ultima memória era de estar em Las Camp, mas não lembrava o que exatamente estava fazendo.

Então, uma estranha voz se projetava na minha cabeça, uma que não me era familiar.“Hm... Isso é algum jogo doentio de alguém? Ou talvez um teste que eu não me lembro de ter me aplicado a fazer...? Isso não é coisa do governo, é...?” Eu pensava intensamente sobre a situação em que estava, e quanto mais fazia isso, mais dúvidas surgiam. Decidia deixar meus pensamentos de lado para observar quem me acompanhava naquela sala.

Um deles, era um homem com uma característica bem familiar: Asas. O outro, era impossível de ser ignorado: Era um homem gigantesco, tendo facilmente quatro vezes a minha altura, até mais. Ao que aparentava, eles estavam na mesma situação que eu.“Ótimo, como se já não bastasse esse lugar esquisito, me colocam aqui junto de uma aberração colossal... Não seria inteligente da minha parte fazer inimizade com nenhum dos dois, então por hora, o melhor a fazer é ser amigável.” Eu concluía, dando tapas em minhas roupas, na tentativa de limpar qualquer sujeira que houvesse nelas, e depois disso, começaria a esfregar minhas mãos, tentando amenizar um pouco o frio que dominava aquele local.

— Saudações, senhores. Meu nome é Teon, herdeiro da família von Tenebris. Gostaria que a situação de nosso encontro fosse um pouco mais... “agradável” ... — Diria a ultima palavra com certa ênfase, olhando ao redor enquanto isso, denotando a estranha situação e local que estávamos — ...Mas já que estamos onde estamos, gostaria que pudéssemos trabalhar juntos pra sair daqui, o que acham? — Daria meu melhor sorriso, para demonstrar simpatia, e então aguardaria a resposta dos dois indivíduos antes de investigar as portas.

Ao caminhar em direção as portas, me dava conta que a espada de meu pai ainda estava na minha cintura, o que era algo bom... E ruim ao mesmo tempo... “Nós... vamos ter que lutar...? Juntos? Um contra o outro? Eu admito que um pouco de sangue derramado aqui seria divertido, mas provavelmente seria arriscado demais, já que nem sei aonde estamos...” Nada tinha sido explicado a nós, e esperava que isso não deixasse os outros dois tão encabulados quanto eu estava.

Além do símbolo marcado nas portas, a diferença entre elas estava na temperatura que era emitida por detrás das entradas. Diferente das outras duas, a porta do meio não parecia emitir nem muito calor, e nem muito frio. “Equilíbrio é a chave” Era minha conclusão. — Senhores, estarei abrindo a porta numero dois, pois temo que as outras duas podem ser problemáticas se suas temperaturas forem tão extremas quanto penso que serão. – Concluía, e calmamente iria até a porta de numero dois, para então abri-la cuidadosamente, observando o que havia em seu interior por alguns segundos, antes de realmente entrar com meus novos companheiros.





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O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 1


Pouco a pouco recobrava a conciência, abrindo os olhos e sentando no chão, qual antes estava deitado. Logo tratei de perceber dois outros homens, bem menores do que eu, o que poderia ser? Respirava fundo e lembrava de quando foi sequestrado e obrigado a lutar com um enorme largato roxo. Percebia que meu corpo estava deveras estranho, meus músculos estavam ainda mais rígidos e quando respirei pude sentir uma leve mudança na textura da minha pele. Tratava logo de ficar de pé, e passava a formular situações para sair daquele lugar, que no mínimo era estranho.

" Será que devemos lutar e um único individuo poderá passar pela porta? "

Essa teoria era quebrada quando percebi uma voz maligna na minha cabeça, que dizia para achar a saída daquele lugar. Olhava bem para os meus agora companheiros, e um prontificava a iniciar as conversações. — Vocês também escutaram essa voz na cabeça? - Agora testaria o que parecia acontecer tão inconsientemente quanto era respirar, segurava a respiração e enrijecia meu braço, que tomava uma coloração e rigidez diferente do que era antes. — Sou Bartolomew, mas podem me chamar de Barto. Irei ser a muralha do nosso grupo, não temam, estou aqui. - Fincava a ponta do meu machado no chão, enquanto esperaria o outro integrante do grupo se apresentar.

— Barto não concorda. - Diria para o recém companheiro, continuando logo em seguida o discurso. — Se essa voz é tão maligna quanto me pareceu, ele vai tentar nos enganar com certeza. Não podemos confiar nas aparências, eu escolheria o frio, novamente. - No entanto a iniciativa do rapaz era rápida e logo foi abrir a segunda porta, caso acontecesse, iria segui-lo enquanto manteria-me atento e na front line do time, tentando sempre marter-me na linha de frente da equipe.




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Classe: Tanque
Habilidade: Os responsáveis por aguentar mais pancada proveniente dos inimigos. Esses possuem a capacidade de transformar seus braços e pernas em ferro, ou se escolherem podem deixar o tronco, mas nesse caso ao endurecer todo o tronco não estendem o poder pras pernas apenas pros braços, para assim poderem se defender mais facilmente, podendo usar o poder de modo ofensivo, porém em principal é algo que enrijece seu corpo. Todo tanker pode desferir socos e chutes como se tivesse o EDC de pugilista e taekwondo.
Arma: Machado Rittha
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See Through Dreams

Não entendia e nem sequer lembrava muito bem de como eu havia chegado naquele local escuro? Um sonho talvez? Era esquisito. Nunca havia estado num lugar como aquele antes, nem mesmo em meus sonhos. Um frio intenso se fazia dentro daquela sala envolta em sombras e o som ambiente que havia, apesar da sala estar cercada por grossas paredes de metal, era o de água corrente. Uma sensação estranha percorria em mim, como se alguém estivesse me observando e instintivamente eu virava para trás, em busca do tal observador, porém não conseguia nenhuma resposta de quem seria. Pelo menos, eu não parecia estar sozinho naquele local, seja lá o que ele seja, mais dois caras estavam lá comigo naquela sala. Um era enorme, praticamente uma montanha de músculos e o outro era um celestial assim como eu, de cabelos loiros e trajes formais.

Além de nós três, haviam também três portas, numeradas em algoritmos romanos e parecia que cada uma emanava um tipo diferente de aura, como se fosse um calor diferente para cada uma, provavelmente a nossa saída. Por fim, uma voz ressonava em minha cabeça, com um tom um tanto quanto sombrio diga-se de passagem, porém, não me assustava nem um pouco. Levava minha mão até minha cintura, percebendo enfim que eu ainda tinha minha aljava cheia de flechas. Meu arco estava em minhas costas como de costume. Espero não ter que usa-los, no entanto. A melhor forma de sair daqui vai ser com a cooperação em grupo. O celestial era o primeiro a se apresentar, seu nome era Teon von Tenebris. Logo depois foi a vez do gigante, que se chamava Bartolomew. Por fim, havia sobrado pra mim. - Me chamo Eric. É um prazer em conhece-los. Parece que daqui em diante a gente terá que seguir a jornada juntos. - eu cruzava os braços, olhando em direção as portas antes de voltar minha a Bartolomew. - Também escutei essa voz. - eu por fim respondia a dúvida do gigante.

Teon tinha a iniciativa em abrir uma das portas, porem Bartolomew discordava da ideia. Realmente poderia ser alguma armadilha para nós todos, mas, o que poderíamos fazer? Em minha concepção, qualquer uma das portas poderia ter armadilhas também. - Bom, é melhor a gente só escolher uma e ir com tudo. No fim, teremos que cooperar de qualquer maneira para poder sair daqui certamente. - apesar de ter minhas armas, não tinha comigo minhas ferramentas médicas, se alguém saísse ferido daquela situação pouco eu poderia fazer. - Enfim, o que importa é mantermos juntos, beleza? A união faz a força nessas horas. - com uma rápida observação eu percebia que todos nós estávamos armados pelo menos. - Seja o que for, o que tem pela frente será perigoso. O cara que falou em nossas cabeças não nos daria armas se não fosse. - terminava meu raciocínio e então começaria a seguir os dois homens pela porta que fosse aberta.

Quantidade aleatória (1,3) : 3



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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 03


O trio acordava perdido, onde estavam? A sala dificultava até mesmo em saber um possível horário, apesar de vestidos, o frio era suficiente para trazer o desconforto com si.

Ficar ali não seria o melhor, quando ouviam em suas cabeças uma voz, que conseguia ser tão fria quanto o ambiente e tão pesada quanto varias toneladas, Teon começava as apresentações, em seguida Bartolomew e Eric se apresentavam.

Cada um com suas diferenças corporais, enquanto Bartolomew era alto e forte, Teon era alto e mais fino, por fim, Eric era o mais baixo, porém tinha um corpo forte e musculoso.

Em um primeiro momento a relação entre eles estava boa e o primeiro a se fazer era sair dali, a possibilidade que surgiu foi passar pela porta de numero 02, o gigante tinha suas dúvidas, acreditava que a melhor opção seria a porta de número 03.

Eric se mantinha fora da decisão, apenas encorajando Barto e deixando a decisão sobre Teon, por fim, ele mudava de ideia e o trio fazendo uma fila indiana, sendo a sequencia Teon, Bartolomew e Eric, adentravam pela porta de número 03.

A porta se abria e logo o vento ajudava a abertura, um vento frio batida no rosto deles, assim como sentiam, essa sala era muito mais fria que a anterior e após atravessarem a porta, ela se fechava sozinha.

As paredes envoltas eram feitas de enormes pedras, o chão cobria seus pés com neve, tal neve que criava uma nevoa, dificultando a visão deles, quando a frente deles, avistavam uma um grande bloco rochoso, um pouco ao lado, então eles podiam ver uma entrada e logo em seguida um caminho para a frente, esquerda e outro para a direita.

Se deparavam com um labirinto! Os corredores do mesmo tinham a mesma nevoa de antes, que cobria até os joelhos de Eric, canelas de Teon e apenas os pés de Barto, apesar da sua altura, não conseguia ver nada por cima, visto que as paredes iam de encontram com o teto da sala.

O frio intensificava conforme eles se mantinham parados, haviam três caminhos possíveis a se seguir e eram um trio, mas afinal, eles iriam se separar e procurar pistas? Ou decidiriam seguir por algum dos três caminhos?

O local era iluminado por tochas e podiam ver que as paredes ásperas, porém coberta de musgo, diferente da sala, não eram blocos lisos de pedra, uma placa sobre a parede continha um grande ponto de interrogação, seguido de uma seta indicando para cada um dos lados e em seguida a voz de antes voltava, - Será aqui onde encontraram o destino de vocês? - Aos poucos a voz ia sumindo.


Antestor
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Born into darkness

Por fim decidíamos que ir na ideia de Bartolomew, indo em direção a porta número 3 e logo adentrando-a, sentindo aquele enorme frio que se tinha na sala. Eu colocava as mãos em meus bolsos, tentando aquece-las um pouco. Assim que passamos pela porta, a mesma se fechou, indicando que teríamos que no manter no caminhos que escolhemos até o fim. - É, só tem como ir pra frente agora. - eu dizia ao ver a porta se fechando em nossas costas. Na nova sala, era possível ver o que o chão estava coberto de neve e tal neve criava uma névoa que dificultava a visão, o que poderia ser um problema caso a gente fosse separado. - Para onde quer que o cara esteja nos mandando, provavelmente ele que que a gente fique junto. - eu explicava, obviamente nos separar não seria nada bom. Assim que chegamos frente a frente ao labirinto, era o momento que deveríamos ponderar sobre como deveríamos agir, não se tinha nem mesmo uma dica indicando alguma característica de cada caminho; teríamos que descobrir na base da experimentação o que cada um possuía.

- Então... estamos num labirinto e isso é um truque da voz misteriosa. Ele está jogando iscas para nos separar; um labirinto nebuloso com três caminhos e nós estamos em três também. - eu olhava para os dois colegas, explicando o meu ponto de vista. - O que eu sugiro fazer é escolher um caminho e darmos alguma investigada nele juntos. - eu me agachava, pegando um pouco de neve em minha mão. - Por causa da neve, a gente poderá refazer os nossos passos até esse ponto, só precisamos seguir as pegadas de volta e tentar outro caminho se for necessário. - me levantei, olhando em direção aos três caminhos em nossa frente. - O que me dizem? Parece ser um bom plano em minha cabeça. - por fim perguntava, buscando saber a opinião de meus companheiros.

Deixaria a decisão para eles e seguiria pelo caminho que foi escolhido junto de Bartolomew e Teon, na retaguarda, observando o máximo que desse ao meu redor em busca de pistas. Pegadas, marcas nas paredes e entre outras coisas, queria saber se alguém antes da gente já teria passado por ali ou coisa do tipo ou se tem algum indicio de ser vivo por lá. Caso não encontrássemos nada de interessante ou ficássemos em algum local por onde não tivesse como prosseguir, por fim eu iria sugerir que voltássemos para o nosso ponto de partida. - Se quiserem voltar, é só seguir a nossas pegadas para o início. - esperaria então alguma resposta de meus companheiros sobre a situação, talvez algum dele já tivesse alguma ideia de como sair daquele local.




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Bartolomew - Post 2


O grupo era amigável, e por coincidência ou não, a minha decisão havia sido a seguida por todos dali, e imediatamente após passar pela porta, não que fosse surpresa: um frio que gelava os dedos do pé, e arrepiava todos os pelos do meu corpo. Quando respirei pude ver o próprio ar quente que ao sair, se condensava e era traduzido em fumaça, pelas gotículas de água na minha boca e o gélido clima local.

Escutei atenciosamente o que meu companheiro havia dito, e imediatamente concordava: - Separar-se agora é suicídio. Por falar nisso, seus corpos também estão estranhos? Eu sinto como se pudesse aguentar a pancada de um trem. E quando respiro, sinto como se uma energia passasse pelo meu corpo e se transformasse em uma carapaça, ou algo do tipo. - Concordava e no mesmo momento enrijeceria meus braços, que tomavam um aspecto completamente diferente, sua cor inclusive se alterava.

- Bom, aonde quer que vamos, iremos juntos! - Poria-me a frente do grupo, e deixava a decisão para o último a se prontificar a falar. Ficaria sempre atento, e enquanto caminhavamos estaria pronto para responder a qualquer ataque, endurecendo meus braços e protegendo meu tórax com eles em formato de X. Ataques meelee seriam inclusive, em tentativa, acarretar no uso dos braços com caráter ofensivo ao tirar os braços daquela posição, empurrando o atacante a frente.

Caso percebesse ataques direcionados aos membros inferiores iria passar o enrijecimento para as pernas e pés, e responderia rivalizando o golpe com um chute da direita para a esquerda, fazendo assim a frontline da equipe.

Caso ataques fossem direcionados aos meus outros companheiros, iria tentar pular na frente dos meus colegas, mantendo o corpo fechado com o tórax e braços bem alocados para eventualmente defender o golpe, seja corpo a corpo, ou a distância. Caso golpes a distância fossem disparados contra mim, iria enrijecer o tórax e braços tentando defender com os braços em formato de X, enquanto mantinha uma boa base para que não fosse lançado, ou separado da minha equipe.


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Terra dos Sonhos





Teon von Tenebris - Evento #2


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Com a argumentação da aberração gigante, era concluído que deveríamos ir pela porta com a marca de três, sua justificativa sendo a possibilidade da sensação térmica ser uma enganação. Tentando não discordar, eu esperava que ele estivesse certo, mas não demorava muito pra descobrir que ele não estava. “Enganação é a cabeça da minh—” eu sentia um calafrio horrível que me fazia recolher um pouco e esquecer o que eu estava pensando. — Dá próxima vez, a gente segue a razão... — Eu dizia, tentando não deixar claro o quão irritado eu estava com a escolha errada de um lugar tão, ou talvez mais gelado que a sala anterior.

Ouvindo o comentário da aberração, eu apenas naquele momento parava pra reparar nisso. Meu corpo de fato parecia diferente, era como se o interior do meu corpo decidisse se manifestar de uma forma ativa, me dando uma espécie de “energia”. Eu me concentrava por um momento e conseguia sentir a energia fluindo em direção a minha mão, e tinha uma ideia. Para testar que conseguia projetar esse energia que sentia pra fora do meu corpo, eu tentava acumular essa energia como uma esfera em minha mão, e então quando sentisse ser o suficiente, movimentaria minha mão de forma a golpear o chão, dessa forma fazendo um “salto impulsionado” com a energia, para em direção a aberração do time, sim, o gigante.

Se a quantidade de energia não fosse o suficiente pra me impulsionar até um dos ombros da criatura diretamente, eu escalaria o restante do caminho, até estar em um de seus ombros. — É... Estando aqui, eu não vejo problema de fazer o que vocês quiserem. — Afinal, se algum inimigo aparecesse, eu seria o ultimo a ser atacado estando tão alto, tendo mais tempo pra reagir.


Aquele local parecia alguma espécie de labirinto, e talvez retroceder os nossos passos não fosse o suficiente pra navegar por essa área, talvez por que alguém limparia nossas pegadas quando não estivéssem os olhando, afinal, não sabíamos se estávamos sozinhos nesse local. Pra que fizéssemos uma navegação mais segura, tentaria atirar essa energia misteriosa com o indicador e o dedo do meio nas paredes, toda vez que mudássemos de direção ou achássemos um caminho sem saída. Se esse fosse o caso, diria: — Voltemos ao outro caminho que não fomos. — Enquanto ainda continuaria marcando cada parede nova do caminho com um tiro de energia.






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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 03

O frio adentrava por entre as roupas deles, o frio era mais que congelante, destruidor, Barto podia sentir seu corpo de outra forma, forte como nunca, como se corresse em suas veias algo que o endurecia.

Com as palavras do gigante, Teon podia reparar nesse detalhe também e após se concentrar um pouco, conseguia dar um alto salto, o problema era, o pé direito era baixo e assim, batia as costas ao teto, nada que o machucasse, apenas a neve presente no teto caia sobre seu terno, deixando-o molhado e aos poucos com mais frio, ainda assim pousava sobre o ombro de Bartolomew.

Decididos de que seguiriam juntos, os três adentravam pela porta do meio, a entrada ainda se mantinha aberta, porém logo a ideia de Eric ia por água abaixo, o vento era forte e as pegadas sumiam rapidamente, entretanto, o outro loiro tinha ideias e testando, conseguia deixar marcas aparentes nas paredes, assim achando um método de locomoção por lá.

Com o caminhar pelo corredor, eles andavam por um bom tempo em linha reta, Eric podia perceber algumas pegadas de animas a frente, que logo iam sumindo com a ventania.

Seguindo pelo meio, eles se deparavam com um profundo penhasco, impossível de se ver o fundo, demonstrando não conter nada lá, entretanto, sobre a beirada do penhasco, Barto podia ver uma corda de dois metros, pegando-a, ele a pendurava sobre o braço.

Com as marcações de Teon, eles voltavam em segurança, a entrada do meio se fechava e agora as portas laterais continha simples escritas acima, a da direita continha ‘ralco’, enquanto a da esquerda, tinha escrito sobre a entrada, ‘edvdare’.

Pela direita, o silencio dominava, era como se após a porta, nada existisse, já pela da direita, podiam ouvir um breve ronco, seguido de uma forte respiração, grossa e pesada, que fazia as paredes tremerem, haviam conseguido uma corda em sua ultima expedição, com o frio corroendo mais, qual das duas eles iriam seguir?


Obs:
Ficou subentendido pelas seguintes falas de Eric e Bartolomew:
- Deixaria a decisão para eles e seguiria pelo caminho que foi escolhido junto de Bartolomew e Teon (Eric)
- Poria-me a frente do grupo, e deixava a decisão para o último a se prontificar a falar (Barto)
Que no fim, Teon teria de escolher o caminho a se seguir, no entanto, não encontrei no Post do Teo o momento em que ele decide qual porta seguir, por isso, assumi um caminho mais 'comum', se atentem mais aos detalhes presentes nos posts de seus colegas para que isso não aconteça novamente, até já!.


Teo
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Terra dos Sonhos





Teon von Tenebris - Evento #3


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Seguíamos por um dos caminhos a nossa disposição e ele dava em um penhasco. Graças as marcações que deixei na parede, conseguíamos voltar pelo caminho que viemos, e assim restava apenas outros dois caminhos para tomar. Analisando um pouco os caminhos, haviam dois lugares que ainda não tínhamos ido, um deles parecia ter uma criatura muito grande roncando, e eu assumia seu tamanho pelo barulho assustador que fazia. “Não... Não mesmo...” Do outro lado, um silêncio total, pra mim era a escolha mais correta. – Como disse anteriormente, é melhor seguirmos a lógica dessa vez. Vamos pela porta que não tem nenhum barulho... A que está escrito “ralco”, ou seja lá qual for a pronuncia disso. — Diria, apontando para a direita, me perguntando se isso era alguma língua estranha ou algum tipo de código.

Após apontar a direção, esperaria que o gigante que me carregava fosse indo pelo mesmo. Assim como no caminho anterior, marcaria o caminho se fosse muito extenso e houvesse a possibilidade de nos perdermos, atirando com a minha energia pelas paredes, deixando um rastro que pudesse ser reconhecido caso precisássemos voltar.






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