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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 Seg Maio 31, 2021 12:14 pm
Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

Às e Catherine pareciam já ter visto muita coisa no mundo, um lado menos ensolarado e feliz, não sendo surpreendidas pelo passarinho que estava sendo torturado pela criatura de piche. No entanto, a mesma realidade não era aplicada para Mayumi, que era pega de surpresa e soltando um pequeno grito, sendo rapidamente abafada pela ruiva. O silencio de instaurou, a criatura de piche parecia agora em alerta, olhando para todos os lados, parando de tutorar o passarinho por alguns momentos. Entre murmúrios, o trio traçava um plano para que pudessem derrotar a criatura, afinal ela só poderia ser inimiga, certo?

Sempre destemida e preparada para o embate, Às fazia a sua parte do plano e começava a distrair a criatura de piche da forma mais clássica possível. Gritando e chamando para o pau. Como se fossem socos, Às lançava aquela energia verde na direção da criatura de piche, que se desviava delas com certa dificuldade, mas graças ao seu corpo líquido conseguia abrir inúmeras passagens e evitar os ataques. Enquanto isso, Mayumi dava mais uma bênção de forças para Catherie, tornando-a consideravelmente mais forte e preparada para colocar o seu plano em marcha.

O monstro balançava o cajado e fazia raizes e ervas crescerem, tentando agarrar Às. Felizmente para a garota, ela era rápida demais para ser pega naqueles truques. Os dois trocavam ataques, pareciam estar bem nivelados relativamente a ataque e defesa, a movimentação constante de Às acabou por permitir que o monstro ficasse virado de costas para Catherine e não percebesse a movimentação da mesma pelas folhas.

O ataque da ruiva contra o cajado era bem sucessido, ela tinha o artefato enrolado em suas correntes, no entanto, a mão da criatura era firme, segurando o artefato com todas as forças disponíveis, puxando até mesmo o próprio corpo com as raízes e superando a força de Catherine por alguns momentos. A criatura de piche tinha literalmente um olho em cada uma das duas, conseguindo abrir espaços no corpo para evitar os ataques de Às e continuar atento aos movimentos de Catherine. Infelizmente para a ruiva, esta não foi capaz de enrolar a sua corrente no braço do monstro, visto que esta estava cobrindo o próprio corpo braço com raízes que o auxiliavam com a tarefa de puxar o cajado. Elas percebiam que, com o cajado agora quase totalmente parado, o movimento das plantas era bem mais simples e focados, permitindo que Às pudesse parar de se esquivar e bloquear de raízes. No topo das árvores, Mayumi podia ver tudo de camarote, vendo suas companheiras lutarem contra o monstro.





off: infelizmente apenas vi esforço de dois jogadores. Se o faktor tivesse feito um pouco mais de esforço nos seus ataques, sendo um pouco mais específico, daria para ter resolvido nesse post mesmo. Tente usar um pouco mais de sinergia com as suas companheiras de time. Decidi não usar os seus "ataques" pelo fato de serem tão vagos que se tivesse usado teria feito todos falharem e apenas teria revelado a sua posição para a criatura.
Às
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ÀsDesigner
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- Às Volkerbäll -


Ж

Havia sido por muito pouco, uma ação bem coordenada que por muito pouco não trazia a aquela situação contornos definitivos. A criatura era tenaz e irritante o suficiente para se colocar diante de mim e de Catherine que tinha o cajado praticamente por detalhes, Mayumi havia ajudado, mas suas habilidades de suporte não pareciam suficientes naquele momento, mas não era momento para procurar culpados, a situação não nos permitia tal tranquilidade e acima de tudo, o momento exigia rápida tomada de decisão. A disputa pelo cajado havia causado uma certa paralisação nas ações da floresta, ao que tudo indicava, o movimento dele fazia a floresta se mover embora até poucos segundos a velocidade de ataque pouco parecia um desafio mortal, a luta era mais pelo cansaço contra uma criatura que se mostrava irritante com seu corpo praticamente intangível e agora com visão dividida.

Não posso perder mais tempo! - um suspiro curto e rápido antes da ação do corpo. Ver-me parecia ser suficiente para a criatura considerar-se capaz de evitar meus ataques, mas estava disposta a mostrar a ela que as coisas não seriam nem um pouco simples. - Aaarrgh! - com os punhos cerrados golpearia o terreno, liberando não apenas força bruta como a energia verde. O intuito? Elevar momentaneamente uma cortina de lama e madeira negando ao monstro uma visão clara e direta de minha pessoa. No instante em que estivesse ‘oculta’ golpearia da mesma posição, enviando a energia verde em forma de soco contra o corpo do monstro a fim de testar se seria capaz de moldar seu corpo em uma defensiva a fim de evitar o ataque.

Dispararia pela lateral, priorizando um local onde pudesse efetivamente cobrar a visão dele com o soco no solo, repetiria o movimento, dificultando sua visão, golpeando em seguida e novamente me movendo antes que tivesse plena visão de mim, tentaria fomentar um padrão simples a medida que movimentar-me-ia até uma posição onde o braço da criatura que mantinha-se preso ao cajado e o seu corpo estivessem alinhados. Quando encontrasse a posição, gritaria por Mayumi. - Ataque-o agora! - faria a menina agir antes de mais uma vez cobrir a visão da criatura, golpear a criatura mas não me movendo da posição, usaria um pedaço de tronco ou mesmo arrancaria minha jaqueta, arremessando-a para outro ponto a fim de confundí-lo, puxando sua atenção para o objeto enquanto preparar-me-ia para um último ataque. - Você já deu no saco! - tomaria um forte impulso, saltando em sua direção, tentando encurtar naquele curto espaço de tempo a nossa distância, quanto mais perto, menor seu tempo de reação e a criatura teria de tomar uma decisão simples, tomar o golpe ou novamente dividir seu corpo, abrindo uma brecha para que pudesse golpear com a aura verde seu braço a fim de fazê-lo soltar o cajado. - Catherine agora! - diria no momento em que conseguisse me aproximar a fim de tornar claro a ruiva de que se ela tivesse forças para continuar, aquele seria o momento para arrancar o objeto do monstro. Assim golpearia a criatura, lançando a aura verde a queima roupa com toda a minha força a fim de romper seu braço ou na melhor da hipóteses enfraquecê-la o suficiente para que Catherine terminasse o que havíamos começado.






Histórico:
Post: 6
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: ???






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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 - Página 3 ZaT0xpq
Faktor
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Créditos : 5
Localização : ShellsTown
FaktorEstagiário

Desventura na Terra dos Sonhos

- Falas. | - Pensamentos.

Embora efetivas, as últimas tentativas do time não se mostraram capazes de dar um fim no Monstro de Piche que agora estava sobre pressão, e Mayumi sentia que parte disso vinha de sua falta de experiência, mesmo sabendo que era boa no que fazia, nunca havia lutado em um combate real, e a sua falta de força não ajudava ela naquele momento… Mas também não era hora para ficar em conflito por erros, tínhamos que tomar uma decisão e seria exatamente isso que faríamos.

Com a movimentação da vegetação diminuindo bastante após o monstro se demonstrar ocupado com seus novos combatentes, pude me preocupar melhor no monstro e principalmente no nosso objetivo, o cajado. Assim após esperar um pouco para observar melhor a situação, perceberia as ações de Às, e sua intenção de criar uma distração pro monstro para que o resto da equipe pudesse tirar proveito. Então, no momento exato em que o mesmo desviasse sua atenção para as ações de Às, me movimentaria em velocidade máximo da até o chão enquanto permanecia com meu arco em mãos, e começaria a correr na direção de Catherine, e ao estar a mais ou menos 3 metros de distância dela, daria um impulso na diagonal para o lado do qual eu pudesse pegar o monstro virado de costas ou com o menor campo de visão aparente possível, já que Às estaria puxando a atenção para ela. E enquanto estivesse passando atrás de Catherine com meu impulso, puxaria a corda de meu arco e o mirava em direção ao corpo do monstro, mesmo sem flecha, porém uma luz vinho escuro era perceptível para aqueles que prestassem mais atenção, mas em poucos segundos seria perceptível uma flecha de energia da cor vinho escuro se materializando enquanto executava meu impulso, e ao atingir seu ápice, dispararia a flecha em direção ao monstro. ~ Se aumentar a nossa força, não funcionou, então minha opção é diminuir a dele! ~ Diria pra mim mesma em meus pensamentos enquanto disparava aquela flecha. (Realizado DeBuff de Força no Monstro de Piche.)

Após minhas ações, tomaria as preocupações necessárias para minha segurança, visando efetuar uma cambalhota lateral para que pudesse terminar a minha ação de impulso. E após já estar parada, observaria a trajetória da flecha, que seguiria até o monstro, mas na possibilidade do mesmo mudar seu olho de lugar e perceber o ataque, assim desviando do mesmo e notando minha presença, não poderia deixar de tentar enfraquecê-lo e principalmente, ajudar minha equipe. - Merda! Isso tem que acabar logo, e se só precisamos do cajado… - Diria baixo pra mim mesma enquanto começaria a correr em sua direção na maior velocidade que pudesse, arremessando meu arco em sua direção esperando que conseguisse tirar o mínimo de sua atenção, mesmo que parecesse bem difícil.

Minha real intenção se encontrava agora num ataque corpo a corpo, aliás, meu principal estilo de combate ainda era espada, e não me permitiria arriscar minha vida sem estar empunhando minha espada até o final. Então enquanto avançaria em direção ao monstro, junto buscava arremessar meu arco na direção do mesmo, para que pudesse me desocupar e até mesmo produzir uma leve distração mesmo que fosse pouco provável, enquanto direcionava minha mão direita ao cabo de minha espada. Nesse meio tempo, se fossem me direcionados ataques diretos e/ou laterais a partir do monstro ou do ambiente, desde que fossem braços extras que o mesmo criasse ou até mesmo vinhas manipuladas por ele, procuraria dar leves impulsos laterais sem sair muito de minha posição para escapar da trajetória do ataque, ou faria um rápido saque de espada onde procurava por sua lâmina entre a parte de meu corpo que seria atingida e o ataque em questão, para que pudesse evitar seu contato e repelir a primeiro momento, porém buscando efetuar um corte logo em seguida. Se o mesmo espalhasse piche pelo chão, como uma poça, procurava me aproximar o máximo que fosse possível antes de pegar impulso e efetuar um salto em direção ao monstro, utilizando de meus conhecimentos atléticos e acrobáticos, enquanto puxaria minha espada de sua bainha e a direcionava em direção ao monstro, onde a mesma seria coberta por uma aura vinho escuro meio transparente. - Só peguem a droga do Cajado! - Gritaria estando pronta para acertar o monstro com minha espada, onde usaria o fator da corrida e/ou do impulso realizado para tentar ao menos afundar minha lâmina em seu corpo transferindo o DeBuff de Força para o mesmo. E mesmo se ele persistisse em abrir buracos em seu corpo para se desviar de meu ataque, partiria pro meu Plano C… - Droga, se eu não sair viva disso meu vô me mata… - Diria enquanto fecharia meus olhos rapidamente antes de soltar minha espada e transferir aquela aura transparente para todo o meu corpo enquanto tentava agarrar o monstro de uma forma parecida com um abraço, onde usaria para passar o DeBuff de Força e como uma ótima distração para que Catherine pudesse enfim roubar o Cajado.

Personagem:
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Classe: Suporte.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.
-
PdV: 2800.
STA: 100.
-
Agilidade: 270.
Posts: 06.

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Catherine
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Dreamland.



- Arrghh....! - Tentava utilizar de toda a minha força enquanto puxava o cajado, até mesmo temendo quebrá-lo ao meio enquanto o fazia, mas tentava não hesitar ao puxar o objeto. A voz em minha cabeça me dizia para incentivar minhas colegas a novas tentativas, mas o esforço que isso iria me causar me impedia de falar pelo menos por hora. No entanto, sabia que devia manter aquele cajado bem preso em minhas correntes, de forma a até mesmo impedir que o monstrengo o utilizasse em suas amplas aptidões.

Com a mão direita buscaria manter firmeza ao segurar a corrente, mantendo o cajado enroscado nela e economizando minhas energias ao não mais puxar ativamente, mas apenas segurar e manter firme. Com a mão esquerda faria o possível para rotacionar a minha outra corrente acima da minha cabeça duas vezes antes de deixar a corrente cair rapidamente sobre o braço do monstro que mantinha o cajado. Não tentaria agarrar o braço, pelo contrário, buscaria com a mão esquerda realizar movimentos de sobe e desce, deixando que a corrente dessa mão se choque múltiplas vezes contra o membro da criatura, na tentativa de utilizar a máxima força que podia aplicar com aquele braço para tentar danificar o membro do monstro e assim fazê-lo largar o cajado ou ao menos diminuir sua força ao agarrá-lo.

Caso percebesse que os meus esforços ou o de minhas colegas tinha tido algum impacto na força com a qual o monstro segurava seu cajado, voltaria a usar minha própria força e foco para puxar o cajado de suas mãos com o uso de minha corrente da mão destra, usando nesse momento até mesmo a corrente canhota para agarrar uma árvore grossa forte e usá-la de base firme para me puxar contra a árvore enquanto puxaria o cajado junto comigo. Também faria o possível para conjurar minha aura esverdeada nos pés, desferindo chutes contra o solo como forma de me impulsionar para trás e assim aplicar ainda mais força na intenção de me distanciar e puxar o cajado comigo.

Caso viesse a ser atacada pelas vigas ou outras formas de ofensivas, tentaria me mover apenas o suficiente para realizar fintas laterais que não prejudicassem em muito o puxar de minhas correntes, dando prioridade a elas ao invés de minha vida. "Se eu pegar aquele cajado... Nada mais importa.", pensava, na intenção de usá-lo para me curar posteriormente.
Caso minha corrente se soltasse do cajado, faria todo o movimento inicial novamente, lançando a corrente em uma só instância e buscando utilizar de minha prática com chicotes para enroscar no objeto com os elos da corrente da mão destra.
E se, por ventura, viesse a ter sucesso em obter o cajado, rapidamente buscaria desfazer aquele monstro do pântano com um simples pensamento ao entrar em contato com o objeto mágico. E também traria algumas riquezas, homens bonitos e transformaria todo o cenário em uma praia. E minhas colegas poderiam estar vestindo bikinis.




Não deu pra postar antes, não tava em casa e eu tô me mudando. Não sei se vai considerar




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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 - Página 3 VmgaKUK
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

A ruiva e o monstro de piche pareciam não querer desistir do cajado, a força era quase igualada, mas o piche tinha uma certa vantagem graças às suas raizes. Felizmente para o trio, Às punha a sua mente a trabalhar e arranjava uma solução para conseguir atrapalhar a criatura. Socando o chão, uma grande onda de terra, madeira e folhas subiam, ficando oculta para a criatura e até mesmo para Catherine. Com isso os seus golpes eram 100% eficazes, deixando a criatura levemente atordoada e consequentemente deixando a ruiva em vantagem. Como se isso não fosse suficiente, Mayumi lançava uma seta que fazia com que a criatura ficasse mais fraca. A ruiva também não ficava para trás, lançando um golpe com a corrente livre para acertar o braço da criatura, forçando-a a largar o cajado.

Agora com a poeira baixa, a batalha parecia estar terminada. A criatura começou a definhar, tornando-se tão pequena e insignificante que sumia da existência, as árvores pareciam finalmente voltar ao normal. Com o cajado em mãos, Catherine sentia uma energia estranha fluir pelo seu corpo, parecia que o cajado estava pegando a sua energia emprestada, fazendo com que ela começasse a adormecer lentamente. Às e Mayumi, embora não estivessem tocando no cajado, também se sentiam cada vez mais exaustas e acabavam por adormecer também. Em suas mentes, viam memórias agradáveis, memórias que talvez elas tivessem até mesmo esquecido.





off: Finalizaram o evento, parabéns. Brevemente será anunciado as recompensas.