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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 Seg Maio 31, 2021 12:14 pm
Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Catherine
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Dreamland.



- Entendo... - Dizia, ao ver Ás destruindo as raízes que lhe alcançavam usando os seus pés. Eu não estava entendendo nada, muito menos após o solo começar a se mover lentamente abaixo de nós, demonstrando o que Ás parecia comentar momentos depois: Um dos lados estava mais rápido que o outro, e isso era no mínimo estranho. A floresta, de alguma maneira, estava viva, tal qual todo o lugar a nossa volta. Por fim, uma risada podia ser escutada, numa voz diferente da anterior.

- Essa voz... É diferente! - Diria, olhando em volta e continuando a seguir os passos de Ás, agora seguindo pelo caminho que cruzaria o lado mais lento das raízes e do solo. - De onde veio?! - Dessa vez faria uma busca um pouco mais detalhada a minha volta, procurando por movimentos diferentes no meio das florestas, se possível tentando dar uma boa olhada em volta. "Aquela sensação de que estamos sendo observadas... Não para...", e certamente era bastante irritante.
Por conta disso, num rápido movimento desvencilharia as correntes de meus punhos, tornando-as em chicotes imbuídos na aura verde que se estenderia de meus braços até as pontas de meus flagelos. - Afastem-se. - Rapidamente, flexionaria os meus joelhos e os deflexionaria logo em sequência, gerando impulso para me levar acima com um salto, enquanto que, num movimento circular de ambos os braços para baixo, direcionaria a ponta de meus flagelos contra o chão, descarregando assim toda a aura verde de uma vez, numa tentativa de gerar impulso vertical para aumentar minha propulsão para cima.

Uma vez no ápice do meu movimento de vôo, executaria mais um movimento circular com o braço destro, dessa vez recolhendo sua corrente e a lançando novamente na direção de alguma árvore alta próxima, preferencialmente em algum galho imóvel que minhas correntes pudessem alcançar, assim, buscando enroscar os flagelos e me puxar rapidamente na direção da árvore, de forma a obter uma visão privilegiada do topo. "Isso tá parecendo procurar uma agulha num palheiro..."
Olharia em volta, tentando encontrar alguma luz, ou de alguma maneira visualizar o cajado ou qualquer coisa viva que pudesse ser a origem daquelas vozes que atormentavam nossas mentes. Por hora, mantendo a minha posição e vez ou outra olhando para baixo para não me perder de minhas companheiras.

Caso fosse alvejada por investidas, buscaria apoiar meu pé canhoto contra o solo, firmemente, de maneira a ter um bom pé de apoio para, com ambos os braços envolvidos por minhas correntes, posicioná-los de frente ao ataque numa maneira de evitar receber maiores danos, pelo menos até me posicionar melhor e saber contra o que exatamente eu estaria lutando. Caso fosse agarrada por raízes, vigas ou coisas parecidas, tentaria agarrá-las de volta com ambas as mãos, puxando-as e rasgando-as de forma a me soltar rapidamente, antes de revidar com explosões de aura verde. Se aquelas folhas duras parecessem que iriam cair sobre o nosso grupo, faria o possível para estender minhas correntes e movimentar meus braços em espiral acima de mim, de forma a criar espécies de cata-ventos metálicos que poderiam danificar projéteis e as tais folhas antes que chegassem a nos ferir. Faria isso antes de minha estratégia para alcançar o topo de alguma árvore, se possível.




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Desventura na Terra dos Sonhos

- Falas. | - Pensamentos.


    Após todas essas primeiras complicações, agora já nos encontrávamos em terra e prontas para começar a nossa busca pelo cajado. - Olha, mesmo que eu preferisse ir por lá já que teoricamente o cajado vai estar do lado mais seguro, pra esse lugar, acho que não seria uma boa ideia eu ir sozinha, então… - Diria ao grupo, procurando observar as respostas de minhas companheiras, para podermos nos decidirmos do que fazer logo. - Melhor continuarmos a nos mexer. - Falava continuando a caminhar.

   ~ Que merda! Essa voz… Essa sensação de estar sendo observada… ~ Pensaria comigo mesma, enquanto cerrava os meus punhos e dentes tentando conter um pouco da minha indignação, sentia que não conseguia fazer nada contra ninguém, minha força não era a mesma, e isso acabava me deixando com mais raiva ainda, a sensação de impotência, e que a única coisa que eu conseguiria fazer é ajudar as outras… ~ Tenho que me acalmar... ~

    No caso de haver ataques contra minha pessoa, visaria desviar o máximo que conseguisse, utilizando desde impulsos para os lados dependendo dos ataques, ou até mesmo saltos mais bem elaborados. E em casos de ficar encurralada, sacaria minha espada e em uma rápida tentativa de me livrar do que fosse, tentaria desferir cortes nas verticais do que estivesse me atacando, e quando possível me distanciar daquela área com impulso no chão ou até mesmo rolamentos.

Personagem:
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Classe: Suporte.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.
-
PdV: 2800.
STA: 100.
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Agilidade: 270.
Posts: 03.

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

O grupo estava unido, embora Mayumi achasse melhor verificar o lado onde as raízes eram mais rápidas, o trio se movia para o lado mais lento da floresta. Catherine usava a sua força e energia verde para ganhar impulso e pular até uma das árvores e seguir elas de cima, como uma verdadeira batedora. Lá de cima, Catheria conseguia ver uma luz muito fraca, oculta pelas folhas na sua frente. Era difícil saber se era realmente uma luz que ela estava buscando ou então o reflexo da luz batendo na água, de qualquer forma, a luz estava no sentido contrário daqueles que o trio havia tomado.

Andavam por cerca de 5 minutos, era relativamente fácil visto que os ataques das raízes diminuíam gradualmente a cada metro que se distanciavam. Excepto Catherine, a ruiva não havia recebido um único ataque desde que havia subido ao topo das árvores, desde o momento inicial tanto quanto agora. Também era de verificar que, as árvores que Catherine estava andando, não tinham suas folhas mexidas pelo vento. No final, após uma boa distância percorrida, o trio podia ter verificar que os ataques haviam cessado, os sons dos animais ainda se mantinham mas eram maioritariamente sons de aves. No entanto, o cheiro ficava cada vez mais podre e respirar ali ficava cada vez mais difícil e a sensação de estarem sendo observadas havia diminuído drasticamente.

No chão, não parecia existir nenhum problema, os ataques haviam cessado por completo e nada acontecia, até que - Yawn... - a voz de antes voltava a ser escutada, bocejando de forma forçada - Que sem graça. Vamos movimentar as coisas, sim? - o chão então começava a tremer para Às e Mayumi, um som distante era possível escutar mas era difícil identificar ao certo, parecia água se movendo de forma violenta. Catherine, do topo das árvores, conseguia ver cerca de uns 20 metros na frente, via que uma grande massa de água e lama se movia em direção a elas, em menos de alguns minutos aquelas que estavam no chão seriam arrastadas pela lama e água.



Às
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- Às Volkerbäll -


Ж

A calmaria enfim parecia prevalecer conforme tomávamos o caminho onde o ambiente demonstrava menos hostilidade, ainda que houvesse a necessidade de uma busca, procurar segurança fazia muito sentido a despeito das expectativas daquele que havia nos colocado naquele lugar. O temor de um ataque surpresa havia se reduzido conforme avançávamos e tudo enfim parecia estar tranquilo, o único problema era que ainda precisávamos encontrar uma maneira de fugir daquele lugar, fato este que se mostrou difícil quando a voz novamente surgia com ar de tédio. - Está vendo algo aí de cima? - questionava Catherine, num espaço de segundos que antecederam aos tremores.

Buscaria informações rápidas e simples e se informada fosse da aproximação de um perigo, não perderia tempo em buscar abrigo imediato também nas árvores, usando a energia verde que cobria meus ataques para tomar impulso, carregando Mayumi comigo se a jovem ainda não tivesse pulado ou subido com ajuda de Catherine. - O que acham que é isso? - diria, com ar de dúvida, observando nosso horizonte e segurando-me firme para aguentar o impacto daquela inundação. Estaria esperta, se o perigo vinha ao nosso encontro, precisava estar atenta novamente aos cipós e as raízes e assim permaneceria atenta, pronta para reagir aos ataques, repelindo-os com socos e chutes e quando preciso fosse, saltando para outras árvores a fim de evitar de ser demasiadamente pressionada. - O que diabos é essa coisa? - observaria o solo, buscando entender o que diabos era aquilo que havia vindo até nós.






Histórico:
Post: 4
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: ???






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Catherine
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Dreamland.



Novamente conseguia escutar aquela voz falar em minha mente de forma completamente intrometida, e por mais que eu tivesse visto uma luz brilhar ao longe, na direção contrária a que o grupo seguia lá abaixo, pouco conseguia fazer por hora, visto que a terra abaixo aparentava começar a se mexer enquanto que uma enorme massa de água se movimentava a distância, parecendo ter seus quase vinte metros.

- Saiam daí! - Gritaria rapidamente, alertando as garotas lá embaixo. Rapidamente buscaria enroscar uma de minhas correntes no tronco da árvore em que estavam após ter certeza de que o topo seria completamente seguro para aguentar o lamaçal que se seguiria. Dessa maneira, após enroscar uma das correntes no tronco e, dando a volta nele, segurar ambas as suas extremidades com a mão destra, lançaria então a corrente da mão canhota para baixo, como forma de possibilitar que ao menos uma das garotas se agarrasse em minha corrente e fosse puxada por ela, tentando preferencialmente laçar Ás e alçá-la para cima, mas se na correria do momento Mayumi agarrasse a corrente, não acharia ruim e a subiria da mesma maneira, puxando-a até mim, tentando colocar uma força excepcional naquela atividade.

Durante a passagem da massa de água, tentaria ainda alcançar algum ponto ainda mais alto da árvore e que fosse seguro o suficiente para meu peso, tentando não ser afetada de forma alguma, e mantendo-me presa à árvore através de minhas correntes como espécies de ferramentas de alpinismo ou coisas do gênero que já teria visto em alguma revista.
- Tem uma luz naquela direção. - Diria, avisando as outras e apontando para onde teria visto a luz fraca. - É a nossa melhor pista até agora... Temos de arriscar. - Informaria, tentando argumentar a favor daquela decisão. Após isso, começaria a tentar me locomover por entre as árvores, saltando os seus galhos com ajuda de minhas correntes imbuídas em aura verde, tentando ao mesmo tempo laçar a árvore de destino e explodir a aura da corrente gêmea como forma de me propulsionar na direção correta. Faria isso com o objetivo de seguir na direção da luz fraca que tinha visto antes através das folhas, e tentaria averiguar o quanto antes se era mesmo o que estávamos procurando ou apenas um reflexo na água, ou ainda mais: uma luz SAINDO da água.

Se fosse o terceiro caso, começaria a teorizar que talvez o cajado que dá toda a vida àquele ambiente estivesse dentro do pântano, talvez até mergulhado. Se ainda fosse esse terceiro caso, procuraria descer do topo das árvores em algum lugar próximo do brilho na água, buscando descer da árvore após enrolar uma de minhas correntes em um galho, desenrolando-a aos poucos conforme deixaria que a gravidade me levasse ao chão. Assim, sem nem perder tempo me comunicando, buscaria mergulhar rapidamente e me impulsionar para baixo com ambas as mãos, já com as correntes devidamente enroladas. Bateria também os pés e tentaria chegar às profundidades da área luminosa do pântano, tateando com as mãos para tentar alcançar alguma madeira no formato de cajado, visto que talvez a visibilidade fosse baixa naquelas águas. Mas se não fosse, tudo seria mais fácil.




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Desventura na Terra dos Sonhos

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    Quanto mais andávamos, mais calmo o lugar ficava, e isso era preocupante. No meio do caminho, Catherine subia nas árvores para ter uma melhor visão, e então continuamos caminhando, porém, após uns minutos de caminhada, quando os ataques já tinham se cessado completamente, conseguimos ouvir novamente aquela mesma voz, porém agora ela estava pronta para fazer algo contra nós.

    De repente, o chão começava a tremer e era possível ouvir algo parecido com uma grande quantidade de água se movimentando de forma violenta, porém não conseguia ver nada por hora. - O que tá acontecendo? - Então tomava a decisão de que seria melhor subir alguma árvore assim como havia feito Catherine. Logo, iria me direcionar a árvore mais perto possível, e começaria a escalá-la, usaria de meus conhecimentos atléticas e acrobáticos para subi-la da melhor forma possível, tentando sempre me apoiar em galhos mais grossos e verificando antes de fazer qualquer movimento mais arriscado. Se conseguisse subir sem muitos problemas, e conseguisse ver o "tsunami" que estava por vir em nossa direção, e no mesmo momento se eu visse que Às ainda estivesse no chão, gritaria: - SOBE RÁPIDO, TÁ VINDO UM TSUNAMI! - E assim que ela começasse a tentar escalar a árvore, daria todo o apoio possível a mesma, dando apoio a puxando pra cima da árvore, ou se visse que a água estivesse relativamente "longe" ainda, desceria e ajudaria ela a subir lhe dando pézinho ou deixando-a subir em meus ombros. - Catherine, ajude ela a subir, rápido! - Diria alto para Catherine se caso não conseguisse ajudar Às, mesmo com todos os meus esforços. - Que merda de lugar é esse! - Exclamaria em voz alta quando estivéssemos na árvore.

    Se porventura, eu também não conseguisse subir a árvore sozinha e não conseguisse ver o que estava por vir, começaria ansiosa e agitada, e perguntaria primeiramente a Catherine se ela conseguia ver algo. E se a mesma confirmasse que um tsunami estaria por vir em nossa direção, faria as mesmas tentativas já ditas para tentar subir a árvore. - Meu Deus… Não tô pronta morrer... - Diria como um sentimento de alívio por ter saído daquela enrascada.

   Ouvindo o que Catherine tinha a dizer, concordava que devíamos seguir até a luz, aliás, era nossa única pista de onde poderia se encontrar o Cajado, e então tentaria seguir a mesma tentando passando de árvore por árvore, caso estivessem aglomeradas e juntas o suficiente para que conseguisse passar de galho em galho, se não, me arriscaria em descer ao chão, CASO o tsunami já tivesse passado, e não tivesse mais perigos aparentes, porém andaria sempre com cuidado e com minha espada em mãos, tentando bloquear ou me esquivar de ataques direcionados a mim, utilizando minha espada para cortar caso fosse necessário.

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

Às e Mayumi rapidamente subiam até Catherine, onde estavam a salvo de toda aquela massa de água. No entanto, parando para melhor análise, era claro que aquilo não parecia ser água. Era um líquido escuro e viscoso, que se movia com uma violência única. O trio seguiu a luz que a ruiva havia observado enquanto corria pelas árvores, chegando até ao centro da floresta. Era um local relativamente aberto e cheio daquele líquido negro e denso, mas à primeira vista não parecia existir nenhum sinal do cajado que elas procuravam.

Até que um lindo e orgulhoso passarinho pousava no ombro de Mayumi, cantanto uma bela música. Quando terminou, voou para o chão, procurando algum alimento para recuperar energias, infelizmente para ele, tocar naquele líquido negro fez ele ficar preso como se estivesse colado - Hehehe... Uhehehe... - escutavam o mesmo riso de antes e a fonte do riso parecia vir diretamente debaixo delas. Uma criatura de piche que se ergue e naquele momento, virando um tipo de elemental humanoide. Ao se levantar, todo aquele líquido negro sumia do chão, parecia que tudo aquilo era ele. Suas mãos pareciam ser grudentas e, segurando na mão esquerda com um sorriso malicioso no rosto, ele movia o cajado para mover a vegetação para amarrar o passarinho e torturar ele. Ele parecia ter cerca de 2 a 3 metros de altura e os seus olhos pareciam não ser fixos, movendo-se livremente por toda a piche para ver onde ele desejava e, por enquanto, parecia que ele ainda não tinha encontrado o trio nas árvores, se distraindo com o passarinho.





off:
foi mal pela demora, foram uns dias meio pesados para mim e nem consegui pensar em posts.
Catherine
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- O cajado... - Cochicharia para as minhas colegas, que compartilhavam o pico de uma árvore comigo, observando enquanto aquele monstro de piche tomava forma e agarrava o pequeno pássaro que pousara em seu material. Não devia ter pena desses pequenos animais, afinal, esse tipo de coisa acontecia constantemente na natureza. No entanto, esperava que aquela emocionalmente mais fraca de nosso grupo também não se abalasse, ou poderia acabar com nossa furtividade momentânea. Sendo assim, faria uma leitura rápida de suas expressões faciais e da posição de seu corpo, tentando prever se realmente Mayumi faria algum escândalo após ver a morte daquele pássaro. Se sim, rapidamente agiria para posicionar minha mão em sua boca e segurar seus braços, impedindo seus movimentos e seu grito. - Calma, tá tudo bem... Isso tudo... Nada disso é real. É tudo magia. - Diria, cochichando em seu ouvido, tentando acalmar a garota enquanto olhava em frente, para o cajado que era a fonte de toda aquela magia, tentando traçar um plano.

- Aumente minha força. - Diria baixinho para as duas. Estava tentando pensar a estratégia perfeita, mas no fim tudo o que me vinha à cabeça era de que uma vez que o cajado estivesse em nossas mãos, poderíamos dar um fim àquele lugar. - Eu vou roubar o cajado. - Concluiria. Com um aceno da cabeça, indicaria para Ás que ela poderia agir como achasse melhor, afinal, tinha acabado por encontrar uma certa sincronia com a moça em nossas últimas ações, algo que me dava uma breve esperança de que ela talvez tivesse um bom plano de movimentação para acompanhar o meu.

Finalmente, após receber o aumento de força de Mayumi, esperaria por quaisquer ações de Ás enquanto ainda tentaria me manter escondida nos galhos das árvores mais altas. Para esse plano, tentaria pular para outros galhos que pudessem estar mais próximos da mão do elemental que estava de posse do cajado, mas que ainda tivesse uma boa quantidade de folhas para cobrir a minha movimentação. Faria isso enquanto esperaria que minhas companheiras distrairiam o colosso, também.
Por fim, assim que tivesse a oportunidade para tal, desenrolaria as correntes de ambos os braços, deixando-as penderem. Na sequência, imbuiria a minha corrente da mão destra com aura verde, que me possibilitaria uma pegada mais firme.
O meu ataque consistiria em lançar a minha corrente da mão destra contra o cajado, na tentativa de enrolar a corrente no item mágico, usando até mesmo do meu controle sobre a aura verde para ajudar no movimento e no enrolar firme da corrente. Dessa maneira, começaria praticamente um cabo de guerra com o elemental, puxando o cajado com a corrente para mim na tentativa de fazê-lo largar.
Logo em seguida, já esperando pelo caso de o elemental não largar o cajado, faria um movimento circular com o braço esquerdo, movimentando a corrente livre em um círculo completo, imbuindo-a em aura verde também, de forma que ela pudesse descer verticalmente contra o braço esquerdo da criatura - o mesmo braço que segurava o cajado. A minha intenção com esse golpe era a de, com minha força completamente maximizada por Mayumi e a corrente da canhota fortalecida pela aura, cortar o braço daquele elemental, de forma que rompesse os ligamentos de seu membro - ao menos temporariamente. O tempo que conseguisse fazê-lo largar o cajado seria o suficiente para, com a corrente da mão destra, aplicar ainda mais força naquele "cabo de guerra", puxando o cajado para minha mão, definitivamente.

Assim que tocasse no cajado, tentaria acessar a sua magia, deixando que minha aura verde fluísse para dentro do artefato, impondo a minha vontade sobre ele. "Acabe com tudo."

Caso o elemental tentasse me atacar, apenas tentaria resistir seus golpes, visto que qualquer movimento de esquiva poderia desafixar meus pés, e manter uma base sólida seria muito importante no cabo de guerra. Assim o faria também caso ele utilizasse de vigas, cipós e outros inimigos para me ferir. "Isso não é real", pensaria, tentando manter a concentração em minha força, e tentando não me importar com golpes tomados, além de confiar que minhas colegas tomariam conta desse detalhe para mim.




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Desventura na Terra dos Sonhos

- Falas. | - Pensamentos.

    Felizmente, havíamos conseguido escapar daquele Tsunami, e agora nos encontrávamos nos galhos de uma árvore, frente ao que parecia ser o nosso "objetivo".

    - AAAAHHHH- - Me assustava com o pouso do passarinho em meu ombro, por todo o clima tenso e a freneticidade porém tapava rapidamente ao ver o que estava se formando a nossa frente… A minha expressão mudava em instantes ao ver que o passarinha se prendia ao chão e rapidamente começava a ser torturado pela vegetação local, e mais atrás, conseguia ver o que parecia ser lama ou piche, se movendo até um ponto específico e começando a moldar uma forma humanoide que media uns 3 metros. Em sua face continha um sorriso malicioso em sua mão… o cajado que havíamos visto em nossas mentes. - Merda… - Falaria extremamente baixo, para que só eu consumisse ouvir.

    Se meu grito chamasse a atenção do monstro a nós, e ele direcionasse a vegetação a gente, tentaria manter primeiramente me manter, para que pudesse pensar claramente nas minhas decisões. Observaria as movimentações do monstro a todo momento, e a qualquer sinal de ataque do mesmo a nós ou da vegetação ao nosso redor, buscaria me desviar com saltos acrobáticos para outros galhos da árvore, utilizando desde salto frontais, a back-flips ou saltos para os lados, buscando me desviar de ataques vindo pela frente, lados ou até mesmo por baixo, e sempre tentando me manter na árvore junto às meninas. Em casos de cipós vindo nos atacar novamente, puxaria minha espada e a usaria para os "defletir" a botando na frente dos mesmos ao se aproximarem, ou cortar eles no meio com golpes rápidos e precisos.

   - Precisamos tirar o cajado dele, vocês vão as melhores no combate, vão! - Diria no meio de alguma possível esquiva ou estando paradas na árvore, independente do caso, eu levava minha mãe até minha aljava porém ao invés de agarrar uma flecha acabava por agarrar o ar. - Isso de certo irá ajudá-la! - Falaria a Catherine enquanto me aproximava dela e descia meu braço em sua direção com meu punho cerrado, e enquanto essa ação ocorria, luzes vermelhas começariam a aparecer da palma de minha mão e formavam uma flecha vermelha transparente, a qual ao entrar em contato com Catherine, começava a se desmanchar e se espalhar por seu corpo, a deixando com leves raiozinhos vermelhos passando por seu corpo, e agora sua força era maior do que nunca. (Realizado um Buff de Força na Personagem Catherine.) E após essa ação, manteria minha espada em mãos e me manteria em guarda pronta para evitar os ataques que viriam.

    Agora, se o monstro não nos visse, me manteria calada e assustada, enquanto viraria minha cabeça em direção às meninas. - O que faremos??? Se ele nos ver vai ser um problema, porém precisamos pegar o cajado… - Diria a elas o mais baixo possível, enquanto continuava observando o monstro. - A única coisa que eu posso fazer é ajudar, então se a disputa for referente a força, lhe darei uma leve vantagem. - Diria enquanto efetuaria a mesma ação da flecha, buffando a Força de Catherine. Após isso, esperaria pra ouvir instruções ou um plano de alguma delas, porém sempre me mantendo pronta pra quando e/ou caso, fosse preciso atacar, me defender ou, defender minhas companheiras, disparando flechas ou desferindo cortes aos nossos possíveis oponentes.

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Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
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Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.
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PdV: 2800.
STA: 100.
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Agilidade: 270.
Posts: 05.

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 - Página 2 VZcRnso
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- Às Volkerbäll -


Ж

Os acontecimentos se davam numa espécie de bola de neve naquele momento. Era triste perceber a vida daquele pássaro ser tomada, mas era isso que nos ganhava um pouco de tempo para permanecer escondidas nas árvores. Ao ouvir o plano de Catherine, acenaria com a cabeça receosa. - Certo. - finalizava a breve comunicação de minha parte, dando início às minhas ações, que com toda certeza valiam muito mais. Tomaria distância das outras duas, saltando para uma árvore próxima e em seguida correndo pelos galhos de árvores mais adiante, de maneira que pudesse ficar sozinha.

- Ei, idiota. - Gritaria, ao me distanciar nas árvores tentando chamar a atenção do monstro de lama para mim. Faria de meus saltos sempre impulsionados pela aura que tomaria espaço pela superfície de minhas pernas e punhos. Quando tivesse a sua atenção para mim, realizaria alguns disparos precisos da aura esverdeada como projétil a partir de meus punhos, tentando atingir o olho em seu corpo, sempre que esse olho se voltasse para focar em mim. - Eu tô aqui. - Tentaria me manter atenta para ofensivas, procurando reagir com meus punhos e os chutes de minhas pernas fortalecidas para tentar afastar ou evitar cipós e quaisquer outras besteiras naturais que o monstro estivesse dando vida com aquele cajado mágico. Também tentaria evitar disparos de lama ou golpes mais físicos do elemental, ou até mesmo disparos de energia do cajado, sem ter muita certeza a respeito de qual tipo de ataque ele poderia desferir, mas ainda assim tentaria fazer tal previsão, buscando dar investidas laterais para me proteger.

Então finalmente ao perceber que Catherine teria colocado em prática o seu plano, buscaria ser o mais incômoda possível para aquele monstrão, impulsionando-me com a aura nas pernas para saltar próximo do corpo do elemental, procurando chutar seu olho onde quer que ele estivesse. Se por algum acaso o seu olho se movimentasse para fora de meu alcance, tentaria mudar de direção em meio ao ar, com a ajuda da aura esverdeada para servir de "degrau", onde eu poderia pisar e realizar um novo salto, mudando de direção e me aproximando novamente de seu olho na tentativa de atingí-lo com socos carregados de aura. - Tá difícil focar aí? - - Sorriria, tentanto provocar a criatura e dar todo o suporte possível para que o plano de Catherine obtenha sucesso.






Histórico:
Post: 5
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: ???





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