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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 1 Seg Maio 31, 2021 12:14 pm

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 1

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Os olhos permaneceram fechados, enquanto o som de água corrente se tornava cada vez mais audível deixando claro que não me encontrava mais onde estava. Despertei, sentindo um súbito frio que tomava todo o corpo percebendo estar em um tipo de sala. —‌ O que é tudo isso? ‌— Abracei meu tronco, tentando diminuir aquela sensação desagradável que fazia meus ossos doerem de forma intensa. Pior do que aquilo, era o fato de parecer que alguém me observava. Olhei para todos os lados, mas apenas vi mais duas pessoas no mesmo estado em que eu estava. ”Eu não estou sozinho.” Não, não estava, mas não conhecia aquelas duas pessoas.

Tão sombrio quanto meus pesadelos do dia em que meu pai morreu, era o ambiente em que nos encontrávamos. Aos poucos comecei a ouvir sons aterrorizadores vindos do que se pareciam, portas. —‌ O que é isso? ‌— A pequena fumaça partia dos lábios à medida que sussurrava, deixando claro o quão frio estava naquele momento. Era desagradável, e tudo o que queria era despertar do que parecia ser um pesadelo.

Diante de nós, marcado na porta, números eram vistos em uma sequência que fazia minha pele se arrepiar e um calafrio tomar todo o corpo. ”Ok, precisamos sair daqui.” A princípio não comentei nada com os outros dois, evitando assim algum tipo de discussão antes de decidir o que eu mesmo faria. Observava apenas as três portas, sentindo um calor agradável mas desconfiante, vindo da primeira porta. Seria a primeira opção, sair do frio para ir até o calor, mas algo me dizia que aquilo era uma armadilha. Pelo menos, era o que eu achava. A segunda porta já era mais amena, vinha um som de água corrente junto a folhas balançando de forma bastante agradável. ”Isso é bom demais para ser verdade.” Sim, assim como a primeira, a segunda porta me parecia ser mais uma armadilha.

A terceira porta era tão gélida quanto aquele espaço, sendo a pior das opções mas ao mesmo tempo a menos provável de ser algo ruim para nós três. Um suspiro partiu dos lábios enquanto fechava os olhos tentando me acalmar, e foi então que uma voz estranha ecoou em minha mente fazendo um frio percorrer toda a espinha. —‌ O que foi isso? ‌— Sussurrei ao ouvir tais palavras finais, percebendo que a situação era mais perigosa do que havia imaginado.

Naquele momento me vi em perigo, em meio ao frio intenso com duas pessoas completamente desconhecidas, sendo obrigado a escolher entre três tipos de porta enquanto alguém ou alguma coisa nos observava, como se estivesse esperando o melhor momento para nos matar.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

Informações:
● Numero de Posts: 1
● Paginas: 0
● Ganhos: -x-
● Perdas: -x-
● NPCs: -x-
● Players Conhecidos: -x-
Ficha:
Agilidade: 215

Qualidades:
● Versátil
● Ambidestro
● Audição aguçada
● Prontidão
● Mestre em Haki

Defeitos:
● Pacifista
● Sincero
● Personalidade Extra (Combatente)
● Obediente
● Leal

Proeficiências:
● Acrobacia
● Costura
● Forja
● Física
● Projéteis
● Briga

EDC:
● Espadachim
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Habilidades:
Objetivos:

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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 1 KTTKkRi

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Subaé
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Post 1:Situação inesperada


Silêncio….

Por um tempo não ouvi nada, até que um som de flauta me despertou…

Frio…

O ar gelado fazia os meus pelos arrepiarem em uma sensação um tanto quanto deliciosa….

Quando me dei conta da situação, as dúvidas explodiram em minha cabeça chifruda:

Onde estão as minhas roupas? Não sei por que, mas tudo que eu estava vestindo era a minha cuequinha Slip… até o meu chapéu de couro não estava lá…

Alguém deve ter roubado minhas coisas e me prendeu aqui….

Onde eu estou? Aquela sala, com toda a certeza, não era a calçada que eu peguei no sono na noite anterior….

E aquelas pessoas ao meu lado… Uma mulher com roupas provocantes (para homens humanos) e um homem com uma aparência gótica (um emo?).

Será que foram eles que me sequestraram?
Acho que não, eles parecem tão perdidos quanto eu.

-Ei humanos, Que merda de lugar é esse? E porque vocês estão com roupas enquanto eu estou seminu?!  - Ouviria as respostas mas sem dar muita atenção visual para meus novos companheiros, afinal, eu estaria mais atento aos detalhes que meus olhos pudessem captar naquela minúscula sala - Tudo bem, não precisam ficar com medo ou assustados pois sou o grande e único CAPITÃO SUBAÉ e vou tirar a gente deste cativeiro!

Eu sempre senti um enorme prazer em proferir meu próprio nome.

Estar de cueca me deixava um tanto desconfortável, o meu corpo é dono de uma magreza esquelética e sou cheio de cicatrizes.

Me dirigiria até a porta número 3 (a porta mais fria) - Eu odeio o calor e por isso me nego a entrar na primeira porta, e sinto que a segunda porta é uma armadilha… Sendo assim eu digo para seguirmos pela terceira porta.


Histórico::
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Posts: 1

Classe: Tanque
Agilidade: 110

Ganhos:
Perdas:


Classe: Tanque
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-Encontrar a saída do labirinto de salas.
240/240100/10010/1015/15
Saori
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In the name of the primrose i'll punish you!
O soar melancólico de uma flauta. O sussurro de ventos inclementes. O abrir vagaroso dos olhos verdes. O suspiro surpreso dos lábios rosados.

"Eu estou sonhando?", pensou, ainda recobrando os sentidos.

Saori experimentava uma estranha sensação de silêncio abafado. Quando finalmente sua visão conseguiu ter foco, vislumbrou o ambiente inóspito que a cercava com quatro paredes cinzentas. A audição tardou mais a voltar, porém, foi através dela que a garota notou a presença de outras duas pessoas com ela. Ambos respiravam profundamente, e vapor era formado diante de suas faces.

Desconfiada e curiosa, porém comedida, Saori forçava as pupilas para analisar aquelas pessoas. Um homem pálido de estatura mediana, trajado com vestes volumosas. Um homem-bode, de aparência excêntrica até mesmo para um mink.

A de fios róseos permaneceu quieta, enquanto os rapazes começavam a se pronunciar. Enquanto o homem se questionava, o mink adotava uma postura mais agressiva de como confrontar aquela realidade.

Então o homem-bode se aproximou, foi só nesse momento que Saori percebeu a falta de roupa dele. As delicadas mãos da garota taparam sua face de modo instintivo, e suas bochechas foram tingidas de vermelho, mas entre os pequenos dedos ela viu o corpo esquelético e a cueca marcada.

E-eu, — balbuciou, falhando na tentativa de formular alguma resposta para o mink, autointitulado Capitão Subaé.

A respiração se aprofundou num ritmo frenético. Um misto de vergonha e medo afligiu o coração de Saori. "Se é um sonho, eu já quero acordar", era o que se passava na sua mente, tão desconcertada e confusa.

Em seguida ela se levantou, queria ir embora dali o mais rápido possível. Sair da posição de antes, em que seu corpo estava recuado como uma concha, permitiu que o vento gélido soprasse direto contra sua pele lívida. Um arrepio corroeu sua espinha. E, quando buscou pelo seu haori branco para se aquecer, não o encontrou.

Mas... — expressou em baixo tom. Então olhou para o próprio corpo. — Quê?!

Saori estava vestida com uma espécie de uniforme sexy de marinheira — um biquíni, na verdade. Seus cabelos ainda estavam presos, mas por um penteado ligeiramente diferente do habitual: os fios se enrolavam formando dois pompons no topo da cabeça. Calçava um saltinho delicado, cujo fecho era adornado por um laço, acompanhado por uma meia três-quartos. De todos os seus pertences anteriores, encontrou apenas o chicote, preso ao quadril esquerdo por um pequeno fecho entre os babados da veste inferior.

Ela se observava incrédula, reparando no seu corpo exibido de uma maneira que nunca antes imaginou. As suas curvas estavam acentuadas.

Logo uma voz tão fria quanto o clima daquele ambiente, resoluta, surgiu em seu imaginário a mandando achar uma saída. "Isso é tudo o que eu mais quero!", retrucou como se sabe-se lá quem pudesse escutar, sequer percebeu que havia um intruso falando em sua cabeça. Estava afoita demais para reparar em detalhes.

Enquanto Saori encontrava-se a beira de um colapso, o Capitão Subaé dissertava a respeito das três portas que existiam naquela sala. A garota encarou a última porta apontada pelo mink e a enxergou como se fosse o próximo passo para se ver livre do sonho tão estranho.

Correu, tão rápido quanto pôde, para abrir aquela maçaneta. Não se importou com o frio que parecia se estender através daquela porta. Ignorou o choque que provavelmente o gelo da maçaneta provocaria quando fosse tocada.

Saori queria uma coisa: acordar.


Trilha Sonora:

Considerações:Ficha na assinatura.
Classe: Suporte.
Agilidade: 200.
569 palavras // tag: flower & sailor // outfit (click) // local: my dreams

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 1

Reunidos como um time, unidos em sua própria confusão, deixados à mercê em uma pequena jaula também conhecida como um sonho ou até mesmo um pesadelo? Kuro abria seus olhos preocupados instigado a sobreviver, examinava o ambiente se deparando com as três portas, cada uma tinha suas principais características, mas não demorou muito para o grupo decidir em qual delas abriria. O mink apenas de cueca fitava a si mesmo indagando que mente doentia havia lhe colocado somente de cueca, apesar de pouca roupa, o frio da sala não era inconveniente graças a sua pelagem.

Dado a situação, aquela que agia corretamente a situação era Saori, digamos que sua personalidade era a menos distorcida no trio, sua mente pura e gentil se envergonhou tanto pelo capitão Subaé quanto suas próprias vestimentos, seu rosto corou e mal pôde se cobrir por completo, queria apenas acordar, nunca desejou ficar tão sexy. A porta escolhida tinha um frio intenso, o mink caminhou até ela, porém foi em um súbita corrida a garota agarrou a maçaneta e abriu a porta. Somente Kuro mais ao longe percebeu uma mudança, as portas eram enumeradas, estariam escolhendo a porta número três, sentiu um arrepio em sua espinha e um sorriso malicioso em seu cangote, seus olhos fitaram rapidamente antes que Saori abrisse de repente a porta, os números eram trocados e sem poder avisar, esta porta era aberta.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 1 Desert

A marinheira da playboy não havia acordado de seu pesadelo, sentia um forte calor enquanto fitava de pé a sua escolha, um deserto de areia branca parecendo até mesmo sal, poderia se comparar a uma praia, porém não existia um oceano no horizonte. Sendo aquela que abria a porta, sua chegada era menos bruta do que a dos demais, foram puxados por um força e jogados para dentro deste mundo, Subaé e Kuro quase enterrados na areia, poderiam até mesmo terem comido uma refeição de areia. O mink estava em perigo, ainda bem que trajava apenas sua cuequinha, o calor escaldante do lugar lhe fazia passar mal, não poderia ficar ali sem água por algumas horas, o trio teria de lidar com esse problema.

Por sorte, além do vasto oceano branco de areia, poderiam ver uma espécie de monumento a alguns metros, se tratava de uma esfinge e quando os seus olhos se encontraram, puderam ouvir uma voz feminina sussurrando em seus ouvidos. - Venham.. Venham.. - Era como se o próprio vento falasse. - Apenas o sol esperava por vocês. - Ouviam mais algumas palavras, mas não conseguiam distinguir nada além, se sentiam chamados para ir até a esfinge.

off:
-x-



Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
O frio ainda era um fator incômodo dentro daquela sala desconhecida. Me perguntava se aqueles outros dois eram de verdade, ou apenas mera invenção da minha própria mente. ”Ok, posso ver isso depois.” Não havia percebido, mas assim que o homem bode chamou nossa atenção vi como os dois estavam vestidos. ”Mas o que?” Ele, com apenas uma cuequinha e toda a sua pelugem, ela apenas com um saltinho e um biquíni bastante atraente por sinal. Eu, com uma camisa e uma calça cinza, junto de um manto vermelho que cobria a metade do corpo. —‌ Sei tanto quanto você amigo. ‌— O que definitivamente era, nada.

O cumprimento por parte dele foi um tanto extravagante, não tendo pudor em expor sua hierarquia em meio a tripulantes. Só que vinha a pergunta, ele era da marinha ou um pirata? Ou será que era apenas um pescador? Bem, não deu tempo de pensar mais, já que ele se aproximou da porta três, cuja temperatura era tão gélida quanto aquele cubículo. Ele estava certo, as outras duas não pareciam ser muito confiáveis.

A garota, por sua vez, se mantinha totalmente envergonhada com a bela forma que estava vestida. Entendia bem seu lado, estar daquele jeito na frente de dois desconhecidos seria mesmo constrangedor. Graças a isso puxei meu manto, mas antes mesmo que pudesse dar a ela suas mãos agarraram a maçaneta e a giraram. ”O que é isso?’ Afastado, pude ver os números se embaralharem rapidamente antes que a porta se abrisse. —‌ Es... ‌— Antes que pudesse terminar a primeira palavra, sentindo um arrepio por todo o corpo junto a sensação de ter alguém bem próximo do pescoço, a porta se abriu.

Não tive tempo de pensar, nem mesmo forças para me manter dentro daquele cômodo. Quando vi meu corpo foi lançado contra a areia, quase que me enterrando sob ela. —‌ Mas que porcaria. ‌— Me levantei, tirando todo aquele material de cima de mim enquanto sentia o forte calor começar a nos castigar. —‌ Só pode ser brincadeira, não era para ser o frio? ‌— Não estava entendendo nada, mas parecia que aquela voz estava brincando mais do que esperávamos.

Retirei o manto que me cobria e segui até a garota, colocando-a sobre seu corpo quase desnudo para que não se sentisse mais tão envergonhada. —‌ Tome, creio que se sentirá melhor não mostrando seu corpo. E você, bem... ‌— Logo me voltei para o homem bode, que demonstrava estar se sentindo mal estando naquele calor. —‌ Bem, vamos procurar uma maneira de não se sentir tão mal. ‌— Foi então que girei o olhar pelos arredores, até me deparar com uma construção ao longe.

Me acostumei aos poucos com a distância, mas logo percebi que se tratava de uma esfinge. —‌ Creio que encontraremos uma sombra naquele lugar, vamos? ‌— Questionei os outros dois, ouvindo logo em seguida uma voz em meus ouvidos. Não me sentia confortável em estar ali, nem mesmo ao ouvir mais uma vez uma voz chamar por mim. Ainda assim ela tinha razão, seria melhor ir até a esfinge.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

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Saori
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Do gelo que fustigava o rosto ao calor que açoitava a pele.

Depois de abrir a porta, os olhos de Saori foram ofuscados por uma claridade repentina em um breve instante. Quando, por mais uma vez, recobrou sua visão, pôde vislumbrar a vasta imensidão de areia onde estava agora. No topo do cenário havia o sol, tão rigoroso quanto o frio de outrora, sequer era capaz de ser encarado.

Ao dar o primeiro passo a frente, ela sentiu o salto do seu sapato começar a afundar na maciez da areia branca. Deu um suspiro, que dessa vez não venho acompanhado de fumaça, mas sim da estranha sensação dos lábios secando. Antes de dar o próximo passo, escutou um estrondo. Eram aqueles outros dois rapazes, o homem-bode e o garoto, tombando na areia.

Vocês... — disse de maneira tímida, olhando para os dois semienterrados. — Estão bem?

Ela se virou e viu que a porta aberta não estava mais lá. Franziu o cenho, ainda mais confusa do que antes. "Então aquela porta só serviu de passagem, ainda estou no mesmo sonho esquisito", pensou. "Bom, até que estar de biquíni aqui não é tão ruim." Apesar da vergonha de sua pouco roupa não ter sumido, Saori tentava acalmar os ânimos.

Foi então que o pálido rapaz aproximou-se. Ele retirou o próprio manto e o repousou sobre os ombros da garota. Ela o fitou por um milésimo de segundo e logo recuou o olhar cintilante, pois suas bochechas arderam demais de tão vermelhas que ficaram.

O-obrigada, — respondeu a ele, quase sussurrando.

Saori se reconfortou naquele manto, escondendo sua voluptuosa silhueta. Mesmo que estivesse em pleno deserto, a forte luz daquele maldoso sol não tocaria sua pele diretamente, e isso já seria um motivo de alívio. Esse sentimento que o Capitão Subaé estava longe de experienciar, pois sua anatomia de mink não o favorecia em um ambiente quente como esse. Então uma ideia cruzou a mente da garota.

Será que isso não o ajudaria? — Saori questionou. — Experimente, — completou, chegando perto do homem-bode para entregar o manto que a cobriu durante pouco tempo.

Talvez ele se sinta um pouco melhor se seus pelos tiverem uma proteção contra o sol. Não é à toa que os povos dos desertos utilizavam roupas longas e folgadas para se protegerem do clima hostil. E Saori, apesar de não saber a explicação física atrás desse costume, conhecia a história de diversas civilizações.

Então outra voz soou pelos ventos. Essa já não era resoluta como a de antes. Era feminina, serena e até mesmo cativante. Porém, parecia conter uma ameaça velada.

Saori ergueu a cabeça e avistou o que parecia ser um monumento no horizonte. O calor distorcia a imagem de tudo o que estava além de uma certa distância. A medida que começaram a se aproximar, a garota foi capaz de admirar a provável detentora da voz: uma grande esfinge.

Diante da mitológica criatura, a menina engoliu em seco. "Esse sonho só piora?"

Trilha Sonora:

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Agilidade: 200.
EdCs: Chicoteador e Taekwondo.
Armas: Chicote de couro e Salto Alto de metal.
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Subaé
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Post 2: Calor dos diabos


Aquelas pessoas pareceram aceitar a minha opinião sobre a porta número 3, principalmente a garota de poucas roupas. Não sei se foi por que ela gostou da minha postura de capitão, mas logo que eu apontei para tal porta ela correu para abri-la. Eu gostei disso.

Sabe do que eu não gostei? De ser puxado para dentro da porta, tão forte que fiquei semi enterrado na areia quente do deserto escaldante. Naquele momento a minha boca tinha mais areia do que dentes. Quase vomitei, mas depois de cuspir um bocado a situação ficou menos ruim. O pior de tudo é que na boca foi onde entrou menos areia…. se é que me entende.

O calor penetrante fazia o meu corpo cozinhar, ou melhor, fritar; E aí as minhas memórias de infância em Mandacari Vis vieram à tona.

-De volta ao inferno - Pensaria alto

Mas pera um pouco aí. Estou em um deserto quente?

-OXENTE?? MAS AQUELA PORTA NÃO ERA FRIA?!? - Eu estava espantado diante de uma situação tão ilógica.

-Acho que eu tô doidão de cogumelo ainda, só pode ser isso… - Falaria comigo mesmo - Ou é isso, ou eu sequelei de vez...
 
Os humanos perguntaram se eu estava bem, em resposta faria um joinha com a mão.

-"Bem" eu não tô, mas vou viver. E vocês?

Observaria ao meu redor para tentar entender melhor o local. “Venham, venham…” a voz de antes insistia em tagarelar dentro de minha cabeça. Quem é que podia ser o dono daquela voz? Com certeza não era nenhum dos dois que estavam comigo, afinal, eles estavam tão confusos quanto eu.

Foi quando o rapaz gótico apontou para uma esfinge muito longe dali. “Será que essa voz miseravi é da esfinge?” pensei. Virei para o rapaz para lhe responder.

-Acho uma boa idéia, uma sombrinha com uma cerveja gelada ia cair muito bem agora num é mesmo??

Começaria a caminhada a passos curtos, lentos, e ofegantes. Andar no descerto é uma merda, mas é o que tem pra hoje.

Olharia para Kuro e Saori, ele deu o manto vermelho para a mulher e ela ficou super coradinha com o cavalheirismo dele.

-Se os pombinhos não se importarem, precisamos ir até a esfinge - Ofegava muito ao tentar falar - Por sinal, eu já me apresentei mas ainda não sei os nomes de vocês.

Me surpreendi quando Saori veio até mim para me oferecer o manto vermelho que recebeu de kuro. Aquela mulher não era apenas linda por fora, mas era dona de uma compaixão sem igual! Não conseguiria explicar o sentimento que senti, eu só sei que fiz uma cara boba e sem jeito enquanto todo o meu corpo estremeceu.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 1 Sem_je10

Não me julgue errado. Não tenho interesse em mulheres humanas e nem acho elas apaixonantes… mas eu achei aquela moça tão fofa que não consegui me conter.

-ZEBEBEBE!!! Que coisa linda o seu coração, mas pode ficar com isso. Esses panos não aliviam o calor, só protegem a pele do sol e a minha pele está protegida por meus pelos. Já você, se não usar isso vai ficar com queimaduras sérias. Acredite em mim, eu cresci em uma ilha de verão verão.

Seguiríamos juntos pelo deserto até a sombra da esfinge.

“venham, venham...” A voz dizia “Apenas o sol espera por vocês”.

-NÃO ME DIGA O QUE FAZER!! ESFINGE ESTÚPIDA!!! - A insistência da voz junto com a perturbação do sol fizeram que o meu pavio curto chegasse ao fim - EU TO INDO ATÉ AI POR QUE EU QUERO!! E SE VOCÊ INSISTIR EM ENCHER O MEU SACO EU VOU QUEBRAR O SEU NARIZ!



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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 1

Quanto mais o trio se aproxima da esfinge, podem ver o quão bela é sua feição, o monumento estava estático, mas parecia ser tão cheio de vida que se começasse a andar não ficariam surpresos. As rochas eram amareladas parecendo serem banhadas a ouro, o rosto de mulher e corpo de fera, em seu torso uma passagem simples, era um corredor reto e longo, a escuridão lhes faziam companhia até que enfim chegassem ao interior da esfinge, um grande espaço parecendo ser um salão real com pilares sustentando os extremos, entre os pilares existiam estátuas com corpos de homens e cabeças de fera diferente da esfinge. - Enfim os escolhidos. - A voz ecoava por toda a sala.

No centro, uma estátua de um homem sentado em seu trono, segurava em sua mão um cajado e trajava uma coroa dourada, seu rosto era feito de rochas azuis e sua feição apesar de concreta possuía certa nobreza. - Aos escolhidos ofereço um jogo para a provação de suas dignidades. - Uma voz grossa ecoou junto ao vento, o faraó explicava as regras do jogo. - Criarei o tabuleiro onde vocês serão as peças, darei a chance de pegarem a jóia sagrada e se provarem dignos. - A estátua não se movia, mas tinham certeza que como em um sonho, ela poderia tornar tudo que disse uma realidade.

O rei explicava cada as regras. - Se aceitarem o jogo, enfrentarão os demônios do deserto. - Os demônios não eram explicados pelo faraó, mas podiam sentir uma ameaça e que estes seres eram assustadores. - Foquem no cristal, agarrassem a ele, se conseguirem, meu tesouro lhes aguarda! - Do peito do faraó, uma pedra preciosa brilhava e ele se locomovia, o chão o distanciava dos demais, o colocando acima de todos em um pedestal ao longe, parecia que a sala onde estavam não tinha fim.

Sentiam o vibrar do chão, tinha algo de errado embaixo da terra, a jóia brilhante no peito dele iluminou intensamente. - Escolhidos irão se provar dignos no meu jogo? - Indagava esperando uma resposta.
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