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Imagem : ALOU TESTANDO O TESTE TESTADOR DE TESTES TESTADOS
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A.N.T.I. Sab Maio 22, 2021 5:41 pm



A. N. T. I.








Sobre o Personagem


Nome: Aurelio Nogueira Tintoretto Igno
Idade: ? (Entre 25 e 30 anos)
Género: Masculino
Mão Predominante: Ambidestro
Risada: ANTI-TI-TI...
Altura: 1,85m
Peso: 63Kg
Raça: Humano
Origem: ?
Localização: Derlund — West Blue
Grupo: Civil

Complementos



Aparência:
Aurelio Nogueira Tintoretto Igno é um homem de alta estatura, esguio, sem muitos músculos e pouco imponente, sendo sua postura trabalhada com maior elegância. Está SEMPRE usando uma máscara, normalmente uma máscara branca com desenhos pretos, e eventualmente esses desenhos mudam conforme sua necessidade. É difícil dizer que alguém, em algum momento, tenha visto seu rosto. Um tecido de malha envolve sua cabeça para tapar suas características como cabelo, orelha, formato do rosto e sobrancelhas, assim, mesmo se a máscara cai, apenas seus olhos, boca e um pedaço do nariz são visíveis. Por baixo da máscara e da malha, possui olhos amarelos, lábios bem desenhados, um rosto de contornos bem definidos e esguios, um nariz afilado e sobrancelhas finas e alongadas. Sua pele é branca, embora cubra ela de todas as maneiras possíveis. Seu cabelo é castanho avermelhado, cacheado, e sempre se esconde embaixo da malha e cartola.

Costuma se vestir como um mágico de picadeiro. Sapatos de couro, calça de alfaiataria reforçada, camisa laranja de algodão, luvas vermelha, colete preto com vários bolsos, um colar com uma joia verde, falsificada. O que mais chama atenção em seu vestuário é uma cartola cor café, com uma faixa de tecido vermelha e uma pena presa na cartola. O vestuário não deixa abertura para que seja visto qualquer parte desnuda de seu corpo, as luvas sempre tapam suas mãos, a camisa não tem aberturas pra pele, a malha na cabeça cobre até mesmo os ombros, só deixando livre o essencial em seu rosto, que é sempre tapado pela máscara fortemente amarrada atrás de sua cabeça.

Caminha com certa elegância, e se comunica de uma maneira mais gestual que o comum, gesticulando suas palavras, de maneira a tentar hipnotizar quem esteja observando sua comunicação, herança de suas habilidades com ilusionismo. Costumeiramente, faz movimentações estranhas ao se dirigir para outras pessoas, quebrando padrões de comunicação estabelecidos pelo bom senso.

Personalidade:
A.N.T.I. é um homem doente, um louco, esquizofrênico, quer o que queiram chamá-lo, talvez até mesmo um questionador? Uma existência ímpar? Um personagem único? Será que ele realmente tem uma personalidade fixa? São perguntas extremamente difíceis de serem respondidas quando se trata dessa persona. Então é interessante dividir isso em partes.

Em primeiro lugar, A.N.T.I. é uma pessoa verdadeiramente louca. É completamente pirado da cabeça. Por algum motivo que seja, constantemente está criando questionamentos sobre a realidade que lhe cerca e sobre sua própria existência, seja em voz alta ou em seus pensamentos. Sendo impossível enquadra-lo como "normal", o personagem questiona suas atitudes e os acontecimentos a sua volta, até mesmo objetos imóveis, construindo pensamentos por vezes complexos ou paradoxais. Isso é fruto de paranoias e tormentos constantes, principalmente pelo personagem acreditar que está dentro de um jogo. Ele crê veemente que está no "Jogo", um universo hipotético que tudo é manipulado por entidades superiores. A primeira entidade, da qual ele crê que controla seu corpo, seus pensamentos, emoções e afins, é o "Jogador", um ser superior que o trata como um avatar no Jogo. A segunda entidade, é o "Mestre", uma entidade que controla tudo o que está a sua volta, seja isso situações, ocorrências, seres vivos, objetos inanimados, surpresas, clima, tempo e afins, como se fosse algum tipo de Deus, com o intuito de dificultar, auxiliar, entreter, ou qualquer tipo de relação que tenha com o Jogador. E, por fim, acredita ser o "Personagem", um avatar criado e controlado pelo Jogador, sem vontade próprias, e todas as suas emoções, pensamentos, ações e afins são controladas por ele. O problema nisso tudo é: como ele acredita em tudo isso e ainda tem consciência para fazer esses questionamentos? É esse tipo de situação que ronda sua cabeça. Se é um ser inconsciente, não deveria saber sobre sair fatos, ou crer neles. Se é um ser consciente, por que ele estaria sendo controlado, já que questiona sobre esses valores? Tudo isso é um paradoxo que ronda a personalidade de A.N.T.I., fazendo com que ao mesmo tempo que ele É, ele também Não É. Muitas vezes se encontra em conflito interno e externo com tais situações. Muitas vezes se encontra conversando com o tal Jogador, ou mesmo criticando o Mestre, e age de maneira desconexa do que seria esperado dentro do Jogo, seja por outros personagens ou jogadores. Certamente, uma psiquê complexa, cheia de entrelinhas e questionamentos filosóficos e adoentados, de um homem que não sabe nem mesmo se está vivo ou não. Por estar em conflito constante consigo mesmo, também entra em conflito com o Jogador e o Mestre. Veja bem, ele não necessariamente entra em conflitos diretos com seres dentro do Jogo, mas sim com os que controlam o Jogo. Acredita que o Jogador só está controlando ele para benefício próprio, e o Mestre tenta a todos os custos acabar com sua vida, que é algo que ele não ironicamente valoriza muito. A.N.T.I. muitas vezes critica o Jogador, o Mestre e toda a situação na qual ele está inserido, sempre buscando alternativas pouco convencionais e interage com o jogo de maneira pouco natural. É, certamente, uma existência singular.

Em segunda instância, após a contextualização de sua visão de mundo, é seu comportamento que vem a tona. Muitas vezes, pela questão de seus tormentos e depravação da realidade, é esperado que ele reaja de maneira imprevisível e caótica quase todos os momentos possíveis. A verdade é que ele não se importa. Ao mesmo tempo que ele pode, muitas vezes, agir de maneira caótica e imprevisível perante as situações, ele também pode demonstrar uma normalidade praticamente anormal para sua persona, tomando atitudes simples ou resolvendo problemas com naturalidade e o que se pode dizer de "bom senso", se perguntando: seria isso o Jogador controlando-o? Ou uma resposta diferente para enganar o próprio Mestre? A questão é que nunca se sabe como ele pode agir. Além disso, alternadamente tem reações descabidas e sem nenhum sentido, frente problemas extremamente complexos ou situações pateticamente simples. Embora todas as situações sejam estressantes para quem quer que esteja próximo dele, ele mesmo trata tudo com muita naturalidade e racionalidade, com decisões sóbrias de seu ponto de vista e muito bem executadas, ou talvez não... A.N.T.I. não tem escrúpulos, vergonhas, papas na língua ou mesmo bom senso, ao mesmo tempo que ele também pode possuir tudo isso, se lhe convier, sendo importante salientar que sempre está direcionado a pensamentos mais racionais, com execução irracionais, mesmo que carregadas de uma lógica própria.

Em terceiro patamar, suas emoções. Normalmente, A.N.T.I. se mostra muito curioso, carismático e interessante. Parece estar de bom humor sempre, ou ao menos é o que se espera antes de mudar completamente suas emoções. Não se sabe se são suas habilidades voltadas para dramaturgia, mas por vezes suas emoções são muito bem acentuadas e definidas, mesclando-se a racionalidade de seus pensamentos. Pode ir de um choro descontrolado e espontâneo para atitudes melancólicas e existencialistas, confrontos cheios de raiva e fulgor, ou mesmo uma rispidez translúcida e implacável. É um mistério saber quais serão suas emoções, e nunca pode se dizer se elas são falsas ou reais. O personagem tem tendências narcísicas e egocêntricas, muitas vezes colocando ele próprio — e somente ele próprio — num patamar de segurança ou perigo, conforme se sinta mais agradável, de acordo com a situação. É verídico afirmar que sempre estará mais preocupado consigo próprio, num egoísmo por vezes ridículo, para salvar sua própria pele ou ver o circo pegando fogo simplesmente por estar entediado. Não se importa em auxiliar pessoas, conversar com outras ou mesmo se comover com assuntos que não sejam os dele próprio, mas a maior parte do tempo o cerne de sua emoção está numa indiferença vazia, quase como se ele fosse somente um fantoche... seriam essas emoções o Jogador? Ou ele tenta confundir o Jogador e Mestre por ele próprio? Nunca se sabe... Só é correto afirmar que, apesar dos pesares, é sóbrio em decisões, indiferente em relações e carismático para com o público, visto que sempre tenta atrair atenção para si, para outros, ou mesmo controlar a plateia a sua volta como num picadeiro circense. É interessante adicionar, também, que A.N.T.I. prefere conservar sua integridade física, sempre preferindo diálogo antes de partir para ações... ofensivas, o que ele faz muito bem com suas capacidades linguísticas de falar. Sua eloquência é realmente forte, e isso certamente advém de suas habilidades em conduzir um espetáculo.

Por último, mas não menos importante, está constantemente contra o Mestre e questionando a entidade Mestre. Nem ele próprio sabe o que irá acontecer, e está constantemente paranoico sobre tudo o que acontece ou poderá acontecer. Acredita que o Mestre, por algum motivo, está contra ele, e então não tem culhões para acreditar em nada ou ninguém, normalmente levando em consideração seus pensamentos e sensações para agir perante um mundo onde uma inocente criança pode ser um canibal cruel, ou um motorista de ônibus ser somente um motorista de ônibus. Destarte, sua relação com o Jogador é de questionamento. Questiona suas ações e culpa o Jogador por erros que possam vir a afetar sua integridade física ou mental. Eventualmente agradece por situações pelas quais ele conseguiu passar sem esforços, numa proximidade intimista com o Jogador, tendo uma relação conturbada com essa entidade. Considerando essas informações, seu objetivo de vida provavelmente é rasgar o véu da realidade e desmascarar o Mestre e o Jogador, assim como o Jogo como um todo, custe o que custar. Mas o que seria o Mestre, o Jogador, o Personagem ele próprio, e no fim, o Jogo? Seriam ideias de sua mente? Conceitos deturpados? Ou seriam realidade? Nunca se sabe. A.N.T.I. irá desvendar esses mistérios... ou não.

História:
A história começa com um rapaz em uma casa de família feliz e alegre. Um dia brilhante se fez presente no momento em que um lindo bebê havia nascido. Seus pais lhe deram amor e... *espera, espera, que merda é essa? Que história mais pau mole!* É a sua história, por que não me deixa contá-la? *Deixar conta o que? Isso? Foi isso que aconteceu? Eu não sei quem eu sou e você me dá esse tipo de plano de fundo? Sou obrigado a continuar vivendo nessa porra de jogo porque você decidiu criar uma história pra crianças?* Não é como se você não fosse parte de minhas decisões, né? Acho que ambos concordamos que eu quem define o que tem que ser feito ou não! *Claro, vovô, agora vamos te levar de volta pra cama... Ah, que se foda, eu vou contar essa história do meu jeito. Era uma vez uma ilha móvel na Grand Line, que hoje já não existe mais. A geografia da ilha não importa muito, mas lá faziam experimentos esquisitos com crianças sequestradas de todos os lugares e coisa parecida... aí, um dia ou outro trouxeram um menino, e eu era esse menino e...* Certo, já que você quer assim, deixa que eu cuido disso... vejamos...

Há um tempo atrás, havia uma ilha flutuante móvel na Grand Line, que era filiada a uma hedionda organização de cientistas do submundo. A ilha era uma existência secreta para todos que não faziam parte dos mais hediondos chefes do mundo das trevas, e todos os seus cientistas eram renomados e doentes o suficiente para prosseguirem com seus planos. Diante de vários experimentos proibidos que ocorriam ali, as melhores cobaias eram crianças sequestradas de diversos lugares. Uma dessas crianças era Aurelio, um garoto que foi extraviado de sua ilha natal, que foi trago ainda quando era bebê, tendo sido vendido por seus pais em troca de drogas de uso recreativo e dinheiro... *huhhh gostei do plot* O menino Aurelio foi trago para servir como cobaia em experimentações acerca de seu cérebro. Desde sua infância, utilizavam-no para fazer testes psicológicos e neurocirurgias para explorar a mente humana das mais variadas formas. No início, apenas estudos comportamentais eram feitos, experiências que exploravam a interação do rapaz e de outras cobaias entre si, como ratos de laboratório. Muitas vezes as cobaias eram drogadas nesses estudos das mais variáveis formas. Na medida que o tempo ia passando, os cientistas utilizavam outros métodos de estudos. Terapias de eletrochoque, lobotomia, robotização cerebral e até mesmo propaganda política, eram constantemente utilizados nas cobaias em prol do avanço científico, sabe-se lá de que grupo se beneficiaria com isso.

Num dos experimentos, resolveram colocar Aurelio num ambiente para alterar sua personalidade com base em seu crescimento. O garoto foi colocado em um lugar para que pudesse se desenvolver como se estivesse num circo, mas os testes comportamentais não paravam. *Bem... não sei se é verdade, não lembro de nada disso*. Faziam com que ele estudasse coisas voltadas às artes circenses, como um mestre de picadeiro. Fisicamente, o garoto crescia fazendo acrobacias, uma atividade obrigatória para aliviar o stress proposto pelas experiências diabólicas. Entrava em contato com a arte do ilusionismo e da distração de público, e embora não houvesse um público, seu comportamento se alterava para ser encaixado em arquétipos da psicanálise onde ele se tornasse um "trapaceiro". *Foda-se, vou aceitar isso pra minha vida mesmo* Era interessante que os cientistas sempre lhe diziam que era uma criança prodígio, alguém que conseguia ter resultados melhores que os outros, e, portanto, era uma cobaia valiosa para o laboratório secreto. Era constantemente premiado com guloseimas e mais ensinamentos, mas os testes nunca paravam. E eram extraordinários. Sessões no escuro o fizeram desenvolver uma visão adaptada para ambientes de baixa luz, enquanto apresentava-se para quem quer que quisesse ver o seu desespero perante ao show.

Em sua adolescência, o menino aos poucos não conseguia mais suportar os experimentos. Aos poucos, os testes começavam a ter efeitos esquizofrênicos no nosso herói. Ele começa a duvidar de si mesmo e de suas vivências, e os experimentos comportamentais de ambientes começaram a fazer com que ele duvidasse de sua própria realidade. Com o passar do tempo, começava a sair de sua zona de conforto dentro de sua realidade particular virtual, destratando os cientistas e vivendo em uma psicose única dentro de sua própria mente. Eventualmente fazia planos mirabolantes e deixava com que esses planos o levassem para outros planos de realidade, se reconhecendo como uma entidade única que não poderia ficar preso. Por vezes, escapava de suas mediações e começava a perambular pelos corredores da ilha laboratório, aprendendo a se esconder e se tornar mais furtivo do que um morcego num noite escura de lua minguante. Muitas vezes era encontrado, mas outras vezes nem sempre. Aos poucos, ia saindo de sua realidade fictício de mestre de picadeiro e descobria que tudo que vivia até o momento era uma mentira. Aos poucos, começou a se tornar revoltado. Recusava-se a tomar os remédios e a seguir protocolos que antes seguia com precisão. A única coisa que lhe fazia ter prazer na vida era suas apresentações mirabolantes dentro de sua realidade fictícia. *Nossa, isso aconteceu mesmo? Se sim, imagino que eu seja um partidão, heim? Anarquista do caralho* Enfim, o rapaz se sentia bem em suas apresentações ilusionísticas e mirabolantes, e desenvolveu-se a ponto de conseguir representações precisas de maneira que enganasse até mesmo os cientistas psiquiatras do local.

Contudo, nem tudo era um mar de rosas. Sua vida esquizóide possuía um preço. Com as revoltas do rapaz ao longo dos anos, ele foi se tornando cada vez mais cotado para procedimentos de lobotomia, por mostrar comportamentos difíceis de se lidar. Com suas escapadas de seu espaço pessoal, e suas pesquisas pessoais sobre o universo deturpado pelo qual ele rondava, aos poucos o herói da história foi se tornando cada vez mais questionante de si mesmo e das situações que lhe rondavam. Era sempre um mistério. E sempre que tentava se rebelar, os sedativos dos cientistas aos poucos lhe faziam com que se acalmasse. O garoto, que se tornara um rapaz, e já começava a evoluir para um adulto, se tornava cada vez mais deturpado. Sua mente ia se fragmentando aos poucos em razão dos vários experimentos psicológicos e comportamentais pelos quais era submetido. Não somente isso, as drogas que ele ingeria conseguiam fazer com que seus transtornos se tornassem cada vez mais doentios. Ele começava a criar realidade fictícias em sua mente de maneira que os psiquiatras não conseguiam resolver maneira nenhuma, e sua condição somente piorava... *Isso em suas palavras seu bostinha, você ta escrevendo a história da minha vida e eu só estou concordando, não significa nada pra mim.* Calado, seu desgraçado. Enfim...

Certo dia, aconteceu um acidente dentro da ilha móvel na Grand Line. Um grupo desconhecido invadiu a ilha e então começou a destruir os laboratórios e espaços de realidade fictícia dos pacientes. Antes que Aurelio pudesse ser lobotomizado, ele foi "liberto" pelo grupo que ele próprio desconhecia. Mas já era tarde demais. Sua mente já havia sido tão fragmentada e adoentada que agora ele acreditava estar em uma realidade diferente da qual ele mesmo vivia. *EI, MAS EU ESTOU! SEU FILHO DA PUTA, NÃO VENHA COLOCAR PALAVRAS NA MINHA BOCA, VOCÊ É UM MALDITO SEU JOGADOR DE MERDAAAAAA* Calado, seu LIXO. Acabou que o grupo que destruiu o laboratório e o retirou daquele lugar conseguiram destruir a ilha, mas não foi somente isso. Após isso, tiveram um problema para realocar todos os pacientes e esquizofrênicos que viviam sob as garras da pesquisa sórdida e sadista de um grupo de cientistas sádicos. O antes rapaz, e agora homem, Aurelio Nogueira Tintoretto Igno, foi enviado para uma ilha no West Blue, chamada de Derlund. Nessa ilha, a presença de humanos era minúscula, em comparação com curiosas criaturas humanóides... *ah, agora ta ótimo, virei furry...*. E é nesse contexto que a aventura do nosso jovem herói se inicia.

*Certo, agora que você falou um monte de asneira, posso criar minha versão da história?* Espera, você quer começar uma história do começo? Mas eu já estou cansado de escrever! *Escrever o que seu esquizofrênico? Quer dizer que isso é um jogo de verdade e você não estava mentindo pra mim?* Eu não disse isso.. enfim, divirta-se na nova aventura, espero que aproveite. Sou apenas uma voz na sua cabeça. *ESPERA, NÃO, NÃO ME DEIXA AQUI. SEU DESGRAÇADOOOOOOOOOOOO.*

Características



Qualidades:
• Versátil Raça

• Ambidestro (1) Devido as características artísticas, A.N.T.I. possui maestria movimentando ambas as mãos.

• Impassível (1) Sendo um paradoxo por si mesmo, A.N.T.I. possui o pensamento sóbrio, para que consiga questionar melhor a existência.

• Visão na Penumbra (1) Sempre por trás de uma máscara, A.N.T.I. adaptou para enxergar através das sombras projetadas por essa condição peculiar, também pelo fato de em sua história ter vivido diversos experimentos.

• Carismático (2) Embora louco e questionador da própria existência, sua maneira de falar, conduzir uma plateia e interagir é realmente cativante. São poucas as pessoas que não se afetam pelo carisma desse mascarado muito bem vestido.

• Prodígio (2) Por se reconhecer como um paradoxo, A.N.T.I. consegue tem uma capacidade de pensamento bastante expandida, que o leva a entender conceitos complexos e aprender novas coisas o mais facilmente possível.

• Prontidão (2) Por ser naturalmente inquieto, A.N.T.I. está pronto a qualquer momento, para qualquer movimento, seu físico já atende aos requisitos de aprendizado de sua mente, em milésimos de segundos.

Defeitos:
• Louco (2) Aurelio Nogueira Tintoretto Igno é um homem que se julga sem identidade, por mais que esteja alheio a ela mesma, dentro do contexto do que ele considera como "Jogo". Devido a certas circunstâncias, acredita que é o "Personagem", uma espécie de entidade filosófica, cujas ações, pensamentos e afins são controladas pela entidade nomeada de "Jogador", o que faz delirar e questionar sua própria existência como ser autônomo ou fantoche de uma entidade que está além da razão. Além disso, crê que tudo o que está a sua volta é controlador pela entidade chamada "Mestre", que cria o mundo a sua volta e coloca desafios e empecilhos para que ele, como personagem, precise interagir, sob as ordens do "Jogador". Sua loucura se reflete em conceitos filosóficos paradoxais complexos, que se refletem em suas ações e pensamentos. Inevitavelmente, crê que está dentro do que chama de "Jogo".

• Atormentado (2) Em constante estado de questionamento e entendimento, A.N.T.I. é atormentado por seus pensamentos e pela maneira como enxerga a vida, crendo a todos os momentos que conversa com uma entidade chamada "Jogador", que constantemente lhe fala a seus ouvidos. Acredita que suas ações não são suas ações verdadeiramente, mas ordens premeditadas que ele mesmo executa. As vezes parece ignorar sua tormenta para agir com maior naturalidade, mas ela sempre reaparece para lembrá-lo de sua condição.

• Paranoia (3) Por acreditar na entidade "Mestre", A.N.T.I crê que tudo o que acontece à ele e em seus arredores são obras orquestradas das quais ele precisa interagir de uma forma ou de outra para continuar sua existência (por mais paradoxal que pareça ser). Dificilmente confia em pessoas por acreditar que o "Mestre" está tramando contra ele mesmo, ou mesmo que o "Jogador" está tentando ajudá-lo. Não é muito aberto a se revelar para outras pessoas, sendo um tanto quanto impessoal no que tange conhecerem-no ou não.

• Diligente (2) O "Personagem" está constantemente devoto a desmascarar o véu da realidade que lhe cerca, acerca das entidades "Jogador", "Mestre" e "Jogo". Está constantemente em buscas de verdades incertas e questionamentos paradoxais para tentar entender o Ser e o Não Ser. Sua missão de vida é descobrir se é verdadeiramente um personagem controlado por um jogador dentro de um jogo, e sua existência gira entorno de tais conceitos, a ponto de fazer com que A.N.T.I. procure essas respostas de maneira mais... inusitada.


Atributos


Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 120
STA: 100

Raça [#99cc00]EdC [#ff6600]Arma [#ffcc00]Akuma no Mi [#cc00cc]

Força: 0
Destreza: 1 +3 EdC
Acerto: 8 +4 Humano
Reflexo: 11 +4 Humano +3 EdC
Constituição: 0

Agilidade: 15
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:
• Acrobacia
• Dramaturgia
• Discurso
• Ilusionismo
• Furtividade

Artista:
Os artistas dominam a arte do canto, dança, artesanato ou outras áreas. Artistas são mestres do entretenimento, sendo capazes de se expressar nas mais diversas formas e cativar aqueles que o cercam.

Bônus: Jogadores artistas são capazes de ganhar fama por meio de suas obras ou apresentações, quanto mais famoso for, mais valor terão os seus trabalhos. Além disso, os artistas são os únicos que podem escolher entre domar animais lendários ou terem um companheiro adicional a partir do nível seis se desejarem.

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Ladino:
Ladinos são especialistas em combates de curta distância, fazem uso de lâminas curtas e escusas para pegar seus oponentes desprevenidos e realizar movimentos letais. Utilizam adagas, punhais e similares.

Atirador:
Atiradores são especialistas em combates a longa distância, utilizam armas como pistolas, rifles, estilingues, arcos, bestas, dardos e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Obervação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S

https://www.allbluerpg.com/t33-mercado-comum#79

Itens


Tratam-se dos itens equipados em seu personagem

Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -

Inventário


Trata-se dos itens carregados pelo que não estão equipados em seu corpo.

10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Mr. Compress (Atsuhiro Sako) — Boku no Hero Academia:
A.N.T.I. CQYREMq

Relações



Players:
[url=Link da Ficha do Player]Nome do Personagem[/url] - Relação com o Player

NPCs:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC

NPCs Importantes:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC


_________________

A.N.T.I. O0yljIK

A.N.T.I. WhdRXxk

Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith