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Kenshin
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Confusão em Illusia. Qui Maio 13, 2021 1:22 pm
Confusão em Illusia.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Pearl Noland e Sahdmadhi Zeno. A qual não possui narrador definido.

_________________

Confusão em Illusia. J09J2lK
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Re: Confusão em Illusia. Sex Maio 14, 2021 4:44 pm




Capítulo 1

 
A verdade se tornava cada vez mais clara para Pearl, era insustentável se manter no mesmo lugar por muito tempo, ainda mais em lugares mais populosos. Mesmo que tentasse evitar, algumas pessoas consequentemente descobriam sua verdadeira identidade, depois de um longo convívio. Ainda pior do que isso, o odor fétido dos seres humanos, com seus desejos egoístas e relações supérfluas a deixavam nauseada. Ter de entrar em contato com eles todo dia era algo incômodo, já que sentia uma natural aversão a qualquer tipo de interação com eles. Perversos, mentirosos, violentos, todas essas foram as características que acumulou dos humanos durante o tempo que ficou em Sabaody, depois do desaparecimento de sua mãe, sirena, no mercado negro.

- “Como se já não bastasse, ainda tem aqueles que tentam se mascarar na bondade.” - A gentileza era algo que Pearl foi somente acostumada por seu pai adotivo, e alguns amigos que tinha na ilha em que havia sido criada. Tudo aquilo acabou depois do maior evento em sua vida, seu reencontro com sua mãe perdida. A substituição dessas emoções fez com que, mesmo que genuínas, os lados amigáveis das pessoas somente parecessem ser mais uma forma de lhe enganar. Talvez isso fosse mudar um dia, mas muito provavelmente não seria agora. O que ela precisava agora era seguir com suas próprias metas, afinal estava sozinha e não tinha ninguém que fosse fazer as coisas por ela.

- Preciso de um barco, sair desta bendita ilha…. - sua ambição era simples, a longo prazo: percorrer toda a Grand Line, feito que poucos se não nenhum navegador ainda conseguiu. Contudo, naquele exato momento, precisava se manter viva e seguir para a próxima ilha. - Conseguir algum dinheiro também…. Provavelmente vou precisar. - Pela sua aparência humana, não era tão difícil conseguir algum trabalho, já que pouco difere de uma pessoa comum, na maioria de sua fisionomia. - Porra… Trabalhar pra humanos…… Nem fudendo. - Mesmo assim, certamente não iria, ainda era muito orgulhosa para engolir sua raiva e fazer o que precisava ser feito. - Quer saber, eles que se fodam. - Nunca foi algo desejado por ela, na verdade jamais havia pensado em se tornar uma fora da lei, ladra nem algo do tipo. Entretanto, a ideia de entrar para a pirataria era algo que frequentemente percorria a sua mente, toda a vez a influenciando mais.

- É melhor eu ir me dirigindo para o sul, talvez com mais pessoas eu possa arranjar mais oportunidades de sair daqui. Quem sabe um navio precisando de mais tripulantes….. ou algum bobiando… Nunca se sabe…. - Ela sabia que ficar parada não adiantaria em nada, portanto seu objetivo era procurar alguma coisa que pudesse abrir alguma brecha para ela. Fazia muito tempo desde que tinha saído da proteção de seu pai adotivo, Gillean D. Ford e sentia falta desses tempos. - “Pai… eu estou voltando, eu verei o senhor de novo, isso eu prometo!!!” - O desejo de se tornar mais capaz, de seguir para o seu destino a tomava pelas mãos e dava a ela a vontade para fazer o que fosse preciso para conseguir o que queria.

Considerações:

------------------- Objetivos -------------------
- Seguir para a próxima ilha [  ]
- Conseguir um mapa do West Blue [  ]
- Conseguir dinheiro [  ]
- Se tornar pirata [  ]
- Bater em alguns marinheiros [  ]
- Conhecer o personagem “Sahdmadhi Zeno” [  ]

------------------- Post -------------------
Número de posts: 1
Ganhos:
Perdas:

------------------- Status -------------------
PdV: 240
STA: 100

------------------- Narração -------------------
Falas- oioioioi
Pensamento- oioioioi
NPC- oioioioi

gamabuga
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Re: Confusão em Illusia. Sex Maio 14, 2021 10:27 pm

義理
PV: 200/200 | ST: 100/100

Enfim havia chegado o último dia. Zeno só percebeu agora o quanto se acostumou com aquele lugar. Sua pequena estalagem ao norte, cujo telhado e as janelas vez ou outra se soltavam com a neve e o vento, acabou sendo um dos poucos lugares que conseguiu chamar de lar nos últimos anos. O reino de Ilusia podia ser importante e cheio de gente, mas não importa onde se esteja, montanhas são sempre um bom lugar para se esconder. Ali ele não precisava se preocupar com olhares alheios, e também não precisava ficar fugindo constantemente. Com exceção dos bandidos e das feras selvagens, morar naquela região acabou sendo um dos períodos mais calmos da sua vida.

ー Mas ao menos o clima podia ser um pouco menos frio... ー Diria, esfregando os braços. Comparado a Alabasta, esse lugar mais parecia um inferno de gelo.

[...]

ー ...Esse é o último. ー Diria, virado para um tronco de árvore. Em seguida, desferiria um soco com a mão direita, bem no centro, que provavelmente já estaria com a marca do seu punho estampada no casco depois de todos esses anos. Zeno daria um suspiro, e então levantaria um grande sorriso. ー Acho que essa é a última vez que vamos nos ver. ...Obrigado por aguentar meus socos por tanto tempo. ー Diria, mas logo se abraçaria novamente após uma brisa gelada envolver seu corpo.

Botas de couro, seguidas de uma calça escura e um casaco marrom amarrado na cintura. Antes de vestir a camiseta lilás, Zeno passaria a mão nas costas. Todo dia ele fazia isso, mas a resposta era sempre a mesma. Elas ainda estavam ali, cobrindo cada centímetro das suas costas. Mesmo após tanto tempo, ainda podia sentir o ardor das cicatrizes. Cada figura e cada escritura, já havia perdido a conta de quantas vezes perdeu o sono tentando decifrá-las. ー Já se foram dez anos, não é? ー Perguntaria a si mesmo. ー Desde aquele dia.

Vestindo a camiseta, pegaria uma pequena mochila de uma alça com os seus pertences. Em seguida, ajeitaria a franja para cobrir seu terceiro olho. Nem queria pensar no que poderia acontecer caso alguém visse seu verdadeiro rosto. A confusão provavelmente iria atrair olhos indesejados. Ou pior, agentes do governo. E aí, pela centésima vez, teria que arrumar um jeito de fugir de uma ilha sem ser preso ou morto no caminho. Era trabalho demais, especialmente para um dia importante como esse.

ー Beleza. O objetivo é aquela ilha. ー Diria a si mesmo. ー Para chegar lá... bom, não tem atalho... vou precisar entrar na Grand Line. ー Dito isso, começaria a descer em direção ao sul, para a área mais movimentada do reino. Mais especificamente para um dos portos de Ilusia.

Havia duas coisas indispensáveis que precisaria se quisesse chegar na Grand Line. A primeira, obviamente, seria um barco. Não precisava ser nada extravagante, um bote já seria o suficiente para começar a viagem. A parte complicada vinha depois disso. Zeno nasceu em Alabasta, e ele sabia muito bem como os mares do Paradise eram implacáveis. Podia conhecer muito sobre história e cultura humana, mas quando o assunto era navegação, não era um exagero considerá-lo um verdadeiro desastre.

"...Em outras palavras, preciso de um navegador.", pensaria. Um navegador que soubesse lutar seria melhor ainda. No entanto, o rapaz era realista. Não iria sair por aí tentando montar sua própria tripulação do zero. Provavelmente acabaria fracassando, ou arrumando uma briga e sendo morto no meio do caminho. No fim, o jeito mais fácil de cumprir os dois requisitos seria entrando como tripulante em algum navio pirata. E, provavelmente, não encontraria nenhum atracado no porto de um reino como Ilusia. Em outras palavras, sua prioridade era apenas uma: sair dali.

Se chegasse em algum dos portos, a primeira coisa que faria seria dar uma boa olhada ao redor. A quantidade de navios atracados, a movimentação. Procuraria por alguém que aparentasse ter conhecimento do porto, talvez uma pessoa que estivesse encarregada de registrar a entrada e saída de navios, ou um comerciante, acostumado a ver as mesmas embarcações zarpando e voltando a Ilusia. Se encontrasse alguém assim, se aproximaria com um sorriso: ー ...Boa tarde, sabe se algum desses navios está aceitando tripulantes? ー Perguntaria, ajeitando a mochila. ー Não estou indo para nenhum lugar específico, então qualquer destino serve.


Observações:
Aparência & Vestimenta (tirando os acessórios de ouro).
Controle:

- Postagens: 01
- Pagina: 00
- Ganhos: N/A
- Perdas:N/A
- NPC: N/A
- Players Conhecidos: N/A
Objetivos:

- Conseguir um barco.
- Aprender Investigação.
- Ir pra Las Camp com o boneco do Sortudo.

O Taverneiro
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Re: Confusão em Illusia. Ter Maio 18, 2021 9:30 am

Cap. 1
Confusão em Ilusia -


”Detalhes”:


  • Tempo Nublado
  • Temperatura - 11ºC
  • Vento - Leve
  • Horário: 08:40 AM


O homem A mulher peixe deixava claro que um bom ser de sua espécie está sempre em movimento, camarão que dorme a onda leva. Talvez por isso sua mente trabalhasse em tão ampla velocidade mostrando a capacidade de um raciocínio que poucos humanos seriam capazes de acompanhar.

Andar entre humanos, uma espécie tão detestada por ela era como um castigo sem fim e uma memória interminável sobre o destino cruel de Sirena. Afinal de contas, se os humanos tem o sangue quente, o coração também não deveria acalentar? Então o que causava tanta repulsa assim? Será a vontade de ser igual e não conseguir? Será uma inveja? Ou simples ódio por serem diferentes? O tempo dirá a nossa grandiosa aventureira de longa cabeleira.

Atrás de um barco para seguir sua viagem e conseguir chegar até a Grand Line ela decide caminhar para o sul. Seu senso de direção deixava mais que certo que levaria alguns bons 40 minutos até chegar ao cais, conseguir um barco ou emprego por ali era uma chance. Mas trabalhar para humanos? Será?

Não longe dali, com três olhos e um frio desnecessário, Zeno continuava seu treino. As mãos velozes e firmes golpeavam o tronco de uma estrondosa árvore que após tanto tempo já mostrava uma certa depressão na casca, marca de tantos e tantos dias levando socos.
Assim que ele fala sua frase de despedida ele poderia até mesmo jurar que a árvore havia balançados os galhos e derrubado algumas folhas em alívio.

Trajando sua usual roupa protegendo as cicatrizes ele caminhava rumo ao sul. Precisava do básico, dinheiro e um navio. O melhor lugar para isso era claramente o porto e foi para lá que o homem com três olhos caminhou.

Ao chegar ele vê um homem que observava os navios com uma prancheta em mãos e gritava aos barcos que ali estavam atracados.

- Vamos, não tenho o dia todo! Aqueles que forem zarpar, já iniciem o processo!

O homem de barba cerrada, cabelos grisalhos e olhos verdes, olha para ele por trás de seus óculos, ajeita a prancheta sob o braço e diz:

- Eu lá tenho cara de agente de empregos, rapaz? Eu sei que aqueles dois últimos barcos acabaram de chegar, os outros estão zarpando. Esse grande do meio, aquele com a bandeira azul clara esses vão zarpar, horário previsto 11:30. Agora se não for ajudar, não atrapalhe. Tem um bar, pode ver se alguém precisa de marinheiros por lá.

O senhor sai de onde está e caminha até um dos navios onde parece falar com um capitão.

O que faria o Sahdmadhi? Enquanto pensamos nisso, os passos da mulher são firmes o bastante para chegar e observar um homem com camiseta lilás, botas de couro, calça escura e um casaco amarrado na cintura conversando com um outro homem com uma prancheta sob o braço.

O homem da prancheta sai, enquanto o outro de camiseta lilás fica só pronto para tomar a sua decisão. Mais uma vez, os humanos mostravam sua realidade.








”Legenda”:

- Aleatório

”AVENTURA”:

GANHOS:
N/A

PERDAS:
N/A

POST: 01
EXP:
Relação com Personagens:


”Off”:
Senhores, me chamem no Discord para conversarmos sobre a aventura =)
O.Taverneiro#6229
gamabuga
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Re: Confusão em Illusia. Ter Maio 18, 2021 6:45 pm

義理
PV: 200/200 | ST: 100/100

Zeno não deu tanta atenção ao sarcasmo do inspetor. Ele provavelmente tinha seus próprios estresses do dia para se preocupar. Era pedir demais que fosse compreensivo com todo estranho que aparecesse na sua frente pedindo informação.

"11:30...", pensou, olhando para o céu. Mesmo que decidisse embarcar, ainda havia algumas horas de espera. "...O que será que eu faço?"

Um vento forte e repentino faria Zeno segurar o cabelo. Como sempre, sua mão cobrindo a franja para proteger sua identidade. Preocupado, assim que o vento cessasse olharia para frente, perguntando-se se o velho teve um vislumbre do seu terceiro olho, mas ele já havia ido embora. "...Esperar aqui não vai dar em nada. Com essa quantidade de gente no porto, só vou estar correndo riscos.", pensou, "...Não gosto de tavernas, mas como hoje é o último dia, acho que não faz mal. Se isso me trouxer alguma oportunidade, já vai ter valido a pena." Dito isso, ergueria o capuz para proteger seu cabelo da ventania, e então se dirigiria até o bar.

[...]

Se chegasse lá, não se sentaria. Ao invés disso, apoiaria as costas em algum canto isolado, largando a mochila próxima às pernas. Zeno não bebia álcool, e também não se sentia confortável em lugares barulhentos. Na verdade, não botou o pé em um bar sequer uma vez desde que chegou em Ilusia. Não era como se não gostasse de diversão, mas a maneira como o seu corpo funciona é um pouco... incompatível demais com esse tipo de ambiente.

"...Faz tempo que eu não uso isso.", pensaria, "Vamos ver quanto tempo eu aguento dessa vez." Puxaria a ponta do capuz para baixo, cobrindo toda a região da franja. Respiraria fundo e, bem devagar, abriria o terceiro olho. Pouco a pouco, o mundo começaria a ficar saturado. Após dez segundos, uma gota de suor escorreria pelo rosto. A esse ponto, provavelmente estaria sentindo o cheiro do álcool como se a bebida estivesse colada em seu nariz. O barulho das conversas, por sua vez, também estaria ficando cada vez mais alto.

Essa é uma condição do seu corpo que escondeu até mesmo do seu pai e da sua irmã. Já procurou em diversos livros de medicina, mas até hoje não encontrou uma explicação. Olfato, audição, visão... em certo grau, até mesmo o paladar e o tato. Por algum motivo que Zeno ainda desconhece, ele conseguiu a proeza de nascer com todos os sentidos dilatados. Festas eram como tortura, bebidas e perfume nem se fala. Talvez, por isso mesmo, tenha se afeiçoado tanto aos livros. Estes não tinham cores saturadas, não cheiravam nem faziam barulho.

"Quando meu terceiro olho está fechado, eu consigo suprimir os sentidos. Abrí-lo sempre foi como destravar um cadeado no meu sistema.", pensaria, "...Pensei que seria diferente depois de tanto tempo, mas eu realmente não sinto nenhuma saudade disso." Dito isso, da maneira mais breve possível tentaria prestar atenção nos arredores. Ignorando o cheiro e as cores, Zeno focaria sua atenção nas conversas. Se o conselho do inspetor estivesse correto, provavelmente ouviria alguma coisa ali sobre recrutamento. Talvez alguma tripulação que precisasse de membros novos, ou apenas um navio mercante que aceitasse passageiros. Se desse muita sorte... talvez até mesmo ouvisse uma navegadora ainda sem tripulação aparecendo do nada na entrada do bar. Mas aí já era pedir demais.

Após poucos minutos, mesmo que não ouvisse nada de útil, ele logo fecharia o terceiro olho, ofegante. Em seguida, largaria o capuz, deixando-o se ajeitar na sua cabeça da maneira que quisesse. "...Então eu ainda não duro mais do que alguns minutos...", pensaria, rindo internamente. "Bom... já era de se esperar."


Observações:
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Controle:

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- Pagina: 00
- Ganhos: N/A
- Perdas:N/A
- NPC: N/A
- Players Conhecidos: N/A
Objetivos:

- Conseguir um barco.
- Aprender Investigação.
- Ir pra próxima ilha com o boneco do Sortudo.

Sortudo
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Re: Confusão em Illusia. Qua Maio 19, 2021 11:16 am




Capítulo 2 - O Bar


- De acordo com a minha posição…. Observando pela distância…. É, 40 minutos, no máximo….. - era improvável que suas estimativas estivessem erradas, calcular medidas envolvendo deslocamento e direção eram o seu trabalho, afinal. Contudo, se esforçou para diminuir esse tempo, algo que todos os navegadores deveriam tentar fazer. - Aposto que consigo chegar bem antes! - Era quase como um desafio para si mesma, algo bobo para que pudesse esquecer que ainda estava em um lugar rodeado por humanos. Na verdade, era difícil estar em terra sem a presença dessa raça tão populosa. Talvez também fosse por isso que queria tanto zarpar, mais uma vez o mar traria uma solução para seus problemas.

Ao ponto que se aproximava cada vez mais do sul, região que trazia certo desgosto pra menina, mas infelizmente seria sua mais provável saída do Reino, sentia o vento gelado atravessar seu rosto. Era uma manhã relativamente agradável, estava acostumada com uma sensação fria, tão parecida quanto a água das marés. Se não fosse pelo céu obscurecido por camadas extensas das nuvens, poderia talvez ver o sol em seu esplendor. Poderia ser visto seu crescer pelo horizonte, enquanto seus raios de luz aqueceriam o frio causado pela região. Entretanto, este não era o caso, e ela entendia que a natureza não mede esforços para agradar os seres vivos que habitam o seu planeta.

[...]

As construções de pedra e mármore eram verdadeiramente interessantes, algo que trazia para Pearl uma sensação diferente do normal. Por mais que odiasse dos humanos, mesmo sendo uma junção anormal entre um e uma sirena, acabava por admirar algumas coisas que faziam. De qualquer maneira, não demorou muito para que chegasse perto do porto ao sul, sendo imediatamente rodeada pelo comércio e….. consequentemente….. pessoas. - “Possuem o que comer, possuem casas, água, tudo o que a natureza pode prover para se manterem vivos…. Ainda assim, matam, discriminam, cometem injustiças pelo bel prazer. Sem que muitos percebam, ou sequer liguem.” - Remoendo o que aconteceu no passado, havia sempre a mesma farpa no dedo de sua mente, que constantemente a incomodava de forma infindável. - “Por quê?.......” -

Seu rosto se fechou durante a passagem pelas multidões e centros mais lotados, preferindo percorrer pontos mais abertos, mesmo que tivesse que contornar algumas ruas. Enfim, chegando em seu destino, o cheiro do oceano inundava seu nariz, o som da água arrebitando as pedras e madeiras do porto era muito prazeroso. Gaivotas discutindo, barcos rangendo, significava aquilo que buscava naquele dia, mais uma lembrança do que precisava fazer. A sua volta poderiam haver várias pessoas, cada uma com seus próprios problemas e deveres, potenciais receptáculos para seu maior objetivo. Contudo, um rapaz lhe chamou a atenção, de cabelo loiro e pele escura, vestindo uma roupa completamente diferente da que marinheiros acostumados com o mar provavelmente vestiriam.

- “Alguém de fora… hein?... Parece que tenho alguma coisa pra fazer afinal… Não devo ser a única querendo sair desta ilha, eu espero….” - Reservava um pouco do seu tempo para observá-lo, enquanto parecia conversar com um homem segurando uma prancheta. Rapidamente, encerraram suas conversas e se separaram, cada um para uma direção diferente, fazendo o menino colocar um capuz e se retirar do pier.  Olhando sua posição, ele entraria no bar enquanto Pearl ainda se manteria do lado de fora. - Um bar?.... Ótimo. Quer saber, faz tempo que eu não vou a um lugar assim. Se não fosse pelos próprios fétidos humanos, eu poderia beber alguma coisa em paz. - Suspirava sabendo que provavelmente iria arranjar algum problema, antecipando também o desgosto que sentiria.

- Espero não me arrepender disso… - Enfim se moveria para a porta frontal do estabelecimento, sem nenhuma discrição. Não havia porque temer nada, já que pretendia não fazer nada de errado. O plano era simples, entrar, fazer um trato para zarpar e sair. Seu tamanho realmente se tornaria um tanto problemático naquele momento, teria que se abaixar levemente para empurrar a porta, se ela não fosse muito grande, suas botas pressionariam o piso fazendo-o ranger, caso fosse de madeira. Imediatamente, sua primeira abordagem seria olhar superficialmente os presentes na taverna, mesmo que não pudesse obter muita informação sobre cada um. O importante naquele momento era ter uma ideia do ambiente, da mesma forma que garantir suas próximas ações.

Através de sua capacidade extraordinária para se localizar e medir a mudança no tempo, poderia formar em sua cabeça quase que um mapa da sala. Cada componente se ajeitando no formato que teria, de forma que ela pudesse quase fechar os olhos e mesmo assim saber sair dali da mesma forma que entrou. Obviamente que, mesmo fazendo isso, essa capacidade era meramente limitada para o que podia enxergar, logo qualquer coisa escondida ou não vista passaria despercebido e faria seu “mapa” incompleto.

- Muito bem!.... Qual dos buchas está para sair desse lugar infernal?.... Preciso de um barco, sair daqui ainda hoje seria o ideal, mesmo sabendo o quão egoístas vocês são… Estou disposta a ser sua navegadora. - Diria em alto e bom tom, com uma abordagem extremamente sincera, era realmente aquilo que havia passado em sua cabeça. Não gostava de ninguém ali, mas precisava colocar suas necessidades em primeiro lugar e, para isso, aturaria o insatisfatório contato com as pessoas.

Não esperava uma salva de palmas, muito menos de seres tão ignorantes quanto os humanos, mas ao menos algo que pudesse desenvolver um serviço. Contudo, se a menosprezassem de alguma forma ou a tratassem com desaforo… Bem… A história seria completamente diferente. Com uma sobrancelha levantada, com os punhos se fechando aos poucos, trataria de retrucar ao responsável, se não estivesse acompanhado por mais de 3 pessoas. - Muito engraçado… Gura-gura-gura-gura!.... Não sabia que macacos pelados podiam ser tão humorados, quem sabe você não gostaria de tentar a sorte comigo. - Seu rosto cessaria expressões de ironia, transmutando-se em algo sério e sem remorso - Lá fora. - Apontaria para a saída do bar, seguiria para a saída do lugar caso se levantassem.

Ainda assim, havia a possibilidade de se manterem calados, ou até mesmo das condições serem diferentes das citadas. Para isso, já possuía em mente o que fazer. - Muito bem!.. Cativante!... - diria, sussurrando para si mesma - Bando de inúteis do caralho… - seu olhar procuraria o homem de camisa lilás, que, quando o encontrasse, faria se aproximar em sua direção. - Ei!... Você mesmo, o esquisito. Não é daqui, não é?... Posso estar enganada, mas, durante meu tempo no mar nunca vi alguém de Ilusia como você. - Seria incisiva, questionaria o rapaz como se quisesse cavar um tesouro, alguém que estivesse saindo da ilha. Olharia-o por cima, afinal seus tamanhos seriam claramente diferentes, usaria disso para expressar um tom de superioridade. - Se está querendo voltar pra onde veio, eu sou a pessoa que procura. Sabe, as águas desse oceano podem ser um grande problema, se não navegadas propriamente…. - Se inclinaria na direção do rosto do menino, fazendo sua boca contrair para o lado direito, em um sorriso intimidador. Às vezes esquecia que, diferente dos demais, sua boca estava abarrotada de dentes bizarramente afiados e isso poderia ser um problema.

Considerações:

------------------- Objetivos -------------------
- Seguir para a próxima ilha [  ]
- Conseguir um mapa do West Blue [  ]
- Conseguir dinheiro [  ]
- Se tornar pirata [  ]
- Bater em alguns marinheiros [  ]
- Conhecer o personagem “Sahdmadhi Zeno” [  ]

------------------- Post -------------------
Número de posts: 2
Ganhos:
Perdas:

------------------- Status -------------------
PdV: 240
STA: 100

------------------- Narração -------------------
Falas- oioioioi
Pensamento- oioioioi
NPC- oioioioi

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Do you fear death?
Do you fear that dark abyss?
All your deeds laid bare, all your sins punished?
I can offer you an escape.
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Re: Confusão em Illusia. Sab Maio 22, 2021 11:07 am

Cap. 1
Confusão em Ilusia-


”Detalhes”:


  • Tempo Nublado
  • Temperatura - 11ºC
  • Vento - Leve
  • Horário: 9:20 AM


Uma vez dentro do bar, Zeno encontrava um lugar que sempre tentou evitar. Aglomerações, barulho, cheiros diferentes a cada passo. As conversas naquele ambiente iam de cerveja a planos de roubar bancos. No meio de tantas vozes, cheiros e gostos, o humano de três olhos sofria o impacto de ser mais um perdido na imensa multidão de corações perdidos.

Ele decide então usar o seu terceiro olho, enquanto o prepara, poderia ter os seus sentidos temporariamente mais apurados, não que precisasse para o que estava por vir, mas era de fato intrigante a nuvem de sensações que ele acabou sentindo.

A porta abre e uma mulher com mais de dois metros entra, ela tem de se abaixar para passar a porta, mas do lado de dentro conseguia ficar em uma posição confortável. Mais um ou dois humanos de altura parecida com a dela estavam por ali, um deles inclusive ao vê-la sorri e ajeita o cabelo.

A navegadora mostra a que veio e deixa claro suas intenções, alguns homens olham para ela, um ou outro até parece começar a falar, mas eram todos interrompidos um pelos outros. O preconceito era real por ali.

O piso frio parecia fazer o ambiente ficar ainda mais gélido. Os homens se entreolham enquanto Zeno observa a situação com todo o seu potencial. Ele pode ouvir alguns homens.

- Você está de palhaçada que isso entrou aqui? Eu vou dar um jeito nessa vaca.

O homem se aproxima da mulher e segurando o nariz ele diz.

- Esse cheiro de peixe, essa voz de peixe, esse andar de peixe. Saia daqui monstro. Você é nojenta e está deixando o ambiente fedendo.

Outros dois homens se juntam e começam a falar com a mulher, cada vez mais agressivos. O grandão que ajeitara o cabelo senta-se e começa a ignorar a situação.

- OpaOpaOpaOpa, você quer mesmo lutar comigo o baiacu? Então tá. Antonio, segura a cerveja que eu já volto!

O homem passa pela porta enquanto mexe os pulsos de forma rápida, os outros dois homens o seguem e do lado de fora eles aguardam Pearl, pelo visto a temperatura iria subir.

Zeno sabia que ali estava a sua passagem de ida para a GL, era também uma mulher considerada uma pária e talvez, só talvez, fosse alguém que pudesse se juntar.








”Legenda”:

- Aleatório

”AVENTURA”:

GANHOS:
N/A

PERDAS:
N/A

POST: 02
EXP:
Relação com Personagens:


”Off”:

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Re: Confusão em Illusia. Dom Maio 23, 2021 10:46 am




Capítulo 3 - Uma Surra


Aquele definitivamente não era um bom dia, de longe comparado a todos os momentos de paz que já teve pelo mar, fazendo entregas como navegadora. Muitas das quais, ninguém suspeitava de sua verdadeira origem, já que aparentava ser somente mais uma mulher “altona”. Contudo, sua óbvia incapacidade de mentir acabava por entregar seu lado tritão, ainda mais quando misturado por um ódio incondicional pelos humanos. Muitas vezes, só de abrir a boca e chamá-los de “imundos ratos sem pelo” era suficiente para causar um certo desconfiar por aqueles ao redor, ainda mais se os chamassem de “símios degenerados”. Mais uma vez, hoje não foi exceção.

- “Porra, acho que falei demais…. Vivo esquecendo que posso passar por um desses…. desses… merdas!” - Não era algo que ela gostava de fazer, mas havia algo que secretamente sabia e era impossível mudar. Seu pai era, essencialmente, um humano. Evitava pensar sobre isso, afinal nunca ouviu nada sobre ele nem de Ford, tão pouco da sua mãe. A única coisa que ele havia mencionado para ela, antes de partir de Sabaody fora que ele “amava” muito a sua mãe. Algo que ela duvidava completamente. Por outro lado, seu próprio pai adotivo era um exemplo de bondade nos humanos que ela se negava a enxergar. Talvez por passar tempo demais ao lado dos seus piores lados fosse o suficiente para gerar uma neblina que ofuscava isso de sua visão. - “É… agora todo mundo no bar já deve saber que eu sou um tritão…. Quer saber, foda-se tudo isso!”-

Segurar seus punhos quando o homem se aproximou foi difícil, tremendamente difícil. Ouvir suas palavras faziam seu peito, acostumado com o frio da água, aquecer-se como nunca antes. Cerrava sua mão, com bastante força, para que pudesse seguir com o que tinha em mente. Já que, mesmo possuindo uma capacidade física acima da média, empurrando pesos de até 230kg, e sendo cegamente enraivecida pela raça humana, ainda sabia que se lutasse alí seria alvo fácil, muito certamente de todos os outros do bar também. Antes de fazer qualquer outra coisa, retrucaria para todos dentro do cenário, deixando de lado qualquer discrição. - Sim, eu sou parte tritão!! E quer saber?.... Estou pouco me fodendo pra discriminação de vocês!! Eu vou navegar e vou chegar no final da Grand Line!! - Não haveria nada mais a ser dito, era realmente o que pretendia fazer, independente do que os outros pensassem dela. Entretanto, a primeira coisa que a separava disso era o mais óbvio de todos…. uma tripulação.

[...]

Estaria na hora de enfrentar o que ela havia buscado a si mesma, de forma intencional ou não, aparentemente estava contra apenas um adversário… escoltado pelos seus dois amigos. Que ironia. Ela sabia que precisaria encontrar um espaço aberto, onde pudesse se mexer de verdade, logo sairia do bar atrás dos homens, sem pensar duas vezes. Estalaria as juntas dos dedos e pescoço, se preparando para o que estava por vir. Assim que estivessem em um ambiente mais aberto, prosseguiria para dizer - Então você é um daqueles humanos valentões, tão estúpidos que perdem a noção do perigo. Aceitam enfrentar até mesmo uma tsunami, como eu. - Pareceria como uma provocação, e realmente era. Uma das suas primeiras estratégias era esperar o primeiro golpe do homem, assim poderia garantir certa reação e contra-ataques mais seguros. Geralmente, em situações normais, ela começaria o confronto, contudo, a dupla de homens ali presentes mudava um pouco essa perspectiva.

Caso não houvesse a resposta que procuraria, alguma agressão que seria o estopim para o combate, prosseguiria para assediá-lo mais uma vez. - Vai me dizer que amarelou?... Vai pedir ajuda pros seus dois amigos também… é?... Não consegue acabar sozinho com um…. peixe, como eu? - Não era algo que parecesse muito estratégico, no começo, e seria bom que não aparentasse mesmo. Com o seu avanço, estaria pronta para recebê-lo, erguendo as mãos na frente do tórax rente ao atacante. Realmente, não pareceria que poderia usar de seu tamanho como alguma vantagem para o combate, visto que ele era tão grande quanto ela. Devido a isso, precisaria tomar cuidado com o que estivesse por vir, ele provavelmente não se seguraria nos golpes também.

Usaria de seu movimento secundário para esquivar-se para o lado dos possíveis ataques, virando o corpo na lateral, caso fossem ataques verticais, como um chute frontal ou estocada. Contudo, no caso de um ataque direto, um soco lateral, por exemplo, prosseguiria para o bloqueio com o lado do antebraço, que estivesse complementar ao golpe, cobrindo a região. Logo, respiraria profundamente e focalizaria toda a sua força no que viria a seguir, uma série de socos precisos no meio do peito, caso houvesse a oportunidade, ou nas articulações em um dos membros desprevenidos do imbecil, dependendo de qual bloquearia. Cada ataque, assim como havia sido ensinada, era para ser o primeiro e último, junto a isso, não pouparia esforços para ferir seu adversário. Além disso, é claro, havia o prazer de poder bater em porcos que nem os humanos.

Imediatamente, depois disso, recuaria para uma posição de equilíbrio estável, onde pudesse ter em vista todos os participantes da cena. Ergueria os braços mais uma vez a fim de permanecer alerta e para que pudesse reagir a novas investidas. Provavelmente, tentaria se manter uns 1 metro e meio do homem com quem lutaria a fim de ganhar algum espaço para prosseguir com a luta. Entretanto, não atacaria novamente, caso fosse preciso e ele não tivesse sido derrotado, manteria sua estratégia baseada nos erros do adversário para que pudesse ter uma maior segurança e entender com quem estaria lidando. Sempre havia a possibilidade dos outros homens resolverem ajudar, afinal, para ela seriam covardes mesmo.

[...]

Entretanto, havia a hipótese dele não iniciar o combate, e para isso ela estaria disposta a prosseguir. - Quer saber… você é um marica mesmo. - Diria antes de partir para cima do homem, por mais que não fosse mais ágil do que a média das pessoas. Precisaria usar de sua força para tomar alguma vantagem, com isso faria uso do ambiente ao seu redor para que pudesse ganhar algum fator surpresa. Com as mãos erguidas, rodearia o campo de luta usando a distância entre ambos como um epicentro, e tentaria se aproximar de alguma parede próxima dela. Enquanto isso, tagarelaria em prol de distraí-lo momentaneamente, tentando esconder esse sutil movimento de pernas. - Sabe… De onde vim haviam muitos como você… Reles humanos que consideram os tritões aberrações. Um dia eu espero poder voltar e dar uma lição naqueles merdas… - Olharia para ele com um sorriso, mostrando seus dentes afiados - Assim como eu vou fazer com você! -

Quando pronta, esperaria fazer com que suas costas estivessem contra a direção curta entre a parede, o que poderia dar uma impressão de inexperiência no combate, já que estaria sem saída. Contudo, partiria para cima do homem com uma investida e um soco de sua mão direita para sua barriga. Esperaria acertá-la com o intuito de causar dor e paralisia momentânea, o que poderia lhe dar tempo suficiente para sua segunda ação. Com o punho ainda em contato com o oponente, prosseguiria para levantá-lo, segurando seu pescoço com sua esquerda livre. Enfim, o arremessaria em direção a parede, algo sólido que pudesse intensificar os danos do lançamento. Era de se esperar que a distância entre eles seria suficiente, entretanto, caso não funcionasse ou de alguma forma não fosse possível guiá-lo até uma, faria a mesma coisa mas, desta vez, o arremessaria diretamente para o chão.

- Você vai… Lembrar do meu nome, quando acordar no hospital.... P-E-A-R-L N-O-L-A-N-D!! - diria conforme tentaria arremessá-lo. Era uma jogada arriscada, mas algo que poderia trazer uma vantagem muito grande, já que estaria colocando sua força no maior potencial. Claro que, caso não conseguisse fazer o que planejava, não sendo capaz de levantá-lo ou errando seu ataque, precisaria lidar com as consequências. Por estar perto demais de seu inimigo, tudo que poderia fazer naquele momento seria bloquear ataques que fossem em suas regiões mais sensíveis como a barriga, pescoço e cabeça, com o encolhimento dos braços ou interceptação do ataque antes que ele pudesse ganhar espaço para lhe atingir. Contudo, essas seriam apenas tentativas e se falhassem, tentaria se mover com o golpe com o sentido de amenizar o dano. Depois disso, faria como citado acima, mantendo uma distância e observando os outros 2 homens.  

Considerações:

------------------- Objetivos -------------------
- Seguir para a próxima ilha [  ]
- Conseguir um mapa do West Blue [  ]
- Conseguir dinheiro [  ]
- Se tornar pirata [  ]
- Bater em alguns marinheiros [  ]
- Conhecer o personagem “Sahdmadhi Zeno” [  ]

------------------- Post -------------------
Número de posts: 3
Ganhos:
Perdas:

------------------- Status -------------------
PdV: 240
STA: 100

------------------- Narração -------------------
Falas- oioioioi
Pensamento- oioioioi
NPC- oioioioi

_________________


Do you fear death?
Do you fear that dark abyss?
All your deeds laid bare, all your sins punished?
I can offer you an escape.
gamabuga
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Imagem : Confusão em Illusia. 120x120
Créditos : 00
Re: Confusão em Illusia. Ter Maio 25, 2021 11:39 pm

義理
PV: 200/200 | ST: 100/100

Já sem o capuz, Zeno cruzou os braços, com a cabeça inclinada. Seus olhos cerrados fitavam a entrada. De alguma forma, ele não conseguia aceitar que isso havia realmente acontecido. "É um momentos como esse que eu me pergunto se deveria acreditar em sinais...", pensou, observando uma navegadora ainda sem tripulação aparecendo do nada na entrada do bar.

Ele pegaria uma toalha da mochila, limpando o suor do rosto. Enquanto isso, a observaria de canto de olho. "Por mais incrível que isso pareça, eu preciso ser racional... Por um lado, uma navegadora sozinha era tudo o que eu precisava... mas a julgar pelo jeito que se apresentou, ela não parece ser do tipo que pensa antes de agir. ...A última coisa que eu preciso é de alguém pra arrumar briga logo no primeiro dia."

Agacharia-se para guardar a toalha e recolheria a mochila. E então começaria a caminhar na direção da garota. "...Acho que conversar não trará nenhum mal. E também é melhor que eu a tire desse bar antes que acabe arrumando confusão." Dito isso, Zeno parou abruptamente visto que a garota havia acabado de arrumar confusão.

ー Muito engraçado… Gura-gura-gura-gura!.... Não sabia que macacos pelados podiam ser tão humorados, quem sabe você não gostaria de tentar a sorte comigo. Lá fora.

ー OpaOpaOpaOpa, você quer mesmo lutar comigo o baiacu? Então tá. Antonio, segura a cerveja que eu já volto!

Zeno arregalaria os olhos. JÁ SE METEU EM BRIGA-- Gritaria, com o queixo caído e a língua estirada pra fora. Mas logo taparia a boca com ambas as mãos. "...Droga, isso foi tão inesperado que me deixei levar", pensaria. Logo a garota e mais três homens deixavam o local para começar a lutar. "...Brigar em um lugar tão próximo do porto, o que que ela tá pensando? E ainda por cima por um motivo tão idiota", pensaria, mordendo a unha, "...Se eu deixar ela ali a marinha vai chegar... e aí acabou a chance de zarparmos juntos..."

"O que diabos eu faço?"

[...]

"...Eu vou me arrepender disso com toda certeza", murmuraria, enquanto apertava as luvas de couro. Se aproximaria do trio por trás, enquanto eles se concentravam na garota. Pearl estava cuidando de um, então ele, por precaução, iria atrás dos outros dois. Tentaria chegar perto deles sem ser percebido.

Quando chegasse próximo das costas deles, cutucaria o ombro de um dos dois e cerraria o punho. Assim que ele se virasse, Zeno acenaria com a mão esquerda e lançaria um soco diretamente no queixo. Não de frente, mas vindo de um ângulo, para que o movimento repentino se propagasse pelo crânio, potencialmente fazendo-o desmaiar.

Encararia o segundo quando ele se virasse. Lançaria mais uma de direita, mas pararia no meio, como uma finta. Seu ataque real seria um chute poderoso bem no meio das pernas. Ele provavelmente se abaixaria por causa da dor, então, em seguida, daria um salto e tentaria nocauteá-lo com uma cotovelada na nuca.

Ao aterrissar, daria um suspiro. ー Ufa... Até que não estou tão ruim. Faz tempo que não entro numa briga de verdade.


Observações:
Aparência & Vestimenta (tirando os acessórios de ouro).
Controle:

- Postagens: 03
- Pagina: 00
- Ganhos: N/A
- Perdas:N/A
- NPC: N/A
- Players Conhecidos: N/A
Objetivos:

- Conseguir um barco.
- Aprender Investigação.
- Ir pra próxima ilha com o boneco do Sortudo.

O Taverneiro
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Imagem : Não me incomode...
Créditos : 09
Localização : Fleavance - North Blue
O TaverneiroEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t304-kaplya-sveta#877 https://www.allbluerpg.com/t301-os-monarcas-i-efeito-borboleta
Re: Confusão em Illusia. Sex Maio 28, 2021 9:44 am

Confusão em Ilusia
Uma produção, O Taverneiro -


”Detalhes”:


  • Tempo Nublado
  • Temperatura - 13ºC
  • Vento - Leve
  • Horário: 9:40 AM


Quem procura acha, e Pearl havia achado alguém louco o bastante para uma briga pela manhã. Afinal de contas, que melhor maneira de acordar, não?

Do lado de fora, ela continuava as provocações enquanto do outro lado o homem quieto estalava os dedos da mão, o pescoço e torcia o tronco para um lado e para o outro.

Ele começa a dar pequenos saltos enquanto olha fixamente para a mulher. Enquanto ela fala e se dirige de forma inteligente para perto de uma parede ele dá alguns passos. A mulher peixe parte para cima do humano e acerta um bom soco em sua barriga, ela só não contava com um chute em sua perna que também acerta em cheio. A mão esquerda busca o pescoço do homem tentando levantar o seu corpo, mas ela acabava de deixar o corpo sem nenhuma defesa. O homem a acerta com dois socos, um no queixo, um no nariz.
No impulso e calor da luta, Pearl lança o grandão para um amontoado de caixas do lado de fora do bar. Ele cai de costas, porém rapidamente se levanta.

Olhando ao redor para conferir os homens, ela só veria o rapaz de camiseta lilás de pé com os dois homens no chão.
Os homens de menor estatura, aparentemente não tinham tanta certeza do que estava acontecendo. Focados no combate de seu amigo contra o alvo de seu preconceito, eles não puderam perceber o humano de três olhos chegar por trás. O forte soco no queixo derrubava o primeiro e o segundo sem chances de reação após um forte chute no… Bem… doeu bastante. Ele curva o corpo para frente e entrega a nuca para receber o golpe de misericórdia.

Quem olhava a situação toda era o grandão ali. Ele para, olha para os dois se arruma e volta para dentro do bar enquanto fala como se tivesse vencido a batalha.

- Isso mesmo, baiacu. Vai lá para a Grand Line, seu lugar é no fundo do mar…Hunf.

Ele caminhava claramente com dores para dentro do bar deixando os dois do lado de fora.

O nariz de Pearl mostrava um corte e um sangramento, talvez estivesse quebrado. Seu queixo tinha a marca vermelha do soco forte do homem. No mais, ela estava bem.
Do outro lado um homem que dava quase metade da altura dela. Ele parecia ter de fato entrado na luta para ajudar, e reconhecendo ele de dentro do bar era bem provavelmente alguém buscando ajuda para sair daquela bendita ilha.








”Legenda”:

- Aleatório

”AVENTURA”:

PEARL:

GANHOS: N/A

PERDAS:
N/A

FERIMENTOS: Nariz quebrado (00/04), Maxilar dolorido.

POST: 03
EXP:
Relação com Personagens: Ele faz.

ZENO:
GANHOS:
N/A

PERDAS:
N/A

POST: 03
EXP:
Relação com Personagens: Ele faz.


”Off”: