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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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I - Não existe sombra sem luz. Qui Maio 13, 2021 1:06 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Não existe sombra sem luz.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Anne Redgrave, Lucy Von Kral e Mary Van Tassel. A qual não possui narrador definido.

_________________

I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 J09J2lK

Milabbh
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MilabbhAvaliador
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg Jun 14, 2021 10:20 pm
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

Presas como ratinhos de laboratório, as moças analisavam a situação no mínimo estranha em que se encontravam, mas logo as ideias começavam a surgir. Anne e Lucy percebiam que podiam novamente tirar vantagem do tamanho diminuto da alva e, para isso, seria proveitoso criar uma distração.

A pequenina olhava ao seu redor e ali próximo ao chão identificava uma fresta maior entre as madeiras que, se forçada, poderia dar espaço o suficiente para que ela passasse. Mary, enquanto isso, ouvia calada o plano das duas, e com a deixa da tritão, começava seu estardalhaço.

A ruiva e a moça de seis braços começavam seu escarcel, chutanto com violência as paredes de madeira que as cercavam, enquanto Lucy erguia seu machado e abria uma fresta para a liberdade e ela logo se escondia atrás de uma pedra qualquer e espiava seus arredores.

Já suas companheiras, assistiam as madeiras caírem ao seu redor, e seus olhos simplesmente não podiam acreditar no que viam. Uma estrutura improvisada com madeira e panos coloridos formava uma tenda iluminada e abarrotada de pessoas de todos os tipos. O piso era de areia, e a plateia ficava mais elevada.

Pierre, por sua vez, e para a felicidade das 3, se encontrava no meio da arena, mas em volta de toda a sua extensão arenosa, podiam ver pessoas fortes, que provavelmente faziam a "segurança do evento". Anne lutava contra seu impulso de sair arrancando cabeças, mas ver aquele apresentador de uma figa ali protagonizando um show, fazia seu sangue ferver.

A tritão erguia seu braço, e em uma cena dramática, proferia suas palavras de ódio, mescladas à juras de morte. Enquanto isso, Mary parecia completamente estarrecida com tudo o que lhe cercava. O buraco ali era bem mais fundo do que parecia, no sentido literal e figurado.

Seu transe não durava muito, no entanto, uma vez que Pierre as encarava sorridente, de uma forma quase certeira de que elas não poderiam lhe fazer mal. - Eu vos apresento: A ruiva e a tritão!! - Ele erguia os braços dramaticamente e apontava para elas. - Cuidado com os pés, não pisem na anãzinha! - As risadas ecoavam pela arena improvisada, enquanto a "anãzinha" xingava mentalmente.

Mas isso não a impedia de avançar, e coberta por um trapo que achou no caminho, ela continuava em frente. Contudo, durante suas andanças pelos cantos escuros da arena, avistou uma cena que apertaria o coração de qualquer um que o possuísse.

Presos em jaulas (também não muito resistentes), cheios de marcas de chicote e com suas extremidades envoltas por grilhões, jaziam os escravos. Haviam minks, tritões, anões, humanos, e todo tipo de raça por ali... E eram bem mais do que 10 pessoas. Mas o pior de tudo, é que 3 deles estavam sendo libertados e guiados até a arena: Um tritão, uma humana e um anão eram puxados com violência até a areia e Lucy apenas podia assistir impotente.

Ela não parava seu avanço, mas continuava olhando o que se passava com os três escravos. E finalmente chegavam até a parte iluminada. - Ahhhh, chegaram nossos desafiantes!!! Em uma batalha de iguais, quem será o vencedor? Façam suas apostas e que vença o melhor! - As pessoas gritavam suas torcidas e entravam em êxtase com a cena bizarra. - Ao fim da luta, os mais resistentes serão leiloados, então ganhem muito dinheiro nas apostas!

Os grilhões eram soltos e caíam com um estrondo no chão, levantando um pouco da areia. Por um instante, o silêncio fúnebre reinava no ambiente, e os escravos encaravam a dupla em sua frente com certo pesar, mas ainda assim, vontade de viver.

Armas lhes eram entregues, e eram espadas, por mais que talvez nem fosse o estilo de luta deles. E com isso, avançavam para um ataque. Pierre recuava para um canto da arena, e ficava atento à luta, mas claramente olhava para o chão, buscando Lucy.

No entanto, o embate ficava muito interessante para que pudesse desviar seu olhar. Anne usava suas mãos para repelir os golpes do tritão, que eram impressionantemente rápidos. Em seus olhos, havia certa tristeza por ter que lutar com a moça, mas ele seguia atacando, e ela defendendo em um frenesi caótico, até que conseguia afastá-lo, e ele a encarava um pouco ofegante.

Já Mary, parecia mais que estava em um jogo de pular corda, uma vez que abaixava e pulava com tamanha velocidade que seu inimigo quase não conseguia acompanhar. Tanto que em determinado momento, ela aproveitou de uma abertura e acertou-lhe um soco na cara, fazendo-o cambalear para trás.

A ruiva já se preparava para outro ataque, mas foi impedida antes que pudesse realizá-lo, e de tal forma que pode provar um pouco de seu próprio veneno. Sem ao menos entender o que havia acontecido, ela caía de bunda no chão, fazendo a poeira levantar em torno de si, mas com certa atenção, podia ver uma figura diminuta ao seu lado, com sua pequena perninha esticada.

Ele a havia derrubado, e sorrindo se afastava em direção a um trapo que estava jogado no meio da arena. O trapo, aos olhos de todos, parecia apenas aquilo, no entanto, para um semelhante de Lucy, era o esconderijo perfeito e, exatamente por isso, ele a encontrava.

Por sorte, o tecido era fino e ela conseguia ver a aproximação da lâmina desproporcionalmente grande para o anão. Lucy rapidamente se esquivava para o lado, vendo a espada fincar na areia, atravessando o trapo que antes era seu esconderijo.

No momento, cada uma estava de frente com seu semelhante, e todas só sabiam de uma coisa em comum: Aqueles seriam seus inimigos. No entanto, Lucy possuía uma informação a mais, aqueles eram escravos e pareciam tão aflitos quanto elas para saírem daquele lugar.

Enquanto isso, assistindo tudo com um brilho psicopata nos olhos, se encontrava Pierre, agora sentado na fileira da frente da arquibancada, a mais baixa delas. Suas mãos se agarravam à madeira improvisada como barra de proteção, e ele bradava alguns incentivos eventualmente.

- Vamos, o que estão esperando? Onde está a ação?!

ControlePosts: 10

Lucy
Vício: 1/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 1/10
Ferimentos:
- Ain, ain: Dor no ombro (2/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (2/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 File_31e67eb893_original


Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Pierre


emme



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I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 QeMkXKw
Falta de Humildade:

I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 ABC
Achiles
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Imagem : I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Da52343c7d1c5d679a3a8c0c40abf213
Créditos : 13
AchilesAvaliador
https://www.allbluerpg.com/t342-lucy-von-kral#1009 https://www.allbluerpg.com/t383-i-nao-existe-sombra-sem-luz#1160
Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter Jun 15, 2021 9:36 pm
Lucy von Kral

A situação não parava de piorar e era quando conseguia ver as pessoas acorrentadas que um repúdio maior do que já sentia acometia o meu coração e me deixava ainda mais inquieta e até mesmo um tanto sanguinária, algo que já não combinava tanto com a minha personalidade, porém, era um sentimento que estava vivendo naquele instante. E então era quando eu via outra pessoa diminuta quase me acertando com uma espada completamente oposta ao seu tamanho. – Caralho! Você também foi almadiçoado?! – Perguntava, olhando para o seu tamanho. – Cara, quem foi a bruxa maldita que te amaldiçoou?

Em combates, normalmente ficava quieta, porém aquela situação era completamente oposta a uma batalha e talvez eu tinha como descobrir algumas informações da bruxa e quem sabe retornar ao tamanho normal que eu pertenço! – Qual é o seu nome? Quando que você ficou pequeno desse jeito? – Perguntava, guardando o machado em meu coldre procurando mostrar nenhuma agressão contra ele. – Não há necessidade para agressão, não somos inimigos. Além disso, você talvez tenha algumas respostas para algumas perguntas minhas! – Continuava as minhas falas e então me lembrava das grades com os escravos e olharia rapidamente para Anne e estipularia a direção em que elas estavam. – Anne, Mary, os escravos estão a “diria”

E então teria minha atenção voltada ao homem a minha frente em que não tinha nenhuma intenção de lutar, dito isso, se percebesse a sua agressão voltando-se a minha pessoa uma segunda vez, procuraria me esquivar lateralmente do seu ataque. – Por que não para de atacar? Você é burro, por acaso? – Eu realmente não entendia o motivo que eles tinham para lutar, porque gastar energia em um duelo contra alguém sendo que os escravistas estavam logo ao lado e eram um bando de fracos? – Olhe ao seu redor. Você não percebe? Estamos em vantagem. – Daria um sorriso travesso apontando para Pierre.

- Aquele filha da puta me chamou de anã, vê se pode! Eu apenas estou em um estado temporário! Maldito do caralho! – E olharia mais uma vez ao humano a minha frente. – Venha, me ajude a libertá-los. – Apontaria. – Vamos nos vingar. – Meu sorriso se mostraria bem mais perverso nesse instante em que sacaria o meu par de adagas e começaria a ir em direção aos escravos quase que ignorando o cara a minha frente.

Em qualquer momento que sentisse a necessidade de uma esquiva, tentaria rolar pelo chão ou dar saltos laterais para escapar dos seus golpes, em caso de perceber que seria tarde demais para tal movimento, utilizaria as minhas adagas para tentar defletir o seu golpe para outra área mais afastada do meu corpo em um movimento paralelo com as armas.

Meu foco seria tentar quebrar primeiramente as jaulas que eles se encontravam com as próprias adagas, perfurando-as na madeira e então usando das minhas pernas para usar como alavanca e tentar destruí-las. Sabia que os grilhões ainda seriam um problema, porém acreditava que talvez a força de Anne fosse o suficiente para quebra-los já que tudo parecia ser de má qualidade. – Viva a revolução. – Sorriria se conseguisse libertar sequer um escravo em uma fala baixa para mim mesma em que tinha em mente os pensamentos de Anne e sabia que isso faria bem internamente para ela. E repetiria conforme fosse necessário para tentar liberar toda as dezenas de escravos.

I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 6F9DP52

Histórico:
Nome: Lucy von Kral
Posts: 11
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas (Post Nº 2 – Ferreiro)
- Machado Clássico (Post Nº 2 – Ferreiro)

Perdas:
- 500.000 B$ (Adagas e Machado + Aula – Post Nº 2)

Dinheiro – Bolso: 4.750.000 B$

Inventário:
-

Qualidades::
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Furtividade

Saúde:
- Tá sussa!

Cor da fala: - Fala

Objetivos:
Comprar o meu par de adagas por um preço menor
Comprar item de saciar dependência
• Realizar duas missões
• Aprender Forja
• Encomendar a cela para Gigipsta

Dependência (Café) – 2/10


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I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 B7iCY2j
Mephisto
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Imagem : I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 XXLblef
Créditos : 17
MephistoAvaliador
https://www.allbluerpg.com/t353-anne-redgrave https://www.allbluerpg.com/t383-i-nao-existe-sombra-sem-luz#1323
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua Jun 16, 2021 11:03 pm
Missão 1


Aparentemente ele queria usar escravos como nossos inimigos? Isso me parecia meio estranho, ele não parou pra pensar que de alguma maneira eles podiam se virar contra ele? Naquele momento, apenas aproveitei para bater um papo enquanto me defendia.-Aí cara, por que tu não da uma relaxada aqui, se senta, descansa enquanto eu liberto vocês? Pensa comigo, quantas chances tu tem de se rebelar e se livrar dessas correntes, não tem por que lutar comigo, só relaxa, se senta, e deixa a gente agir.- diria em tom alto, não existia razão pra qualquer embate, não ia de forma alguma buscar continuar enfrentando o tritão, iria focar em libertar o resto deles aproveitando inclusive da força deles.

Independente de continuar ou não sendo atacada, iniciaria um discurso enquanto tentaria evitar os golpes, iria fazendo um jogo de pés me movimentando pra esquivar dos golpes, sempre indo para os lados, e tentando ficar próxima das jaulas enquanto ia esquivando, pra se algum ataque viesse, ao invés de me atingir talvez batesse na jaula, se tivesse oportunidade em meio as esquivas, iria desferir socos ou chutes nas jaulas com intuito de quebrar elas, e libertar quem estava dentro aos poucos.

Enquanto iria nessa dança, evitando atacar qualquer escravo ali, afinal, não os enxergo como verdadeiros inimigos iria falando.-Levantem-se!! Ainda existe esperança pra todos aqui. Acreditem, mesmo que hoje tudo pareça perdido, isso não é o final, irei libertar todos aqui, e veremos a liberdade de novo, porque eles não podem roubar nossa FORÇA DE VONTADE!!- meu intuito era reacender as chamas que talvez tivessem se apagado dentro do coração delas, ou ao menos tentar isso.

De qualquer forma não daria mole, mantendo sempre as esquivas e bloqueios em dia, tanto tentando evitar o tritão, como tentando evitar outros inimigos que estivessem por ali, tomando cuidado a cada movimento. Se fosse preciso realizaria bloqueios usando os braços para fazer movimentos de dentro pra fora. Mas ainda continuando com minhas palavras.-Devemos desafiar a tirania, pois vamos lutar juntos como homens LIVRES!! POIS É ISSO QUE NÓS SOMOS, PODEM ESCOLHER FICAR, PODEM ESCOLHER SE ENTREGAR!! MAS É ISSO MESMO QUE QUEREM?- eu sabia o quanto era dificil se levantar nessas situações, eles podiam estar agora com seus espiritos quebrados.

Mas se existia a minima chance de reacender a chama no coração deles, a minima chance de fazer eles sentirem vontade de lutar novamente, de buscarem sua liberdade, queria dar isso a eles, queria entregar mais um pouco a vontade de viver, a vontade de tentar, um objetivo, e mesmo que eu fosse em algum momento atingida ou recebesse danos, tentaria resistir, e se caísse levantaria, continuando a fala, continuando a tentar trazer um pouco de garra.




Historico:
Posts: 11
Ganhos:
- Mochila
- Corte no Ombro.

Perdas:
- 260.000

Vantagens & Desvantagens:
Qualidades:

• Ambidestro (1 Ponto)
• Prontidão (2 Pontos)
• Duro de matar (2 Pontos)
• Carismático (2 Pontos)
• Idioma Marítimo (Raça)
• Nadador Nato (Raça)
• Cuspir Tinta (Raça)
• Seis Braços (Raça)

Defeitos:

• Atípico (Racial)
• Discriminação (Racial)
• Segregação (Racial)
• Heroico (2 Pontos)
• Ambição (2 Pontos)
• Inimigo (2 Pontos)
• Extravagante (1 Ponto)

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I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 2sfsWNF
Kerigus
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Imagem : I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 ZOitdTV
Créditos : 00
Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui Jun 17, 2021 5:29 am
Mary Van Tassel


Porradaria comendo solta e filha da puta na arquibancada adorando, eles tinham a porra de um anão também que obviamente focava em mim. - Se fude… - Diria revoltada com tudo aquilo, mas aparentemente de acordo com a nossa anã eles eram escravos também, nesse momento dava para ouvir a tritão iniciando seu discurso com o tritão que ela estava enfrentando, eu aproveitava para ouvir e tentar falar com aquele que estava lutando comigo, mas ficava de ouvido aberto para o que a tritão falava.

Assim como minha colega de tamanho avantajado eu não iria atacar, iria somente ficar me esquivando enquanto ela falava, sempre tentando me afastar de quem estiver me atacando e tomando cuidado com a anã deles, vai que ela resolve me pegar de surpresa novamente. - Cara relaxa, não faz sentido a gente luta um contra o outro quando podemos nos unir e sair daqui carregando algumas cabeças… - Diria para o adversário a minha frente. Enquanto a tritão tentava os convencer eu me mantinha esquivando, não era hora de bater, era hora de diplomacia. Sempre que houvesse uma pausa na fala da tritão eu gritaria a todos pulmões usando todo o poder da minha beleza cativante e voz maravilhosa e mamãe e papai me deram. - LIBERDADEEE!!!!!

A tritão seguia o discurso e eu seguia ouvindo e me esquivando. - Espero que isso funcione se não vai ser complicado sair daqui. - O Velho falava algo que ja estava preso na minha mente a algum tempo, essa porcaria de situação é foda, se não conseguirmos convencer o primeiro grupo de escravos provavelmente não conseguiremos convercer os proximos, e sair da arena talvez seja meio complicado, e eles provavelmente vão continua mandando gente pra cima de nós ate perdermos.

Após a tritão terminar de falar era minha vez de incluir algumas palavras. - Levante-se contra aqueles que tentam os controlar, vamos mostrar que juntos somos mais fortes que qualquer governo de merda ou nobre broxa com filho incompetente, VIVA A REVOLUÇÃOOO!!!! - Talvez provocar a plateia de certa forma não seja uma ideia muito boa mas foda-se eu queria ve sangue nos olhos dos escravos que estavam ali, e esse sangue focado para o lado certo era a melhor coisa naquele momento.

Histórico:
Nome: Mary Van Tassel
Posts: 11
Vício: 02/10
Ganhos:
- 3 cigarros
- 5 Fósforos
- Luvas

Perdas:
- 60.000 berries (cigarros e fósforos)
-120.000 Luvas (Luvas)
- 1 Cigarros
- 1 Fósforos

Inventário:
- 2 Cigarros
- 4 Fósforos

Dinheiro: 190.000 berries

Qualidades:
- Versátil
- Ambidestro
- Impassível
- Afinidade com Haki
- Prodígio
- Atraente
- Voz melodiosa

Defeitos:
- Louca
- Dependência
- Furioso
- Improdutivo

Proficiências:
- Cirurgia
- Anatomia
- Primeiros socorros
- Toxicologia
- Diagnose

Profissão:
- Médica



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I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 34QBofs
Milabbh
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Imagem : I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Ezgif.com-resize
Créditos : 05
Localização : Flevance - North Blue
MilabbhAvaliador
https://www.allbluerpg.com/t311-haru-kaplyanova?highlight https://www.allbluerpg.com/t301-os-monarcas-i-efeito-borboleta#980
Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jun 18, 2021 10:06 am
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???


- Amaldiçoado...? - Essa era a fala que Lucy ouvia logo após desviar do golpe. O pequenino parecia completamente confuso, e piorava a cada nova pergunta da anã. - Eu sou Pablo, e sempre fui pequeno... Você é maluca? - Ele observava a moça guardar seu machado e, por um breve instante, vacilava com sua enorme arma, ouvindo o que ela tinha a dizer. - Há sim, se não eu vou morrer.

Os olhos do diminuto pareciam tristes, principalmente agora que tinha trocado algumas poucas palavras com ela. Ele novamente erguia sua enorme espada e corria na direção de Lucy, que no momento, falava algo para suas amigas. Por sorte, ela percebia o ataque e se esquivava, aproveitando para mexer com a cabeça de seu companheiro de tamanho.



- Vantagem...? - O pequeno realmente parava novamente e analisava a situação ao seu redor. Era verdade, agora eram 6 contra 6, contando os seguranças e Pierre. De qualquer forma, era visível que o pequeno estava em dúvida, mas continuava ouvindo Lucy. - Mas você é... Deixa para lá. Acha mesmo que conseguimos? - A pequena deixava um sorriso invadir seu rosto, e uma chama de determinação dançava em seu olhar enquanto ela proferia suas palavras de vingança.

Parecendo convencido, o pequenino acenava firmemente com a cabeça, e assim, ambos aproveitavam de seu tamanho diminuto para chegar até as jaulas antes identificadas por Lucy. Eles avançavam sem serem notados, já que os olhos da plateia estavam fixados nas outras duas lutas que aconteciam, e finalmente chegavam no local.

Lá, os dois trabalhavam em equipe e conseguiam libertar uma pessoa. - Vocês são revolucionários? - O escravo perguntava, e o pequeno Pablo, em tom sarcástico, respondia. - Ela é, eu to decidindo ainda. - E sorrindo, ajudava o maltrapilho a sair.

Enquanto isso, na arena, Anne passava pela mesma situação de sua amiga diminuta, e queria evitar combate com o tritão em sua frente. Aquele ali, a julgar por seus olhos, seria ainda mais fácil de convencer do que o anão, uma vez que nem mesmo pestanejava ao ouvir as falas da mulher.

- Vamos encenar, se não podem desconfiar. - O homem piscava para ela e lhe dava um golpe, mas claramente sem intuito de acertá-la, já que ele mirava na areia ao lado dela, fazendo a poeira subir, e deixando a plateia em êxtase. - Eles só gostam do show.

Entendendo a situação, Anne começava a praticamente dançar na arena, fingindo esquivas contra golpes falsos, e ia repetindo os movimentos até chegar o mais próximo possível das jaulas. Era nesse momento em que estavam perto, que ambos tinham a mesma ideia.

O tritão se fingia de sanguinário e dava repetidos golpes desordenados, enquanto a revolucionária se esquivava facilmente, deixando que a lâmina acertasse a estrutura frágil que prendia os cativos.

E era quando uma das jaulas finalmente se partia que a tritão decidia fazer um pequeno discurso. Os escravos a encaravam atônitos e amedrontados, mas ouviam suas falas. Alguns seguiam sentados nas jaulas, seus olhos fundos e sem brilho. Já outros, começavam a se erguer e concordar com ela.

Mas ao fim, quando já estava quase gritando palavras de incentivo, via a cena de esperança se formar diante de seus olhos. Um a um os escravos se levantavam, primeiro concordando baixo, mas em pouco tempo já erguiam suas vozes com ela, e saíam da estrutura agora quebrada, se enfileirando ao seu lado.

Até o momento, Anne e Lucy estavam a salvo de qualquer ataque, já que os seguranças estavam perto de Pierre e os escravos não mais as ameaçavam, por isso, tinham a oportunidade de libertá-los de suas jaulas e grilhões, mas isso não ficaria assim por muito tempo.

E isso deixava apenas uma dupla na Arena. Mary se levantava da queda que o anão havia causado, e aproveitava para ouvir as falas de Anne para com seu inimigo. No entanto, ele não parecia sentir medo ou remorso, na verdade, em seu rosto era possível ver que estava gostando daquilo.

Ainda assim, a ruiva não atacava, e se mantinha esquivando dos golpes, que não paravam de vir. Talvez o homem fosse surdo, ou apenas estivesse confortável com sua situação, de qualquer forma, não parecia possível persuadi-lo.

O grito de liberdade de Mary ecoava pela arena enquanto ela via suas amigas libertando os escravos, mas aquele em sua frente sorria maliciosamente. - Quem vocês acham que são? Pensam que são muito melhores que nós, não é? Tão melhores que não se garantem em uma luta justa!

Ao fim de sua fala, ele avançava novamente na direção da ruiva, que esquivava novamente, enquanto dava atenção a Velho, que falava o que todos pensavam, como sempre. Contudo, mesmo enfrentando um escravo conformado, mesmo sabendo que o velho tinha razão, e mesmo que estivesse vendo os seguranças agora avançando em sua direção, ela também se pronunciava.

Sua fala era cortada por arfadas e pausas enquanto desviava dos golpes, mas isso não a abalava. E com o fim de sua fala, aqueles que se uniram a elas falavam em uníssono "VIVA A REVOLUÇÃO". Pierre parecia irado, e a plateia começava a entrar em pânico.

- Ora, se acalmem. Não é a primeira vez que animais dão trabalho, não é? Não se preocupem, temos tudo sob controle. - O procurado nojento falava enquanto barulhos pesados de passos podiam ser ouvidos. Rapidamente, a arena era tomada de pessoas com aparência maldosa.

Eles carregavam diversos tipos de armas, e olhavam para as três moças com uma sede de sangue imensurável. - Peguem-nas. - Pierre ordenava. A plateia ia a loucura, e aquilo que antes era uma vantagem, se tornava quase uma guerra. De um lado os serviçais do escravocrata, do outro os escravos unidos à revolução. Como lutariam isso?

ControlePosts: 11

Lucy
Vício: 2/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 2/10
Ferimentos:
- Ain, ain: Dor no ombro (3/3)
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (3/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
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Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Pierre


Pablo
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Tritão
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Achiles
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Seg Jun 21, 2021 10:43 pm
Lucy von Kral

As coisas tinham voltado para o nosso lado até que surgiam mais seguranças e toda aquela cena parecia que seria um massacre e era algo que não queria que acontecesse, não era para eles terem tantos soldados assim, era?! Zev era um completo filha da puta se este fosse o motivo, pois jogar três agentes para os leões e torcer para que convencêssemos os escravos para uma guerra contra os escravistas era literalmente um gigante problema, seria a mesma coisa que mandar camponeses para enfrentar persas. – Mary! Quais são as chances daquele cara lá do começo vier nos ajudar?! – Gritava, procurando chamar a sua atenção mesmo que não fosse a melhor das situações. – Anne, o que fazemos?! – Perguntava para Anne, tentando ter a sua atenção já que parecia que tínhamos libertado todos os escravos e agora uma guerra se aproximava.

Com tantos inimigos, teria que achar uma maneira de conseguir me infiltrar sem que eu fosse pisoteada e tentar ataca-los por baixo de uma forma que os atrapalharia em um combate direto. Essa era uma boa estratégia e que eu aplicava muito bem, principalmente com um companheiro amaldiçoado que poderia me ajudar nesse quesito. – Pablo! Você deve ter sido amaldiçoado quando ainda era um bebê, por isso não lembra... – Me pegava pensando e até mesmo um pouco divagando sobre o verdadeiro assunto que importava. – Mas isso fica para outra hora! É! Me ajude a ataca-los por baixo, da mesma maneira que fez com a Mary! – Afirmava com a cabeça e então, começaria.

Meus ataques surgiriam da mesma forma que começaria das últimas vez e relembraria bastante da tática que eu fiz com as aranhas que seria esperar um primeiro embate para tentar atacar usando das minhas adagas e realizar cortes que comprometeriam as posturas dos meus inimigos como seus calcanhares ou atrás de seus joelhos com cortes horizontais que comprometeria menos a minha movimentação.

Agiria com sutileza e inteligência procurando prever por onde os meus inimigos pisariam e também o movimento de suas armas para que não viesse a ser acertada mesmo sem querer em que me esquivaria para uma direção mais propícia e tentaria um novo ataque independente do inimigo quando possível.

Conforme fôssemos avançando, também tomaria mais cuidado em relação as minhas companheiras e aos seus inimigos no quesito de ver se seria necessária uma ajuda e assim focaria meus ataques mais neles já sabendo que elas seriam capazes de derrubá-los mais facilmente se eu interferisse em suas lutas.

Já participei de muitas lutas, porém uma luta de tamanha intensidade e quantidade de pessoas era novidade para mim que me fazia sentir uma energia estranha, não era felicidade ou ansiedade, era algo relacionado ao medo ou o que parecesse com isso. Sabia que estava fazendo a coisa certa ao mesmo tempo que sabia que aquela luta poderia tomar proporções negativas de uma forma muito rápida e este tipo de pensamento era problemático.

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Histórico:
Nome: Lucy von Kral
Posts: 12
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas (Post Nº 2 – Ferreiro)
- Machado Clássico (Post Nº 2 – Ferreiro)

Perdas:
- 500.000 B$ (Adagas e Machado + Aula – Post Nº 2)

Dinheiro – Bolso: 4.750.000 B$

Inventário:
-

Qualidades::
- Mestre em Haki
- Prontidão
- Ambidestro
- Furtividade Natural
- Veloz
- Diminuto

Defeitos:
- Louca
- Apegada
- Dependência
- Bisbilhoteiro
- Ajustes
- Exótico

Proficiências:
- Adestramento
- Cavalgar
- Costura
- Doma
- Furtividade

Saúde:
-  Tá sussa!

Cor da fala: - Fala

Objetivos:
Comprar o meu par de adagas por um preço menor
Comprar item de saciar dependência
• Realizar duas missões
• Aprender Forja
• Encomendar a cela para Gigipsta

Dependência (Café) – 3/10

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Kerigus
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Ter Jun 22, 2021 4:38 pm
Mary Van Tassel


As coisas pareciam estar melhorando de certa forma, alguns escravos já estavam liberados e outros estavam em processo de serem liberados pela anã e pela tritão. O cara que tava lutando comigo parecia ja ter decidido o lado que ficaria, e o Velho tecia seu comentario. - Esse ai já era nem perde tempo tentando convencer, isso se ele for um escravo… - E era isso que eu iria fazer. - Luta justa… tu não é um escravo né? - Deixava a pergunta no ar enquanto me afastava dele me aproximando de onde as minhas colegas estavam, não ia me aproximar demais somente o suficiente para facilitar a minha vida parando os capangas que vinham tentar nos parar.

Durante essa aproximação provavelmente viriam ataques em minha direção, com isso eu precisaria me esquivar, faria isso de forma a sempre me aproximar do local onde os escravos estão sendo liberados com saltos me distanciando do meu adversário até chegar na distância desejada. Era importante agora parar o inimigo e não necessariamente derrotá-lo, por isso sempre tentaria golpear os joelhos com toda minha força e sempre na lateral do joelho como intuito de torcer o joelho e tentar causar problemas de mobilidade e faria iniciando o ataque contra aqueles que estiverem fazendo uma investida contra minhas aliadas. Obviamente poderia receber ataques durante essa minha tentativa de ataque e minha esquiva seria pulando por cima do golpe se fosse baixo, me afastando com um pequeno salto para longe do golpe em alturas médias e me abaixando para caso de golpes altos, no caso de estar em uma distância curta voltaria com um soco no queixo do meu atacante após desferir o meu golpe no joelho do outro inimigo.

Sempre durante este combate estaria primeiro focada em não tomar porrada, já que na maioria dos casos os inimigos estariam indo em nossa direção e não nós na direção deles. Desta vez não importando a altura ou direção do ataque eu tentaria me afastas do meu adversário com um pequeno salto e voltaria da mesma forma com um chute na lateral do joelho, eu queria fazer eles sentirem dor e ficarem ali parados um tempo sem reagir pelo menos até os escravos estarem liberados. Ficaria de olho também em possíveis ataques surpresa, em casos de eu me esquivar de um adversário e um outro vir me atacar durante a esquiva, sendo assim caso isso acontecer eu iria novamente me esquivar com um salto me afastando do novo atacante e voltaria para cima dele com um soco no queixo.

Histórico:
Nome: Mary Van Tassel
Posts: 12
Vício: 03/10
Ganhos:
- 3 cigarros
- 5 Fósforos
- Luvas

Perdas:
- 60.000 berries (cigarros e fósforos)
-120.000 Luvas (Luvas)
- 1 Cigarros
- 1 Fósforos

Inventário:
- 2 Cigarros
- 4 Fósforos

Dinheiro: 190.000 berries

Qualidades:
- Versátil
- Ambidestro
- Impassível
- Afinidade com Haki
- Prodígio
- Atraente
- Voz melodiosa

Defeitos:
- Louca
- Dependência
- Furioso
- Improdutivo

Proficiências:
- Cirurgia
- Anatomia
- Primeiros socorros
- Toxicologia
- Diagnose

Profissão:
- Médica



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Mephisto
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MephistoAvaliador
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qua Jun 23, 2021 6:57 am
Missão 1


A cada palavra, aos poucos eu via que alguns se inflamaram com o que eu dizia, isso por si só, já tornava aquele momento muito melhor, pensei muito no que estava acontecendo, sabia que algo que queria depois daquilo era melhorar ainda mais a minha oratória. Porém não tinha tempo para pensar muito mais nisso agora. Respondendo Lucy já de cara.-Agora vamos proteger eles Lucy!! Confira se não tem mais nenhum que ainda não tenha sido liberto, eu vou também quebrar mais jaulas, pois não tenho a certeza que todos foram.- era uma medida preventiva, para evitar que alguns ainda estivessem sem poder agir.

Então com meus ânimos elevados pelo pequeno momento de glória, comecei a ajudar a quebrar as jaulas, iria começar a socar e chutar as jaulas que ainda não tivessem quebradas. Enquanto iria tentar evitar os ataques, mas também proteger os escravos. Se algum dos novos inimigos passar, é claro.

Nesses casos iria realizar bloqueios rápidos, indo pra frente do inimigo me colocando como uma muralha entre ele e os escravos que estavam sendo libertados. Iria fazer movimentos circulares, de dentro pra fora e de fora pra dentro. Para que os punhos ou armas não me tocassem, batendo contra o pulso do atacante ou as laterais de suas armas.

Então após o bloqueio tentando achar uma brecha, onde iria desferir um soco triplo, visando afastar o tal para trás. E sempre tomando cuidado para não ser atingida, em caso de ataques baixos com chicotes ou coisa do tipo, tentaria erguer a perna pra evitar dela ser enrolada por ele, no momento perto do impacto. Se fosse muito cruzado e pudesse atingir as duas, daria um salto rápido tipo de pular corda, para evitar o impacto.

O método agora era libertar e lutar pra manter a liberdade deles, e assim poder mais uma vez trazer paz e talvez, ajudar muitas famílias, afinal muitos deles deviam estar sendo roubados de suas esposas, filhas...




Historico:
Posts: 12
Ganhos:
- Mochila
- Corte no Ombro.

Perdas:
- 260.000

Vantagens & Desvantagens:
Qualidades:

• Ambidestro (1 Ponto)
• Prontidão (2 Pontos)
• Duro de matar (2 Pontos)
• Carismático (2 Pontos)
• Idioma Marítimo (Raça)
• Nadador Nato (Raça)
• Cuspir Tinta (Raça)
• Seis Braços (Raça)

Defeitos:

• Atípico (Racial)
• Discriminação (Racial)
• Segregação (Racial)
• Heroico (2 Pontos)
• Ambição (2 Pontos)
• Inimigo (2 Pontos)
• Extravagante (1 Ponto)

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Milabbh
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Qui Jun 24, 2021 8:40 pm
Narração - Não Existe Sombra Sem Luz
Localização: Cavernas de Stevelty
Período do dia: ???

A situação rapidamente escalava para algo mais intenso e perigoso. Pela quantidade de pessoas, era impossível não pensar em uma guerra que se aproximava, e como temiam, os diversos capangas chegavam cada vez mais perto, encurralando as meninas uma contra as outras.

Mary soltava uma indagação na luta, que era respondida com um riso irônico, seguido de uma fala ainda mais debochada. - Acho que você já sabe a resposta para isso, não? - Ele, no entanto, não atacava, e esperava a aproximação de reforços.

Lucy, por sua vez, continuava nos devaneios sobre maldições, o que deixava Pablo completamente confuso. Fato esse exposto por sua sobrancelha erguida e boca aberta. No entanto, não havia tempo para discutir origens, a luta se tornava cada vez mais inevitável.

Anne sabia disso, ela compreendia tudo aquilo de uma forma única, e logo tomava as rédeas da situação. Suas ordens fluiam quase que naturalmente, assim como seu discurso, talvez levasse jeito para a coisa. Sua resposta imediata mobilizava suas companheiras, mas também alcançava os escravos.

Alguns deles pareciam realmente impressionados com a determinação da tritão em protegê-los e, com isso, começavam a arregaçar suas mangas, literalmente, enquanto se dirigiam à área onde jaziam as armas de combate.

Os escravos se armavam, e como em uma forma de pagar a dívida, um a um passavam pelas 3 moças, tomando a dianteira e fazendo a linha de frente. Aproveitando o momento, a tritão voltava até as jaulas e verificava a presença de mais escravos, e isso tanto causava alivio quanto um certo desespero.

Ali, encolhido em uma delas, havia um pequeno corpo, que parecia chorar abafado no meio de todo o tumulto. Seus pelos acinzentados eram cobertos por trapos azulados, além de uma camada generosa de sujeira.

Ao ver sua jaula quebrada, encarava receoso a tritão e, talvez por alívio, ou mesmo medo, ele ia até ela sem falar nada. Ficava posicionado atrás do corpo avantajado da mulher, encarando o caos que se formava. Por sorte, Anne estava pronta para qualquer ataque, pois ele realmente vinha, ainda que de forma não hostil, por enquanto.

Um inimigo surgia das sombras, carregando consigo uma enorme espada de duas mãos, sorrindo maliciosamente para Anne e o pequeno mink ao seu lado. - Você tem algo que é meu, e eu quero de volta. - A fala do homem era imediatamente seguida de um engolir em seco, que emanava do diminuto ao lado de Anne.

- Não me devolve, por favor. - Os grandes olhos amarelados, repletos de lágrimas e súplica encaravam os da tritão, que agora tinha um oponente solo para ela.

Já na arena, os escravos se engalfinhavam com os guardas do "show", deixando Mary e Lucy mais livres, mas não o suficiente. Aquele homem com quem a ruiva lutava e que não era um escravo, agora retornava, mas sem sua espada. No lugar dela, porém, ela notava que existiam botas, o que só poderia significar duas coisas: Ele era estiloso, ou lutava taekwondo, mas também poderia ser os dois. De qualquer forma, já partia para cima dela.

A ruiva, notando o golpe, pulava para fugir, e quando pousava já depositava um chute na parte lateral do joelho do oponente. No entanto, seu golpe era ineficiente, uma vez que as botas do homem eram altas e revestidas. - Isso vai ser divertido...

Lucy já havia saído dali, e não via os problemas das companheiras. Na verdade, seu objetivo era atrapalhar o combate dos inimigos, acertando-os por baixo. Surfando por entre todos, ela conseguia fazer alguns estragos, com a ajuda de Pablo, claro.

Alguns caíam, outros urravam, e haviam aqueles que mal sentiam, mas ela estava fazendo seu trabalho. Isso é, até que em sua frente surgia um inimigo, armado com algo que lhe era familiar. Uma lâmina curta e fina pendia de sua mão, era um punhal ornado com cristais vermelhos.

Nem dava tempo de apreciar a beleza da arma, uma vez que ela agora vinha com tudo diretamente em seu pequeno coração "amaldiçoado". Talvez fosse obra do destino, ou mesmo uma piada sem graça do universo, mas agora todas tinham um inimigo similar a si próprias para enfrentar. Por sorte, porém, os escravos continuavam na batalha contra seus captores, lhes dando tempo para seus próprios embates.

ControlePosts: 12

Lucy
Vício: 3/10
Ferimentos:
Ganhos:
- 2 Adagas Clássicas
- Machado Clássico
- Garrafa de Café (1/10 usos)
Perdas:
- 500.000 Berries (2 Adagas e Machado personalizados + Aula)
- 200.000 Berries (Garrafa de café)


Mary
Vício: 3/10
Ferimentos:
Ganhos:
- Cigarros (1/3 Usos)
- Fósforos (2/5 Usos)
- Par de Luvas Gastas
Perdas:
- 60.000 Berries (Cigarros e Fósforos)
- 120.000 Berries (Luvas)


Anne
Ferimentos:
- Corte superficial no braço (4/5)
Ganhos:
- Mochila
Perdas:
- 260.000 Berries (Mochila)


Considerações
Zev
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Pierre
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Pierre


Pablo
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 13c0ca71bd08b294914ed26c7bb3ed03


Tritão
I - Não existe sombra sem luz. - Página 5 Uroko_sama_by_cearyauryn_d6ry87i-fullview.jpg?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJzdWIiOiJ1cm46YXBwOjdlMGQxODg5ODIyNjQzNzNhNWYwZDQxNWVhMGQyNmUwIiwiaXNzIjoidXJuOmFwcDo3ZTBkMTg4OTgyMjY0MzczYTVmMGQ0MTVlYTBkMjZlMCIsIm9iaiI6W1t7ImhlaWdodCI6Ijw9NTc2IiwicGF0aCI6IlwvZlwvOTQwZTE1NzYtZDk5Mi00MTg0LTk2OTktMTA1MDViYWZhYWJmXC9kNnJ5ODdpLTQyZjNkOTg3LTJmOWMtNGFiNi04NzM5LWRhZDM1ZTczNmFiZi5qcGciLCJ3aWR0aCI6Ijw9MTAyNCJ9XV0sImF1ZCI6WyJ1cm46c2VydmljZTppbWFnZS5vcGVyYXRpb25zIl19


Pequeno Mink
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Re: I - Não existe sombra sem luz. Sex Jun 25, 2021 10:59 am
Lucy von Kral

Meu coração estaria mais tranquilo em uma situação em que a luta estava bem mais favorável para nós do que parecia e que o nosso trabalho estava indo bem, mas eu sentia um leve acelero e possivelmente uma adrenalina a mais... Talvez fosse apenas a cafeína mexendo com o meu corpo devido a alta quantidade ingerida. De qualquer forma, as ações que pensávamos serem as mais corretas eram devidamente perfeitamente executadas e o nosso lado parecia mais favorável.

Nesses ataques, uma adaga que era um tanto bela e mortal aparecia e um inimigo do qual não estava me recordando havia aparecido em minha frente, a pessoa parecia ter um apreço mortal e prestava atenção em mim, o que dificultava a minha furtividade e claramente me colocava em uma situação de combate fixo contra ela, já que escapar de alguém que vai conseguir me ver com maior clareza era algo ainda mais complicado.

Então, guardava as minhas adagas e puxava o meu machado com velocidade, procurando ter a minha arma sacada e pronta para o combate, algo que rivalizaria contra o seu punhal de uma maneira mais fácil de atacar e defender do que utilizar as minhas adagas para tal ato. Desta forma, começaria atacando invés de tentar qualquer defesa, pois sabia que a minha velocidade combinada ao meu tamanho amaldiçoado me garantia uma boa agilidade.

Usaria de pequenos saltos laterais para a minha movimentação, aproveitando de um fator possível de imprevisibilidade e começaria o meu primeiro ataque direcionado ao seu calcanhar o que poderia ser previsível, porém era um golpe difícil de defender. Esse golpe viria de um arco horizontal usando da lâmina do machado para tentar um corte limpo e independente do sucesso procuraria movimentar os meus pés de maneira a girar o meu corpo em 180° e agir com um impulso saltando na direção de sua coxa em que tentaria aplicar um segundo corte, este na vertical em uma ascendência para tentar abrir um ferimento que possibilitaria um sangramento.

Tentaria, nesse meio, dar um pequeno chute para me impulsionar para baixo para que pudesse aproveitar da minha agilidade para tentar novamente realizar o mesmo giro e provocar um terceiro ataque em sua direção, desta vez focado em tentar acertar a parte traseira de sua coxa que não havia acertado ainda, procurando, nesses passos, estar rotacionando os movimentos de maneira a tentar fazer com que ele tivesse que virar na minha direção para tentar ver os meus ataques.

Porém, para procurar estar sempre me esquivando melhor, eu tentaria agir em meio as forças inimigas tentando atrai-lo para ali e fazer com que ele não tivesse tanta liberdade para tentar me atingir, assim, usaria sempre saltos laterais para escapar dos seus golpes e procurar evitar qualquer aproximação massiva de distância dele. Com o meu machado em mãos, também tentaria bloquear os seus ataques usando do próprio cabo dele quando viesse a ser necessário, procurando agir do meu corpo para nunca ficar parado e sim tentar defletir o seu golpe para outra direção e desviar na oposta.

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- Ajustes
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- Adestramento
- Cavalgar
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- Doma
- Furtividade

Saúde:
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