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Kenshin
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 XqxMi0y
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 J09J2lK

Blindao
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QeFyscc
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Localização : North Blue ~ Flevance



O Dragão Indomável


Ora, esse dia está sendo deveras produtivo. Afinal de contas, não só havia possuído êxito em capturar um dos suspeitos do crime ocorrido, como também salvado um civil. Inclusive, o beijo da velha senhora como forma de agradecimento certamente fez meu coração arder em chamas, pois, ainda que sua vida estivesse próxima do fim, graças a mim, ela ainda poderia aproveitar como vem quisesse, diferente de ser assassinada por um rato de esgoto.

Durante o tempo que aguardaria a chegada do sargento e detetive, coagindo um pouco o desgraçado que estaria acuado embaixo de meus pés, notava que a face vertendo em medo e confusão, junto a seus ouvidos que cotejavam sangue, me fariam perceber que o sujeito estaria possivelmente surdo. ~ Ei, ei, ei! Vê se não perde a sanidade seu bunda mole. Havia-me aproximado enquanto proferia para o criminoso, desferindo alguns tapas de leve em seu rosto para que sua sanidade continuasse sã e sua mentalidade permanecessem consciente.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 BiHz9Pc

A chegada de Detective e Sargento Smith enfim procedia. Após explicar de forma resumida o que haveria ocorrido, o detetive não deixava de elogiar meu sucesso. ~ Héh! Havia expressado um sorriso bastante largo, deixando bem amostra os dentes serrilhados e a satisfação do elogio. Era óbvio o comentário do Detective, mas não imaginava que viria falar abertamente de forma tão casual. Porém, apreciava seu gesto e sua sinceridade. ~ Thororororo. Seus elogios são apreciados por mim, meu jovem. Mas não a necessidade de exaltar um combate que se quer chegou a ser um. Proferia de forma convicta e resoluta, durante o tempo que cruzaria os braços e deslizaria os dedos pela barba. O humano parecia ser eficiente em seus raciocínios, poderia afirmar isso após ouvir suas informações, tanto antes quanto atualmente. ~ Hum, entendo. Realmente havia pensado de que poderiam ter mais deles, se você também concorda... então é certo presumir que mais estão a assolar essa ilha. Mas não se preocupe, novato, esses músculos me darão todo apoio possível! Diria enquanto expressaria dessa vez um rosto um tanto empolgado. “Será que um adversário digno surgirá?” Pensava comigo por alguns míseros instantes, mas logo centralizava minha atenção na real situação.

Durante um breve devaneio, o sargento e o detetive começavam a extorquir informações do criminoso; por sinal era pouco uteis, mas melhor que nada. Ele poderia estar mentindo, talvez fosse mais sábio fazer um pouco mais de pressão para ver se algo a mais sairia. Entretanto, uma mulher que até então desconhecia viria afirmar que as palavras do meliante eram verídicas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 SW64amy

~ Ora, ora..., mas que bela jovem atraente, este dia está cada vez melhor. Proferia ao expressar um rosto amigável ao mesmo tempo que esticaria o braço para cumprimentar a jovem moça. ~ Prazer em lhe conhecer, garota. Soldado Thorkell Dragnar Godheim a seu dispor. Pronunciaria tentando ser um pouco educado, ainda que não fosse minha especialidade. ~ Sinceramente, não sei dizer se as palavras dele procedem a verdade. Mas se você está disposta a afirmar a autenticidade da verdade nesse pedaço de lixo, confiarei em seu julgamento. Não era minha função interrogar ou averiguar a fonte da verdade, minha função era de fazer uma varredura na região com propósito de achar algo suspeito, que por fim, encontrei esse meliante e executando a detenção do mesmo. Exatamente por isso deixava a cargo do detetive e da mulher acharem, ou não, estarem certo das informações obtidas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 8Xp5m2w

Após digerir as informações do suspeito, junto as explicações por minha parte, o sargento decretava de que seria minha função averiguar os paradeiros dos outros marines. “Certo, certo! A função de um líder é sempre estar consciente da localização de seus subalternos.” Pensava comigo após ouvir as palavras do sargento. ~ Sim senhor. Viria então retirar meu pé de cima do criminoso e começar a caminhar, mas não antes de parar por um breve instante. ~ Sargento! Falaria um pouco mais alto, sem virar o rosto permanecendo de costas para o superior.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 ZToUHHD

~ Me é permitido usar toda minha força? Não querendo me enobrecer, mas acredito que se usar toda ela possa acabar matando os meliantes. No decorrer de minhas palavras, viraria a cabeça para fintaria brevemente o criminoso, impondo um pouco mais de terror nele. ~ Não que eu esteja tencionado a matar esses lixos... Inclinaria a cabeça para olhar diretamente nos olhos do sargento, expressando segurança e coragem. ~... todavia, teríamos problema caso acontecesse? Questionaria o marine para ter certeza de que não haveria infrações caso ocorresse alguma morte se preciso, em visto da situação que encontrávamos. Após ouvir a resposta do sargento, apenas acenaria com a cabeça e moveria meu corpo. Me dirigiria pelo mesmo caminho feito até aqui, visando o lado contrario de que haveria peregrinado.

Aceleraria um pouco os passos, mas nada muito afobado. Algo estava me incomodando, já fazia um tempo. Não sabia ao certo dizer o que era exatamente, porém, aquela sensação era incessante. Tentaria utilizar meus sentidos ao máximo com objetivo de escutar, ver ou sentir algum cheiro que pudesse revelar onde estariam os outros marines. Possivelmente minha visão ou audição seriam mais proficientes nessa situação devido à estatura avantajada; talvez visualizar a altura dos homens, ou quem sabe escutar um eclodir de lâminas. Enfim, buscaria imediatamente correr assim que conseguisse captar a localização de algum aliado.

Na hipótese de conseguir avistar ambos os marines, soldado Vitaminado e soldado Bartolomew, tentaria presumir o melhor combate entre eles. Averiguando o pior cenário entre eles e indo imediatamente dar apoio. Conhecendo bem Pippos, certamente ficaria enfurecido caso atrapalhasse seu embate, bom... quem sou eu para dizer o contrário, já que, também sou do mesmo tipo. Entretanto, não era uma situação que pudesse dar o luxo de uma luta justa e honrosa. Afinal, tínhamos um peixe grande para caçar. Seria só perda de tempo dar atenção para esse cardume.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 RRPb1KA

Certamente não seria fácil encontrar os marines, mas por outro lado difícil também não. Minha estatura seria bastante benéfica. Mas não depositaria toda confiança nela, visaria usufruir de todos meus sentidos em busca de averiguar toda a extensão da orla. Caso ainda pertencesse difícil avistar alguém deles, recorreria a uma ação um tanto quanto... divergente. ~ Acho que não temos muita escolha, não é mesmo Smash e Baki. Diria ao empunhar minha lança, retirando-a com destreza e perícia, assegurando a arma ao lado do corpo.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 BHFe1aW

Recrutando um Pump monstruoso nos Bíceps, junto aos quadríceps, começaria a correr por alguns metros e então, com ambas as mãos revestindo a enorme haste da lança, desferia a lâmina da arma contra o chão com proposito de me lançar com extrema força para o alto, aproveitando o embalo e movimento com intuito de alcançar o dobro de minha altura; trazendo junto a arma, naturalmente. ~ Relaxa que o pai tá on!!! Diria empolgado com o peculiar salto. Nesse momento abrangia uma área ainda maior devido a elevada, e possível, altura que conseguiria atingir. Seria rápido, mas talvez suficiente para avistar os marines e imediatamente decretar qual viria ajudar em primeiro lugar.

Supondo que haveria avaliado ambos os soldados, obviamente, Bartolomew estaria em más lençóis. Sem delongas, após colidir contra o chão, explodiria os pés sobre o solo revestido de areia com objetivo de me impulsionar com força até alcançar agilidade máxima em direção a Bartolomew. Sinceramente conhecia muito pouco do jovem homem, mas o suficiente para notar que estaria precisando de ajuda. Desconhecia seus ideais, mas seria uma boa hora para qualificar seus princípios. A arrancada seria poderosa e desenfreada, até que por fim, chegaria na zona de combate de Bartolomew.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 FwGf1NE

Caso notasse o marine estar na defensiva, avaliando assim que chegasse mais perto, viria então empunhar a lança com a mão dominante e antes que meus pés fossem usados para frenar minha corrida, nesse exato instante, arremessaria a arma em direção ao criminoso diante do soldado. Executaria um arremesso carregado de força sobre a haste. ~ Ora, ora vejam só. Espirrei com tanta força que a mão acabou possuindo reflexo de arremessar a minha lança. KEKEKEKE. Seria sardônico meu comentário ao mesmo tempo que mostraria os músculos do braço ao erguer por alguns instantes. ~ Acabei interrompendo seu divertimento, soldado Bartolomew? Perguntaria de forma extrovertida, mesmo que a aparência do homem estivesse bastante lastimável. Me aproximaria do marine lentamente, ainda que estivesse antenado do criminoso; fitando de momentos em momentos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 RY7IMPG

~ Você parece um pouco cansado, soldado. Indagaria com uma expressão despreocupada com a situação, ainda que não fosse o caso. ~ Parece que esse pequeno peixe aí, faz parte de um cardume. Pararia próximo do marine poucos metros de seu lado enquanto explicaria o motivo de minha inusitada chegada. ~ Caçar esse peixe é perda de tempo, mas ainda assim vital. Gostaria de não me envolver na sua batalha, mas se demorar mais terei que intervir. Afinal, ordens são ordens. Terminaria de falar para Bartolomew agilizar sua luta, pois, seu estado estava bastante precário, tentaria não diminuir seu ego ao comentar sobre estarmos atrasados para localizar o chefão dos bandidos. ~ Hoo. Estes músculos são bem reforçados em. Proferia para dar um incentivo ao jovem marine enquanto cruzaria os braços e me atentaria a seu combate. Era uma boa oportunidade para avaliar suas habilidades físicas, pois, quem sabe pudesse ser um valoroso companheiro quando viesse a alcançar uma alta patente na marinha.





  • Posts: 07
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 360 +21%= 435
STA: 100

Força: 12 [+6 Raça] [+3Edc] [+1 Arma]= 22
Destreza: 0
Acerto: 1  [+6 Raça] [+3Edc]= 10
Reflexo: 1
Constituição: 6 [+6 Raça]= 12

Agilidade: 5
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5

Qualidades:

VigorOs meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

CorpulentoOs meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

IntuitivoVocê possui uma intuição forte e quase sobrenatural, praticamente um sexto sentido que pode lhe salvar de algumas enrascadas.

HipofalgiaVocê tem uma tolerância alta a dor, essa qualidade não o torna incapaz de sentir dor, mas o torna extremamente capaz de resistir a ela. Em situações onde outras pessoas simplesmente desmaiariam, você é capaz de resistir. Essa qualidade não o torna de qualquer forma resistente aos danos, no entanto você se torna capaz de aguentar muito bem a dor e pode passar a idéia de ser muito mais resistente do que verdadeiramente é. Em termos mecânicos, você não reduz de forma alguma o dano que recebe.

Duro de matarVocê continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.

DestemidoVocê tem uma coragem distinta e não se deixa abalar diante de grandes desafios ou provações, mesmo que tudo esteja contra você e as condições não sejam favoráveis você ainda é capaz de enfrentar seus desafios de cabeça erguida, sem se sentir intimidado. Em termos mecânicos, a aplicação da condição amedrontado em você sempre é reduzida em uma categoria.

Defeitos:

ExóticoVocê não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

Sob medidaVocê possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

AmbiçãoThorkell tem como objetivo final criar um novo reino digno para ele e seus seguidores; um reino justo e imaculado. Um império para honrar as lendas dos gigantes primordiais, cravando seu nome na história. Mas para fazer isso ele sabe que dinheiro, Status e pessoas confiáveis são necessários.

LoucoThorkell acredita que sua linhagem ancestral provém dos gigantes Primordiais; os primeiros da raça e que sua força e espirito foram abençoados pelos seus ancestrais

DeligenteThorkell entende que para conseguir atingir sua ambição, antes de tudo, será necessário que seu nome ecoe por todos os mares, adquirindo assim mérito e fama. Exatamente por isso ele decidiu adentrar para a marinha para conquistar respeito, dinheiro, Status e autoridade.

ExtravaganteThorkell tem hábito de falar com seus músculos, seja por qualquer razão, como forma de expressar quando estiver pensativo, ou mostrar sua masculinidade. A origem desse hábito veio como forma de homenagear as batalhas mais árduas que ele já enfrentou. Poucos foram os que obtiveram tal privilégio por parte de Thorkell e ele ainda mantém esse costume.
• Peitoral - Pride.
• Bíceps direito - Smash.
• Bíceps Esquerdo - Baki.
• Dorsal - Atlas.
• Punho direito - Saitama.
• Punho esquerdo - Greedy.

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Ofício ~x~

Bônus: ~x~



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +1 em força.
Estado: Nova

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 SNb8dAV
Gaiden
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»» The proof!! ««

~ The key is the pressure ~



Palavras e mais palavras eram postas à mesa. Muito se sucedera desde o início da investigação; coisas que, na verdade, só me mostravam que apesar de toda a experiência e assiduidade para com o trabalho, ainda me restavam crassas falhas de desempenho em minha função ~ Tenho desconsiderado um universo de hipóteses ao longo deste inquérito. Como também, e não menos importante, assumido coisas que revelaram-se meras suposições descabidas ~ Refletia, decerto aflito, mas não o transparecendo. A primeira assunção fora a de que o capanga, ali, soubera "onde", "como" e "sob que comando" se lograra o crime. A segunda, tão exagerada quanto, se mostrava no estabelecimento da premissa de que a casa e a festa eram sinônimos, no contexto do assassinato, o que, ainda que possível, vejo agora ser uma correlação um tanto ingênua em primeira ordem, ao não se cogitar sequer o fato de haver possibilidade diversa.

Sem mais arrodeios, finalizava minha maturação intrapessoal para comentar sobre os ditos do homem - Desculpe, senhor. Acho que isso não rende uma delação premiada - Dizia ao criminoso, esboçando um falso sorriso que, caso analisado minuciosamente por um perito facial, certamente denotaria infelicidade ou desprezo em seu modos mais discretos de subterfúgio. Dali em diante, o caminho era o anteriormente pretendido, o quartel e, logo assim, a casa do nobre. Passávamos no primeiro local rapidamente, utilizando-nos do tempo necessário somente  para recolher a informação demandada, e então partir. A caminhada fora rápida, mal terminava e, ainda atordoado sob meus pensamentos autocríticos, desprovia-me da atenção que mereciam os detalhes locais, contudo, não por completo, ainda conseguindo, ao chegar à porta, conceber a imensidão da riqueza exposta. Quem nos atendia era um mordomo, como de praxe seria. Seu bigode era evidente, um cliché aprazível. A pompa a que era submetida nossa introdução, ao meu ver incoerente com a realidade de um detetive e de uma secretária, de certo modo agradava. Naquele momento, só me atravessava o pensamento de que dificilmente alguém com tamanho apreço por etiqueta recorreria a métodos sujos e, ainda por cima, tão malogrados para uma execução daquele feitio.

Arthur nos esperava em seu sofá ~ Nos esperava? ~ Pensava, em questionamento. Estranho era, de fato, o ver à espera de algo como aquilo. Aparentemente, ao que se notava pelas palavras do doméstico, ele já estava preparado para o momento; no entanto, poderia ser apenas fruto, o estranhamento, da tamanha casualidade interpretada de seus dizeres. Voltando à ambientação. O trajeto até o salão principal era algo magnífico, deveras, detendo uma beleza que me fazia esquecer, por um mínimo momento, do porquê de estar naquele local. Recobrando os sentidos pouco antes de chegar aos sofás cruzados, ali me mirava o homem de tal requinte - Sir Arthur!! Prazer em conhecê-lo, finalmente!! - Expressava-me cordialmente, o assumindo como tal.  

Requinte era realmente o vocábulo. Líquido fumaçantes recepção formal, de certa forma, tudo ali parecia intencionalmente planejado. A carta à mesa chamava-me a atenção, contudo, não poderia ir com sede ao pote, afinal, convidado como era, seria de descortesia enorme simplesmente botar a mão onde não tivera sido devidamente autorizado. Ouvindo o nobre, logo então via sua insegurança, plausível, dado seu estilo de vida. Eu teria de provar algo difícil naquele momento - Deveria ter pedido o contrato físico no R.H. do quartel. Shershersherlock!! - Exprimia, na intenção de quebrar o gelo. Sentando no sofá à frente do homem, também chamando Lara para se alocar, eu não tardava a me apresentar de maneira mais formal para o anfitrião, alongando a fala para explicá-lo da situação - Senhor, pode me chamar de "Detective", ou detetive, ou investigador... ou qualquer sinônimo que lhe convenha. Estou aqui com a senhorita Hëzil, nossa competente assistente, para solucionar o caso do assassinato do Lord Thomas Johannes, não sei se sabe - Pausava curiosamente, para assimilar sua reação, contudo, já não esperando uma mudança significativa de expressão. - Lara, tem algo consigo que prove nosso vínculo com a marinha? - Perguntava honestamente, me pondo em posição passiva. Caso a diligente secretária respondesse negativamente, logo então me veria na obrigação de bolar algo. De toda forma, não deixando o vácuo do momento se suceder, neste caso, logo soltaria - Temo que eu não possa lhe persuadir de forma tão fácil. Além do mais, não tenho perícia para este tipo de coisa - Confessava, em tom aconchegante - Mas posso dizer coisas sobre o senhor que, talvez, aticem seu raciocínio lógico e o façam perceber que não somos ameaça - Relatava, em seguimento - Encontramos o senhor Johannes morto à beira mar. Corte profundo, incisivo, limpo. Algumas escoriações nos pulsos, o que mostra que foi segurado, provavelmente enquanto carregado para algum lugar - como nos relatou uma testemunha ocular - foi visto desacordado, ao encarrego de quatro sujeitos, ainda não identificados, um deles era alto, bem alto, pela descrição. O senhor realizou uma festa, e Thales Johannes tinha um dos convites em um de seus bolsos, o que é completamente estranho. Primeiro cogitei a teoria de quererem incriminá-lo, contudo, após um ataque a um de nossos agentes, seguido da prisão de um outro capanga que nos relatou que teria sido intruído a retardar a investigação pois o grupo responsável pelo assassinato tivera cometido um erro crasso, entendi que, na verdade, o erro pode ter sido justamente não terem revistado o sujeito, logo, deixando o senhor, neste exato momento, como suspeito número "1" do assassinato do homem. Caso acredite em minhas palavras, a atitude lógica seria tentar provar, o mais rápido possível, que tinha um álibi, uma desculpa para nao o fazer, ou, na melhor hipótese, uma razão para protegê-lo, ao invés de mazelá-lo. No final das contas, o senhor poderia ter alguma richa com o pai do morto, talvez ele quisera desatar os laços ríspidos que tivera com os mineradores e, com medo de perder seu poderio, o senhor o deu um aviso. Não sei, são muitas possíveis conjecturas. Mas o que me diz, posso voltar ao QG? Ou quer tentar a sorte antes que o Sargento Smith comece a espremer a verdade do preso que pegamos? Uma hora ou outra as pistas levarão a algo. - Terminaria, indicando firmemente.

Na situação de Arthur permitir, pegaria a carta em cima da mesa, assumindo ser algo relevante, e a leria, me atendo a toda informação que se revelasse ali. Caso o cenário fosse favorável, perguntaria, enquanto a ler o item, ou até mesmo não o lendo - O que pode dizer sobre a festa que organizara, senhor? - A aposta fora feita. Talvez pressionar o homem não fosse a melhor das decisões, contudo, Lara estava ali para me dizer, posteriormente se ele realizara alguma expressão de desespero ou não, com sua proficiência à psicologia - O que acha, madame? - Indagaria  ao término de tudo. Se alguma tentativa absurda de ofensiva fosse lograda, puxaria Lara pelo pulso e correria o mais rápido possível para uma possível porta ou janela, de preferência próxima e aberta para me atirar para fora.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QHIbW7W
Histórico:
Post: 7
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Koji
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 HKNMPj9
Créditos : 22
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
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Alvorada dos Monstrorines - 07
19:01 ~ 20:12 / Flevance


 
Thorkell

O dia até agora parecia ir muito bem para Thorkell. Ele havia efetuado uma prisão e, com ela, a investigação andava um pouco. Além de tudo, salvara uma vida inocente e ganhara um pequeno beijinho de agradecimento. A recompensa em si não era seu objetivo, muito pelo contrário. Como um soldado, ele tinha que fazer isso, porém, a sensação de impedir a morte de alguém era gratificante para o gigante.

Não demorava muito até que Sgt. Smith, Detective e sua nova assistente aparecessem em vista. À primeira vista, eles se cumprimentava, e o soldado logo notava a beleza exuberante daquela moça. Ela carregava um tom de vulgaridade, mas não o suficiente para se tornar um problema. Sua aparência era realmente desafiadora por si só, e ele fazia questão de denotar isso em seu cumprimento.

— Agradeço os elogios, Sr. Thorkell. — ela calmamente respondia abaixando um pouco sua cabeça e arqueando levemente sua coluna. O tal elogio seguia por um comentário sobre a análise feita em cima da veracidade - ou falta dela - nas palavras daquele homem que já podia se encontrar em uma condição de prisioneiro.

Ele aceitava o rumo das coisas após o pequeno interrogatório que não levava a nada e logo o grupo se separava. O sargento se locomovia até o QG novamente, enquanto Detective e sua parceira de profissão seguiam para desvendar as pistas deixadas para trás. Seu serviço ali era o averiguar o estado de seus colegas, pois, como denotado anteriormente pelo detetive, eles poderiam estar em uma situação igual.

Thorkell concordava com essas palavras, e para ele elas já eram verdade. Isso se dava pelo fato de seu instinto estar apitando sem parar desde que chegara nesse lugar mais cedo no mesmo dia. Ele sabia haver algo de errado, e o seu superior também, colocando essa responsabilidade em suas mãos.

Porém, pouco tempo depois da separação, ele chamava por Smith.

— Lembre-se Soldado, sua proteção e a proteção dos civis estão em primeiro lugar. Se solte se for necessário. Mate se for necessário. Aceite o fardo da morte. Você não terá problemas com a marinha, mas tome cuidado para isso não te corroer por dentro. — Smith sabia que estava falando com alguém que poderia ser mais velho até mesmo que ele, mas isso não importava. Era claro que uma pessoa normal se sentiria mal após tirar a vida de alguém - ou assim pensava o oficial da marinha. — Eu peço, que se possível, traga o inimigo inconsciente ou com vida apenas. Se pudermos tirar a verdade deles, já é meio caminho andado. — ele continuava sem tardar para voltar sua caminhada até o quartel-general.

De qualquer forma, ele iniciava a procura pelos seus colegas. Primeiro tentava se apoiar em seus sentido e estatura, porém, não era de grande ajuda. Seus parceiros estavam longe de mais para que seus grandes sete metros pudessem ajudar, não ajudando sua audição, olfato ou até mesmo sua visão. Com isso não funcionando, uma ideia um tanto quanto perigosa passava por sua cabeça. Sendo julgada como uma ideia necessária, ele rapidamente a colocava em ação. Recrutando os músculos necessários em seu corpo, ele começava por tomar velocidade. Assim que a inércia era suficiente, ele agarrava firmemente sua Naginata pela haste, e assim a fincava no chão. Como um verdadeiro ginasta, ele, desajeitadamente, conseguia realizar o movimento. Sua altura aumentava rapidamente, e de cima, podia ver os dois soldados.

A visão de cima era um tanto privilegiada. Ele conseguia enxergar grande parte da orla de Flevance apenas batendo os olhos, e a imagem da lua sendo refletida pelo mar salgado era algo que se via diversas vezes em uma vida, mas não daquela maneira. Apesar disso, o homem não se ateve as belezas carnais. Ele imediatamente avaliava quem estava na situação mais precária. Sendo esse Pippos, aquele mais perto dele, ou Bartolomew, o que se encontrava em uma distância maior.

Seus olhos, membros que acompanhavam Thorkell por mais de cinquenta anos, estavam acostumados com uma boa luta, e, ao pegar o mínimo traço da mesma, poderia tirar grandes informações. Esse era o caso agora. Durante o breve tempo em que se encontrava no ar, podia determinar e julgar quem necessitava de ajuda ali. Pippos sofrera grandes danos, mas ainda estava em pé, assim como Barto. Apesar disso, o último parecia ter tomado banho em sangue. Seu corpo era coberto pelo líquido vital, muito provavelmente sendo dele. O julgamento do meio-gigante era rápido, e assim que ele pousava no chão, iniciava uma corrida até o local, que durava apenas alguns minutos.

Um fato que deve ser denotado durante esse processo todo, era sobre a durabilidade de sua arma. A mesma não fora feita para suportar aquele peso completo, muito menos em um movimento como aquele. Era possível ver sua haste rachando levemente no meio, não chegando a se partir. A lâmina se mantinha intacta, então, uma breve visita aos ferreiros deveria tomar conta do assunto.

De qualquer maneira, não demorava muito até ele chegar em Barto, que estava prestes a iniciar o embate de vontades e pura força uma terceira vez.

Thorkell e Bartolomew

Bartolomew enfim chegava ao seu ápice. Após um último confronto que não levava a muita coisa, ele começava a se focar. Os músculos de seu corpo enrijeciam, e o seu equilíbrio corporal mudava subitamente para diminuir as consequências de sua panturrilha ferida. Nesse momento, Thorkell chegava ao recinto. Ele estava preparado para agir caso visse seu colega na defensiva, porém, esse não era o caso. Barto parecia estar iniciando algo que finalmente acabaria com a luta.

Respeitando seu orgulho e ego, Thorkell preferia não comentar muito sobre a condição do soldado, ou até que ajudaria se necessário. Ele apenas olhava a luta e alertava o gigante ruivo para ser um pouco mais rápido. Analisando aquela cena, até mesmo liberava um elogio para os músculos de Barto, que naquele momento pareciam estonteantes para qualquer amante.

Iniciando sua ofensiva, Barto utilizava de sua nova postura de uma maneira incrível para lançar um ataque avassalador, é claro, se conectasse com seu oponente. A clava descendente era prevista pelo homem, que prontamente rolava pelo chão para desviar. Novamente, o ataque levantava poeira e pequenos detritos. Barto proferia algumas palavras, mas elas eram ignoradas. O oponente estava totalmente focado em uma luta. Logo que o ataque havia caído no chão, porém, um outro se sucedeu sem delongas.

Este último movimento levantava uma nuvem de poeira maior e mais espessa ainda, o que confundia os sentidos do inimigo. Sem perceber, logo uma clava de madeira lisa se aproximava de seu corpo em uma velocidade exorbitante, realizando um movimento em arco que varria por toda a névoa que determinava as sobras de um outro ataque. O oponente, para desviar, prontamente saltava acima da altura da clava, porém esse era seu grande erro. Com a neblina dissipada por conta da varredura, ele agora estava no ar e exposto.

Barto não demorava para, com um ataque ascendente, lavantar o inimigo mais ainda no ar. Ele aproveitava essa chance para alinhar sua clava com o astro antagonista do rei dos céus, a Lua. Preparando mais um ataque descendente, ele rapidamente descia com sua clava pesada no corpo do inimigo, que nesse ponto, já havia fechado os olhos e aceitado a derrota. A arma batia em seu corpo não tão frágil e o jogava para o chão, o fazendo colidir com a terra. Seus olhos se arregalavam e sua boca abria em desespero. Ele quase cortava sua língua ao mordê-la com força sem a intenção, mas até isso não era possível de segurar sua consciência. Seus olhos eram rapidamente fechados, marcando seu desmaio temporário.

Barto prontamente falava algumas palavras para o caído, mas esse não o podia ouvir. No final das contas, sua própria situação não se mostrava nem um pouco agradável também. Seu corpo ensanguentado mostrava sinais de fatiga e esgotamento, sendo necessário um médico e uma boa comida no momento para que o gigante não viesse a ter o mesmo rumo do recém derrotado.

Pippos

Pippos, por incrível que pareça, conseguia admirar sua oponente. Ele era certo de sua vitória, mas, mesmo assim, conseguia ver que a força de vontade dela era acima da média, e sua agilidade, mesmo estando com um membro - praticamente - a menos, era algo a se denotar. Ele pensava em até mesmo levá-la para o bom caminho, mas teria que ser realista ali. Ela havia jogado fora toda e qualquer possibilidade de uma aliança entre os dois, e tudo o que faltava para o combatente naquela situação era utilizar da força para espremer a verdade daquela jovem mulher.

E assim o fazia. Tomando impulso novamente, dessa vez ele pegava mais força do que nunca para realizar um salto no ar. A inimiga já havia visto isso pelo menos umas três vezes, logo, sabia como agir. Porém, ela subestimou uma coisa. O ataque não visava exclusivamente acertá-la, e sim, levantar a poeira do solo. Dito e feito. Pippos descia com seu martelo ferozmente até o chão, utilizando a gravidade e a própria força de seus incontáveis músculos para colidir com o chão. A mulher havia rolado para o lado como um rolo, evitando assim o ataque, que levantava uma fina névoa e causava um pequeno tremor. A quantidade de resíduo que formava a nuvem era suficiente para tampar a visão da oponente, que deixava de enxergar em um raio de cinco metro a sua frente.

Como resultado dessa visão embaçada, por assim dizer, ela levantava sua guarda e aumentava seu foco. Ela estava cansada e machucada, mas não se deixava desesperar. Quando seus sentidos notaram algo de estranho, ela prontamente cruzava os dois machados em sua frente para absorver o dano que vinha da arma de Pippos, que realizava um arco de 180º horizontalmente. A poeira que subiu alguns momentos atrás era logo dissipada por essa varrida que o martelo massivo realizava. As duas armas se chocavam e faziam barulho de ferro em contato. Porém, a força da mulher não era suficiente e sua base estava comprometida. Ela saía voando por cerca de quatro metros até se chocar contra uma árvore, caindo de bruços no chão.

Sua aparência agora parecia estar desabando, e seus longos cabelos eram encharcados por sangue e suor. Da sua boca saía um líquido vermelho familiar por qualquer um nesse mundo, junto de alguns resíduos rosados. Ela tentava se levantar em posição de flexão, mas seus braços não mais a ajudavam, deixando-a na mão. Ela então depositava seu corpo no chão e esperava por um golpe final. De seus olhos saíam algumas gotas de lágrimas, mas sua expressão parecia não mudar enquanto o gigante se aproximava dela com o martelo de combate em mãos.

Sem piedade, ele novamente erguia a arma e realizava uma descida até encontrar suas costas, na altura do peito. Assim que o corpo caído fez contato com o objeto de batalha, alguns barulhos de ossos se partindo e rachando eram ouvidos, e sua conciência finalmente se esvaía. Sua respiração se tornava dura, forçada e batalhada, o que indicava que aquela mulher precisava de atendimento urgente caso quisesse viver.

Vitaminado Pippão havia terminado sua primera missão e capturado - quase - viva, a inimiga que estava definitivamente atrelada ao assassinato de Thales Johannes. Ele ouvia sua respiração pesada e determinava como se ela estivesse com vida, mas isso estava um pouco longe de ser verdade. Ela poderia morrer, e com ela, toda a informação que poderia ter.

De qualquer forma, ele a carregava em sua mão esquerda, à procura do sargento ou do detetive para entregar o corpo desmaiado a algum deles. Porém, mesmo que voltasse ao local de origem do grupo principal, nada se encontraria. Cada um havia ido para o seu canto, e estavam separados. Se ele fosse à procura de seus colegas, encontraria muito menos ainda no local que Thorkell seguira, porém, caso fosse até onde Barto estava, encontraria seus conterrâneos, também, no fim de uma grandiosa luta. Com eles, poderia fácilmente procurar por uma ajuda adequada.

Detective

O detetive havia finalmente chegado à residência Flamesworth. Sua beleza o encantava, e, por um momento, até o fazia esquecer de seus objetivos, fato esse que era rapidamente extinguido pela mente profissional, e em certos aspectos, anciã, daquele buscador de mistérios. Algo naquele lugar o intrigava, e não era apenas a súbita cordialidade com meros membros de classes sociais distintas, mas também a escolha interessante de palavras daquele mordomo.

Seguido pelo encontro com o anfitrião, novamente, aquela situação inteira parecia extremamente planejada com antecedência. O líquido esfervecente que era consumido por Sir Arthur, a disposição daquele que os recebera na entrada e até mesmo, a expressão indiferente do homem ao ver aqueles dois. Com isso em mente, Detective ansiava por ver o conteúdo da carta que era exposta sobre a mesa. Ela estava aberta e seu envelope rasgado. O conteúdo estava lá dentro, mas obviamente fora lido.

O detetive então não tardava a se apresentar ao homem da casa, que prontamente o respondia.

— O prazer é inteiramente meu. — um sorriso que alguns classificariam como sombrio se espalhava pela face daquele homem, que prontava questionava sobre as identificações. Obviamente, o detetive não possuía alguma, já que não o pedira também. Ele rapidamente tentava quebrar o gelo com o homem a sua frente, que nesse momento se mostrava irredutível.

Como um choro em uma guerra, Detective tentava amenizar a situação e se apresentava mais formalmente. Ele explicava sua profissão, a de Lara e seu objetivo naquela reunião. Ao citar a morte de Thales, como esperava, a expressão do nobre não mudara sequer um centímetro, estando, por outro lado, mais interessado ainda no investigador a sua frente. Lara se punha a procurar por algo, a pedido do detetive, enquanto Sir Flamesworth retornava a falar.

— É de minha ciência a morte de meu honorável amigo. Que Deus, onde quer que esteja nessa maldita cidade, o tenha. — falava, mas dessa vez sua expressão mudava drasticamente a cada palavra proferida, como uma atuação mal-feita.

Antes que Detective pudesse falar algo, Lara puxava de sua bolsa um pedaço de papel. Ele mostrava o contratato trabalhista assinado entre ela e o Sargento Smith alguns anos atrás. Esse era entregado ao Arthur, que se colocava a ler imediatamente.

— Ó sim. Claro. Sgt. Smith, um homem verdadeiramente honrado. — expressava de modo que fazia entender que ele o conhecesse. Seu olhar rapidamente revirava para Detective, que começava a falar com seu vocabulário extendido.

O começo do breve monólogo feito por Detective instigava, como havia dito, o racionínio lógico do homem, tanto quanto sua curiosidade. Porém, com o passar das palavras, aquilo parecia se tornar uma acusação e até mesmo uma ameaça ao Arthur. Sua expressão que mostrava conforto e curiosidade, agora mostrava traços de raiva e desgosto. Sua face se resumia a algo sombrio no momento, o que fazia Lara, mesmo que de maneira furtiva, engolir em seco. Suas mãos, majestosamente apoiadas no braço do sofá, se mexiam em ansiedade, e seus dedos tocavam uns aos outros eventualmente.

— O senhor veio até minha residência apenas para jogar acusações difamatórias em mim? — ele esbravejava. — Eu vou cooperar com essa investigação pois Thales era um querido amigo. Porém, aja dessa forma comigo novamente e estará em maus lençóis. — avisava sem medo algum da marinha, que estava por trás de Detective. — A festa de ontem era uma reunião de negócios. Eu estava reunido com aqueles que me ajudam, ou ajudavam, no caso das minas. — respondia de modo seco. — Caso seja um investigador tão bom quanto aparenta ser, sua cabeça já deve ter ligado os pontos. Não faz sentido eu enfraquecer o meu próprio lado. Quanto ao álibi, eu estava no local da festa no provável horário do assassinato. — dizia indiferentemente ao receber o pedido para analisar a carta. Arthur apenas concordava com um aceno de cabeça, sua expressão mais carrancuda do que nunca.

A carta anunciava brevemente o assassinato. Em seu destinatário, estava naturalmente Arthur Flamesworth, quanto ao remetente, uma verdadeira incógnita.

Morte de Thales Johannes:

De: Salazzar Hon

Para: Arthur Flamesworth

Prezado Arthur,

Thales Johannes foi morto nessa madrugada. Alguns detetives possivelmente aparecerão em suas portas. Isso é tudo por enquanto.

Encarecidamente,

Salazzar.

Enquanto lia e segurava a carta em suas mãos, Detective questionava o homem com má vontade.

— Como disse anteriormente, foi uma festa realizada para reunir aqueles colaboradores contra os donos atuais das minas. Seus nomes são: Thales Johannes, Keith Carter, Alexander Volkov, Ada Smith, Diana Winston e Rupert Zimmermann. — ele respondia com um nome de todos os integrantes da festa. Lara diligentemente escrevia todos os nomes em seu caderninho, e aguardava por mais informações. — Satisfeito agora, senhor detetive? — ele "provocava" o homem que o havia tirado do sério.

Hum Hum. — ele pigarreava, tentando tirar os sentimentos negativos de si mesmo. — Temo que está ficando muito tarde para que eu possa comportar os dois em minha casa. Se precisarem de algo, me contactem. — ele respondia de forma contraditória as suas ações passadas, que demonstravam pouco conforto com o detetive.

Caso os dois se retirassem imediatamente, detetive perguntaria a Lara pela veracidade das palavras de Arthur, uma vez que era estudada no âmbito da psicologia, e poderia analisar suas ações durante e após a conversa.

— Arthur se mostrou interessado até o senhor citar ele como um suspeito número 1. Sua cara fechou, tenho certeza que notou isso também. Ele parecia ansioso de certa forma, ao mesmo tempo que passava ou "tentava" passar uma expressão de seriedade, nervosismo, talvez até mesmo assombrosa. — dizia ao lembrar o momento em que ele tinha um olhar quase sombrio. — Após falar, ele parecia ter melhorado, mas ainda estava inquieto. Quando falou da morte de Thales, não pareceu realmente se importar, não passando de uma atuação. — explicava ao detetive.

Klaus

Klaus havia tido uma boa conversa com aquele homem misterioso no beco. Esse lhe informara o que sabia sobre o caçado, sua organização e paradeiro. Explicava também sobre um pouco da sua história, por qual motivo caçava aquele criminoso e com quem, até o convidando para seu esconderijo. Klaus via uma bela oportunidade ali, já que sentia a sinceridade do homem a sua frente. Ele não tinha motivos para não confiar nele, então, abria logo o jogo por seus reais motivos. A expressão do ancião não mudava enquanto ele revelava seu objetivo.

— Tudo bem. Você é jovem, eu só espero sua humilde contribuição. Quando a hora for correta, lhe entregaremos ele. — respondia sem hesitar um pouco. Ele precisava apenas de ajuda no momento, não importava o que poderia perder no processo. Ouvindo a resposta positiva de Sunwizer, ele acenava positivamente com a cabeça, de cima para baixo, em um movimento rápido e fluido.

Nesse momento, os dois haviam fechado um acordo. Klaus parecia suspeitar dele pois sua aparência era bem igual ao terceiro subordinado que o homem mesmo descrevera. Porém, a sua preocupação tinha pouca fundação. O homem possuía um capuz apenas para esconder sua aparência, talvez bem conhecida pelos capangas do homem procurado. Além disso, seus olhos agora bem expostos não mostravam cicatriz nenhuma, e seus cabelos eram em partes grisalho.

Nesse momento, a figura que havia abordado Klaus na multidão anteriormente aparecia de modo furtivo. Ela rapidamente abordava seu chefe, o contando notícias animadoras para ele.

— Chefe, avistei um dos capangas a algumas centenas de metros daqui. Eles estão fechando as ruas que dão acesso ao corpo. É a nossa chance de capturar esse! O sargento com alguns detetives estão pertos de chegar aqui. Vamos aproveitar isso. — ela dizia animadamente ao homem, que parecia responder da mesma forma.

— Ótimo! Jovem, mudança de planos. Vá com ela até esse capanga e capturem ele vivo. Ela vai te guiar para a base depois. Vamos usá-lo como isca. Rapaz, essa é a primeira missão que eu te dou. Certamente, nossos objetivos estarão mais próximos de um fim quando ela for cumprida. — ele propunha para Klaus, que seguia suas palavras.

Os dois então partiam para o encontro de uma batalha feroz que desencadearia uma possível reviravolta nos planos do homem procurado. Sabendo disso, a seguidora estava empolgada, e seus passos pareciam apertados enquanto ela levava Klaus pelas ruas e avenidas, até chegar em uma espécie de parque. Ao redor, ao invés do branco usual, se via bastante verde. Esse verde era composto por diversas tonalidades, que variavam da grama do solo até a copa das maiores árvores. Mesmo com o cair do dia próximo, aquelas folhas ainda mostravam vida em abundância.

O parque estava curiosamente vazio. Aqueles capangas haviam feito algo para dispersar os civis da área, que naturalmente estaria cheia, porém, isso não era preocupação agora. De trás de uma das grandes árvores, saía um vulto negro que prontamente se colocava em posição de combate ao observar Klaus e a seguidora. Ele parecia forte, mais ainda do que os capangas normais que ela havia abatido algumas vezes. Seus olhos cresciam em uma mistura de medo, ansiedade, determinação e esperança enquanto a distância entre os dois era diminuída passo por passo. De sua cintura, o inimigo puxava duas lâminas curvadas, e as segurava firmemente em mãos enquanto se aproximava da dupla. Os dois em breve estariam no combate que mudaria a situação para o bem ou para o mal.



Informações sobre a investigação:
Vítima(s): Thales Johannes
Suspeitos: ???
Local do crime: Orla de Flevance
Arma do crime: Uma lâmina, mais provável uma adaga.
Constatação de testemunhas oculares: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto."
Anotações sobre o corpo:

1 - Primeiramente, deve-se notar as marcas no pulso do falecido. Tais marcas levam ao indicativo de mãos humanas as segurando com força. Talvez tenha sido puxado, mas tal análise se torna obsoleta ao observar o segundo pulso, com marcas similares, mas menores. *Após olhar os pés, ficou clara a situação. O corpo foi carregado a uma grande distância. Muita força foi feita nos quatro membros e isso deixou marcas.
2 - O grande corte feito em sua garganta demonstra um ferimento causado por lâmina. Pelo tamanho e profundidade, arriscaria ser uma adaga. O fato mais interessante nessa parte se dá pelos hematomas mais leves ao redor do corte, me levando ao pressuposto de que esse homem foi asfixiado até perder a consciência.
3 - Em sua boca, se vê hematomas similares que se estendem da bochecha e até passam mais sutilmente pelas orelhas. Uma mordaça talvez? Queriam impedir que ele gritasse? Os hematomas possuem um formato muito particular para se tratar de um espancamento, portanto, as chances de uma mordaça são altas.
4 - Os bandidos não se importaram em revistar o corpo, provavelmente não possuiam essa motivação, mas por qual motivo?

Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 07
Ganhos:
- Naginata (post - 03)
Perdas: -
Pippos:
N° de posts: 07
Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Ferimentos:
- Corte extremamente profundo na canela esquerda [0/15 - não tratado]
- Cortes nos dedos: indicador e médio [0/12]
Vício: Alcoolismo [7/15]
Detective:
N° de posts: 07
Ganhos: -
Perdas: -
Bartolomew:
N° de posts: 07
Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos:
- Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [3/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]
Klaus:
N° de posts: 07
Ganhos: -
Perdas:
- 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
Lara Hëzil -Aparência
Arthur Flamesworth - Aparência
Homem do Capuz AKA Robert Kant - Aparência aproximada
Seguidores de Robert Kant
NPCs aleatórios
Inimigos
Barulhos

Considerações *leia*:

Klaus está cerca de 1 hora atrasado +/- em relação ao grupo principal.

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Jpu3OmR
Pippos
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Créditos : 00




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Shuuma10



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Mostrava-me imponente com minha rival, e, por sorte, ela ainda estava viva. Lógico, eu não havia pego tão pesado com ela, mas segurando-a desmaiada eu não demorei para chegar em nosso ponto de encontro. Surpreso me mantive. Óbvio que eu era incrível e deveria ter sido o primeiro a vencer minha luta e derrotar minha oponente VITATATA! Mas, o que me mantinha confuso era o fato de não encontrar o DT ou o sargento. que estranho… Será que aconteceu alguma coisa? - Me questionei. Mas estava claro de que eu não poderia perder muito tempo se ainda esperava tirar respostas da minha adversária.

Tempo era algo que eu não tinha nesse exato momento, se querer deixá-la viva ainda fosse a minha intenção. Tá… tá. Minha força é acima da média comum. Tenho que tentar controlar o meu vigoroso poder antes de aplicar ataques, se a intenção for deixar meus alvos vivos. Enfim, eu não tenho tempo para ficar perdido em meus pensamentos, não adianta ir agora atrás dos outros, pelo que vi, o único que poderia ter algum tipo de conhecimento específico nessa área é o DT ou sua assistente. E, falando nisso, onde eles foram parar? De qualquer modo, agora tenho de pensar em meu ferimento e em minha prisioneira. Partindo desse ponto, só havia uma escolha plausível, voltar para o QG, e, claro que, em largos passos acelerados, para chegar o quanto antes.

Convicto de que não demoraria para chegar em minhas largas passadas. Não demoraria para estar dentro do lugar especificado. Dentro, não demoraria para voltar à área o qual eu já estava acostumado por ser possível ao meu divino tamanho. - RÁPIDO! Preciso de um médico! - Gritei. Mas, pra falar a verdade, não precisava de toda essa urgência no tratamento de um criminoso, afinal, ela havia tentado, com todas as suas forças, me matar. Mas eu estava ciente de que sua persistência, dedicação e fidelidade, faziam-me entender que ela tinha uma personalidade forte e que persistia em seus objetivos com garras e dentes,até disposta a sacrificar sua vida para tal. Talvez ela não fosse assim uma pessoa tão fracassada. Eu, desde o começo, podia sentir que ela tinha condições de ser uma seguidora do Super Pippão. Bastava aprender com seus erros e parar de fazer coisas erradas, talvez entrar na marinha, quem sabe.

Mas era claro que, isso seria um plano para futuro se ela realmente mudasse, porque agora a única verdade absoluta era que ela precisava continuar viva para ser interrogada. Continuando minha excepcional e grave dicção diante de quem estivesse para ouvir ali na área mais aberta dentro da marinha: - Ela está morrendo! Ainda preciso salvá-la, pois ela teria um bom futuro se trabalhasse para o bem. Eu só preciso de um tratamento para minha perna e em dois dedos meus. - Colocaria à frente minha perna machucada, deixando-a bem à mostra também os meus dedos que estavam machucados e seguravam também meu imponente martelo. - Mas foquem no tratamento dela! Só cuidado, e algemem-na porque ela é perigosa. E quero que a interroguem sobre a morte de Johannes! E outra coisa, se estiver me ouvindo, vê se não morra agora, hein, a gente se vê por aí. VITATATA! - Terminaria. Focando agora mais em respirar bem e manter a calma enquanto aguardava meu tratamento, pois seria fundamental manter a calma e já procurar pelo sargento com meus olhos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Screen12

Caso o Sargento Smith ou qualquer superior bem informado aparecesse, eu o cumprimentaria e faria questão de fazer uma fundamental pergunta à medida que meu tratamento seria efetuado. - Senhor - Expressaria meu respeito com a continência. - sabe me dizer onde está o DT, ou vulgo, o Detective, pois ele não estava em nosso ponto de encontro. Já os outros grandões, eles dão conta de si mesmos. Estava curioso porque o nosso investigador sumiu e se tiver alguma informação sobre seu paradeiro, eu posso procurá-lo. - Encerraria minha fala, já aguardando alguma resposta frutífera, pois, dependendo dela, eu iniciaria minha busca pelo DT ou apenas voltaria para o 'ponto de encontro' em busca de todos para entender melhor o que havia acontecido.




Histórico:

Informações

  • Posts: 8
  • Ganhos:
    Martelo de Combate

  • Perdas:


  • Extras:


  • Ofício: (Além de impecável semideus desse mundo, claro)
    Ferreiro

Objetivos:

Meta

  • Arrumar um Martelo de Combate
  • Completar 3 missões pela Marinha e upar minha patente
  • Conhecer toda a rapaziada
  • Aprender Anatomia
  • Começar a treinar para ganhar a Qualidade Ambidestria



Personagem:


Atributos

PdV: 326

STA: 100

Força: 12 (+6 Racial) (+3 EDC) = 21 ~ Hábil ~
Destreza: 0
Acerto: 3 (+6 Racial) (+3 EDC) = 12 ~ Regular ~
Reflexo: 1 ~ Regular ~
Constituição: 4 (+6 Racial) = 10 ~ Regular ~

Agilidade: 6
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

Engenharia Mecânica
Você sabe produzir, projetar e desenvolver projetos mecânicos.
Física
Você conhece a natureza e as suas leis, sendo capaz de realizar cálculos para prever fenômenos.
Forja
Você é capaz de moldar metais para transformá-los em armas e objetos úteis, além de conseguir reconhecer as propriedades dos metais que tem em posse.
Mineração
Você é capaz de extrair metais da natureza, com os instrumentos necessários obviamente. Além disso, conhece uma infinidade de metais e suas propriedades, podendo reconhecê-los facilmente.
Mixologia
Você é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

Qualidades e Defeitos:

Qualidades

  • Vigor (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

  • Corpulento (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

  • Afinidade com Haki (3 Pontos)
    Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

  • Mestre em Haki (4 Pontos)
    Assim que você desbloquear a especialização do Haki da Observação ou do Haki do Armamento, você pode escolher seguir dois caminhos de especialização simultaneamente. Nesse caso, os efeitos narrativos se acumulam, mas os bônus de atributo concedidos não. Nessa hipótese, o melhor atributo entre os dois será considerado sempre.



Defeitos

  • Exótico (Racial)
    Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

  • Sob medida (Racial)
    Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

  • Compulsivo (1 Ponto)
    Eu, o incrível Pippos Vitaminado, tenho a necessidade de sempre querer me apresentar como o insano ser que, de fato, sou. O mais forte, o mais impecável e, claro, melhor ferreiro do North Blue.

  • Dependente (1 Pontos)
    Saciando minha vontade de beber, com o tempo, desenvolvi um vício e preciso ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica para manter minha sanidade. Caso não sacie minha dependência em três páginas, começo a sentir os efeitos da abstinência, equivalente ao estado da condição Intoxicado.

  • Extravagante (1 Ponto)
    Eu, fortemente, chamo a atenção por onde quer que passo. Sou monstruosamente forte, tenho músculos incomparáveis com esses meros mortais e um peitoral bem visível e desenhado. Sim, se eu não for reconhecido, preciso me apresentar como o próximo grande herói da Terra. Eu sempre causo uma impressão difícil de esquecer, hehe. E frequentemente gosto de me apresentar.

  • Ambição (2 Pontos)
    Almejo fortemente algum dia ser reconhecido pela minha força e subindo à patente mais alta possível, dentro da marinha, afinal, quero ser reconhecido como o marinheiro mais forte destes mares!

  • Louco (2 Pontos)
    Eu, o Vitaminado Pippão, acredito ser fruto de uma vontade divina para dar um fim no mal da Terra. Algo que acreditam que não sou, tolos, mas com muita certeza eu mostrarei a esses ignorantes e todo esse mundo, para ser reconhecido como tal.




Vitaminado Pippos


Última edição por Pippos em Qua Maio 26, 2021 9:16 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 7k7RaWZ

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Créditos : 05





Alvorada dos Monstrorines!

Tudo aquilo parecia estar começando a se desenrolar, e até mesmo minha dúvida sobre quem era o velhote parecia respondia, já que o mesmo mostrava seu rosto e nenhuma cicatriz era vista em seu olho, com isso, parecia que finalmente tudo começava a andar bem, até que a mulher de antes, aquela que havia me avisado sobre o velhote em meio a multidão, aparecia, e com ela uma notícia sobre o paradeiro de um dos capangas do chefe.

A mulher parecia de certa forma desesperada, sua feição era confusa e perturbada, mas eu entendia o motivo daquele alvoroço e antes que o velhote pudesse me pedir para ir junto dela para capturá-lo, eu tomava a dianteira.-Vamos, eu vou com você! Me diz o caminho e vamos pegá-lo. Enquanto o velhote me dizia exatamente a mesma coisa, eu olhava e balançava minha cabeça em confirmação, e assim, me colocava em deslocamento junto da pessoa que havia visto o homem.

Junto a mim, a mulher se posicionava em alguns arbustos, tentando nos mesclar a paisagem que verdes distintos enquanto analisavamos a situação, todo o parque parecia vazio, como se de alguma forma os homens tivessem conseguido fazer todos ali se dispersarem, o que parecia realmente estranho e que poderia se tornar um problema.”Tudo deserto não é? Parece bastante propício para um assassinato sem que ninguém consiga saber quem foi…” E antes que eu pudesse completar meu raciocínio, um vulto negro surgia das árvores, rapidamente se colocando em combate, como se já esperasse por nós naquele lugar, ou será que já havia nos visto quando chegamos?

Ao perceber a situação, rapidamente olhava para o homem, me preparando igualmente para uma luta, eu dava alguns passos à frente enquanto estalava o pescoço e estalava os dedos das mãos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Tenor

Meu olhar então se fixava no homem, enquanto eu olhava em seguida meus punhos ao ver que o mesmo sacava duas facas, minha feição era de surpresa e talvez de pena daquele homem que precisava daquele tipo de armas para lutar.-Parece que eu trouxe meus punhos para uma briga de facas… Pobres facas! Meu olhar se tornava tão afiado quanto as próprias lâminas que o homem empunhava, e meus passos eram tão firmes e determinados que demonstravam em totalidade a minha personalidade, e o quanto eu gostava de brigas.

Caminharia em direção ao homem enquanto dizia a mulher.-Tente cobrir a retaguarda… Pode ser um problema se ele resolver chamar os amiguinhos dele para a brincadeira. Ainda mantendo meus olhos fixados nos movimentos do homem, a espera de qualquer brecha que fosse para uma investida veloz colocando um soco direto no centro de seu peito. Esse seria meu movimento inicial caso uma brecha fosse vista, mas ainda assim, me manteria atento a uma possível investida inimiga.

Encurtar a distância contra um homem com duas facas poderia ser um problema, afinal ele tinha duas armas que facilmente podem ferir meu corpo, porém, encurtar a distância contra um homem que não precisava daquele tipo de armas para causar um estrago, isso sim poderia ser um problema, mas não para mim e sim para ele, afinal, eu tenho quatro armas e uma distância bem interessante para um combate direto.

Quando finalmente estivéssemos a uma distância na qual meus braços e pernas só precisassem de um simples movimento para acertá-lo, rapidamente eu investiria contra o corpo do homem, buscando manter a distância mínima o possível, de forma a dificultar os movimentos de suas mãos e braços enquanto manuseava as facas, dessa forma, buscando sempre manter meu corpo tão próximo a ele, que seus braços não poderiam se mover tão livremente para usar suas facas. Me posicionando na parte externa de seus braços, buscava movimentos velozes, entre investidas e golpes curtos, aproveitando bastante do gingado do boxe e da agilidade nas pernas provindas pelo taekwondo, para gerar pequenos espaços entre mim e ele, que me fornecesse golpes curtos, velozes e construtivos contra seu corpo.

Iniciaria com uma investida rápida, enquanto abaixava meu corpo levemente flexionando os joelhos, conectando socos velozes em suas costelas e abdômen, usando toda a minha força disponível para de fato causar algum dano ou dor, para assim debilitar seus movimentos com os braços e suas facas.

Estaria observando seus braços, e enquanto o golpeava, faria um pequeno gingado com o corpo, ainda aproveitando o flexionar os joelhos, me movendo para a extremidade externa de seu braço esquerdo, evitando que o mesmo conseguisse ter uma reação melhor com aquele braço e me afastando do outro, girando levemente enquanto me movia para assim sair de sua zona de ataque frontal, logo levantando meus joelhos enquanto ainda estivesse por baixo do braço do mesmo, o jogando para cima e abrindo uma brecha para golpes mais precisos e impactantes, e com isso, golpearia sua costela com o máximo de força que eu tivesse, e giraria para golpear suas costas em seguida com ainda mais força, o fazendo sentir alguns golpes e talvez conseguir um pequeno espaço entre nós dois.

A cada movimento meu, eu estaria de olho em seus golpes com facas, dessa forma buscando me esquivar, em zig zag, movendo meu corpo para a diagonal de seus golpes, e sempre que tivesse a oportunidade, golpearia seu corpo, mesmo que com golpes mais fracos, porém em pontos importantes, sempre abaixo de seus braços, buscando debilitar os movimentos livres do mesmo.

Porém, caso apenas me esquivar não fosse o suficiente e seus movimentos finalmente fossem conseguir encontrar meu corpo com as pontas ou as lâminas de suas facas, eu buscaria bloqueá-lo, sempre segurando seu pulso para não ter contato com as lâminas das facas, ao segurar, caso eu conseguisse ter êxito no movimento, eu o giraria de forma veloz o jogando para longe e assim mantendo uma certa distância para que pudesse investir novamente contra seu corpo e causar algum dano.

Caso mesmo assim, o homem conseguisse conectar algum golpe em meu corpo, o que era de fato algo bastante possível de ocorrer, eu não me deixaria abalar, e buscaria diminuir o máximo o contato entre a parte do meu corpo e a lâmina que fosse me acertar, para pelo menos reduzir o corte e não se tornar um estrago completo, dessa forma, estaria sempre atento a seus movimentos e estaria preparado para continuar a atacar seu corpo como se fosse um saco de pancadas.

Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 8
Ganhos:
N/A
Perdas: - 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
N/A
NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
Conseguir algum dinheiro.
Encontrar alguma forma de ganhar dinheiro.
Encontrar uma local para estadia barato.
Encontrar com Marciano, Pippos e os demais companheiros.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
Gaiden
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Créditos : 00




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~ Será?? A tática de morte ~



Após ler a carta, o propósito de estar ali se concluía. Enquanto Arthur se expressava, da maneira mais nervosa e inconsistente que já vira, eu retia e permanecia calado, já tinha tudo o que queria, e não ganharia nada em uma conversação... pelo menos não naquele momento. Agradecendo o convite à parte interna da casa, faria breve sinal com a cabeça, fechando os olhos em cortesia e apreço. Com a carta de Salazzar em bolso, me poria com Lara à parte externa o mais brevemente possível. O faria velozmente, mas sem alarde, tentando me indispor a qualquer tipo de ofensiva. Caso algo absurdo ocorresse, driblaria os problemas e correria à menor percepção de mácula. Em minha mente, estávamos em perigo.

Chegando à parte de fora e, após ouvir a senhorita Hezil, tudo o que eu pensara ganhava ainda mais forma. Ainda à porta da mansão, em sussurros, eu falava à companheira - Lara, não se mova bruscamente - A avisava de antemão, sacando minha lupa e os dois papéis que estavam em meu bolso - Provavelmente já resolvemos este mistério, mas temo que ainda estejamos sendo observados - Dizia em êxtase, analisando minuciosamente as cartas. Segurando ambas com uma mãos, buscaria avaliar traços comuns entre elas, fosse o tipo de papel, tipo de caligrafia, cor da tinta, similaridade sintática da construção das frases e até sinais de envelopamento e dobra semelhantes. Caso achasse algo, teríamos ali a prova cabal para fundamentar a veridicidade da tese de que Sir Arthur flamesworth, o rico nobre, fora o responsável pelo assassinato de Sir Thales Johannes. A razão para pedir que Lara não se movesse era simples. Me posicionaria à sua frente, de maneira tão próxima que seria até desconfortável para a moça, em certo grau. Tudo isso para que, caso estivéssemos sendo vistos, não vissem qualquer tentativa de comparação - Este convite sempre fora o cerne da questão. Se por ele que lutaram, com certeza por ele irão padecer - Continuava, ainda por entre sussurros. Na hipótese de não achar nada, ainda sim não descartaria Sir Arthur como assassino, já que, dada toda sua performance, validada por minha colega como mera "atuação", não teria como desvê-lo como tal.

Independente do que houvera, pediria para Lara que fosse para o QG, sozinha, levando ambas as cartas com uma breve anotação minha dizendo: "Com base na investigação feita até o momento, com todos os fatos expostos e diretrizes recolhidas, peço encarecidamente ao nobre Sargento Smith que determine a prisão preventiva, com fundamento legal baseado em autos a serem postos posteriormente por este detetive que o roga. Caso eu morra ou me encontre em estado vegetativo (o que, por favor, espero que não aconteça), saibam que com total certeza, não só conjectura indiciosa, Sir Arthur fora o responsável por tudo." - Por favor, entregue isto a quem puder. Ficarei aqui, ainda faltam perguntas a serem respondidas pelo suspeito - Diria em súplica, logo me direcionando e batendo novamente à porta para, dessa vez articulando em alta voz - Sir Arthur, me desculpe!! Acho que esqueci de algumas perguntas de protocolo!! Se me perdoa, é coisa rápida e de seu interesse!! - Esperando alguém, me portaria de forma composta, com um sorriso largo esboçado e com as mãos na cintura. Caso me fosse negada a entrada, diria em desencanto a quem quer que fosse - Por favor, por favor, digníssimo. Há necessidade de se falar o que tenho  guardado. Isso pode e deve facilitar a vida de todo mundo!! - Expressava de maneira enérgica, buscando esboçar uma feição de esperteza. Caso não deixassem-me entrar, não haveria problema. Com Lara já tendo ido, esperaria mais um tempo e continuaria batendo até que me fosse dada outra palavra, mesmo que mais grossa. Na terceira tentativa, buscaria arrodear a mansão de maneira furtiva e adentrar a casa com minha proficiência de arrombamente, em uma amálgama mais furtiva. Tudo o que queria era falar com Arthur, e se aquilo não pudesse ser feito facilmente, iria tentar de todo modo.

Na hipótese de conseguir falar com o homem, chegando à sua vista, não tardaria a expor - Lord, venho aqui desculpar-me pela intrusão, novamente. - Me abaixaria, como um subaterno - Só queria dizer que não temos como terminar nossa conversa se eu não perguntas algumas coisas simples, contudo, ainda sim muito importantes - Prosseguia, já mirando na altura de sua cabeça - Deixe-me dizer as hipóteses que me vieram à cabeça para lhe atribuir tal crime, e me entenderá - Explanava em tom risonho e enérgico, soltando um - Shershershersherlock!! - Ao final de tudo. Pausando por algum tempo, voltaria à idéia - O senhor é muito inteligente. Me dar uma carta com um remetente aleatório que, eventualmente, poderia fazer justamente o que lhe viria a calhar, é muito perspicaz - Me atentava a sua reação para continuar - A teoria aqui é, o senhor já planeja ou planejava matar os outros nobres que se encontravam em sua festa. Eu sei, o senhor pode argumentar dizendo "Eu daria os nomes dos que iria matar simplesmente para me safar? Não seria mais inteligente não dizer nada ou lhe dar uma lista falsa para lhe atrasar?". Digo que não, monsieur, já que descobriríamos tal coisa e logo o pegaríamos rapidamente. O que acho que fez foi, simplesmente, dar o nome de todos que quería matar para se safar momentaneamente e logo então pedir ajuda da marinha, alegando ser um dos ameaçados, com estes já a sete palmos do chão. Isso resultaria logo na suspeição dos mineradores, inimigos número 1 do vossa senhoria. Caso isso acontecesse, com certeza plantaria alguma coisa para incriminá-los. Uma outra hipótese, entretanto, é o senhor estar confabulando com os próprio mineradores contra seus similares, ou até, não sendo impossível, ser um complô de todos os nobres contra o infeliz Thales, que jaz morto - Falaria em tom firme e casual, de maneira lenta para que os reforços chegassem.

Caso alguma resposta fosse se dar, a escutaria com cuidado, em avaliação tênue. No final de tudo o fecharia em conclusão - O senhor será preso preventivamente, tudo já está certo para com Lara, até nós investigarmos completamente sua situação... que com certeza não é boa. - Pausaria brevemente, analisando o ambiente - Entretanto, podemos resolver de outra maneira, caso queira. Ultimamente eu tenho tido problemas com dinheiro, caso o mister possa me abonar, faço tudo isso desaparecer com minha eloquência investigativa. O que diz? - Proporia simplesmente para ganhar tempo, já que nunca iria acobertar crime algum. A qualquer momento, se algo ou alguém procurasse me machucar, esquivaria rapidamente com um rolamento para a direção diagonal oposta, falando - Calma! Não estava preparado para isso.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QHIbW7W
Histórico:
Post: 8
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Blindao
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QeFyscc
Créditos : 05
Localização : North Blue ~ Flevance



O Dragão Indomável


A luta entre o soldado Bartolomew e o meliante, por fim, encerraria. Sem antes é claro, eu presenciar uma batalha esplendida, tanto quanto acirrada. O sangue havia borbulhado em minhas veias, mais do que o misero combate que anteriormente haveria digladiado; se é que poderia ser classificado como um combate. ~ Thorororororo! O que não te mata, só te fortalece. Expressaria uma risada calorosa depois de uma frase motivacional em respeito do vigor e determinação do marine.

Após acomodar a lança em minhas costas, retornaria dizer. ~ Vejo que seu suor foi satisfatório, soldado. Cruzava os braços e preservaria a faceta amigável. ~ Parece estar cansado, acha que consegue retornar para o quartel? Questionaria o meio gigante para avaliar seu estado mental, não que eu quisesse rebaixar o garoto, muito pelo contrário! Exatamente pelo seu nobre combate e esforço, um descanso seria merecido. ~ Não estou a par de tudo, mas parece que alguns criminosos estão tentando abafar o caso. Contando comigo e com você, já conseguimos prender dois deles. Viria então aproximar de Bartolomew. ~ Seria de grande ajuda sua presença permanecer na missão, mas seu estado não é dos melhores. Se ainda possuir um resquício de energia... poderia levar esse meliante para o quartel e já cuidar desses ferimentos lá. Proferia ao colocar a mão em seu ombro de forma amistosa.

~ Irei retornar e informar o sargento Smith da situação, apesar de que seria melhor ir até o soldado Vitaminado e avaliar suas condições. Diria com a mão do queixo enquanto olharia em direção ao local onde Pippos se encontraria, relembrando o paradeiro dele após ter visto outrora. Talvez Bartolomew ainda quisesse ajudar na missão permanecendo na orla ou indo comigo até o local do outro soldado. Entretanto, havia a situação de que seria necessário escoltar o meliante para prisão. Naturalmente, o mais adequado a esse tipo de serviço seria eu. Todavia, deixar a cargo de Bartolomew para ir até Pippos e ajudar seria algo árduo devido suas condições; além de desnecessário. Afinal de contas, onde quer que eu esteja, a vitória será meramente um obstáculo a ultrapassar-se.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 KydYQpT

~ Eu entendo o desejo arder em sua alma, Bartolomew! Porém, entre nós dois é mais eficiente que eu vá ao auxilio do soldado Vitaminado. Além de que, se houverem mais informações desse criminoso, que possam ajudar o caso, só você poderá dizer. O sorriso enfatizaria minhas palavras. ~ Confie nesse gigante aqui! O Thorkzao levará esses músculos para uma expedição: porrada na fuça de bandido. Kekeke! Falaria após dar um leve tapa no ombro do soldado. Minhas palavras seriam lógicas, persuasivas e convictas. Quase dizendo: relaxa no quartel que agora eu resolvo o resto.

“Realmente devo dar os créditos para perseverança dele, realmente pode ser um ótimo aliado para se ter ao meu lado quando criar meu reino.” Meus instintos raramente erravam, mas eu conseguia prever que Bartolomew se tornaria um promissor aliado. Poucos são os que tem sua determinação testada ao extremo, chegando no ponto de avistarem a foice da morte diante suas gargantas. Ainda mais poucos aqueles que permanecem resolutos em suas convicções, mesmo diante do abraço da morte.

Durante minha ida até o local onde estaria Pippos, aproveitando que estava fresco na memória, divagaria durante os passos sobre minha ambição em fundar meu próprio reino. Algo que seria difícil, pois, primeiro muitos fatores seriam necessários, como por exemplo: dinheiro, status, fama e etc. Exatamente por isso, estava destinado a expandir meu nome e reputação com objetivo de criar laços e conquistar meu desejo. ~ Ufs. Um passo de cada vez, um passo de cada vez. Não se dorme lagartixa e se acorda crocodilo, Thorororo! Proferia comigo mesmo uma metáfora que muito ouvi durante minhas viagens.

Logo após chegar no local onde presumiria estar o soldado Vitaminado, notaria que sua presença já não mais estaria lá. ~ Hum, aquele legume voltou para o quartel?! Perguntava para mim mesmo durante o tempo que avaliaria o estado do cenário. Percebendo os vestígios de combate, não que fosse um perito para notar coisas obvias como destroços e buracos na areia, poderia presumir que o soldado retornaria para o quartel com objetivo de levar o criminoso para cadeia; assim como havia sugerido para Bartolomew.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 ArpS3wa

~ Héh. Pelo jeito não tenho outra alternativa. Coçava a cabeça duvidoso sobre onde ir, pois, havia a possibilidade de retornar para o Quartel, retornar para o local onde o sargento Smith e Detective haviam me encontrado e, por fim, o beco que a velha mulher haveria escutado rumores. Sinceramente, pensar muito não me agradava. Entretanto, dentro das três opções a melhor e mais viável seria voltar para o quartel, uma vez que, a missão designada pelo sargento a minha pessoa haveria sido concluída; sem contar que já era de noite.

Após optar por retornar ao quartel, pelo mesmo trajeto feito até a orla, estaria com meus sentidos alertas como de costume, ainda que minha expressão corpórea e facial não apresentasse. “O que será que terá de rango? Talvez frango, carne... legumes não, pelas barbas dos gigantes primitivos! Este corpo precisa de alimentos dignos.” Divagando até o quartel, sobre as possibilidades da janta, as pupilas percorreriam todos os becos, casas e etc. qualquer coisa que parecesse suspeito.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 87uapsv

Devido minha estatura, poderia abranger uma vasta área, mesmo que a visão estivesse um tanto quanto prejudicada pelo breu da noite. Sorte que a luz da lua poderia vir auxiliar durante minha. Na hipótese de encontrar alguma movimentação ou dialogo suspeito, viria me aproximar. ~ Hoo... gostariam de compartilhar comigo também? Claro que eu não fazia ideia do que estariam fazendo, mas se meus sentidos me alertassem de que ali teria frango despenado, naturalmente viria intervir. Não me preocuparia muito com espanto deles em me ver ou por ser nada furtivo, até porque ser silencioso seria uma tarefa extremamente difícil para mim. Exatamente por isso haveria tomado a frente e pisado com um pouco mais de forte para dar um certo “baque” em quem estivesse presente.





  • Posts: 08
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 360 +21%= 435
STA: 100

Força: 12 [+6 Raça] [+3Edc] [+1 Arma]= 22
Destreza: 0
Acerto: 1  [+6 Raça] [+3Edc]= 10
Reflexo: 1
Constituição: 6 [+6 Raça]= 12

Agilidade: 5
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5

Qualidades:

VigorOs meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

CorpulentoOs meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

IntuitivoVocê possui uma intuição forte e quase sobrenatural, praticamente um sexto sentido que pode lhe salvar de algumas enrascadas.

HipofalgiaVocê tem uma tolerância alta a dor, essa qualidade não o torna incapaz de sentir dor, mas o torna extremamente capaz de resistir a ela. Em situações onde outras pessoas simplesmente desmaiariam, você é capaz de resistir. Essa qualidade não o torna de qualquer forma resistente aos danos, no entanto você se torna capaz de aguentar muito bem a dor e pode passar a idéia de ser muito mais resistente do que verdadeiramente é. Em termos mecânicos, você não reduz de forma alguma o dano que recebe.

Duro de matarVocê continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.

DestemidoVocê tem uma coragem distinta e não se deixa abalar diante de grandes desafios ou provações, mesmo que tudo esteja contra você e as condições não sejam favoráveis você ainda é capaz de enfrentar seus desafios de cabeça erguida, sem se sentir intimidado. Em termos mecânicos, a aplicação da condição amedrontado em você sempre é reduzida em uma categoria.

Defeitos:

ExóticoVocê não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

Sob medidaVocê possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

AmbiçãoThorkell tem como objetivo final criar um novo reino digno para ele e seus seguidores; um reino justo e imaculado. Um império para honrar as lendas dos gigantes primordiais, cravando seu nome na história. Mas para fazer isso ele sabe que dinheiro, Status e pessoas confiáveis são necessários.

LoucoThorkell acredita que sua linhagem ancestral provém dos gigantes Primordiais; os primeiros da raça e que sua força e espirito foram abençoados pelos seus ancestrais

DeligenteThorkell entende que para conseguir atingir sua ambição, antes de tudo, será necessário que seu nome ecoe por todos os mares, adquirindo assim mérito e fama. Exatamente por isso ele decidiu adentrar para a marinha para conquistar respeito, dinheiro, Status e autoridade.

ExtravaganteThorkell tem hábito de falar com seus músculos, seja por qualquer razão, como forma de expressar quando estiver pensativo, ou mostrar sua masculinidade. A origem desse hábito veio como forma de homenagear as batalhas mais árduas que ele já enfrentou. Poucos foram os que obtiveram tal privilégio por parte de Thorkell e ele ainda mantém esse costume.
• Peitoral - Pride.
• Bíceps direito - Smash.
• Bíceps Esquerdo - Baki.
• Dorsal - Atlas.
• Punho direito - Saitama.
• Punho esquerdo - Greedy.

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Ofício ~x~

Bônus: ~x~



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +1 em força.
Estado: Rachadura na haste;

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 SNb8dAV
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
https://www.allbluerpg.com/t369-bartolomew#1127 https://www.allbluerpg.com/

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 8


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Tumblr_pb90k6WNjQ1ue68o1o1_540

— Ho Ho Ho. Eu realmente não achei que ele fosse um campeão a altura. - Colocava os braços na cintura rindo com o corpo sujo de sangue. Thorkell havia chego de imediato, e logo depois do embate, pegaria o machado do meu oponente e empunha-lo-ia em minhas costas amarradas por trapos velhos de roupa. — Ho. O que aconteceu é que Barto precisava ganhar algumas cicatrizes, que bom guerreiro não possui cicatrizes? - Mostrava algumas novas cicatrizes feitas pelo machado do meu inimigo, que inconsiente, mantinha-se desacordado.

— Ho Ho. Tudo bem. Barto tinha esquecido de como era sangrar, preciso de ajuda médica então? - Quando o outro meio gigante batesse contra minhas costas, repetiria na mesma intensidade olhando para o lado contrário enquanto com a mão direita o cumprimentava. Quando despediu-se falei: — Thorkell? Por favor, cuide do Detective, sinto que ele vai entrar em problemas, e com esses ferimentos, não vou ser capaz de ajuda-lo. Preciso salvar esse maldito bárbaro também, ele querendo ou não, foi um bom oponente. - Visto isso, pegaria o oponente com a mão direita e olhando bem pra ele diria de forma incisivamente estrondosa, em voz alta: — Alguém por acaso sabe algo para ajudar ele? - Esperaria que em um lugar tão afastado um médico ou alguém pra cuidar das pessoas mais carentes, deveria existir.

Caso alguém se prontificasse, colocaria-o no chão e esperaria o tratamento: — Eu não preciso de cuidados, curando só ele, já está bom. - Mesmo fisicamente esgotado colocaria o bem estar do próximo a frente do meu próprio, e sentando-me olharia bem o processo. Depois que o oponente estivesse cuidado, mesmo se ainda estivesse desmaiado pegaria-o com a mão fechada, sem sua arma não seria um problema. Andando com dificuldade, e tentando suprir a falta de sangue, iria andejar pela cidade, com passos lentos e controlados, indo em direção ao quartel general da marinha, aonde gritaria: — Coloquem o bárbaro em cárcere, vamos interroga-lo. Preciso de um médico também, se não for incomodo. HO HO HO - Sentaria naquele local, esperando suporte.


Legenda:
Falas e Links
Pensamentos
The ONE


Importante:
Post: 08
Proficiências: Briga / Sobrevivência / Nado / Persuasão / Anatomia.

Qualidades: Vigor / Corpulento / Renome / Hipoalgia / Duro de Matar / Resistência a Venenos / Destemido
Defeitos: Exótico / Sob-Medida / Orgulhoso / Misericordioso / Justo / Extravagante.

Patente: Soldado
Ganhos: Clava de madeira com o interior de ferro (Post 2)
Perdas: ~x~

Npcs/Players: Pippos, Thorkell, Detective. Sargento da Marinha;
Condições: - Sangramento Categoria III: Perda de 6% dos PdV por post com limite de perda de 150 PdV.
Ferimentos: - Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [3/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]

Missões Concluídas: ~x~
Objetivos da Aventura:
Conseguir um arma de uma mão;
► Conhecer Gaiden, Thorkell, Drake e Pippos Vitaminado;
► Concluir 3 missões;
► Subir de Patente;
► Começar o aprendizado de Ambidestria;
► Aumentar e expandir a qualidade Renome;
Thanks Tess
Koji
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 HKNMPj9
Créditos : 22
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
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Alvorada dos Monstrorines - 08
20:12 ~ 20:56 / Flevance


 
Detective

Após a última interação, as reações do anfitrião e os fatos se encaixando, Detective possuía uma certeza quase absoluta que Arthur Flamesworth era o comandante de toda essa operação. Sua mente maquinava as possíveis ocorrências e logo percebia haver uma grande chance de estar em perigo, tanto ele como Lara. Ele então pedia para sua "assistente" agir discretamente e sem alardes. A reação da mulher ao ouvir aquelas palavras era simples, mas dizia muita coisa. Ela concordava com os pensamentos do homem, e o admirava ainda mais.  

Como quem tivesse tentando descobrir mais coisas ainda naquela história embaraçada, Detective pegava a carta que achara anteriormente na mesa de Arthur, e comparava todos os seus aspectos com o convite encontrado no corpo do falecido Thales. Por fim, acabava que as semelhanças que as duas compartilhavam não poderiam dizer muita coisa. A cor da tinta se mostrava similar, porém, o resto que o detetive analisava diferia quase totalmente. Isso não era o bastante para tirar a corda do pescoço do nobre, porém. Detective estava certo que aquele convite o levaria para a sua derrota. Ouvindo essas palavras, Lara, que se mostrava um pouco desconfortável com a situação e posição do detetive em relação a ela, ansiosamente perguntava sobre seus próximos passos.

— O que faremos agora, Sr. Detetive? — a assistente esperava por uma resposta do homem que comandava a investigação magistralmente. Recebendo-a logo em seguida, ela hesitava por um momento ao entender o que ele queria fazer, mas logo partia em sua direção. Ao olhar por cima do ombro um tempo depois, via a porta da grande casa abrindo ao chamado de Detective, uma figura familiar emergia da porta junto a uma luz, e ele logo adentrava ao lugar. A figura que abriu a porta checava os arredores e seus olhos se encontravam com o de Lara, que tentava disfarçar e acelerava o passo. A expressão do homem na porta não poderia ser mais assustadora. Um sorriso, que junto ao seu par de olhos sanguinários, parecia dissecar a mulher mentalmente. Ele prontamente fechava a porta da casa e desaparecia.

~X~


Detective novamente adentrava a luxuosa casa de Flamesworth. Nada na visão dele diferia da primeira impressão que tivera anteriormente. Ele era acompanhado pelo mordomo, que o levava diretamente para Arthur, agora em seu escritório. Chegando no dito cômodo, ele podia ver duas grandes estantes em cada lado da parede, ou seja, opostamente. No centro, recuada, havia a mesa fabricada a partir de uma madeira luxuosa, que reluzia a luz do lustre caro que repousava sobre a cabeça dos senhores no recinto. Atrás da mesa estava a cadeira, e atrás da cadeira uma janela coberta por cortinas finas, que dançavam ao receber o toque do vento que vinha da porta da frente aberta. Arthur prontamente ouvia as palavras do corajoso detetive que voltara à toca do leão após escapar dela com vida. Com um pequeno sorriso no seu rosto, e uma expressão de satisfação, ele respondia o homem despretensiosamente.

— Prossiga então, senhor detetive. — ele pedia ao ver o homem se curvando para ele. As palavras seguintes que saíam da boca de Detective não pareciam afetar o homem nem um pouco. Sua expressão continuava a mesma daquela que ele havia feito quando vira Detective em seu escritório pela primeira vez. As palavras daquele homem a sua frente pareciam não o afetar externamente, sequer um minuto. Ao fim do monólogo, ele retrucava.

— Como imaginei, o senhor é um homem perspicaz, detetive. — as suas mãos se batiam rapidamente e repetidamente, formando algumas palmas enquanto o homem se levantava de sua cadeira de couro e caminhava até Detective. — Com todas as suas acusações, ainda teve coragem de vir até aqui? Claro que está tentando ganhar tempo para aquela sua amiga lá fora, não é? — ele abria um largo sorriso sádico. Ele estava gostando daquela situação. O acusador abria sua boca novamente, apenas para deixar a expressão de Flamesworth mais aterrorizante. — HAHAHAHAHAHA! Deixa eu te ensinar algo, de uma pessoa com vivência para outra. — ele coloca uma de suas mãos sobre o ombro do homem e aproximava seu rosto até uma distância preocupante. — Se for tentar negociar, tenha certeza de não estar sob desvantagem. — novamente seu sorriso se alargava. Com a outra mão, ele realizava um movimento e estalava seus dedos. Repentinamente, algumas figuras surgiam da porta que estava aberta. Eles eram grandes e suas expressões eram duras. Seus corpos eram esculpidos em músculos extremamente tonificados. Em suas mãos, um carregava um par de algemas e outro um saco preto. Arthur segurava Detective para que esse não se movesse, enquanto os homens que adentraram o recinto colocavam o saco preto no rosto do homem da lei até este desmaiar. Suas mãos então eram limitadas pelas gélidas algemas de metal.

Pouco tempo se passava até que sua consciência voltasse ao normal. Sua visão não estava mais escurecida pelo saco preto, e ele se via sendo arrastado até o que parecia ser um porão. Ele era totalmente iluminado, se tratava de um hall grande, espaçoso e alto. Nas paredes, algumas celas se viam, porém, diretamente afrente da entrada, outro corredor do mesmo tamanho se abria e levava para a escuridão, possuindo uma largura igualmente massiva. Quase nenhuma cela estava ocupada, exceto uma delas, a que estavam arrastando o detetive para. Dentro dela, estava uma mulher um tanto quanto familiar para ele. Lara. Ela havia sido capturada logo após a entrada do Detetive. Suas roupas estavam rasgadas e seu cabelo bagunçado. Em seu rosto, o pouco de maquiagem que passava se mostrava borrada, e do canto da sua boca uma pequena linha de sangue descia até seu queixo.

— Perdão, detetive, eles me pegaram desprevenida logo após o senhor entrar na mansão... — ela se desculpava cabisbaixa, apesar de não se mostrar preocupada. Logo após a reunião, ele era jogado como lixo lá dentro, juntamente Hëzil, e a porta pesada da cela se fechava. O barulho das chaves trancando a fechadura mostrava um mau agouro: talvez eles nunca mais vissem a luz do Sol.

Era então que uma figura aparecia no horizonte, verticalmente cortada pelas barras de ferro da cadeia. Era Sir Arthur. Seu caminhar parecia tranquilo, suas mãos se escondiam atrás de suas costas e o sorriso sádico ainda se mostrava lá. Ele rapidamente olhava para Detective e falava com ele.

— Tenho que admitir, sua inteligência me fascina... — ele pausava para olhar a expressão dos dois habitantes da cela. — Mas ainda assim, você está onde eu queria que você estivesse. E para melhorar, eu tenho certeza que em breve seus companheiros irão chegar aqui! — ele falava ansiosamente enquanto montava uma expressão alegre. — Já posso ver nos jornais amanhã. "Agentes da lei se sacrificam para salvar a vida dos nobres." Não é empolgante?! — novamente olhava para os dois após escapar de seus pensamentos perversos. — Com seus amigos aqui, eu posso matar eles e os nobres que faltam! É óbvio que vou me colocar em uma situação de refém, quando encontrarem eu e os corpos, eu estarei como vítima, e sairei com tudo no final. HAHAHAHAHA! — ele gargalhava após contar seu plano. — E tudo graças a você, Sr. Detetive. Muito obrigado. — ele arqueava sua coluna e colocava uma de suas mãos sobre o seu abdômen, em um profundo cumprimento. Logo após, se retirava do local, acompanhado dos dois guardas que sequestraram o detetive.

Bartolomew e Thorkell


Thorkell chegava no final da luta e apenas assistia a bela performance de Bartolomew. Ele derrotava seu inimigo, e logo os dois colegas se colocavam a interagir. Apesar das grandes feridas e cortes da batalha, Barto se mantinha orgulhoso como sempre, mostrando as suas novas cicatrizes para Thorkell. Para ele, um guerreiro devia as ter, servindo como um troféu de batalha, aparentemente.

Barto então se via preocupado com Detective. Era claro que aqueles gigantes sabiam - e muito bem - como se cuidarem. Isso era facilmente provado pelas suas contribuições na missão, cada um derrotando um inimigo. Porém, o detetive e sua assistente não eram lutadores, muito pelo contrário, era de certa forma pacifistas. E mesmo assim o homem se colocava na linha de frente daquela guerra de interesses. Pensando nisso, Bartolomew pedia para Thorkell cuidar do homem, uma vez que seu estado não era nem um pouco agradável.

O maior gigante daquela reunião então se prontificava. Em termos de orgulho e poder, ele não ficava atrás de Barto. O desejo de pegar todos os bandidos era grande, e ele adoraria completar essa missão de uma vez por todas, reportando tudo para Smith de volta no QG. Mas sua preocupação voltava para Pippos, que não se encontrava na presença dos dois. Após um pouco de pensamento, ele determinava seu caminho. Primeiramente checaria o soldado Vitaminado, e logo voltaria ao QG.

Enquanto Thorkell estava absorto em seus pensamentos, Barto falava alto e imponentemente procurando por um médico. Naquele fim de mundo, e principalmente nesse horário, estava mais do que óbvio de que não encontraria algum. Dito isso, o próximo destino dos dois estava marcado. Barto voltaria para o QG procurara assistência médica para ele e o bárbaro que carregava em suas mãos, enquanto Thorkell procuraria por Vitaminado e voltaria ao QG também.

Thorkell


O meio gigante admirava a coragem e perseverança do rapaz que acabara de se separar dele. Era realmente difícil encontrar alguém que pudesse ser da mesma maneira que aquele homem era, portanto, Thorkell cogitava chamar ele para o seu tão ansiado reino. O pensamento de fundar um país que ele governasse sempre passava pela cabeça do meio-gigante, e encontrar futuras promessas que nem Barto em suas aventuras significava que seu sonho estava um pequeno passo mais próximo de se tornar realidade. De qualquer forma, mesmo que sonhasse alto, ele ainda era pé no chão, e caminhava lentamente até seu destino final.

Voltando de seus pensamentos, o gigante, agora onde vira Pippos anteriormente, não o encontrava lá. No lugar, apenas via pequenos sinais de luta, resquícios da batalha feroz que o soldado vitaminado tivera contra uma capanga. A mente de Thorkell maquinava a razão desse fenômeno, para chegar à conclusão de que ele havia retornado para o QG, assim como ele anteriormente dissera para Barto fazer. Era a coisa óbvia, até para ele, uma vez que as missões chegaram ao fim, e a noite finalmente dominara a terra de Flevance.
 
Terminando sua linha de raciocínio, então ele partia para o QG pela orla, assim como o caminho que fizera no começo do dia para a missão. As pessoas da rua não se mostravam mais no local, apenas postes de iluminação e alguns pequenos edifícios residenciais eram vistos por ele, sem contar, é claro, o mar.  O caminho se mostrava tranquilo, mesmo assim, o homem insistia em manter seus sentidos em alerta e pronto para ação. Conforme andava, porém, não encontrava nada de suspeito. Sua mente facilmente se deslocava para o assunto principal: comida. Um guerreiro voltando de uma batalha deveria receber uma alimentação boa para que se mantivesse em forma, e Thorkell esperava isso. Ele pensava o que estaria disponível no jantar, enquanto se aproximava do grande estabelecimento que era o QG de Flevance. Se seguisse mais adiante, veria Pippos e Barto no campo de treinamento, familiar para eles, já que é onde estiveram a manhã toda.

Bartolomew


Bartolomew, apesar de seu orgulho exacerbado, havia sofrido uma grande perda de sangue naquela luta, além de ganhar vários ferimentos. Nem o seu grandioso orgulho o prevenia disso, mas ele continuava a quebrar seus próprios limites. O homem caminhava pela cidade de volta para o QG com dificuldades, afinal, estava levando o inimigo em sua mão e carregando o peso do próprio corpo que estava repleto de ferimentos e sangue. Sua perna machucada se mostrava um dos principais fatores para a sua dificuldade, uma vez que o corte feito nela afetava diretamente seu músculo.

Apesar das pedras em seu caminho, o homem não parava até chegar ao QG. Logo após sua chegada, ele se dirigia até o campo de treinamento, onde via Pippos após receber seu tratamento. Os dois estavam feridos, mas de longe qualquer um poderia ver que os ferimentos de Barto eram mais sérios, assim como sua atual condição. Ele gritava por atendimento enquanto sentava no chão do lugar esperando por alguém. Alguns dos médicos do local viam a situação do homem em suas mãos e rapidamente o pegavam, primeiramente o algemando, e depois lavando ele com uma maca para dentro do estabelecimento.

Enquanto alguns médicos saíam, outra entrava. Ela era baixinha, possuía olhos cor de âmbar e cabelos escuros, mas não negros, que desciam até um pouco abaixo de seus finos ombros. Seu temperamento era igualmente único, mostrado pela interação dela com o gigante.

— Sinceramente! Já é o segundo de hoje, eu não aguento mais! Isso é abuso de autoridade, Smith!!! — ela gritava e puxava os cabelos enquanto se aproximava de Bartolomew com um kit médico em mãos. — Vê se tenha mais cuidado da próxima vez! — exclamava ao ver todos os cortes espalhados pelo corpo do gigante. Com uma certa dificuldade, ela conseguia alcançar todas as partes para realizar o tratamento adequado. Ela primeiro desinfetava a região do corte e cauterizava o mesmo, costurando o tecido logo após. Ela repetiu o mesmo procedimento algumas vezes até ter certeza de que tudo estava devidamente fechado. A panturrilha era a parte mais fácil de acessar, porém, se mostrava a ferida mais complicada de se tratar, porém, ela eventualmente conseguia terminar tudo.  

— A próxima vez que aparecer com ferimentos desse jeito eu mesma te mato!!! — exclamava para o gigante enquanto saía do recinto batendo o seu pé. Um fato curioso é que o campo agora se mostrava aceso com algumas tochas em mastros, fato esse que não apenas iluminava o lugar, como também o esquentava. Ao centro, uma grande mesa capaz de suportar os gigantes fora posta, e algo dizia que em breve eles iriam se servir ali.

Pippos


A batalha contra a oponente fora realmente letal. Ele havia conseguido vencer ela, mas seu corpo sofrera com isso. Um corte em suas pernas e alguns em seus dedos eram as marcas que provavam isso. Pippos, mesmo sendo egocêntrico, mostrava um certo respeito pela garota que conseguira lutar frente a frente com ele. Ele pensava na sua vida, e como deveria, daqui para a frente, maneirar nos ataques para não matar os inimigos de uma vez. Portanto, com sua mente nisso, ele determinava que a melhor escolha seria voltar ao QG e pedir assistência médica.

Vale ressaltar que nem o sargento nem o Detective se encontravam no ponto de encontro, logo, ele pensava no que poderia ter acontecido aos dois. Sargento Smith era forte, e seus companheiros também eram, então o único alvo de preocupação se mostrava como o detetive. Ele não possuía habilidades de luta, porém, seu cérebro trabalhava como nenhum outro. De qualquer forma, ele deixava para pensar nisso uma outra hora, já que deveria voltar para o QG e resolver certas coisas.  

A caminhada de volta era tranquila e serena. O meio-gigante rapidamente encontrava o QG e adentrava o seu perímetro, indo diretamente para a área que era bem conhecida para ele e seus colegas. A área de treinamento havia sido arrumada com uma mesa e algumas tochas para aquecimento e iluminação. Ninguém se encontrava no lugar atualmente, claro, pelo horário, mas isso não era problema, uma vez que ele chegava no local fazendo um certo alarde, que até mesmo ele sabia que não era tão necessário. A sua oponente estava morrendo em suas mãos, porém, o grande coração do soldado vitaminado via que ela poderia vir para o lado do bem e se juntar à Marinha, talvez até mesmo ser uma seguidora sua. Ele queria salvar a vida dela por esses motivos, e acima de tudo, para que ela pudesse ser devidamente interrogada e julgada.  

Não demorava muito até que uma pequena mulher aparecesse imponentemente pela porta do QG que levava ao campo. Ela batia os pés e possuía uma cara de raiva, enquanto era seguida por uma equipe que carregava uma maca. Ela possuía olhos com cor âmbar e cabelos escuros que se alongavam até a região da patela.

— Pelo amor de Deus! Olha seu estado! Aprende a lutar e para de se ferir assim, olha o tanto de trabalho que eu vou ter! Que saco! — ela vinha nervosa por ter que trabalhar em seu tempo livre. A verdade é que há muito tempo ninguém se feria seriamente naquele quartel, portanto, ela se acostumara à vida boa. — E da próxima vez não chegue gritando tão alto! — esbravejava mais uma vez enquanto cuidava dos pequenos ferimentos de Pippos, eventualmente indo para o grande ferimento em sua perna. Seu trabalho era feito magistralmente, enquanto ela desinfetava o ferimento, cauterizava ele e o costurava. Enquanto tudo isso acontecia, a mulher que Pippos trouxera na mão era posta em uma maca e era levada urgentemente até o QG, onde seria tratada e eventualmente interrogada. Ele gritava algumas palavras para ela, mas não era ouvido, já que se mostrava inconsciente após a pancada que sofrera. — Sinceramente, duvido muito que ela seja um perigo para alguém nesse estado. — respondia rispidamente a médica que cuidava dos ferimentos de Pippos, após ouvir suas palavras.

Eventualmente, ela ia embora após tratar os ferimentos do guerreiro, e enquanto desaparecia pela porta do QG, por ela aparecia uma figura familiar, que ao chegar mais perto, se mostrava ser o Sargento Smith. Pippos rapidamente o cumprimentava com uma continência.

— Descansar! — com uma mão atrás das costas, ele liberava Pippos de sua formalidade. O mesmo continuava a falar, mostrando uma preocupação com o investigador.

— Achei que ele já estivesse com vocês... — ele respondia pensativo. — Bom, ele foi até a casa de Arthur Flamesworth. Veio até o QG pegar o endereço mais cedo e se dirigiu até lá. Parecia uma parte importante da investigação. Agora que eu penso, é curioso que ele ainda esteja por lá. — agora ele parecia mais ainda absorto em seus pensamentos. — Se quiser ir atrás dele, pode ir, mas vá com seus colegas, se algo tiver acontecido realmente, eu temo que você não seja o suficiente para tirá-lo de uma enrascada. — Smith agora olhava profundamente nos olhos do gigante e acenava com a cabeça como um cumprimento dizendo "adeus". Ele virava as costas e lentamente andava até a porta do grande estabelecimento, deixando Pippos sozinho no campo, até a chegada de Bartolomew alguns minutos depois.

Klaus


Ouvindo a voz da mulher que anunciava uma nova missão, Klaus, antes mesmo que o senhor na sua companhia pudesse dizer algo, se empolgava para ir até o inimigo. Essa seria sua primeira missão, apesar de sua indiferença para com a causa deles, com ele sendo um aliado daquele grupo misterioso. A disposição e proatividade do jovem Klaus impressionava Sr. Kant, que abria um pequeno sorriso e mostrava um olhar aconchegante morno. Sem pensar duas vezes então, os dois saíam.

Klaus chegava na cena enquanto sua parceira parecia ser mais sorrateira. O inimigo então rapidamente se mostrava, saindo de trás de uma árvore. Klaus pedia para a moça lhe ajudar na retaguarda, enquanto ele lutava com o inimigo sozinho. Ela acenava para ele em concordância, porém, ainda pensava que o rapaz estava sendo muito ganancioso e leviano. As palavras apenas não saíram de sua boca, pois, mesmo que ele conseguisse vencer aquela pessoa em uma luta, isso seria de grande ajuda para todos do grupo que segue Robert.

Começando então a luta, Klaus mantêm a confiança em seus punhos e pernas, enquanto o inimigo pega suas duas lâminas e as posiciona em formato de X na frente de seu corpo, as cruzando. Seus joelhos pareciam flexionados enquanto eles lentamente se aproximavam. Klaus notava o fato de ele usar uma lâmina, e isso ser uma profunda desvantagem para si mesmo, mas ele não se importava no fim das contas. Em suas próprias palavras, a chance das lâminas se machucarem era maior do que ele mesmo acabar se machucando.

Eliminando a tensão do embate, o inimigo começava a diminuir a distância mais rapidamente, em uma corrida que em alguns segundos cobria a distância entre ele e Klaus. Sunwizer não se deixava abalar, e também se aproximava do oponente, flexionando seus joelhos e aplicando um poderoso golpe às costelas e a abdômen do inimigo. Ele, por outro lado, não se dava por vencido, e após cuspir um pouco de sangue, flexionava seus joelhos e realizava um movimento giratório e descendente direcionado às pernas de Klaus. O atacado tentava mudar sua posição, mas o movimento do oponente fazia com que aquilo não surtisse o efeito desejado. Como Klaus estava totalmente atento à luta, percebia que iria se ferir, e procurava minimizar o dano em si mesmo. Quando a lâmina fria tocava sua pele da perna, ele se movimentava para trás para diminuir o contato físico entre a arma e seu membro.

A luta novamente entrava em estagnação, e o oponente se mostrava impiedoso ao rapidamente atacar Sunwizer. Suas lâminas realizavam arcos verticais e horizontais diretos mirados em Klaus, que falhavam em atingir seu oponente por alguns milímetros, devido aos movimentos impecáveis do rapaz, que diagonalmente se esquivava e realizava diversas evasões. Toda vez que era possível, ele atingia o corpo de seu oponente em um contragolpe feroz, dano esse que ia se acumulando até deixar algumas áreas abaixo dos braços do inimigo repletas de hematomas e escoriações. O objetivo do rapaz era limitar seus movimentos livres, porém, isso não acontecia ainda. O inimigo se mostrava cada vez mais nervoso e repleto de fúria ao sentir aquela frustração por não poder sequer encostar um dedo em Klaus de maneira satisfatória.

Enfurecido, ele tomava distância para mais uma vez ir para cima. Ele realizava um ataque agora horizontal, que com as duas lâminas, cobria um total de 180º da área a sua frente. Klaus desviava e via uma chance para contra atacar, porém, esse era o desejo do inimigo, que maquinava formas de "enganar" Sunwizer. No momento em que o punho do caçador se direcionava para uma parte qualquer de seu corpo, ele realizava uma evasão com tamanha perfeição, que até mesmo parecia que ele treinava esse movimento sua vida toda. Aproveitando essa oportunidade, ele atacava o braço do seu oponente, cortando-o até que ele pegasse distância do ataque cortante.

Porém, sem perceber, Klaus dançava na mão de seu inimigo, que analisara seu comportamento passado e aprimorara suas técnicas. Ao realizar o afastamento para diminuir o dano, o espadachim prontamente saltava para mais perto de seu inimigo e realizava um golpe novo em seu arsenal. Utilizando seus pés, um chute alto era desferido, acertando em cheio o queixo de seu alvo. Como resultado, ele levantava um pequeno voo antes de cair estirado no chão. Nesse momento, o inimigo não perdia tempo e levantava uma de suas espadas contra o peito de Klaus, em um ataque feroz que deveria perfurar seu coração. Como o rapaz lidaria com isso?


Informações sobre a investigação:
Vítima(s): Thales Johannes
Suspeitos: Arthur Flamesworth
Local do crime: Orla de Flevance
Arma do crime: Uma lâmina, mais provável uma adaga.
Constatação de testemunhas oculares: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto."
Anotações sobre o corpo:

1 - Primeiramente, deve-se notar as marcas no pulso do falecido. Tais marcas levam ao indicativo de mãos humanas as segurando com força. Talvez tenha sido puxado, mas tal análise se torna obsoleta ao observar o segundo pulso, com marcas similares, mas menores. *Após olhar os pés, ficou clara a situação. O corpo foi carregado a uma grande distância. Muita força foi feita nos quatro membros e isso deixou marcas.
2 - O grande corte feito em sua garganta demonstra um ferimento causado por lâmina. Pelo tamanho e profundidade, arriscaria ser uma adaga. O fato mais interessante nessa parte se dá pelos hematomas mais leves ao redor do corte, me levando ao pressuposto de que esse homem foi asfixiado até perder a consciência.
3 - Em sua boca, se vê hematomas similares que se estendem da bochecha e até passam mais sutilmente pelas orelhas. Uma mordaça talvez? Queriam impedir que ele gritasse? Os hematomas possuem um formato muito particular para se tratar de um espancamento, portanto, as chances de uma mordaça são altas.
4 - Os bandidos não se importaram em revistar o corpo, provavelmente não possuiam essa motivação, mas por qual motivo?

Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 08
Ganhos:
- Naginata (post - 03)
Perdas: -
Pippos:
N° de posts: 08
Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Ferimentos:
- Corte extremamente profundo na canela esquerda [0/15]
- Cortes nos dedos: indicador e médio [1/12]
Vício: Alcoolismo [8/15]
Detective:
N° de posts: 08
Ganhos: -
Perdas: -
Bartolomew:
N° de posts: 08
Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos:
- Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [4/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12]
Klaus:
N° de posts: 08
Ganhos: -
Perdas:
- 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
Ferimentos:
- Corte na perna [0/7]
- Corte no braço [0/9]
- Escoriação e hematoma no queixo [0/5]

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
Lara Hëzil -Aparência
Arthur Flamesworth - Aparência
Homem do Capuz AKA Robert Kant - Aparência aproximada
Médica - Aparência
Seguidores de Robert Kant
NPCs aleatórios
Inimigos
Barulhos

Considerações:

Klaus está cerca de 1 hora atrasado +/- em relação ao grupo principal.

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    


Última edição por Koji em Sab Maio 29, 2021 1:38 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Correção ortográfica)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Jpu3OmR
Kira
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 CTfWi4D
Créditos : 05





Alvorada dos Monstrorines!

A batalha se iniciava, e seu início era tão feroz que parecíamos dois animais demarcando território, logo em seu início, tudo se mostrava complexo, afinal facas eram armas um tanto complicadas de se lidar, e logo que ele teve a oportunidade, as mesmas começavam a fazer seu show, e entre golpes dados e recebidos, seus brinquedinhos me davam olá! Sim, o desgraçado havia conseguido me ferir na perna com sua lâmina.

Porém, a luta não parava por aí, e logo meus movimentos começavam a encontrar seu contato, meus punhos acertavam o alvo, e pareciam estar felizes com o que acontecia, e assim, a luta se estendia até seu ápice repentino. O espadachim já tinha seu corpo bastante danificado, afinal meus punhos eram armas tão letais quanto suas facas, e com isso, o homem parecia entrar em um frenesi, mas não era apenas um excesso de raiva, o maldito conseguia manter um certo controle e seus movimentos mudavam, e com isso eu era pego de surpresa.

Em um movimento para pegá-lo na execução de sua movimentação e ataque, o homem conseguia se esquivar, e com isso eu sentia agora a lâmina cortar meu braço, e ao observar o sangue escorrendo pelo punho, era hora de começar a lutar a sério.-Ora, ora! Não é que você conseguiu mesmo me ferir? Fiquei bastante surpreso, mas acho que agora eu vou ter que te machucar pra valer! Meus olhos se afiavam, e meu sorriso era estampado no rosto, mas não era comum, um olhar penetrante e um sorriso diabólico, é, parece que algo estava por vir.

Em um movimento de investida, o homem se mostrava inteligente, e assim conseguia executar seu contra golpe, e dessa forma me derrubava no solo, ao cair, eu olhava para cima e focava meus olhos diretamente nos dele e em seus movimentos, e na queda, surgia.-HAHAHAHA! Muito bom rapaz! O homem se aproximava com sua espada apontada para meu peito, e ele provavelmente desceria a mesma de encontro a meu coração, com isso, eu já tinha meu movimento em mente.

Desde o início até o atual estado, eu buscava prever seus padrões de movimento, analisando o tempo que ele levaria para executá-los e seu tempo de resposta, e usando do auxílio da minha precisão temporal, eu buscava encontrar mais brechas para ataques, com isso, era hora de agir, ou aquele maldito atravessaria sua lâmina em meu peito, e não era isso o que eu queria, não na minah primeira missão.

Em um movimento sujo, com uma das mãos eu pegava um punhado de terra no chão, e logo tavaca em seus olhos, girando meu corpo para o lado direito, e quando tivesse saído de sua frente de ataque, colocaria minha palma direita no solo, como se fosse um tapa e assim eu forçava meu corpo para o alto, e logo em meio a execução do movimento, um giro veloz em meu eixo, enquanto estendia uma de minhas pernas para assim passar uma rasteira no homem com a maior força possível, meu intuito ali era não só derrubá-lo, mas também tirá-lo de seu apoio para que não conseguisse responder a meu movimento seguinte com o contato do solo.

Caso o movimento fosse certeiro e eu conseguisse passar uma banda no homem, meu movimento seguinte seria ainda mais veloz, utilizando o flexionar dos joelhos para me impulsionar, eu avançaria em sua direção enquanto ainda estivesse no ar, e assim seguraria sua mão mais próxima a puxando para o lado, dessa forma abrindo o sua guarda, e logo um soco direto com toda a potência da impulsão seria colocado na junção do seu ombro com seu braço, e executando o puxão junto, buscaria fazer com que seu ombro deslocasse de forma brutal.

Porém, eu estava atento a sua segunda mão, e não deixaria que ela me acertasse, então em uma junção de movimentos, após o soco eu jogaria meu corpo para trás buscando esquivar de uma possível facada que viesse de encontro a meu corpo, e tentaria segurar seu punho assim, aproveitando do movimento que o mesmo havia feito para puxá-lo para a mesma direção na qual ele já ia, o fazendo girar no ar e cair de bruços com o rosto virado para o solo.

Aproveitaria daquilo, para imobilizá-lo no chão, girando seu punho agarrado para dentro e o puxando para cima, o colocando no meio das costas, mas só pararia de puxar quando ouvisse o estalo de que o mesmo estava quebrado, sim, era cruel e brutal, mas era um jeito rápido de impedir que ele usasse suas lâminas novamente.

Porém, em caso das movimentações iniciais não funcionassem, eu aproveitaria de sua falta de chão para se apoiar e mover, e quando o mesmo estivesse no ar, ainda com areia nos olhos, esse seria o momento que eu começaria um massacre literal, me ergueria de forma voraz, segurando seus dois braços para que não pudesse me golpear com suas lâminas, e então daria uma cabeçada com força em sua testa, soltando seus braços enquanto seu corpo caía no chão. Mas, quando o mesmo tocasse o solo com suas costas, eu montaria em cima do mesmo, e colocaria os joelhos por cima de seus braços, o prendendo no chão e então começaria com uma sequência de socos em sua face nada amigáveis.

Mandíbula, nariz, maçãs do rosto, olhos, tudo o que estivesse na minha frente seria golpeado com soco após soco, cada um mais forte que o outro, e enquanto o fizesse, estaria sorrindo.-HAHAHA! Olha só pra essa cara, tá implorando por mais socos! O golpearia até que não sentisse mais reação de seu corpo e que sua face estivesse completamente ensanguentada.-Calma, eu não vou matar você, preciso de você vivo!... Por inquanto! E assim o levantaria, enquanto golpeava seus dois ombros, buscando tirá-los do lugar para que não pudesse mais manusear as lâminas.

Porém, tudo isso poderia dar errado, e eu sabia bem disso, e por isso estava ligado, e logo que ele tentasse fincar sua espada em meu peito, eu giraria veloz mente para o lado, e então aproveitando do giro, pegaria um punhado de areia no chão, e ao terminar o movimento de evasão, jogaria aquilo em seus olhos, e assim o passaria uma rasteira rápida e precisa, logo levantando meu corpo após o giro em meu eixo, enquanto avançava em direção ao homem e aproveitaria da sua visão prejudicada para investir com um golpe direto em sua face.

Aproveitaria da força gerada pelo giro, e da impulsão, para golpear a face do homem em direção ao solo, um golpe central e potente, jogando sua cabeça contra o chão com toda a força possível, a fim de amassar sua face e deixá-lo atordoado, com isso rapidamente seguraria suas duas mãos, para que assim não pudesse usar suas facas contra mim.-Não adianta ficar irritado! Aqueles movimentos foram bonitos, mas eu vou acabar com você! Ao segurá-lo, o imobilizaria, aproveitando ainda de seu possível atordoamento, prendendo seus braços e então chamando minha companheira.-Ei, tira essas espadas das mãos dele! Não queremos mais problemas, não é? Olharia para ela enquanto dava um leve sorriso e a esperaria tirar suas lâminas de suas mãos.-A sua sorte é que queremos você vivo, se não eu certamente te mataria!Com isso, buscaria golpear sua cabeça, tentando o fazer desacordar, e assim poder amarrá-lo para levar até onde tiraríamos as informações dele.




Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 9
Ganhos:
N/A
Perdas: - 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
N/A
NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
Conseguir algum dinheiro.
Encontrar alguma forma de ganhar dinheiro.
Encontrar uma local para estadia barato.
Encontrar com Marciano, Pippos e os demais companheiros.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras