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Kenshin
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Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Maio 10, 2021 10:03 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Os Monarcas - I Efeito Borboleta

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Daisuke Ito, Saori Ito e Alexander Lancaster Cavendish III. A qual não possui narrador definido.

_________________

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Madrinck
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter Out 26, 2021 9:09 am
John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo



Eu respirava fundo, eu estava com o meu coração palpitando, eu nunca tinha ficado na frente de tantas pessoas, era meio estranho na verdade ficar no centro das atenções, eu não me sentia importante mas só encarregado de fazer tudo ficar o mais agradável para todos ali que se encontravam, tínhamos com sucesso pegado a atenção do publico com certa facilidade eu achava até então, Badar e seu amigo estavam fazendo um trabalho ótimo com a musica de ambos e eles mereciam ser recompensados depois, bom, o garoto já estava sendo recompensado com uma boa quantia de dinheiro, talvez eu faça alguns cupcakes para Badar, será que ele gostou dos últimos? Espero que sim por que eu vou fazer mais uma fornada só pra ele quando eu puder e ele vai ter que comer ela fazendo careta ou não, quero dizer, por favor eu, pare de desrespeitar sua arte na confeitaria, tudo que você é uma delicia, claro que ele vai gostar.

Eu abria um sorriso bem alegre contando como vitoria, além do mais eu tinha um tempo para pensar enquanto Shinto discursava para todos os cidadãos, alguns minutos só de eu e minha mente era bem bom!... Shinto... Por que eu não estava ouvindo a voz dele? Eu olhava para os lados com o meu sorriso ainda, vendo que Shinto não estava nem sequer abrindo a boca e todo o publico que nós cativamos estava já murmurando coisas que eu tinha medo de saber oque seriam, esperava que não sejam murmúrios de impaciência. E agora? Oque eu poderia fazer, meu rosto tinha perdido aquele sorriso alegre para um de completo desespero interno, se o Padre não tinha ido fazer seu discurso... Tinha restado eu, Badar e Balto, o Lobo claramente não iria conseguir discursar, o pequeno era muito jovem para fazer algo que prendesse o publico, restaria eu então? Teria eu que tentar socorrer aquela situação? Eu não estava duvidando de minhas capacidades, mas era claro que eu estava com um pouco de medo de falar algo que não satisfaze-se o publico e cumprisse o nosso objetivo ali.

Eu balançava a cabeça e dava um passo a frente, estava preparado para falar, mas então eu via um ponto rosa se aproximando entre a multidão, até ela chegar próxima o suficiente para eu conseguir distinguir quem era, era a Coelinha rosa! Mas oque ela estava fazendo aqui? Não era para ela esta com outro grupo lidando com outra coisa? Será que deu algo de errados nos planos deles? Eu tinha claramente de fazer algumas perguntas para ela depois sobre o do por que dela estar ali, mas naquele momento eu só estava aliviado que ela estava nós socorrendo, ela com certeza era mais confiante do que eu, discursava sem medo e suas palavras eram tão boas quanto eu esperava. Para um publico que já estava com os seus corações abertos para ouvir, oque a Coelinha falava seria mais do que o suficiente para conseguirmos cumprir nossos objetivos, só esperava que o Rei não achasse que nos fomos incompetentes e tivermos que ter ajuda da Médical.

No fim, eu estava contente por ela ter salvo a cena, talvez um pouco magoado por que eu queria falar também, mas com certeza Haru tinha mais conhecimento do que falar do que eu, nem tinha me passado a cabeça de usar os ferimentos do caro Shinto como arma para moldar o ódio e desgosto dos cidadãos e direcionar ela contra a mafia, ela estava fazendo um bom trabalho. Eu achava até interessante o querido garoto lobo dando sua própria opinião, mesmo feita por um criança, aquele mesmo fator era algo que intensificava o impacto para os ouvidos dos espectadores, bom, acho que eu devia falar um pouco também - Vocês acham certo um grupo criminoso continuar sujando a historia do local a qual vocês vivem a tanto tempo, deixar que no futuro pessoas que vocês conhecem terem isso em suas costas?- eu falava me virando nas costas mostrando todas as cicatrizes da escravidão do John verdadeiro, bom, eu nunca falei como obtive aquelas cicatrizes nas costas, iria deixar que o publico julgasse quem tinha feito aquilo - Lutem! Defendam seus parentes, amigos, a historia do local que vocês vivem!- eu falava num tom alto de voz, esperava que o mais novo trio tivesse feito um trabalho bom o suficiente, olhando para Haru eu sussurrava para a mesma - Valeu- eu logo depois dava uma piscadela para ela.





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Jean Fraga
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Ter Out 26, 2021 10:33 pm


Efeito Borboleta


- O Começo Do Fim  -

Acordava com o susto da água batendo em meu rosto, olhando a volta assustado e arrumando o cabelo que cobria em parte meu olhar perturbado, respirava recobrindo a consciência, notando que era um sonho o que havia passado.

Empurrando para longe o balse que era me entregue, ia até o banco onde Jordan estava, — Por quanto tempos ficamos dormindo?! – Poderia ter sido horas, o que atrapalharia completamente os planos.

Ouvindo as instruções da mulher, ingeria o liquido sem perder muito tempo, apesar do gosto não muito convidativo, o quanto antes estivesse cem por cento, seria suficiente para passar por esse problema.

Por sorte havíamos ganho, fato que não tirava um sorriso ou sinal de felicidade de mim, ganhar em um jogo tão besta como este não deveria ser motivo de felicidade, pelo menos não agora.

Seguia então juntamente com os demais, indo até a mesa, logo pegando uma cadeira, sentava juntamente dos outros, ouvindo Kaplya, logo o respondia, — Não se preocupe, somente usei deste gatilho para motiva-lo, o tempo está indo em direção contraria a nossas necessidades... e tu sabes disso.

Virando meu rosto para o grupo, relaxava os ombros e levava minhas mãos a mesa, mantendo-as pela conversa toda, — Pois bem... – olhando para Jordan, perguntava – Estamos seguros aqui? Para falar de tal assunto? Mal ouvidos não seriam bons agora. – Esperaria sua resposta e diria cochichando no ouvido de Sveta, — Fique atento as saídas, caso nosso plano seja interceptado, alguém daqui de dentro sairá e com suas habilidades creio que saberá dizer se fomos descobertos pela a pessoa ou não... sendo necessário eliminarmos tal problema.

Com a resposta do minerador, explicaria a situação, — Temos um inimigo em comum... Ele no nosso caso, machucou pessoas as quais gostamos e... que sofreram na mão deles.

— A Yakuza. – Esperava alguns segundos para que a primeira parte fosse processada - Eu sou Maximus Cavendish Ito IV, Príncipe de Ravenwatch, um reino um pouco distante daqui.

— De toda forma, eu e Kaplya fazemos parte de um grupo maior, comandado por meu irmão, Alexander, ele, o rei e no caso, o chefe desta operação.

Ficaria atento as demais mesas e ao arredor, procurando por olhares e focos suspeitos em nossa conversa, assim continuando, — A Yakuza, machucou pessoas de nosso grupo e falando com residentes da ilha, descobrimos a grande lista de problemas que eles vêm causando, até por isso estamos agora aqui, nesta mesa com os senhores.

— Qual é exatamente o problema que vocês têm com eles? Se for cabível eu saber... – Esperando assim pela resposta dos mesmos continuaria – Queremos acabar com isso... se a marinha não toma as rédeas da situação, será nos que iremos, porém com o atual numero de integrantes, não seria possível combater uma máfia.

— Assim como eu e Kaplya, os outros integrantes se dissiparam para conseguir formar um exército, suficiente para acabar com essas injustiças.

Apertando firmemente minhas mãos e demonstrando certa raiva dizia, — Não cansaram de sentir a angustia? A angustia que se vem com a impotência perante a Yakuza? Eles devem pagar pelos atos que cometeram, não podemos mais ficar calados enquanto sofremos na mão deles.

Acalmando meus ânimos, finalizava o que tinha para dizer, — Porém não se enganem, não deixem os sentimentos falarem mais forte que a razão, toda a operação está sendo orquestrada e planejada, não somos um grupo que quer arriscar todas as fichas e falhar miseravelmente, a emoção pode nos dar força, mas com o intelecto acabaremos com eles de uma vez por todas. – Usava do silencio para aos poucos fomentar a chama que buscava criar.

— Por isso pergunto... Vamos acabar com esse pesadelo juntos?! – Desde o começo, com as mãos sobre as mesas e os ombros relaxados, tentava demonstrar estar leve, sem deixar-me ser levado pelos sentimentos, ainda assim, criava um contraste com o que havia sido dito e com a raiva que antes foi exibida, tentando criar uma chama, forte o suficiente para motiva-los a aceitarem o convite.


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Última edição por Jean Fraga em Seg Nov 01, 2021 7:25 am, editado 1 vez(es)
Hoyu
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Out 30, 2021 12:16 am

OS MONARCAS – I EFEITO BORBOLETA

 


  • Alexander E Shiranarai  



Em meio àquela noite escura e fria, Alexander e Shiranai retornavam com cuidado para a base após uma negociação frutífera com o nobre, e após uma compra que ajudaria sua acompanhante na batalha que se desenrolaria madrugada adentro. Só faltava então voltarem e se encontrarem com os outros, mas no caminho se depararam com um pequeno grupo de mafiosos em patrulha. Pareciam estar procurando por eles, e por mais que não fossem tantos, eram pelo menos 7 homens, e lutar naquelas condições, com eles podendo chamar reforços, não era uma boa ideia, o que levou os dois a se esconderem, esperando os mafiosos passarem, antes de retornarem seus trajetos. Os outros talvez estivessem passando pelo mesmo problema, esgueirando-se pela noite para não perderem a iniciativa naquela guerra, mas felizmente se haviam visto mafiosos ali, significa que os outros não haviam sido encontrados, do contrário seriam chamados para acabar com os rebeldes descobertos.

Após uma caminhada cuidadosa, finalmente retornaram para casa abandonada que usavam de base, enquanto o rei ainda digeria a resposta de Shiranai, que havia lhe dito ainda ser casada. Aquilo havia encerrado a conversa abruptamente, enquanto retornavam, e assim que entraram na residência Maria veio os recepcionar. - Vocês foram os primeiros a voltar! Cadê a coelha? Conseguiram algo? - Ela parecia entusiasmada, pela quantidade de perguntas, mas pelo que haviam visto de sua postura antes, provavelmente a atitude atual da garota se dava pela esperança de terem arrumado alguma forma de não serem unilateralmente massacrados pelos mafiosos. Entretanto, antes que pudessem responder, Catherine se aproximou logo atrás, trocando olhares com Alexander.  

- Maria! Preciso da sua ajuda ali na cozinha! - Rapidamente ela arranjou uma desculpa, percebendo que o rei queria ficar sozinho com sua acompanhante, arrastando a garota para longe enquanto ela protestava. Sozinhos novamente, Shiranai aproveitou o momento para dar um ultimato a Alexander em relação à sua condição, recebendo em troca uma resposta vaga, mas que confirmava que o rei possuía algo. Mesmo que a contragosto do rei, a conversa entre os dois se tornou um pedido para que ele a tornasse uma cavaleira, e assim foi feito, mesmo que o ruivo quisesse que fossem algo mais. Naquele momento, era tudo que podia fazer. Assim que terminou a oficialização, com as testas coladas, como se sentindo o aperto no peito que o rei sentia com toda aquela situação, começou a sentir um real aperto no peito. Uma pontada forte de dor, fazendo-o gemer de dor, junto de uma dor de cabeça repentina, que ele sabia que era a Ruína dos Rei atacando seu corpo. Um golpe rápido e imprevisível, e até mesmo sua acompanhante pode perceber a agonia que seu rei começou a sentir de uma hora para outra.


  • Kaplaya e Maximus  



Após tomarem da bebida de gosto horrível que a proprietária os oferecia para aplacar os efeitos da aguardente, Kaplaya e Maximus se viam despertos, prontos para seguirem as negociações. A cabeça ainda doía pela grande quantidade de álcool ingerida, mas pareciam estar se recuperando rapidamente devido ao que haviam bebido. O mink se portava de forma carrancuda após o desmaio, principalmente por ter perdido o desafio com o ruivo, e se empanturrava com os amendoins. Após um elogio rápido à bebida que o havia nocauteado, logo se calou, deixando o trabalho de falar com o príncipe que o acompanhava. Seu trabalho ali, a pedido do ruivo, era de ficar atento aos arredores e garantir que nenhum dos outros clientes era um mafioso bisbilhotando-os.

Sentando-se todos juntos em uma grande mesa redonda, eram cerca de 15 mineradores ali, mas entre eles Jordan tinha uma posição de destaque, claramente sendo o líder deles. - Vá em frente. Mas saiba que não é porque vamos te ouvir que vamos aceitar a proposta. São coisas bem diferentes. - O líder dos mineradores parecia impaciente, mas não se mostrava tão fechado quanto antes, e um dos homens logo respondia à pergunta do ruivo. - Ah, foi só uns 2 minutos, não se preocupa. - Felizmente isso significava que não haviam perdido muito tempo. Com isso em mente. Maximus logo começava a falar, tentando fazer um discurso apaixonado para inspirar aqueles homens, e apesar de não parecerem estar dando muita bola, quando se apresentou e comentou sobre Alexander, repentinamente pareceram surpresos. - Ta, por essa eu não esperava. Realeza? Eu fiz um príncipe beber até desmaiar? HAHAHAHAHA! - Jordan gargalhava alto ao perceber o que havia acontecido.

logo, recebiam a pergunta de qual era a rixa que tinham com a máfia. - Nós mineradores não ganhamos muito, e o pouco que temos trabalhamos duro para sustentar nossas famílias. Mas aqueles ladrões desgraçados vieram, dizendo que a região perto das minas é insalubre e com alto risco. Obviamente depois da pandemia do chumbo branco isso não pode ser verdade, todos nos esforçamos ao máximo para ser o mais seguro possível, mas se alguma palavra de dúvida surgisse, seria o caos. Nós precisamos morar perto da mina para trabalharmos, mas se eles fizerem algum alarde desnecessário, seriamos obrigados a nos mudar, e poderíamos até perder nossos empregos. - Jordan falava com ódio e rancor na voz, como se amaldiçoasse os mafiosos a cada palavra. - Sabendo disso, eles começaram a fazer cobranças para ficarem de bico fechado, nos obrigando a pagar todo mês uma quantia do nosso trabalho duro para não sermos despejados sem motivo.

Com esse novo conhecimento, Maximus prosseguia, finalizando seu discurso com um apelo àqueles homens, mas Jordan apenas balançava a cabeça em uma negativa. - São palavras bonitas, garoto, mas não é assim que o mundo funciona. Pode ser uma situação merda pra gente, mas estamos nos virando. Se formos com vocês, alguns de nós podem morrer, isso se não todos nós, e se isso acontecer, quem vai sustentar nossas esposas e filhos? Todos aqui têm família, garoto. Se algo acontecer conosco, já era. Espero que entenda o que isso significa. - Os outros mineradores abaixavam a cabeça, em concordância, mas um deles levantava o rosto, como em contraste com os outros. - Mas e se não fizermos nada? Esse mês já está difícil de pagar as cobranças, e no próximo? Esses caras tem bastante dinheiro, se der certo, mesmo que aconteça uma fatalidade, conseguiríamos reunir dinheiro o suficiente pra sustentar as famílias dos que caíssem. Eu não quero continuar assim, vendo minha família lutando pra viver na miséria. Se eu posso dar uma vida melhor para a minha filha, mesmo que tenha que morrer por isso, estou disposto a arriscar. - Os outros mineradores falavam uns com os outros, até Jordan se manifestar. - Bom... Então quero saber de vocês. Estariam dispostos a se comprometer a nos fornecer dinheiro de auxílio para os que caíssem? É o mínimo que vamos exigir pedir para nos juntarmos nessa empreitada maluca.


  • Badar, Shinto, John e Haru  



Badar e Joe se viam sem chão em meio a tantos olhares direcionados a eles. Haviam feito tudo aquilo para que Shinto pudesse discursar, mas assim que era sua deixa, o padre nada fez, parecendo sentir as dores dos ferimentos que possuía. Sem um orador, se viram sem ter o que fazer, e até Elliot percebeu a inquietação da sua dupla. - Você tá bem? Parece nervoso de repente. - O garoto estranhava a mudança repentina de postura de Badar, ficando preocupado, mas logo, como um farol na escuridão, Haru surgia, tomando o palco que deveria ser do padre iniciando seu próprio discurso. Vendo naquilo sua salvação, Badar logo voltou a tocar de forma animada, mas dessa vez era Elliot que parecia meio aéreo, ainda tocando com perfeição, mas atento às palavras da mink.  

Entretanto, ao contrário do que esperavam, as pessoas não pareciam retribuir suas palavras. Enquanto diziam o quanto haviam sofrido, em vez de instigar um sentimento de resolva, parecia mais que as pessoas ali temiam sofrer o mesmo, se mantendo caladas, uma reação oposta à que imaginavam que ocorreria. Mesmo John e Badar tentaram intervir, ajudando Haru, mas a visão daquelas três pessoas, que se prostravam no meio da multidão pedindo ajuda após sofrerem não instigava confiança, e um silencio mortal se instaurou na praça. Repentinamente, algumas pessoas começaram a se levantar, dando esperanças para o grupo, mas apenas cerca de 5 homens se ergueram, enquanto todos os outros se mantinham sentados, quietos. Cinco pessoas não era nem de perto o suficiente para o que iriam fazer. - Ei, eu não sei o que exatamente vocês pretendem, mas se não forem só vocês três, a gente tá dentro. - Um dos homens que se aproximou se manifestou, mas não era o suficiente para lhes dar esperança, principalmente para Haru, que sabia que Alexander havia arrumado 100 homens para a sua causa. Naquela situação, pareciam sair quase de mãos abanando.

Elliot, mais atrás, havia parado de tocar, e puxou levemente a roupa de Badar para chamar sua atenção. - É... É verdade que vocês querem lutar com a Yakuza? - ele parecia meio inseguro, mas ao mesmo tempo determinado. - E-eu quero ajudar! Deixe-me ir com vocês! - Mesmo com a ajuda de Elliot, seriam apenas 6 pessoas. Precisavam de alguma forma de reunir mais gente, de tocar o coração da população, mas infelizmente não teriam tempo. Enquanto pensavam em como contornar a situação, do lugar em que estavam, podiam ver claramente um grupo de mafiosos surgindo em uma entrada da praça, provavelmente atraídos pelo silencio repentino. - Alvo encontrado. Solicitando reforços. - Mesmo a distancia, devido ao silencio podiam ouvir claramente as palavras de um dos 9 homens que haviam surgido. Se reforços chegassem, não teriam a menor chance. Ao perceberem que a mafia havia dado as caras após aquele discurso, muitos começaram a se desesperar, e um tumulto se instaurou, com pessoas correndo para todos os lados. Era a chance perfeita para o quarteto e os recém recrutados fugissem, sumindo na confusão sem serem vistos.


Histórico:
Nome: Alexander Lancaster Cavendish III
Posts: 19

Ganhos:
-Espada
-Cigarros (10 unidades)  
-1 isqueiros

Perdas:
-B$ 3.555.000
-1 unidade cigarro
-1 uso isqueiro


Histórico:
Nome: Maximus Cavendish Ito IV
Posts: 14

Ganhos:
-B$2.000.000 - Roubado em jogo de apostas - B$1.000.000 - Bebidas mineradores = B$1.000.000

Perdas:


Histórico:
Nome: Haru Kaplyanova
Posts: 19

Ganhos:
-Receita de remédio
-Livro sobre Medicina Tradicional
-Kit Médico (Bandagens {1/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {1/20 usos}
-Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
-Katana Clássica de Durabilidade baixa (+40 em Força)
-2 Smiles(droga)

Perdas:
-B$ 400.000 Berries (Botas Profissionais)  
-B$ 850.000 Berries (Kit Médico)


Histórico:
Nome: Shiranai
Posts: 19

Ganhos:
-2 adagas clássicas - durabilidade: baixa (+40 em força ou destreza por nível)  
-1 metro de couro (*Cordas vendidas por metro)
-1 óculos
-1 caneta
-1 mapa do local produzido
-2 calçados com lâminas
-Foice

Perdas:


Histórico:
Nome: Kaplaya Sveta
Posts: 19

Ganhos:
-2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)
-2 Rifles  
-1 Espada
-Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação)
-Pericia investigação

Perdas:
-B$ 800.000  
-B$ 250.000 (arma da Haru)  
-B$ 5.000 (whiskey)
-4 usos de fumo / Fósforo
-B$ 100.000 (amendoim)


Histórico:
Nome: Badar Alluartie
Posts: 19

Ganhos:
-Flauta transversal (instrumento musical)  
-B$ 2.000  
-Duas Lâminas da lua crescente
-2 adagas clássicas - durabilidade: baixa (+40 em força ou destreza por nível)
-Livro pesca

Perdas:
-B$ 250.000


Histórico:
Nome: John Doe
Posts: 19

Ganhos:
-Espada Clássica

Perdas:
-B$ 250.000


Histórico:
Nome: Shinto
Posts: 16

Ganhos:
-Katana Clássica- durabilidade: baixa (+40 em força ou destreza por nível)  
-Lança clássica -durabilidade: baixa (+40 em força ou destreza por nível)  
-฿S 1.500.000 (abastado)

Perdas:
-B$ 500.000
Alexander III
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Créditos : 07
Alexander IIIEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t294-alexander-lancaster-caven https://www.allbluerpg.com/t301-os-monarcas-i-efeito-borboleta#910
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Out 30, 2021 3:44 am

GODS BLESS THE KING ♕


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 20 Ju8TseF


Estavamos finalmente conversados, bom em partes ao menos, agora Shiranai sabia que eu tinha algo, mesmo que não exatamente, ela não sabia o que esta condição faria comigo ou que provavelmente seria o motivo de minha morte no futuro.

Com nossas testas coladas umas nas outras, eu sentia algo vindo do fundo de meu ser, era ela, minha velha inimiga, a ruina dos reis mais uma vez se mostrava, mas porque agora? Logo na frente dela e tão próximos assim.

Apertava minha blusa na área de meu coração e começava a ficar tonto, tentava ainda assim fingir que estava tudo bem e me “levantava”, mas no momento em que chegava na metade do trajeto desabava em cima de Shiranai.



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 20 06cbb858d31260be607021f5168fd01a

— Arghh...... cof cof

Ficava de joelhos no chão e me encolhia em uma posição um pouco fetal, aquilo não era digno de um rei mostrar a um cavaleiro, e eu não queria que ela me visse assim, porem como sempre a ruina me destruía internamente e externamente.

— E... Eu estou bem... É apenas um incomodo vai passar



Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 20 6dc97ee8a609b74159b0073ead131bcd

— Tu podes... cof cof, pegar aquele frasco ali para mim? Rápido por favor...

Meu peito e minha cabeça doíam tanto que eu sentia que se os arrancasse fora com meus dentes eu teria mais alivio, por sorte eu tinha o remédio que antes eu havia pego na clínica, ele provavelmente me ajudaria daqui algum tempo.

Se Shiranai obedecesse meu pedido eu então abriria o frasco e o respiraria o mais fundo que eu pudesse, pegava um lenço ou mesmo minha camisa e molhava com o liquido e então respirava ele profundamente mais uma vez.

O efeito não era imediato, me lembro que da última vez demorou cerca de 30 minutos para fazer efeito porem já estava medicado e agora era apenas esperar.

— V... Viu apenas um incomodo bobo certo? Hahaha argh...

Apertava meu peito mais uma vez suando e me encolhia em reação a tamanha dor, porque ruina? Se queres me matar então me leve de uma vez maldita, não fique me fazendo agonizar até a morte.

A verdade é que estava preocupado com como Shira ia reagir a tudo, ela ia deixar de confiar em mim? Um rei doente e frágil como eu não era nada confiável certo? Eu olhava para ela com olhos meio desesperados por alguma ajuda, mas ainda mais curiosos. Neste momento algo surreal acontecia, ela levantava meu queixo levemente e então seus dedos entrelaçavam em meu pescoço.

Inicialmente era gentil, mas de repente sua força ficava muito grande e então começava a sufocar, então era isso.... Ela não aguentava mais me ver e queria me matar. Afinal seu plano ser frustrado dessa forma, é claro que ela ficaria decepcionada...

Mas então em meio ao seu desespero ela começava a mostrar confusão e um pouco de brilho em meus olhos voltavam, ela não sabia quem estava em sua frente? Afinal ela clamava pelo meu e outro nome, então talvez ela não queria me matar e sim outra coisa...

Levemente eu coloco a minha mão sobre a sua e faço um leve carinho com um sorriso forçado eu digo com o pouco ar que me resta.

— Está tudo bem Shiranai, sou eu Alexander, não sei quem é Gremona mas está tudo bem sou eu.

Não faço força alguma e apenas espero para que ela me solte, se eu usasse força bruta talvez o problema apenas fosse se agravar, quando ela me solta tusso algumas vezes e recobro meu ar.

— Está decepcionada não? Cof cof... Alguém que confiou tanto a sua vida arf arf.... Mal consegue se manter em pé sozinho hmhmhmhmhm que patético, teria sido melhor confiar em Shinto HmhmhmHâhâhâhâ ele ao menos não ia fazer se sentir tão impotente certo?

Aquele gosto de ferro provavelmente viria em minha boca, já que era padrão sempre vomitar um pouco de sangue, mas e então Shiranai, veja... Essa é a verdadeira face de Alexander Lancaster Cavendish III, fraco, praticamente um homem morto, ria como os outros da realeza faziam, faça como as minhas outras pretendentes que sempre tentavam se aproximar esperando que eu morresse logo para se apossar de minhas riquezas... Se for para me abandonar que faça isso logo enquanto ainda tenho formas de me reerguer...



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A verdade é que eu estou cansado, porque eu tenho que passar por tudo isso? Afinal qual é a recompensa? Voltar para Ravenwatch onde todos aqueles velhos apenas esperavam para que eu morresse logo? Quem sabe eu finalmente não me caso apenas para uma qualquer virar a rainha de minhas terras, afinal eu apenas vou morrer logo certo?

Controlava minhas lagrimas o máximo que podia, mas a dor não ajudava, eu não podia ficar assim tinha uma guerra para vencer, mas porquê? Porque ficar perto de Shiranai me deixava tão sem guarda? Frágil, e porque eu apreciava esse sentimento?

Talvez no fundo eu saiba o porquê... Minha mãe era como ela, uma mulher doce, era uma das únicas pessoas que nunca me tratava com segundas intenções, era apenas genuinamente preocupação e amor pela minha pessoa, mas Shiranai era de fato assim ou apenas se mostrava dessa forma?

Ela cuidava de mim após todo o acontecimento, retirava sua blusa e colocava em meus ombros, ela limpava meu sangue em meus lábios com sua própria roupa, ela parecia transtornada como eu estava, mas queria saber, quem raios era Gremona e porque ela me atacou.

Ela falava sobre uma punição e como estava arrependida, de fato nem eu esperava por isso, afinal ela tentou me matar apenas porque eu toquei nela, mas ela não parecia saber que era eu, então apenas uma coisa poderia servir de punição.

— Certo.... Lhe punirei devidamente por tentar matar um rei cof cof... Shiranai este teu medo de toque me atrapalha e lhe atormenta, um cavaleiro que não pode ser tocado ou tocar em outros é simplesmente inútil e patético, não preciso de um cavaleiro assim, então cof cof.

Era duro em minhas palavras, mas eu sei que precisava ou ela jamais iria se perdoar, e este tipo de coisa não poderia acontecer recorrentemente. Respirava um tempo antes de voltar a falar.

— Tua punição será perder seu medo com um tratamento de choque, eu lhe ajudarei já que possuo estudo para tal coisa, sou formado em psicologia caso não saiba, arf arf... A partir de hoje sempre quando for falar com qualquer um do grupo terá de tocar na pessoa para chama-la, porem comigo tu deveras ficar tocando em mim enquanto fala o tempo todo cof cof... Não me importo se seja com sua mão em meu braço, me abraçando, segurando meu dedo, terá de fazer isso.

— Sei que sofres quando me toca, então esta será sua punição, vai ter de passar por este inferno mental todos os dias, até o momento em que este seu medo se esvair de sua cabeça.

— Eu não sou um rei benevolente Shiranai, o que tu tentaste fazer hoje é crime de execução imediata, porem eu gosto de ti então dessa vez terá apenas uma punição “leve”, mas caso tente fugir de sua sina eu não serei tão compreensivo.

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Histórico :
Posts: 20

Ganhos: Espada
Cigarros (8 unidades) e 1 isqueiros
Foice para a Shiranai

Perdas: 3,555,000
 
Objetivos:
♕ Conhecer mais de Shiranai
♕ Aprender acrobacia e hipnose
♕ Me aproximar de todos
♕ Trabalhar a cabeça de meus súditos


Última edição por Alexander III em Qua Nov 03, 2021 3:41 pm, editado 2 vez(es)

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Milabbh
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Sab Out 30, 2021 7:04 pm
Efeito Borboleta
Vigésimo Pulo
Meu discurso era finalizado e Badar aproveitava o momento para falar sobre sua experiência pessoal. Já sabia que tinha vindo de um lugar ruim, mas ouví-lo dizer aquilo me deixava triste, afinal, ele era apenas uma criança.

John também falava algo, dando imagens para o que eu havia contado antes. Vê-lo machucado de tal forma me fazia sentir repulsa, não pelos ferimentos, claro, já estava acostumada. E sim por imaginar o que ele passou na vida até nos encontrar em Ravenwatch.

Um silêncio sepulcral invadia a praça, afundando meu coração no peito. Eu nunca fui boa com discursos, na verdade, nunca nem tentei discursar... Aquilo era trabalho para o Shinto, mas agora nem mesmo sabia onde ele estava. Desolada, olhava em volta, procurando o padre.

Assim que tudo terminava, o outro músico seguia seu caminho, e o pequeno garoto estranho vinha em minha direção, surpreendendo-me com um abraço. Encarava-o com olhos arregalados, e mantinha meus braços afastados do corpo, sem retribuir o carinho, mas sem afastar o garoto também.

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Talvez tivesse percebido que não era algo costumeiro para mim, pois logo se afastava por conta própria, agradecendo por minha intervenção, seguido por John. Acenava com a cabeça, respondendo suas falas de forma curta e objetiva. - Talvez tenha se pertido na multidão? Só o avistei quando falava dele, depois perdi de vista. De qualquer forma, é melhor nos apressarmos.

Assim que acabava de falar, notava 5 pessoas em minha frente, e por mais que não fossem muitas, ficava feliz por terem sido convencidas por minhas palavras. - Pyonponponpon. Não somos só nós, temos mais 100 homens, somos apenas a faísca. - Apesar de tentar parecer simpática e manter o bom humor, ao falar isso, lembrava que comparada a Alexander, meu fracasso havia sido astronômico.

Felizmente, o rapaz que acompanhava Badar também se manifestava, querendo nos auxiliar. Com um sorriso soturno, acenava para ele. - Será muito bem vindo, precisamos de toda a ajuda possível. - De repente, quebrando o silêncio ensurdecedor da praça, ouvia uma voz ressoando. Solicitava reforços, e ao olhar para o local, identificava 9 homens da máfia.

Por sorte, as pessoas da praça ainda se dirigiam para suas casas, e ao verem os mafiosos, entravam em pânico e corriam sem rumo. - Podemos falar sobre isso outra hora. Agora devemos correr! - Apontava para o caminho contrário aos inimigos, procurando qualquer acesso até o esconderijo. - Fiquem juntos e não parem até chegarmos no esconderijo. Vamos!

Começava a correr pelas ruas de Flevance, sempre olhando para trás para ver se alguém estava faltando. Percorria caminhos escuros e menos utilizados, e estaria sempre pronta para desviar de qualquer ataque. Se notasse que estávamos sem saída ou que tivessem capturado alguém, pararia para enfrentá-los.

DetalhesFalas
*Histórico:
Ganhos:
- Receita de remédio
- Livro sobre Medicina Tradicional
- Kit Médico (Bandagens {2/30 usos}; Talas {0/10 Usos}; 1 bisturi; Agulhas Esterelizadas {0/10 usos}; Estetoscópio; Morfina {1/5 usos}; Álcool 70% {2/20 usos}
- Botas Profissionais de Durabilidade Média (+60 em Força)
- Katana Clássica de Durabilidade baixa (+40 em Força)
Perdas:
- 400.000 Berries (Botas Profissionais) + 850.000 Berries (Kit Médico)
Ferimentos: N/A

*Objetivos:
- Comprar uma arminha tops
- Comprar suprimentos médicos
- Sair em uma aventura
- Aprender Farmácia
- Aprender Herbologia
- Me divertir <3


@mm

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Jean Fraga
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Jean FragaEstagiário
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Nov 01, 2021 7:27 am


Efeito Borboleta


- O Começo Do Fim  -

Ao fim, entre os mineradores, haviam um que pensou exatamente como esperava, deixando um dos sentimentos mais puros falar por si, o amor.

A clausula de Jordan era compreensível, estendendo a mão para um futuro cumprimento e a confirmação do combinado, dizia, — Seria o mínimo que poderíamos fazer caso algo desse errado Jordan, ainda assim, saiba que faremos o máximo para todos possam voltar para suas casas e famílias em segurança.

Caso fosse de fato decretado nosso acordo, faria um sinal para a garçonete, pedindo uma rodada para todos ali, — Um brinde companheiros? – Olhando para o homem que antes me informou por quanto tempo havia dormido, — Poderia me informa que horas são?

Voltando meu olhar para Jordan, diria, — Pois bem, quantos homens iram conosco? Em busca da liberdade... – Olhando para Kaplya, diria cochichando em seu ouvido, — Creio em deixa-los por esta área por enquanto, voltando com a informação de êxito para Alexander, podemos nos planejar e assim comandar melhor as tropas, o que acha?

Ouvindo a resposta de ambos, levantaria, ajeitando a cadeira e botando meu sobretudo, — Jordan, você e seus companheiros serão o grupo Ômega, creio que assim será mais fácil de nos comunicarmos futuramente, por hora, peço que comecem a se preparar, irei agora de encontro com meu irmão. Em algumas horas voltarei a este bar para encontrar com vocês. - Porém recordava-me de algo que precisava e quem melhor para saber onde encontrar senão Jordan, — Antes de partirmos, Jordan, teria conhecimento de uma boa loja de armas? Acabei esquecendo minha espada no navio. - Recendo a informação, curvaria-me agradecendo.

— Estejam prontos, pois o futuro é incerto, mas juntos, o moldaremos! Até logo companheiros. – Saindo pela porta da frente, seguiria para a loja informada pelo minerador, chegando lá e adentrando pela porta, solicitaria pela melhor katana da loja, pagando o valor necessário, assim seguiria para o local de encontro, durante o percurso procuraria não conversar com Sveta, pois estaria atento ao arredor, a possíveis pessoas suspeitas, que estivessem nos seguindo.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 15
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • ฿S 2.000.000 - Roubado em jogo de apostas

Perdas

  • N/A





Última edição por Jean Fraga em Qua Nov 03, 2021 12:48 pm, editado 2 vez(es)
O Taverneiro
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O TaverneiroEstagiário
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Nov 01, 2021 9:39 am
Minera...Dores que sentem

Era intrigante ver como se portavam frente a um homem que parecia ser mais bebado que bom de briga. Afinal de contas, ele aguentava bem suas porradas e coisa e tal, mas… Seria só isso?

Olhava para ele medindo-o claramente de cima abaixo, queria saber quem estaria ao nosso lado. Recosto-me na cadeira, deixando minhas pernas irem o mais à frente possível.

Um dos homens coloca algo que realmente era importante, se morressem, e vão, como ficaria a família de cada um deles.

Eu apoio na mesa para dizer que a vida continua e que a morte é algo comum. Afinal de contas, é a única certeza, não é? Mas antes que pudesse clarear a mente dele, Max veio com seu papo polido para acalmar as emoções. Se o problema era dinheiro, a gente cobria a oferta deles. Era simples.

Volto a me sentar na cadeira, enquanto olho o príncipe falar.

”Viu, Kaplya. Ele até que é um bom moço.

- Sai daqui Lukas, agora não é hora.

Você perdeu a aposta, você tem que honrar.

- Eu não tenho que infernizar ele, isso não quer dizer que não fale nada a minha filha”


Os pensamentos me fazem fechar ainda mais a cara. Por sorte o discurso do ganhador do Oscar estava acabando.

Tomo um gole de água, como mais alguns amendoins e levanto.

Max se aproxima e deixa seu plano ao meu ouvido.

- Kaplya acha que é melhor assim. Ficar na sombra, trabalhar com informação.

Visto minha roupa por completo e deixo ela fazer o trabalho dela. Aquele presente de Badar era muito útil. Eu claramente sumia no ambiente. Não sei onde ele havia conseguido aquilo, mas era algo que me ajudava muito.

Sussurro para Max antes de sumir de sua linha de visão:

- Kaplya vai por cima, se alguém chegar, Kaplya extermina. Fica tranquilo, Kaplya fica de olho.

Subo pelas paredes e objetos até chegar aos lugares mais altos, assim poderia acompanhar a caminhada de Max, garantindo que não fosse visto, afinal de contas, minha cabeça já estava a premio.

Chegando até o ponto de encontro, tiraria o capuz, guardaria a roupa na mochila e ficaria de shortinho. Olharia para os presentes e diria:

- Max falar o que aconteceu. Kaplya ir para banho. Depois explicar…

DetalhesFalas Kaplya
"Pensamento Kaplya" - Lukas
- Falas Lukas
*Histórico: POST 19 (10/10 - LUKAS)+(10/10 - KAPLYA)
Ganhos:2 espadas profissionais - durabilidade: média (+60 em força ou destreza por nível)+ 2  Rifles + 1 Espada, Roupa maneira, Máscara maneira - Presentes do Amigo Secreto, Perícia Investigação.
Perdas: 800.000 + (arma da Haru) 250.000 = 1.050.000 ฿S + Livros ( Investigação, Cartografia, Criptografia, Psicologia, artes de interrogatório, artes da lábia, artes da sedução e Falsificação) 1.000.000 - trocado pelos rifles = Total de gastos 1.050.000 ฿S
4 usos de fumo / Fósforo
Ferimentos: To benzão
*Objetivos:
- Comprar uma Espadinha
- Livros: Cartografia e Investigação
- Aprender as perícias Investigação e Cartografia
- Sair em uma aventura
- Me divertir


Kaplya Sveta
Nenhum caminho me assusta, nenhum desafio me impede.





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Kaplya / Lukas Sveta
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DarkWoodsKeeper
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Seg Nov 01, 2021 6:09 pm
Badar Alluartie
Efeito Borboleta






No fim das contas, o discurso de haru não pareceu tocar a plateia como esperávamos. Cinco pessoas mostraram interesse em nossa causa, o que me fez sorrir um pouco, mas não me deu esperanças, pois eu sabia que a máfia que enfrentávamos era bem numerosa.


Haru então, com uma risada, disse que já haviam sido recrutados mais de cem pessoas! Aquilo me fez ficar de queixo caído! Alexander realmente sabia o que estava fazendo! Um puxão em minha roupa me fez virar para trás... Era Elliot! Ele queria saber se podia se juntar a nós.


- Claro! Quer dizer... Vai ser bem perigoso, eu acho. Mas se você for com a gente eu e Balto vamos te proteger! Assim como o resto do pessoal! - eu falei enquanto chamava Balto para perto para que Elliot o conhecesse de fato. - Você sabe lutar? - perguntei com preocupação. Não queria levar meu novo amigo para uma luta despreparado.


Haru também o acolheu com suas palavras. Nossa conversa não duraria muito, porém. 9 mafiosos se aproximavam de nosso grupo recém-expandido. Éramos 10 pessoas, talvez pudéssemos lutar, mas eles pareciam chamar reforços...


Haru deu a ordem para que recuássemos. Precisávamos chegar ao esconderijo sem sermos seguidos.


- Por aqui! Venham! - eu gritaria enquanto montava em Balto. Eu garantiria que ninguém se perdesse ou ficasse para trás.


A multidão nos ajudaria a fugir, mas, se fosse necessário, eu tentaria criar uma distração cortando uma lona de uma tenda para jogar nos mafiosos que nos seguiam ou derrubando barris e outros objetos no caminho sem que Balto parasse de correr. Esperava que chegássemos no local sãos e salvos. Faria uma contagem rápida para conferir se todos haviam chegado e iria diretamente em direção a Elliot para ver se ele estava bem.


- Eu não sabia que o perigo começaria tão cedo! Hehee - eu diria de forma jocosa, descendo das costas de Balto.


Eu então iria até John e Haru, com um ar levemente desesperançoso:


- E agora? Não conseguimos reunir muita gente... - eu sussurraria para eles - Espero que Kaplya e Maximus tenham mais sorte...


Informações

  • Falas
  • Pensamentos

  • Posts: 20

  • Ganhos: Masuku Kitsune (presente do evento), adaga da Shiranai, livro de pesca.
  • Perdas: Calçados com lâminas




Objetivos

  • Aprender pesca
  • Aprender zoologia
  • Ensinar um comando de caça a Balto
  • Encontrar o resto do bando
  • Adquirir uma arma principal (Lâminas da lua crescente) e facas (adagas) de arremesso
  • Adquirir uma flauta (ou ocarina ou outro instrumento de sopro)
  • Fazer uma performance (e tentar ganhar uns trocados hehehe)



"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

▲ Thanks, Frankie @ Graphic Dreams ▲

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AoYume
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Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Nov 03, 2021 8:08 am



POST

19


1º Capítulo
Efeito Borboleta




BLESSED BY THE KING


Os pensamentos dançavam em minha mente, alegria, nostalgia, pânico, temor, bravura, mal os podia classificar. Dos lapsos de memórias atormentados por olhos lilases e azuis, fitando-me opressivamente com um poder imensurável que meus olhos mal podiam acompanhar, à condecoração como cavaleira. Não havia sequer tomado conta que isto, de certa forma, me fazia uma figura nobre na nação governada por Alexander. Meus olhos, curiosos e inquietos, fitavam sua aproximação que traziam ainda outro turbilhão de sentimentos e inquietação, nossas testas tocadas provocavam um certo arrepio que imobilizava por alguns instantes todo o meu corpo, restando apenas os movimentos de minhas pálpebras arregaladas e a pupila que não sabia para onde deveria mirar.

Tudo então era interrompido pelo peso deste esmorecendo, apoiando-se sobre mim, caindo sobre meus ombros inicialmente de modo que sentia algo cálido deslizar pelo ombro. O que era um desconcerto infantil e caloroso, rapidamente transformava-se em uma psicose desenfreada, guiada por memórias que sequer me eram claras. Por trás dos ombros abaixados do rei, via a sombra relapsa de uma figura, o leque em sua mão balançava-se como se limpasse o sangue em sua ponta, com desprezo. Meus olhos iam erguendo-se lentamente, buscando vislumbrar a face que estava ali. A luta com a covardia em minhas memórias me consumia, e, tudo que via era uma face distorcida e olhos azuis intensos enojados que faziam tudo parecer ter desaparecido ao nosso redor.


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Era como se tudo se tornasse escuro no momentos que os fios vermelhos esvoaçam para baixo, e, ao redor tudo tivesse cheiro de sangue. Ainda que este não fosse realmente um problema, tendo-o em minhas mãos, o fator "quem" e "por que" poderiam alterar bastante a minha percepção dos eventos que envolvem este. Minhas mãos erguiam-se lentamente enquanto meus olhos mantinham-se fixos, atônitos, mortos. O gesto terminava em um lento envolver de meus dedos, inicialmente pelo queixo do homem erguendo-o, e, posteriormente sobre seu pescoço. O que era leve, virava um aperto desesperado, e então, unhas cravadas. Meus dentes batiam, lágrimas rolavam dos meus olhos enquanto em minha frente piscava freneticamente a imagem de Alexander e Gremona.


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- Não, não, não, eu vou colar e aí, você vai... Se eu segurar... Meu rosto aproxima-se frontalmente de forma quase doentia enquanto meus olhos fitam fundo o rubro dos de Alexander, mas, não exatamente somente o dele. - Gremona, não, Alexander... Eu não sei, eu não sei o que fazer... Os pesadelos que tinha vinham como brasas queimando a pouca sanidade do meu espírito, os sonhos atormentados que nunca me abandonavam permanentemente. Um sonho? Eu estava dormindo? Não, eu estava acordada. O que eu estava fazendo? Aos poucos vou manuseando a minha própria mente e aliviando a força em meus dedos. A sombra vai desfazendo-se e diante de mim, alguém que precisava da minha ajuda enquanto eu tinha um surto.

Pego o remédio olhando o chão, entregando-lhe com certo pesar enquanto mantenho uma certa distância, envergonhada por minha conduta. - E-eu... Busco alguma coisa para dizer enquanto lhe olho de canto na direção do seu peito, ansiosa sobre o que ele pensaria daquilo. Apoio a mão em meu próprio pescoço, me perguntando se deveria também pressionar as unhas ali como forma de auto punição depois de tentar ferir o monarca que jurei lealdade. Ou, talvez eu deveria deixá-lo fazer? Ou morrer por minha ou sua honra? Ele estava suando, e, aparentemente sentia muita dor, me deixando ainda mais afogada na culpa dos meus transtornos aparecem justo agora.

Impotente. A palavra dita por ele valia bastante para o momento e como eu também me sentia. Mordo meus lábios com força enquanto mais algumas lágrimas escapam junto com um filete de sangue que escapa na força do ato, deslizando pelo meu queixo logo antes de eu limpá-lo, assim como também com as gotas de água salgada. Retiro minha blusa, aproximando-me com cautela para colocá-la sobre seus ombros. Não iria vesti-la nele de fato pois com nossas diferenças de altura ela dificilmente serviria. Apoiaria meus braços por baixo dos seus com alguma dificuldade, não sendo tão forte fisicamente, e, com uma tira da calça sob as adagas usadas para cortá-la, limparia delicadamente o sangue escorrendo de seus lábios, e, talvez algum que tenha minado no seu pescoço por meu gesto.


Os Monarcas - I Efeito Borboleta - Página 20 Unknown


O silêncio dele era ensurdecedor pois dava espaço para os meus pensamentos gritarem, sussurrarem ao meu ouvido freneticamente. - Me desculpe, por antes e por ser tão incapaz agora. Eu acho que sou recordista em quebrar um juramento, aceitarei qualquer punição que desejar, mesmo se for a minha vida. Mas primeiro, vamos procurar algum lugar para você sentar e se recuperar enquanto os outros não chegam. Digo em um tom baixo, endossado de cortesia e melancolia para com o rei e também o justiceiro que dos presentes, é quem está a mais tempo vinculado à mim. Não comento muito sobre o que disse de Shinto, para ser franca, sequer havia entendido o motivo dele tê-lo mencionado à priori. Apenas uma coisa ecoava em minha mente, eu ainda era muito fraca.












Info:
Histórico:
Posts: 19

Ganhos: 3 adagas clássicas - durabilidade: baixa (+40 em força ou destreza por nível), 1 metro de couro (*Cordas vendidas por metro), 1 óculos, 1 caneta, 1 mapa do local produzido, 2 Smiles(droga), 1 par de bota com lâminas, 1 foice(+80 em força ou destreza por nível)

Perdas: 1 adaga clássica

Objetivos:
> Conseguir Hidden Blades
> Conseguir Manto de malha
> Conseguir águia/coruja
> Tatuar as asas de Leyka e Gremona(símbolo de sua religião de adoração a justiça)
> Aprender furtividade(v)
> Aprender Arrombamento
> Aprender Briga
> Conseguir Ambidestria

Status:
Hp: 3600
St: 100






CRÉDITOS Roevs

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don't be afraid...
...of Leyka's Justice Monarch.


Madrinck
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Créditos : 06
MadrinckEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t323-john-doe https://www.allbluerpg.com/
Re: Os Monarcas - I Efeito Borboleta Qua Nov 03, 2021 9:33 am
John Doe o Confeiteiro
Ascensão de um novo grupo




Eu encarava a multidão, ver o silencio ensurdecedor e extremamente desconfortável me fazia morder os lábios, tínhamos falhado? Talvez devêssemos tentar outra abordagem? Eu batia inquietamente a sola do meu pé no chão em sinal de puro nervosismo, quando eu percebia fazer tal ato eu parava quase de imediato, passando as mãos em meus cabelos e suspirando, que fracasso, um gosto amargo em minha boca lentamente crescia, algo próximo quando eu faço uma guloseima ruim. Eu não aceitaria aquilo como derrota, a gente ainda tinha a chance de recrutar muita mais pessoas falando de maneira mais convidativa, eu não culpava Haru por termos fracassado, ela só quis nós ajudar.

Vendo que um mero numero de indivíduos saia dentre a multidão para se voluntariar me fazia ficar um pouco mais relaxado, talvez aquilo incentivasse mais os outros junto a algumas palavras, eu olhava logo depois para Haru e Badar, era fofo os dois abraçados, eu ficava um menos nervoso agora que nem tudo parecia perdido, não podia deixar aquilo afetar meu bom humor! Me alongando um pouco e fechando meus olhos em meio a tal ato eu me assustava com gritos e a multidão correndo, eu não conseguia identificar os inimigos ou até mesmo o perigo que tinha feito aquela reação em cadeia no publico, mas ouvindo oque Haru tinha a dizer eu assentia, por má sorte deixei minha espada no esconderijo crente que não seriamos posto a uma possível luta e também por que aquilo poderia fazer o publico ficar com medo de nós em meio ao discursso, que seja.

Eu corria junto com Haru enquanto fazia um sinal com a mão para chamar os outros a nós seguirem, olhando para trás de vez em quando, caso percebesse que tinha um ou dois que corriam mais devagar do que o restante do grupo eu os pegaria e os botaria em meus ombros e continuaria a correr, fazendo proveito de minha força e condicionamento físico para mesmo com peso me manter numa velocidade boa o suficiente para continuar correndo e acompanhando Haru e os outros, no esconderijo eu poderia pegar um pouco de folego novamente e me reequipar com a Espada do John, talvez eu agora não o culpasse por gastar todo o nosso dinheiro com uma arma, mesmo que deixar guardado para comprar alguns ingredientes não fosse de todo mal.

Chegando no esconderijo eu botaria no chão com cuidado aqueles que eu estava carregando caso tivesse sido necessário tal feito, eu também seria o ultimo a entrar afim de garantir a segurança e uma vigia temporária até todos entrarem, andando com calma e sem muito alarde a grande espada a qual antes eu tinha posto encostada na parede.

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico:
Numero de posts:20
Ganhos: Espada Classica
Perdas:250 mil (Espada)

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