Bem-vindo ao

All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Grupo 5 - Thorkell, Subaé e Douglas

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Shiori
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Grupo 5 - Thorkell, Subaé e Douglas Ter Nov 08, 2022 10:17 pm
Aqui ocorrerá a Batalha dos Participantes: Thorkell Dragnar Godheim, Subaé e ''Sir'' Douglas Whitefang

Fichas do Grupo:


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Shiori
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Halloween: Masmorras e Dragões.


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O contratante se mostra amigável na frente dos participantes, surgindo sentado meio as rochas, que mais parecem um trono, o ambiente escuro, permite apenas que pouca visão se estenda atravez dele, para aqueles no entanto que enxergam mesmo em meio a penumbra, suas observações seriam que aquele ambiente, é um tipo de caverna.

Mas haviam estruturas rudimentares construídas, pedras alocadas nas paredes, e organizadas de uma maneira eficiente. Mas já muito desgastadas, com lascas, ou rachaduras pela sua extensão.

Naquele trono, no entanto, o que se destacavam eram os grandes olhos brilhantes daquela cabeça de abóbora, que pareciam duas tochas. O sorriso luminoso que tinha uma aparência assustadora, se mostrava inerte e observadora, com a cabeça apoiada sobre seu punho direito.

Inicialmente era fácil de se imaginar que se tratava de algum inimigo, alguém que trouxe eles para lá, mas talvez não fosse o caso. Mas o primeiro instante de silêncio poderia talvez criar uma sensação desconfortável. Como se uma energia desconhecida percoresse através de sua espinha. Se abrissem suas bocas veriam o vapor saindo, mesmo que não estivesse frio, aquele efeito era muito similar ao que se sentia em ambientes gelados.

Então finalmente algo acontecia, três portais surgiam nos arredores, e mostravam um novo ambiente. Uma voz ecoava pela sala toda, mas era incerto se se tratava vir da cabeça, ou se era uma coisa vinda do além.-Escolham seu destino!!- era tudo que aquela cabeça falava.

Frente aos guerreiros agora haviam apenas escolhas difíceis, qualquer lugar que eles entrassem iria ser perigoso, e talvez sua última aventura na terra, eles precisavam ir diante do destino que provavelmente os guiaria para a glória ou uma morte dolorosa.

Regras Gerais do Combate:


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Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
戦争の要塞
“Ultrapasse seus limites aqui e agora!”
O ambiente a minha volta era bastante escasso em termos de luminosidade, mas sinceramente isso era o que menos importava. Afinal de contas, como raios havia ido parar lá? De qualquer forma, lá estava e uma batalha me aguardava. “Ora, ora... um guerreiro jamais recusa um desafio.” Isto era uma velha frase que carregava comigo como uma forma de inspirar minha própria vontade de alcançar o pico da força, até porque, só assim poderia atingir meus sonhos.

A peculiar criatura a frente falava para escolher um dos portais. “Tá achando que sou teu cachorro, seu paspalho.” Pensava por um instante enquanto arqueava uma das sobrancelhas e fintava o garoto com cabeça de abobora. ~ Pois bem, já que estamos aqui... melhor aproveitar o show. Thororororo! Proferia logo analisando os portais, ficando em dúvida em qual ir. Foi então que notei a presença de dois humanos. ~ Heh. Saudações parceiros. Seria amigável como de costume durante o tempo que finta-los de cima. ~ O que acham? Perguntaria enquanto coçava a barba e observava os portais por alguns segundos.

Matutar por muito tempo seria irritante, já que, sem saber o destino era mais uma roleta russa. ~ Hoo. Eu bem que teria prazer em ir no mais difícil. Thorororororo! Gargalharia enquanto tentava escolher um dos portais. ~ Que seja, vou nesse mesmo. Sinceramente pensar muito tempo na escolha de um portal, não sabendo qual seria mais difícil e o que mais almejaria, decidirá confiar em meus instintos e adentar no portal do meio. ~ Vambora pivetes! Um líder deve tomar a frente de forma impetuosa, afinal. ~ Qualquer coisa eu lhes protejo. Transmitiria confiança e convicção de minha força e determinação. ~ Até mais cabeça de abóbora! Vociferaria durante o tempo que acenaria para o peculiar homem, seguindo para o portal e ignorando o resto. Afinal, um titã não teme o escuro... no máximo fica entediado.

"Tenhamos a fortaleza das rochas; não a força das ondas... O mérito está em resistir e proteger; e jamais desistir de seus sonhos.."
傷物語
Marinheiro

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Pirata
''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 01




Como um vagabundo como eu, que dificilmente tem energia para caminhar por dois quarteirões sem pedir carona, havia parado no literal fim do mundo?

Aquilo era um pesadelo? A que distância a pé aquele local ficava da minha casa?

Será que Deus havia finalmente me capturado e estava me punindo por ser um profissional liberal com legislação alternativa? Ou, em outras palavras, por eu ser um larapiozinho safado?

Mas, principalmente, que tipo de mentiras eu teria que contar para sobreviver àquilo? Droga, se eu ao menos soubesse rezar...

O homem abóbora me encarava. Três portais surgiam. Então, uma enorme massa muscular com formato de homem começava a nos perguntar quanto aos próximos passos e me apresentava um tremendo dilema: Ao mesmo tempo em que ele falava que queria ir pelo caminho mais perigoso, ele também oferecia proteção.

Normalmente, oferecer proteção ou qualquer outra coisa que me permita trabalhar menos é um motivo para que eu automaticamente acompanhe o ofertante. Todavia, dizer que vai pelo caminho mais difícil tem justamente o efeito oposto, me incentivando a ir no caminho contrário.

Mas aquele homem parecia ser do tipo que valorizava guerreiros honrados e outros tipos de suicidas com altos valores morais. Então, era melhor que eu não demonstrasse aquele dilema, se eu realmente quisesse proteção.

- Tanto faz. - Diria com minha voz de guerreiro sombrio e descolado, obviamente atuando desde esse instante para ser algo que eu não era. - Que seja. O mais difícil então. Mas já vou avisando que trabalho melhor sozinho. - Teria o tom de tédio típico dos lobos solitários, que são muito populares entre homens fracassados e com problemas emocionais.

O personagem que eu começava a incorporar tinha uma função específica: dizer que não trabalhava bem sozinho me permitiria ficar longe do combate e me esconder, ainda sem parecer um tremendo vagabundo, uma vez que aquilo seria somente meu jeito ''lobo solitário''.

E, parando pra pensar, se ele estava do meu lado e não sabia para que lugar cada portal iria, então havia uma chance de 1/3 de o homem que iria me dar proteção me levar para o caminho mais fácil. E, além disso, também tinha uma chance de 1/3 de eu pegar o caminho mais perigoso sozinho, se não fosse com ele.

Começaria a fingir bocejar, como se nada daquilo fosse a experiência mais aterrorizante da minha vida, agindo como o cara mais legal que eu pudesse de maneira que me permitisse fugir da luta enquanto os outros resolviam meus problemas por mim. - E se lembrem bem: não esperem que eu salve nenhum de vocês. - o tom seria de entediado, distante e do típico personagem clichê que tem um plano de vingança e um passado traumático.

Enquanto atravessava o portal, me perguntava se as chances eram realmente de 1/3, e se sequer valia a pena arriscar minha vida contando com probabilidades, já que eu sempre faltei minhas aulas de matemática.


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Subaé
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1: Rasga-Mortalha



Mas o que? Isso é estranho… muito estranho… A última coisa que eu me lembro é estar passando mal durante a batalha na fuga da prisão… E agora estou neste lugar escuro e estranho, com dois desconhecidos e diante de um cabeça-de-caqui… Será que eu finalmente bati com as botas e esse é o diabo?

Cheguei a pensar que tudo era mais um sonho, mas a sensação era diferente…. parecia mais uma lembrança…

Ao olhar para mim mesmo, não me reconheci como Subaé, mas sim como Numaé de Subas, o espírito do pântano…

"Que merda é essa?? EU SOU EU!! COMO PODERIA SER OUTRA PESSOA??" Infelizmente, não tenho a resposta para minha questão, ainda assim, sabia que estava em um tempo muito anterior ao meu nascimento… ou pelo menos foi isso que julguei ao olhar o cavaleiro e o bardo.

O cavaleiro parecia ter apreciado o desafio, pois depois de uma larga risada já parecia estar ansioso para escolher um dos portais. - Olha, - falei - pra mim tanto faz, desde que tenha muito chá-verde no outro lado.

“Chá-verde? que porra é essa?? esse ai com certeza não sou eu!!”

Por fim, o paladino escolheu o portal do meio, e eu segui o resto do grupo.

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Rasga-Mortalha, ex-usuário da Numa Numa





info:






PdV: 59.290 / 59.290
STA: 1.600 / 1.600
Doença: 10/10
Vício: 15/15




59.290/59.2901.600/1.60010/1015/15



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Tabela de preços:
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Marinheiro



~O Templo do Mal~

Um sol negro dominava os céus do local onde os aventureiros chegaram, aquele ambiente estava repleto de uma aura que tornava todo o ambiente mais denso, ao se mover, eles notariam que existia uma dificuldade maior de movimentação do que em um ambiente que a densidade fosse a do ar.

Dificuldades Ambientais:

Ainda assim, num primeiro momento, tudo parecia estranho, o vento que vinha era quente, e entrava pelas narinas queimando, as peles também podiam notar os efeitos que pareciam sobreaquecer eles. Além disso, toda a visão era limitada pois estava escuro. (Aventureiros que possuam visão na penumbra vão ver normalmente)

O chão era feito por rochas desiguais, desniveladas entre si, cada pisão fazia ser notável o desnível do terreno, junto das muitas rochas pontiagudas. Haviam muitos picos, e pequenas ladeiras em cada movimento,  então eles finalmente chegavam a um ponto, eles podiam ver um gigantesco templo.

Diversas montanhas estavam ao seu redor, e uma passagem levava até ele, mas essa não era bonita, tendo todos os tipos de problemas como o resto do caminho. Entretanto, ali eles viam mais claramente aquele sol negro devorado por escuridão, atrás do grande templo. E era nesse momento, que da porta saia em pleno voo, a criatura que ia ser seu carrasco.

Um Nycaloth voava de dentro do lugar aparecendo com seu machado poderoso, ele era uma figura estranha e imponente, uma grande aura saía dele. Seus olhos percorriam o local compreendendo quem eram seus oponentes.

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Nycaloth:
classes do grupo:

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-fala
-pensamento


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Thorkell
A Fortaleza Bélica
戦争の要塞
“Ultrapasse seus limites aqui e agora!”

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O portal levava para um ambiente bastante hostil, visualmente por sinal. No entanto, nada que algumas chamas não pudessem resolver e eu possuía isso no meu arsenal pessoal. De qualquer forma, os aliados próximos a mim, um humano e um Mink, estava preparado para digladiar como homens de verdade. ~ É o seguinte rapaziada, me chamo Thorkell, prazer. Foi então que notava que minhas roupas estavam diferentes do comum. ~ Que seja. Dava de ombros e centrava no palco a minha frente. ~ Sou um usuário de Akuma no mi. Podem me considerar como uma fortaleza. Neste momento, começaria a ativar minha técnica. ~ Fortress Dragon!

Técnica ativa:

A forma começaria a se moldar e as estruturas mescladas entre paredes, muralhas, poternas e adarves se uniriam e apresentariam uma forma semelhante a uma fortaleza draconiana. ~ Deixem comigo o front! Diria aumentando meu tamanho para algo ainda mais avassalador. ~ Parece que eu também sou um Paladino... Diria meio confuso em saber como possuía novos poderes, mas sinceramente pensar muito não resultaria em nada. Afinal, estava animado para a batalha com o oponente que meus instintos diziam ser tenebroso.

Em seguida, ouviria as habilidades dos meus parceiros e tomaria o front de batalha de forma destemida, como sempre. Havia um enorme templo, talvez tão grande quanto eu se não maior, cuja servirá para sinalizar o voou da criatura. ~ Hoo. Uma besta?! Que interessante. Thororororo! Diria caminhando em direção a fera, ignorando dano causado pelo cenário e a pouca luminosidade, preservando um sorriso animado no rosto e um olhar acirrado pela presa. ~ CAI DENTRO SEU FILHOTE DE CUS-CREDO! KEKEKE! Lideraria o grupo e rugiria em direção a besta com intuito de cativar sua atenção, como um pai repreendendo seu filho.

Começaria caminhar mais rápido e mais rápido até correr na direção da besta, se a iluminação ficasse muito escura, tentaria escutar a localização da besta por seus movimentos e/ou por sugestões dos aliados, me guiando a partir daí com meu senso de direção. ~ Geppo! Usaria o Rokushiki para tomar vantagem no ar, já que era perceptível habilidade de voo da criatura, e então puxar minha lança de dentro da fortaleza. ~ Draconian Spear, modo expansão! Ativaria o mecanismo para duplicar o tamanho dela e assim ficar proporcional a meu tamanho. ~ Cho Sokuten... Com o uso do Geppo para tomar altura e em seguida mesclando o Tekkai, atingiria com a lança a criatura em um ataque combinado. ~...TEKKAI! A esse ponto já houvera tentado ativar o “santuário do ódio” com intuito de infligir danos e reduzir os próprios.

Acertando ou não, moveria o corpo enquanto tentaria visualizar os aliados e não lhes atingir em meus movimentos para buscar o local em que a besta havia fugido, se não atingida, para desferir uma estocada a distância, caso estivesse dentro do alcance; o que era alto devido meu tamanho agregado ao cumprimento da lança expandida.

Se houvesse errado o primeiro/segundo, por razão da agilidade ou capacidade de evasão da besta, tentaria acompanhar ela e então expandir uma de minhas mãos em forma de torre até tentaria agarrar, com uso do estilo de luta War Fortress, em qualquer parte do corpo dele e tracionar de volta com propósito de prender e atacar com uma pisada violenta para soterrar a criatura.

Ignoraria qualquer ação defensiva, pois, confiava em minha armadura encouraçada. Serviria de guardião com intuito de sempre instigar a criatura a me alvejar, não que fosse muito difícil devido meu enorme tamanho, seria bem fácil chamar sua atenção. ~ THORORORO! Vamos bichano, quero ver do que você é capaz! Provocaria constantemente a criatura esperando que a parte de distração permitisse que os aliados atingissem a besta.

Caso percebesse que alguns dos aliados pudessem ser alvejados, tentaria imediatamente servir de escudo tentando interceptar o ataque por meio de meu corpo, seja braços, pernas, tronco. Preservaria a integridade deles, enquanto se necessário, daria a oportunidade para eles adentrarem por algumas escotilhas em meu corpo e assim conseguirem usar ataques a distância, seja pelos canhões no arsenal ou por suas habilidades mesmos. ~ Pode entrar! O arsenal tem vários canhões que podem ser usados para tiros a distância. Explicaria de forma breve, se caso achasse necessário proteger os aliados.

Minha vantagem estava na resiliência, envergadura e experiência de batalha. Se fosse necessário, usaria o Tekkai Utsugi para refletir parte dos danos em conjunto do santuário para refletir a força de ataque de volta. Se o aliado me capacitasse para conseguir atingir mais algum golpe contra o adversário, seja por alguma habilidade ou técnica, aproveitaria para fazer um giro corporal e desferir a lança na diagonal e atingir de forma imprevisível com uso de meu estilo de combate One-Headed Dragon.

Arsenal:
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''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 02

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Enquanto atravessava o portal e me movia para tanto, percebia que, além do violão estranho preso às minhas costas eu estava com roupas diferentes, ridículas como as de um bobo da corte. Ao terminar de trespassar o atalho místico e observar o local hostil onde eu tinha parado, agradeci aos céus pelo fato de as roupas virem acompanhadas de uma máscara.

Pois tive certeza de que aquele era o caminho mais difícil.

Minha espinha tremia como alguém sendo espancado e minha expressão, via de regra impassível, se deformava como um quadro surrealista. Ou uma bunda de velho.

Externamente, manteria minha postura de homem sentimentalmente distante e que não se importa com o perigo. Mas, assim que percebesse um dos meus aliados se transformando em um castelo gigantesco quebraria minha compostura e correria na direção dele, usando minha visão na penumbra para observar o ambiente e minha acrobacia para não cair, subindo nele e procurando entrar em alguma barreira, da maneira mais amendrontada e estabalhada, sem sequer me importar com a pose, contanto que aquilo me desse velocidade para estar seguro logo.

Uma vez seguro, dentro do meu aliado, tentaria voltar a agir como um guerreiro sério, passando as mãos nas roupas e deixando a postura ereta. - Eu não ligo pra batalhas. Na verdade, eu não ligo para nada. Vou deixar vocês se divertirem contra esse oponente, que parece fraco demais para mim. - E então buscaria me encostar na proteção e tocar o violão da maneira horripilante, que era a única que eu sabia, apenas para fingir ainda mais que não me importava.

Contudo, uma ideia surgiria na minha mente. Aqueles idiotas estavam loucos para se matar lutando. Então, talvez eu pudesse tocar algo para incentivá-los ainda mais a lutar por mim, talvez até mesmo animando-os, de maneira que eles não ligariam caso eu não entrasse no combate também. Clamor de batalha seria o que eu tocaria, apenas para enrolar eles ainda mais.

Clamor da batalha:


O lugar estava bem escuro e íngreme. Por isso, usaria minha visão na Penumbra para avisar os aliados de possíveis caminhos que poderiam machucá-los. - Ei, cuidado aí. Se for por aí vai escorregar. Vai pela xxx. - Diria para cada caso concreto. Se, contudo, o inimigo estivesse se escondendo, também gritaria para avisar para os colegas onde ele estava. - Não que eu me importe, mas o opoennte está na direção yyy.

Se encontrasse canhões ou outras armas que me permitissem atirar de longe e continuar seguro dentro do castelo, os utilizaria, disparando contra o oponente de maneira covarde. - *bocejo* HAAAANNNN... Que tédio... Acho que vou brincar apenas um pouquinho já que estão demorando tanto.

Aquela certamente era a noite mais aterrorizante da minha vida. Mas eu precisava fingir bem se quisesse estar entre grandes guerreiros.


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2: Lama!



Sabe quando você está sonhando, e você sabe que é você, mas sente que é outra pessoa? É exatamente isso que estou sentindo aqui. Não sei porquê, mas sinto que durante esse sonho eu sou outra pessoa… Isso parece uma lembrança distante…

Seja como for, atravessamos os portal e nos deparamos em um maldito lugar iluminado por um sol negro, temperado com o desconforto do ar denso e quente. “É, eu morri. Isso aqui certamente é o inferno.” Uma certeza que se revelou sensata quando o demônio de quatro braços apareceu sobrevoando pelos céus enquanto nos analisava. “Certeza que estou no inferno”

-Será prazer lutar ao lado de vocês, senhores. Vocês podem me chamar de Rasga-Mortalha… - falei em resposta às suas apresentações. O bardo parecia não querer lutar, talvez seja do tipo falador, mas o paladino se transformou em um dragão de pedra gigantesco. “Uau!! Que incrível!!!”

-Você é uma fortaleza humana? NuuuuMaMaMaMaMa!!! - Ao som irado que o bardo tocava, eu parti em disparada, correndo sob as costas do golem-fortaleza indo para o topo de sua cabeça, afinal, o nosso inimigo está voando.

Ao perceber que Thorkell saltaria para perto do demônio, eu ficaria atento para o momento de aproximação, e então iria saltar para mais perto ainda, usando o geppou para impulsionar meu avanço. Por fim, chegaria perto o suficiente de sua face, ficaria cara-a-cara com o diabo para que ele olhe no fundo de meus olhos.

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Olhar Hipnótico: Ao conseguir fazer com que seu alvo olhe em seus olhos, o inimigo ficará travado por duas ações. (Vulgo, o inimigo terá menos 2 OPA). Pode ser usado 1 vez a cada 2 turnos.

Caso ataques sejam desferidos na minha direção conforme eu avance contra o diabo, iria modelar meu corpo para longe do golpe, transformando-me em lama durante o processo para me tornar o mais intangível possível.

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Entretanto, caso o demônio me acerte (seja antes ou depois de eu conseguir hipnotizá-lo com meu olhar de cabra), eu iria segurar o membro executor do golpe com a minha lama, e então começaria a puxá-lo para dentro de meu pântano.

Grupo 5 -  Thorkell, Subaé e Douglas  One-piece-caribou

-DESISTA DEMÔNIO, POIS EU SOU O PRÓPRIO ERMO DO MEDO, EU SOU O PÊNTANO!!!

Ao terminar a frase, iria estender os braços a fim de expelir uma quantidade abissal de lama, fazendo a mesma percorrer ao redor do corpo do demônio, agarrando as suas asas  e deixando-as grudadas às suas costas. A lama iria percorrer todo o corpo do ser, envolvendo-o como um casulo.

Grupo 5 -  Thorkell, Subaé e Douglas  Naruto-anime

Por fim, iria gastar a minha terceira Oportunidade de ataque para tentar absorver por completo o demônio preso no casulo. Prendendo-o ao chão quando caísse por não conseguir mais bater suas asas.

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info:






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Vício: 15/15




59.290/59.2901.600/1.60009/1014/15

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Dificuldades Ambientais escreveu:Todo turno o Narrador, deve rolar um dado, para ver se o ambiente vai ou não ser preenchido pela escuridão do sol negro, e qual a intensidade. Um d100 deve ser rolado:

1 a 20: A escuridão permanece inerte.
21 a 60: A escuridão fica mais forte, acrescenta-se +20 para o resultado do dado do próximo turno
61 a 80: A escuridão causa cegueira I, em todos que não tem visão nas trevas.
81 a 100 A escuridão causa cegueira II, em todos que não tem visão nas trevas.
É importante frisar que a cegueira é causada pela escuridão, se houver fontes de luz criada pelos aventureiros, ela pode ser ignorada ou reduzida.

Quantidade aleatória (1,100) : 56
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O gigante avançou parecendo cada vez mais intimidante e poderoso, o que teve uma reação de tensão por parte do demônio que literalmente percebeu aquele monstro como a coisa mais perigosa ali, mas foi tudo que se pode ver realmente, pois enquanto o gigante fazia o passo a passo de seu golpe telegrafado a escuridão tomou  conta do campo de batalha dificultando a visão de todos, mesmos o gigante que tinha fogo, mas não o iniciou e exceto pelo bardo que tinha visão na penumbra.
Então Subaé não teve chance de atacar, assim como Sir não teve nem um alvo para atingir, pois a criatura despareceu de repente, mesmo se o gigante acendesse suas chamas e começasse a procurar ao redor seria perceptível que o inimigo não parecia estar em lugar nem um até que do nada uma enorme bola de ar caiu do céu esmagando tudo na direção do chão atingindo uma zona de 100 metros com o grande gigante fortaleza bem no centro, Sir estava escondido dentro da proteção de seu colega de pedra, mas o homem cabra tinha confiado em sua esquiva para tentar lidar com os ataques e simplesmente não adiantava se tornar lama para fugir desse golpe especial , e para a surpresa de Thorkell aquele golpe devastador o colocou de joelhos, basicamente pelo peso surpreendente do mesmo, pequenas rachaduras se espalharam pela armadura com o impacto.

Impacto Fulminante:

Os 3 não tiveram nem tempo para tentar respirar depois daquele ataque, seu inimigo estava com ódio no coração e antes que eles percebessem havia uma quantidade absurda de laminas de vento vindo de todas a direções, o bardo estava seguro, o cabrito talvez pudesse desviar das laminas ou não, mas não precisou descobrir isso, pois o gigante rapidamente o cobriu com seu corpo e tomou as lâminas de vento no seu lugar, claro sua armadura resistiu a tudo, mas ele pode sentir as rachaduras crescerem e as lascas serem arrancadas.

Tormenta Invisível:

Porem do nada o vendaval afiado parou, quando percebessem os guerreiros veriam que haviam 4 demônios idênticos voando na direção de Thorkell em uma investida de alta velocidade usando seu machado para golpear com força o marinheiro, varando ele de cima pra baixo, o marinheiro até tentou contra atacar e o bardo disparou com um dos canhões, mas erram, os golpes atingindo as ilusões, então o gigante foi atingido no peito com tudo por um golpe que era mais forte que as laminas de vento, concentrado em um ponto só e a queima roupa, doeu um pouco, mas não o machucou, mesma coisa que alguém usando um colete aprova de balas, claro uma grande rachadura se espalhou do peitoral cobrindo o torço com marcas.
Investida Demolidora:

Quando pareceu que havia uma abertura para qualquer um dos 3 atacar a criatura sumiu no ar novamente, mas dessa vez foi muito mais previsível, pois mesmo no escuro seu padrão de ataque ficou um pouco mais claro, o capeta caiu do céu novamente, dessa vez sozinho, mas novamente atacando com tudo, parece que a criatura queria tentar terminar o combate o mais rápido que podia. Thorkell até tentou agarra-lo, mas o tiro saiu pela culatra, os dois ataques se cruzaram e o marinheiro foi o que saiu perdendo, com a criatura conseguindo fazer um corte profundo na armadura do braço dele e escapar da mão por alguns centímetros.
Investida Meteórica:

O demônio caiu no chão perto dos joelhos do gigante, ele pousou de maneira busca, mas parecia que estava acostumado a fazer isso, pois não se machucou em nada, mas teria um momento fugas que ele ficou parado tempo demais, tempo que Subaé usaria para tentar seu ataque, se aproximando para tentar hipnotizar a criatura, porem no meio do caminho a mesma deu um poderoso rugido e usou a sua Ação Lendária e antes que ele percebesse haviam mais varias laminas de ar voando para ele e para o gigante atrás dele com grande velocidade. O bode voou para trás, mesmo conseguindo desviar de algumas, acabou sendo acertado pelo ataque em área e o gigante atrás dele foi atingido por vários cortes de ar recebendo mais rachaduras e lascas em sua armadura, dando tempo para a criatura voar e tomar alguma distancia, além de criar 3 ilusões com as quais ele se misturou no meio do escuro e ficou na defensiva, parecia que o mesmo estava bastante cansado depois daquilo, mas suas ilusões o imitavam perfeitamente e estava bastante escuro, então era uma questão de sorte descobrir qual deles era o monstro certo, além disso poderia se notar que uma serreie de pequenos arranhões tinham aparecido na criatura vindas do santuário do ódio.    
Tempestade de lâminas:


HP subaé: 59.290 - 7.547 - 6.157 = 45586
HP Thorkell:
ataque 1: 7.547-5% – 2117 de armadura + 1000 de penetração de armadura
ataque 2: 6.852-5% – 2117 de armadura+ 1000 de penetração de armadura
ataque 3: 8.705-5% – 2117/ de armadura + 1000 de penetração de armadura
ataque 4: 8.126–5% - 2117 de armadura + 1000 de penetração de armadura
ataque 5: 6.157-5% – 2117 de armadura + 1000 de penetração de armadura
Ataque 1: 6.052
Ataque 2: 5.392
Ataque 3: 7.152
Ataque 4: 6.602
Ataque 5: 4.732
Total: 29.930
HP Thorkell: (157580+24.930)

NYCALOTH
STA: 530/1800
PDV: 49.000 * 4 Fisiologia Yugoloth= 196000-(2.181-1000)= 194.818
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Oni
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''SIR'' DOUGLAS WHITEFANG - 02




O cenário era caótico e cheio de confusão. Aquele certamente era o maldito caminho mais difícil. Por sorte, meus aliados pareciam realmente dispostos a morrer por mim e eu já me encontrava protegido em um lugar.

Por isso, prosseguiria naquele embate com apenas QUATRO AÇÕES, sempre me mantendo na proteção dentro do corpo do meu aliado:

A primeira seria usar minha visão na penumbra e estar DURANTE TODOS OS MOMENTOS atento aos movimentos do inimigo, fosse com ele indo para qualquer direção, sempre procurando-o para INDICAR PARA OS MEUS ALIADOS onde ele se encontrava por meio de gritos.

A segunda seria UTILIZAR OS CANHÕES dentro do meu aliado para ACERTAR O OPONENTE, AINDA ATENTO AOS SEUS MOVIMENTOS, mirando apenas de maneira oportuna.

O terceiro movimento seria usado CASO TUDO FICASSE MUITO ESCURO, MOMENTO EM QUE EU ATIRARIA OS CANHÕES ALEATORIAMENTE, MIRANDO PRINCIPALMENTE EM LOCAIS INFLAMÁVEIS, PARA FAZER O FOGO ILUMINAR O LUGAR, SEM INTENÇÃO DE ATAQUE. SE NÃO ACERTASSE LOCAIS INFLAMÁVEIS, APENAS CONTINUARIA ATIRANDO NO CENÁRIO, PARA A LUZ AJUDAR MEUS ALIADOS. O FOCO PRINCIPAL SERIA ILUMINAR O LUGAR!!

Por fim, o quarto movimento seria tocar o violão para incentivar meus aliados a atacarem ainda mais vezes, pois, se fossem morrer por mim, era melhor que morressem motivados, utilizando meu CLAMOR DA BATALHA.

clamor da batalha:


observações:


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Tenente
Tenente
Thorkell
A Fortaleza Bélica
戦争の要塞
“Ultrapasse seus limites aqui e agora!”

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O bichano até que era forte. Afinal, pra me fazer desfrutar da batalha não era qualquer oponente. Sua força de ataque era louvável junto de suas habilidades. ~ Thororororo! Nada mal filhote. Diria ao tempo que ele havia me causado um considerável nível de danos. “Tá na hora de levar mais a sério.” Logo pensei comigo, dando oportunidade para afeentrarem e/ou saírem da Fortaleza por qualquer lugar. Em seguida, já ativando minha outra técnica cuja se originava de minha forja interior. ~ Dragon Rise!

Dragon Rise:

A técnica ativa faria meu corpo entrar em combustão, por motivo da Grande Forja gerar em larga escala calor, acarretando chamas por toda estrutura corporal, imune a fogo por sinal. ~ Bora iluminar essa bagaça! Kekekeke! Falaria em voz alta para alertar meus aliados de que meu corpo estaria pegando fogo e que agora viraria um centro de luz. “É bem provável que o bichão vai vir me atacar.” Pensava esperando a criatura vir me alvejar, caso não... tomaria a iniciativa e buscaria sua localização e partiria para o ataque.

Desta vez, concentrava meu Haki do Armamento na lâmina de minha arma com objetivo de fortalecer a investida. Uma vez avistado a criatura, tentaria desferir uma estocada violenta por meio de minha avantajada envergadura e enorme lança, em seguida de usufruir do Soru para um rápido deslocamento conciliando imprevisibilidade. O golpe seria uma especialização do Shigan: Ban Cue. Da qual possibilitava um ataque perfurador por conta da lança atrelada ao Rokushiki.

Caso o adversário houvesse esquivado, tentaria deslocar o golpe para um ataque na diagonal ou vertical conforme a direção do dragonoide. Se atingido, tentaria movimentar a lança para baixo com intuito de jogar a criatura contra o solo e pressionar ela contra o terreno. Era natural que cuidaria para não atingir o humano-bode que estava próximo de mim, uma vez que, meu tamanho era bastante desproporcional em comparação a todos ali. ~ Thorororo. Fica esperto próximo de mim, parceiro. Avisaria meu aliado para com meus ataques, harmonizando nossa correlação em virtude à vitória.

Conseguindo atingir a besta contra o chão, usaria meu peso e força com uma de minhas mãos agarradas a haste da lança para tentar aprisionar a criatura enquanto desferiria uma saraivada de Shigans, um atrás do outro. O objetivo era tentar neutralizar qualquer fuga dele por meio da lança coadunado pelos consecutivos golpes que visaria uma só ação.

Caso a besta tentasse fugir de alguma forma, e conseguisse, usaria minhas asas-fortalezas para interceptar durante sua fuga e colidir nele com propósito de fazer ele retornar ao chão, onde outra vez usaria minha mão para prender ele contra o solo. Se o ambiente houvesse se alterado, por alguma condição ou habilidade dos aliados, tentaria usar a meu favor onde afundaria a criatura mais e mais até que seu campo de visão sumisse. Afinal, meu tamanho me permitia aterrar a criatura sem me preocupar comigo.

Em relação aos danos, como sempre, usaria minha blindagem natural para suprimir o máximo dos danos. Usaria o haki do armamento em ocasiões onde ficasse claro o ataque da criatura, atrelando meus instintos e sentidos como suporte. Inclusive, usaria eles para localizar a besta durante a batalha, se a escuridão se alastrasse; o que seria difícil já que estava iluminando boa parte do ambiente. Ouviria os aliados também, caso sinalizassem o paradeiro da criatura, bem como meu senso de direção e instinto primordial para buscar a ofensiva/defensiva no mesmo instante, agindo muito mais com impulso do que estratégia. ~ Hah! Caí pro pau!!! Eu vou te empalhar bichano e você será uma bela escultura dentro da minha fortaleza! Kekeke! Proferia durante o combate por razão da persistência do oponente em questão.

Se por ventura o adversário usasse alguma outra de suas técnicas, alvejando meu aliado o homem-bode, usaria uma de minhas asas, calda, braços ou lança para interceptar e receber o golpe no lugar dele. Por sorte, o camarada não estava longe e era possível lhe ajudar a qualquer momento. Contudo, tentaria sempre atacar e prender a besta enquanto gerava danos pela minha forma encouraçada-flamejante.

Contudo, caso percebesse que minha técnica Fortress Dragon estivesse se estilhaçando por completo, reduzindo minhas defesas, usaria o Tekkai Utsugi para revestir minha defesa outra vez e ainda refletir parte do dano de volta contra a besta. Por fim, sempre usaria minha envergadura para gerar vantagem ofensiva territorial para atingir meu oponente ou distrair ele por meio de meu golpes, possibilitando que meus aliados pudessem atingir em algum momento. Usaria a habilidade de alvenaria para alterar as formas de meu corpo em determinados momentos para distrair o inimigo e tentar pega-lo desprevenido. Usaria muralhas, adarves e poternas para tentar nublar o campo de visão do alvo em momentos propícios para isso, como durante meus ataques e tentativa de apanhá-lo por meio da ponta da lança, finalizando seu corpo preso ao chão.


Arsenal:
"Tenhamos a fortaleza das rochas; não a força das ondas... O mérito está em resistir e proteger; e jamais desistir de seus sonhos.."
傷物語
Marinheiro


Última edição por Blindao em Qua Nov 16, 2022 4:14 pm, editado 1 vez(es)

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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

3: Meu mundo é o barro



A surra que levamos no início do combate era de certa forma humilhante, e não teria como não ser, pois, estamos lutando contra um demônio voador de quatro braços. Seja como for, ainda estavamos vivos e prontos para chutar a bunda desse arrombado verde!!

A primeira coisa que eu iria fazer ao me levantar seria beber dois goles de meu goro, a fim de ficar mais cambaleante.

Cambalear (R):


Depois iria saltar usando o geppou para o interior de Thorkell e então abriria o grimorio, iria lê-lo, e após falar algumas palavras mágicas -uh mu buu gai fei di tau-  começaria a alterar a composição do cenário, transformando-o em um ambiente bem diferente.

Realidade Ilusória:


O cenário à minha escolha seria um pântano iluminado com o chão lamacento para que seja marcado com as pegadas de qualquer ser físico que as pise, para assim poder identificar qual dos Nycalotch é real e qual é ilusão. O Pântano também seria provido de inúmeras árvores com a copa cheia de folhas emaranhadas umas as outras, de uma forma que simulasse um teto-verte sob nossas cabeças.  Dessa forma, poderia vir a ouvir o farfalhar das mesmas indicando quando o demônio passe pelas árvores.


Grupo 5 -  Thorkell, Subaé e Douglas  Unknown


Estando protegido dentro do homem-fortaleza, usaria a lama do cenário pantanoso como uma arma, transformando a mesma em inúmeras esferas flutuantes que iria arremessar contra o demônio como se fossem bolas de canhão. Caso seja preciso escolher entre os clones, optaria em acertar aquele que tenha feito as folhas farfalhar, ou que deixado alguma marca no chão.


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A intenção não era apenas causar o dano de um OPA, mas também aplicar as condições Preso I e Lento I, referentes às propriedades de minha akuma no mi.

Assim como antes, focaria em acertar a lama em suas asas para impedir o seu voo e fazer com que o mesmo caia em uma das poças de areia movediça.

Caso o monstro desferisse algum golpe ou técnica contra Thorkell, eu iria erguer uma grande quantidade de Lama a fim de proteger o gigante com o elemento, fazendo uma barreira de lama entre o mesmo e o demônio, e, caso o demônio esteja próximo, iria tentar agarrá-lo com a lama no instante da defesa.


Grupo 5 -  Thorkell, Subaé e Douglas  Anime-naruto


Tendo acertado suas asas ou não, iria erguer os braços a fim de criar uma enorme quantidade de lama na forma de uma onda, que ao se partir, iria cobrir o topo das árvores e poderia vir a afogar o oponente e seus clones em um oceano de lama. O que poderia vir a prendê-lo, ou talvez apenas dificultar sua movimentação.


Grupo 5 -  Thorkell, Subaé e Douglas  Gaara-sand-wave

info:






PdV:  59.290 / 59.290
STA: 1.600 / 1.600
Doença: 10/10
Vício: 15/15




45.586/59.2901.520/1.60008/1013/15

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Tabela de preços:
Narrador De Eventos
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Créditos :
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Dificuldades Ambientais escreveu:Todo turno o Narrador, deve rolar um dado, para ver se o ambiente vai ou não ser preenchido pela escuridão do sol negro, e qual a intensidade. Um d100 deve ser rolado:

1 a 20: A escuridão permanece inerte.
21 a 60: A escuridão fica mais forte, acrescenta-se +20 para o resultado do dado do próximo turno
61 a 80: A escuridão causa cegueira I, em todos que não tem visão nas trevas.
81 a 100 A escuridão causa cegueira II, em todos que não tem visão nas trevas.
É importante frisar que a cegueira é causada pela escuridão, se houver fontes de luz criada pelos aventureiros, ela pode ser ignorada ou reduzida.

Quantidade aleatória (1,100) : 57