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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

A Aurora da Anja Heroína!

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Shiori
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A Aurora da Anja Heroína! Ter 20 Set 2022, 18:51
Relembrando a primeira mensagem :



A Aurora da Anja Heroína!


Celeste Lockhart Ritter [Marinheira]

Não possui narrador definido.
Aberta


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Aurora
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Re: A Aurora da Anja Heroína! Dom 23 Out 2022, 10:38


Bem, as coisas não saíram exatamente como eu havia planejado, ainda assim, não seria desanimada por algo tão trivial como não saber fazer meu trabalho! — Ok, obrigado pela dica! — Agradeci o outro soldado com palavras e um sorriso, antes de me levantar e seguir em direção à porta. — Com licença, tenente, volto em cinco minutos, senhor! — Informei, dando uma última olhada nos membros da sala antes de fechar a porta atrás de mim e retornar ao refeitório.

Lá, procuraria algum cozinheiro e diria: — Olá, boa tarde. Sou soldado Ritter, prazer! Vim buscar alguns cafés para o tenente Skot e companhia. Seriam seis cafés, no total. — Esperaria pacientemente pois, por mais que eu tivesse prometido retornar em cinco minutos, de nada adiantaria apressar o cozinheiro. Ao receber, daria um largo sorriso antes de pedir por mais um favor. — Por um acaso você teria alguma bandeja para me emprestar? — Pediria, pois levar os seis copos nas mãos seria complicado.

Retornaria à sala de investigação com a bandeja ou dando três viagens, correndo na volta para o refeitório para perder menos tempo, e serviria os cinco soldados e o tenente com um copo de café cada. — Para dar uma energia extra… — Diria, como se não tivesse nenhuma intenção secundária naquela ação, embora fosse fazer um joinha para o soldado que havia me dado a ideia. — Só cuidado para não derramarem. Está quente. — Alertava.

Por fim, movia minha cadeira para próximo do tenente e me sentava ao seu lado, ajeitando a franja do cabelo com a destra e dando um sorrisinho amarelo em sua direção. — Então, senhor… Eu achei esses números aqui estranhos… — Apontaria para eles, incerta. — Mas eu não sei exatamente o que devo procurar. — Concluiria, assumindo minha inexperiência atual.

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— Início Aprendizado: Investigação —

O revirar de olhos do tenente era esperado, mas um gole no café após o longo suspiro pareceu realmente acalmá-lo. Café não faz o oposto com as pessoas? Pensei, mas com absoluta certeza não iria questioná-lo sobre isso! Em silêncio, mas com os olhos focados, o observei pegando a folha em minhas mãos e verificando os dados por conta própria, procurando o que estava errado ou não.

Nos minutos que se seguiram, ele destrinchou aquela folha na minha frente, mostrando o seu processo de investigação com uma maestria jamais vista por mim. O segredo, ele me contou, era conectar as informações. A princípio, nenhuma informação estava errada por si só, era no conjunto que se achava o erro. Então, se tivesse entrado 1.000 berries, teria de sair 1.000 berries, ou ter algum dado que justificasse essa diferença. Apenas naquela única folha, ele conectou uma dezena de dados, mas deixou alguns em aberto, indicando que seus pares estariam em outras folhas, isso se tudo estivesse correto.

Com esta nova perspectiva, retornei ao trabalho, analisando folha a folha e conectando os dados antagônicos, fazendo anotações e tirando dúvidas quando necessário. Sempre que acumulava umas dez folhas, retornava a analisá-las, tentando cruzar as informações entre elas e resolver as pendências em aberto, só então seguindo para as próximas.

— Fim Aprendizado: Investigação —

Continuaria nesse processo pelo tempo que fosse necessário ou até que o tenente me desse alguma outra ordem, sempre mostrando-o as irregularidades que encontrasse e sem medo de usar sua expertise a meu favor.

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Marinheiro
Re: A Aurora da Anja Heroína! Sab 29 Out 2022, 20:10

O plano da celestial foi um sucesso, incluindo a parte de conseguir uma bandeja, o colega que deu a dica para ela respondeu com um aceno e um sorriso ao positivo da menina, e o chefe finalmente a ensinou o básico sobre investigações, assim ela pode perceber que o esquema que eles estavam fazendo naqueles livros era uma redução grosseira no preço da venda na hora do registro para pagar menos impostos combinado com declaração de gastos em áreas que davam descontos nos impostos, mas que na verdade não eram realizadas. Um esquema amador de sonegação de impostos. No final da tarde o tenente ordenou que todos se preparassem, eles haviam reunido provas o bastante e iriam partir em alguns minutos para efetuar a prisão do sonegador.


Os demais soldados organizaram rapidamente os papeis e pegaram suas armas fazendo alguns alongamentos para se preparar para a ação depois de várias horas sentados. Foi quando aquele mesmo colega que tinha dado a dica do café se aproximou da novata.


-hei, esteja pronta viu, estamos indo prender o cara por sonegação de impostos, mas ele tem um histórico de não cooperação, inclusive é conhecido por ter feito muitas ameaças e andar armado. É incrivelmente irracional ele tentar resistir já que sonegação da 6 meses a dois anos junto com uma multa, mas tem pessoas que reagem violentamente.


Dali a alguns minutos a tropa estaria pronta para partir e se a Celestial não fosse contrariar a ordem direta de seu superior ela estaria em formação com sua equipe, eles iriam para a parte de trás do quartel e iriam pegar uma carruagem se dirigindo para um dos bairros da Média Shells Town, cerca de 30 minutos de carruagem (em que a personagem se quiser pode bater papo com os outros marinheiros) até chegar em uma casa bonita de bom tamanho, bem cuidada e com um muro alto bem pintado e recém pintado e porta de madeira grossa, inclusive tinha um denden mushi de vigilância no topo do muro, em suma, uma casa de alguém bem de vida e que não tá passando por nem um problema financeiro nem de longe.


Os marinheiros estavam parecendo bem casuais apesar de estarem completamente profissionais, eles não iam derrubar a porta e invadir a casa, não era esse tipo de batida policial, mas havia uma certa tensão no ar, de fato o tenente esperou um momento antes de tomar alguma ação, ele olhou para seus colegas, olhou para o denden mushi, pegou o mandato de prisão e bateu na porta.


Tenente- Senhor Lincon! É a marinha! Abra!


Momentos de silencio desconfortável seguidos de uma repetição da batida e gritos do tenente, seguido por mais silencio. Era um momento tenso, tudo poderia acontecer em seguida, mas a pergunta é: o que a Celeste tá fazendo?



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Re: A Aurora da Anja Heroína! Dom 30 Out 2022, 10:09


Com a permissão do tenente, iria rapidamente no refeitório devolver a bandeja e jogar os copos descartáveis no lixo, retornando às pressas para não perder tempo. — Esse vai ser o meu aquecimento. — Disse brincando ao sair, enquanto eles começavam a se mover. De todo modo, eles estavam ali a mais tempo do que eu e eu também já havia ido "dar uma volta" antes, então não me sentia tão rígida quanto eles. Ainda assim, moveria os braços em movimentos circulares no caminho de volta.

O mesmo soldado de antes me dava mais um conselho e eu prestava bastante atenção: O primeiro havia me ajudado, este provavelmente também me seria importante. Olhando para baixo, alisei meu braço esquerdo com a destra. Realmente sentia a falta de um escudo, mas o marine no arsenal me negara um. Um estalo ocorreu na minha mente e me virei na direção do tenente. — Chefia! Opa! Não, quer dizer, tenente, senhor! — Gaguejei com a confusão, mas me forcei a clarear a mente e continuar: — Seria possível passarmos no arsenal no caminho de ida para que eu pegue um escudo? Eu tentei mais cedo, mas apenas um superior pode liberar o pedido. — Explicaria de antemão para que ele não pensasse ser preguiça ou ineficiência minha. Com ou sem escudo, seguiria com os demais até a carruagem.

O caminho até a casa do infrator era lento e cheio de sacudidas, mas eu não me importei. Apesar da tensão no ar, estava super animada, com um leve sorrisinho no rosto. Iria capturar meu primeiro criminoso, finalmente faria alguma diferença e traria justiça aqueles que tentam escapar dela! Por algum tempo, apenas olharia para o exterior, vendo o QG e a cidade passando por nós, mas eventualmente voltaria a atenção para aqueles ao nosso redor.

Começaria pelo soldado de antes. — Ei, obrigado pela ajuda. — Diria, me referindo aos seus dois conselhos. — Comecei hoje, então ainda estou me acostumando com as coisas. — Desta vez diria para todos, levando a destra para trás da cabeça, envergonhada. — Vocês já estão na marinha a muito tempo? — Indagaria, buscando matar o tempo. — Eu sempre sonhei em me tornar marinheira. — Diria após eles responderem, complementando: — Ainda me tornarei O Escudo da Justiça! — Bradei, dando um tapinha no escudo, caso estivesse com um.

Ainda com um sorrisinho besta no rosto, desci da carroça e segui os outros até a bela casa à nossa frente. Então é com isso que a sonegação compensa? Um muro pintado e a necessidade de vigilância? Manteria os pensamentos para mim apenas, sem tecer nenhum comentário. Entraria em formação e esperaria, deixando que o tenente fizesse seu papel. Aproveitaria o momento de espera para olhar ao redor, observando melhor a casa em busca de janelas ou talvez uma segunda porta, avisando ao tenente sobre o que visse e julgasse importante.

Caso o tal Lincon não abrisse a porta ou desse alguma resposta, me curvaria na direção do tenente para sugerir: — Devemos dar a volta, senhor? — Se ele concordasse, seguiria para à esquerda, dando a volta na casa e buscando por uma porta traseira ou por pessoas lá dentro as quais pudesse atrair a atenção.

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mestrej
Marinheiro
Re: A Aurora da Anja Heroína! Qui 03 Nov 2022, 00:12

A celestial com jeitinho pediu um escudo para o seu tenente e o mesmo deu um olhar pensativo para a mesma.


Tenente -Eu não sei... ainda não mereceu isso...


O soldado que te ajudou até agora – Eu tenho um escudo velho que um tio meu me deu, eu posso dar pra novata.


Tenente -Tem certeza Smite? Voce não precisa fazer isso.


Smite – Eu gosto de ajudar os mais novos senhor. Considere um presente de boas vindas mossinha.


E assim o soldado Smite deu a ela um velho escudo desgastado que ele foi pegar no dormitório.


O grupo partiu para a missão e eles bateram um papo, o Smite ofereceu um ``de nada`` para os agradecimentos e a galera ali falou um pouco sobre estarem a algum tempo na corporação, a maioria estava nisso a mais de um ano e meio, mas a maioria foi bem neutra na conversa e estavam mais jogando papo fora sobre suas vidas pessoais.


Smite- Escudo da Justiça? Bem, então fico feliz de dar a você seu primeiro escudo. É bem ambicioso, mas todos tem seus sonhos doidos nessa era. O meu é não ter mais boletos para pagar. Kkkkkkkkkk


Celeste estava fazendo algumas boas observações, pensando com clareza e realmente estava começando a planejar como resolver a situação, mas quando a anjinha desse a sugestão a seu superior ela ouviria algo como uma lata batendo no chão atrás deles, seguida de uma explosão que jogou a mesma para frente de cara na porta. Foram alguns instantes antes que a tontura diminuísse o suficiente para ela entender que a metade da tropa dela que estava atrás dela, junto com uma das rodas a carruagem tinham sido destruídos, ela poderia ver Smite sangrando no chão deitado de brussos. A outra metade dos soldados estava no chão tentando se levantar, ela era a única de pé por pura sorte vinda de estar com a cara amassada contra a porta, claro isso quebrou o nariz dela e ela estava amedrontada e atordoado, mas estava de pé. Porem antes que ela tivesse chance de agir a porta foi chutada batendo contra o rosto dela novamente e imprensando-a entre a porta aberta e a parede enquanto outra lata era jogada para fora da mesma.


-Moram seus malditos comunistas!


Então o resto de seus companheiros forma brutalmente destruídos e o senhor Lincon aparece carregando uma arma, ele não viu a garota atrás da porta e a puxou rapidamente trancando-a e deixando a menina cair de joelhos ferida e vendo que seu esquadrão inteiro estava morto, com seus corpos feridos por milhares de estilhaços e fogo. Seu corpo estava cheio de pequenos aranhões, seu nariz estava quebrado e haviam hematomas em seu rosto e corpo por causa dos impactos


-Vocês nunca vão pegar meu dinheiro seus filhos da puta!


Senhor Lincon:


Off: vc ganhou outra arma simples, dessa vez um escudo, pode fazer ele do jeito que quiser, use o código do mercado.
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Re: A Aurora da Anja Heroína! Qui 03 Nov 2022, 22:29


Yay~! — Gritei, dando pulinhos no ar com animação. Finalmente conseguia um escudo! Podia ser velho, gasto, caindo aos pedaços… mas era um escudo! E o que seria de uma escudeira sem um, não é mesmo? No caminho, eu ria com o soldado e seu sonho simples, mas ainda assim difícil de concluir. — Seu sonho é mais difícil do que o meu, aposto! — Diria, brincando e sorrindo, aproveitando o momento de calmaria antes da tempestade que estava por vir.

- x -

Fui jogada de um lado para o outro a cada explosão, sendo atingida pela porta e com sangue escorrendo pelo meu rosto. Meus companheiros largados pelo chão, derrotados numa fração de segundo. O que diabos havia acontecido ali? Não era médica, não sabia a condição deles, mas não parecia algo bom. Ainda desorientada, sentindo-me nauseada, iria até a carroça. Uma de suas rodas havia sido completamente destruída. Até pensei em pôr o escudo ali como uma gambiarra, mas os tamanhos eram completamente diferentes, não daria certo.

Eu… — Eu o quê? O que eu poderia fazer? Sozinha. Fraca. Incompetente. Não pude proteger sequer um! Nem um! — Eu preciso salvá-los. — Sussurrei para mim mesma, apática. No momento, eu não sentia nada. Dor, tristeza, raiva… Nada. Não queria. Não podia.

Quase como um robô, iria até os cavalos, alisando seus focinhos para que se acalmassem. Eram dois¹ e eu esperava que fossem o suficiente. — Seis… — Disse, olhando ao redor. Começaria pelos que pareciam mais leves e os puxaria até os cavalos², colocando os três mais leves sob o lombo de um e os dois mais pesados sobre o lombo do outro. Teria cuidado extra para que os marinheiros não caíssem, ajeitando-os da melhor forma possível e até mesmo amarrando-os, se fosse possível.

Por fim, colocaria o último marinheiro (o 3º mais pesado) sobre as minhas próprias costas³ e soltaria os cavalos da carroça, pegando suas rédeas com a canhota, enquanto usava a destra para manter o marine firme em meu ombro. Daí, começaria a caminhar de volta para o QG, esperando que não fosse tarde demais. Não podia ser tarde demais. Não podia.

A Aurora da Anja Heroína! - Página 2 Original

¹ Perguntei ao mestrej e ele disse que haviam dois cavalos.
² Estou supondo que se eles conseguiam puxar uma carroça com sete pessoas (tenente, eu e mais cinco soldados), eles devem conseguir carregar cinco no lombo.
³ De acordo com a Capacidade de Carga, eu consigo carregar 100Kg.

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mestrej
Marinheiro
Re: A Aurora da Anja Heroína! Dom 06 Nov 2022, 19:55

Os cavalos em pânico estavam lutando contra as amarras da carroça que não se movia, eles se erguiam, relinchavam, batiam as patas, davam coices, a anjinha tentava acalma-los, mas quando ela se aproximou quase foi pisoteada por um dos animais que estavam completamente hostis, na verdade ver alguém próximo só piorou o pânico dos animais ao ponto de um dos dois finalmente romper os arreios e sair correndo pela rua muito mais rápido do que Celeste poderia o fazer. O segundo animal demorou quase 5 minutos para finalmente desistir, vencido pelo cansaço ele se acalmou e a soldado poderia utiliza-lo, mas ele claramente não estava colaborativo e parecia meio indisposto. Quando a celestial finalmente foi começar o trabalho mórbido de tentar ajudar seus companheiros a carnificina estava mais clara do que nunca com o sangue das hemorragias empossado.


O menor dos 6 era um magrelo de cabelos curtos que simplesmente parecia ter lutado com uma arvore e perdido, a roda destruída da carroça tinha virado vários estilhaços e parecia que ele tinha a maior parte dos mesmos em seu corpo com buracos na parte de trás da cabeça aos pês com pedaços de tamanhos variáveis de madeira neles, mas ele ainda estava vivo, embora completamente inconsciente e respirando com um terrível chiado e borbulhar, colocar o mesmo no lombo com cavalo não foi difícil, mas manchou a roupa branca da garota completamente de vermelho.


O segundo cara que Celeste tentou salvar parecia muito melhor, seu corpo não tinha feridas visíveis, mas foi só olhar para o olhar vidrado dele para perceber que não havia mais salvação para o mesmo, inspecionando uma segunda vez seria claro o por que, ele tinha caído de nuca no meio fio e quebrado o pescoço, toca-lo faria sua cabeça balançar como se o pescoço tivesse sido desossado, tirando pelo barulho asqueroso que o mesmo faria.


O terceiro cara era o pobre do Smite, o soldado amigável que tinha ajudado Celeste até aquele momento estava lá largado no chão, com a penas metade do corpo, suas entranhas estavam espalhadas pela calçada e a parte de baixo do corpo tinha sido transformada em apenas um purê de carne queimada e pedaços de osso que tinha se espalhado pela cena de crime, precisariam de um pá e um balde.


O quarto e o quinto soldados tinham pegado fogo com a explosão e seus corpos estavam fortemente queimados, a pele tinha sido destruída em boa parte do corpo, eles estavam desfigurados e sangravam muito, um deles ainda estava vivo, respirando fracamente o outro tinha morrido. Carregar o morto que tinha sido queimado foi especialmente perturbador, pois todos os lugares que a celestial tocava a pele se descolava da carne e ficava grudada nela, ao colocar aquele sobrevivente no cavalo sua roupa tinha pedaços de pele colada na mesma que se recusavam a sair, principalmente de suas mãos.


Por fim havia o tenente, o último sobrevivente, ele estava completamente estirado no chão imóvel, havia um grande corte em sua cabeça e quando Celeste se aproximou do mesmo veria seu braço esquerdo completamente dilacerado e que sua perna estava dobrada em vários ângulos não naturais.


Visto o pequeno grupo de sobreviventes a soldado poderia realmente por todos no lombo do cavalo restante, apesar do mesmo não parecer querer colaborar com Celeste, mas ela conseguiu puxar o animal pela rédea e guiar ele para fora da carroça, parecia que ela teria um pouco de piedade do destino... mas a vida é uma caixinha de surpresas. De repente um tiro veio da casa do senhor Linco, mas especificamente do segundo andar da mesma, antes que a menina pudesse entender o que estava acontecendo ela estava caindo no chão, uma dor horrível se espalhou por sua perna esquerda, foi o tempo de ela cair como um boneco de pano para ela conseguir compreender a situação, ela não tinha ficado atenda a outras ações do inimigo que tinha voltado para dentro da casa e agora tina sido atingida na panturrilha por um tiro, ela tinha sido pega desprevenida de novo.


Para a sorte ou azar da celestial seu braço ficou amarrado a rédea do cavalo que entrou em pânico novamente, ele não derrubou os marinheiros feridos, ao invés disso ele correu, correu como só um animal em pânico poderia arrastando a pobre novata como um saco de batatas pelas ruas, machucando-a ainda mais por conta das pedras da rua, mas tirando-a do alcance daquele maníaco armado.


4 quarteirões depois o cavalo finalmente desacelerou e a pobre soldado poderia mancar puxando o animal para o QG da marinha, o que levaria um tempo agonizante.


Off: vou ressaltar vc tá com nariz quebrado, hematomas no rosto e no corpo e agora muitos aranhões por toda parte e atordoado 1, além disso amedrontada subiu para 2 e vc ganhou Paralisado 1 (perna esquerda), então interprete suas férias e o terror emocional, dito isso vc não esta em perigo e no próximo turno vc chega no QG, eu só quero te dar o ``tempo agonizante`` que eu mencionei.
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Re: A Aurora da Anja Heroína! Dom 06 Nov 2022, 23:45


Atordoada, amedrontada, com a perna quase inútil e com seu corpo todo ferido, a pobre coitada mancou adiante. Não havia o que fazer, não havia escolhas, não havia nada. Só podia esperar que aquele pesadelo inexplicável acabasse o quanto antes.

Rumaria rumo ao QG, da forma que lhe fosse possível. Se fosse atacada novamente, faria o possível para ignorar a dor e continuar adiante. O que mais podia fazer? Como poderia prever o ataque maquiavélico de um inimigo ensandecido como aquele? Como poderia se proteger, de qualquer forma, com seu corpo naquele estado?

Então seguiria em frente, puxando sua perna baleada e cerrando os dentes numa tentativa vã de ignorar a dor. Caso conseguisse alcançar o QG ainda viva, o que duvidava mais a cada momento, esperaria que os outros marinheiros a viessem ajudar. Será que seria necessário explicar todo o ocorrido? Obviamente que não, pois seus colegas estavam se desmanchando no lombo daquele cavalo a cada trote. — Médico. — Diria apenas, pois seus pensamentos não eram mais seus e dificilmente conseguiria elaborar mais do que isso.

Continuaria puxando o cavalo e sua perna ferida, seguindo até a enfermaria. Faria isso até alcançar os médicos, até algum marine tomar o cavalo de suas mãos ou até cair morta no chão, pois não abandonaria seus companheiros.

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Marinheiro
Re: A Aurora da Anja Heroína! Qua 09 Nov 2022, 16:21

Celeste mancou para o QG, sua mente cheia e confusa, ela nem percebeu quando chegou ao mesmo e nem quando os marinheiros foram ajuda-la, ela só começou a perceber novamente alguma coisa quando notou que a redai não estava mais em sua mão ainda estendida para puxa-la, levou um instante agonizantemente longo para perceber que outro marinheiro tinha tirado dela, em instantes um mar de pessoas estavam ao redor dela tirando os sobreviventes do cavalo. A cabeça da anjinha estava tão confusa que ela só percebeu que tinha um par de marinheiros ajudando-a a andar quando um deles falou alguma coisa para o outro, toda aquela dor e sofrimento estava perto de acabar.


Ela foi levada a enfermaria começou a mexer nela. Era tudo tão confuso, primeiro teve uma luz no olho, a enfermeira mexendo no corpo dela, e então uma injeção e por fim o doce abraço a inconsciência salvando-a da dor. Celeste teve vários momentos em que estava levemente acordada, ela viu médicos, alguns marinheiros, seus pais a visitando, mas tudo era muito confuso, as palavras não a atingiam, seja pro efeito das drogas ou pelas lesões seu tico e teco não pareciam se conectar.


Porem depois de bastante tempo ela acordou.


A jovem soldado estava em uma cama na enfermaria, a cortina branca estava pendurada ao redor da cama dela para dá-la privacidade. Seu corpo estava enfaixado em vários lugares, principalmente na perna que tinha sido atingida pela bala e tinha uma bandagem em seu nariz, mas a dor dos machucados tinha sido reduzida para um nível tolerável e sua cabeça estava livre da nevoa que tinha se instalado nela.


Sua arma, escudo e um novo uniforme estavam limpos e arrumados em uma cadeira ao lado da cama, parecia que pela iluminação do quarto deviam ser umas 10 da manhã +/-.


Off: Os status foram curados e parte do seu HP foi restaurado, mas vc vai precisar de um pouco de tempo, comida e algum descanso para sumir o resto, basta permanecer com as bandagens e não fazer muito esforço e aos poucos eu vou remover.
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O que se seguiu passou num borrão de imagens, sem som, sem tato, sem faro, sem nada. Mergulhei no vazio de bom grado e depois do que pareceu uma eternidade de idas e vindas, acordei daquele pesadelo.

Ainda um pouco confusa, olhei ao redor em busca de indícios de onde estaria. Tudo era branco, o que insinuava um hospital. Seria o do QG ou o da cidade? Não sabia. Ainda sentia dor e a quantidade de bandagens pelo meu corpo só demonstravam a intensidade dos meus ferimentos. Com lágrimas nos olhos, respirei bem fundo, sentindo meu corpo se expandir em conjunto com os meus pulmões.

Após um momento para me recuperar, me sentaria na maca, deixando minhas pernas penderem na lateral. Observaria os arredores por mais um momento, ainda sentindo-me deslocada. — Enfermeira... — Chamaria. Esperando por um momento antes de chamar uma segunda vez.

Caso alguém aparecesse, forçaria um leve sorriso e diria: — Olá, tudo bem? Queria saber se tem como você me dar algum analgésico, pois estou com dor. — Esperaria pela resposta e logo em seguida complementaria: — E os meus colegas, como estão? — Perguntaria esperançosa, apesar do péssimo estado deles anteriormente.

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