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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Capitulo 1 - O homem do terminal cinza!

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Sasha
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Capitulo 1 - O homem do terminal cinza! Dom Jul 17, 2022 11:22 pm
Relembrando a primeira mensagem :



Capitulo 1 - O homem do terminal cinza!


Barnabas Benks[Civil]

não possui narrador definido.
Fechada

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Narração
Aventura



O gigante não perdia tempo e avançava enlouquecidamente, cuja a tempo não fizera. Ao chutar o solo para distrair o oponente com a camada de terra, relva e raízes, fez com que o agente fosse acometido pelos destroços lamacentos. Aproveitando do breu e da distração, Benks avançou com objetivo de abocanhar ao meio o humano, mas fora travado pela arma-cachimbo do agente que intervinha como defesa para com os dentes do gigante. – Estava esperançoso em chegar na cidade sem ladrões tentarem nos assaltar, mas pelo visto foi desejar demais. O sujeito diria meio irritado por não conseguir ver muita coisa no escuro e mais agir no instinto que logica.

Quando Benks ousou falar durante sua mandíbula cravada na arma do agente, o mesmo imediatamente girou ela e atingiu a parte de baixo do queixo, empurrando o gigante para trás com impacto, seguido de outros dois nos joelhos. – Esperava mais de você. O homem então girava mais um pouco o enorme cachimbo e viria tragar mais do seu fumo, soltando uma rajada de fumaça. – Vamos cara... mostra o motivo de temerem tanto sua raça.

Neste meio tempo, Ursula havia ficado de pé e estava lidando com um dos agentes, estava lutando apenas com uma mão, mas conseguindo lidar com seu oponente. Do outro lado da carruagem estava Butcher e Belle em dupla contra outro adversário. Estavam se saindo bem, apesar de estarem com os mais fracos. Afinal de contas, Barnabas havia ficado com o mais habilidoso dentre todos.


Histórico Barnabas:

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Barnabas Benks
Capítulo 1 - O Homem do Terminal Cinza!












Quando o homem aparou o golpe com o seu cachimbo pude perceber suas capacidades, ele era bom e isso fazia com que eu tivesse de ter uma estratégia mais eficaz, porém o erro estava na aplicação das minhas capacidades e era a hora de mudar o jogo dos agentes. Limpando a boca uma gargalhada foi dada, era uma sinal evidente, Belle e Butcher já me viram assim, era uma besta falando e não mais o gigante carniceiro e o que viria seria uma sequência de golpes cruéis e letais.




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Levantando-se eu saltaria para trás uma forma de ganhar uma leve distancia para disparar na direcção lateral, porém estava lidando com um homem experiente ele poderia não querer gerar essa distância e por isso minhas opções poderiam ser golpea-lo de baixo para cima com o joelho e da direita par a esquerda com um punho, uma vazão dupla para diminuir as problemáticas de uma defesa.

Porém pensando em uma cenário ideal diapararia pelas laterais onde voltaria a tentar abocanha-lo, mas dessa vez não,  não era para morde-lo e sim com meus dentes segurar seu cachimbo, fazendo assim a pressão necessária para segura-lo enquanto socaria a região do seu abdômen/peito e de seu ombro para quebrar costelas e ombro com o intuito de fazer o mesmo soltar seu cachimbo.

Supondo que o cachimbo fosse utilizado para contra atacar o bloqueio do mesmo seria com o ataque de mordida da mesma forma, tudo isso com a mesma representação animalesca anterior, pois nesse momento ele era a minha presa.




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Porém, independente dos resultados em uma ação digna de quem está contente com toda a situação dissertaria para o meu inimigo de maneira didática:




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-- Você deve acreditar que é um homem poderoso por não temer seus adversários,  lamento… – E como a besta desgraçada que sou complementaria deixando claro para meu inimigo qual seria seu fim – ...sua soberba vai me alimentar hoje, mas seus gritos serão deliciosos...









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Aventura



Não demorou para ocorrer novamente uma trocação de golpes entre o gigante e o humano, Barnabas estava animado e esperançoso com o oponente a sua frente. O agente desferia sua peculiar arma contra Benks, que contra-atacava em uma disputa entre forças, que era finalizada com uma feroz mordida por parte do gigante. – Arrghhh! Você é louco cara! O agente grunhia em dor, pois, parte de seu tronco estava sendo mastigado por Benks.

Com muito esforço e técnica, o agente conseguia evitar de ter seus ossos e carnes esmigalhados ao empurrar o gigante após um golpe entre a testa e olhos, forçando Barnabas a retroceder suas presas sutilmente. – Tsk. Nunca ouvi um gigante lutar assim, nem mesmo em fabulas. O agente diria notando grande parte de seu corpo esvair em sangue. Da mesma forma Benks, que tinha parte de seus olhos levemente inchados e feridos pelo desesperado ataque do agente.

Ainda que o homem do governo estivesse sangrando, não era como se estivesse totalmente em desvantagem. Entretanto, com a derrota de seus subalternos, os outros agentes, o homem de cachimbo era cercado pela dupla de mascarados junto de Ursula. – Isso foi inesperado. Droga. Ele diria percebendo agora que estava totalmente na defensiva, não exatamente por medo dos outros ladrões, mas sim por um receio que havia tomado a sua mente por motivo das poderosas presas do gigante, aquilo realmente havia afetado ele. Sem muitas escolhas, ele tragava seu cachimbo por alguns segundos e desferia uma baforada com grande quantidade do fumo, levantando uma cortina de fumaça e assim cegando todos lá; além é claro de afetar a respiração quem estivesse próximo.

Butcher e Belle começavam a tossir, por outro lado Ursula não era tão afetada por já deter certa resistência com fumo. Benks era acometido também, mas por seu incrível vigor apenas tossia algumas vezes. – *Coff-Coff! Cadê esse bosta? Butcher diria revoltado. – Ele fugiu. Ursula diria com tranquilidade, mostrando não se interessar em caçar o homem. Todavia, ela apontava em uma direção por dentro da floresta que seguia para o lado esquerdo do gigante, se assim ele quisesse segui-lo. - Há-há-há, *Coff*, isso foi mais difícil do que imaginei. Maybelle diria se engasgando um pouco pela massiva quantidade de fumaça que logo ia diminuíndo.

A mulher de cicatriz estava em posse do baú com joias que seria destinado aos nobres, mostrando que o roubo havia dado certo. Ainda que talvez Barnabas sentisse um desgosto por não terminar de ceifar a vida do agente do governo.


Histórico Barnabas:

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Barnabas Benks
Capítulo 1 - O Homem do Terminal Cinza!












Eu pude sentir o seu gosto, a carne rompendo a média que meus dentes vorazes rasgavam as camadas da pele, era como se meu instinto estivesse mostrando o animal que meu tornei, mas era bom, eu gostava de sentir a minha própria bestialidade, mas logo o agente tratou de reagir. Homens que não temem a morte agem, aqueles que não sabem lidar com ela acabam reagindo e foi isso que o agente fez, improvisadamente conseguiu me afastar com um golpe e ganhar o tempo que precisava para analisar sua desvantagem real, optando assim por fugir da maneira mais covarde.

Logo as resoluções foram tomando forma, os ânimos de meus aliados foram acalmando, mas eu ainda era um animal sem refeição e quando isso ocorre, bem, os animais continuam a caçar. Ao entender para onde o meu inimigo tinha ido apenas disparam naquela direção, seja meus instintos, seja o meu sadismo a caça tinha começado e a visão a meia luz ainda era uma vantagem, isso e meu conhecimento de sobrevivência e vivência das partes indesejadas daquele lugar.

E a caçada começaria tão rápido quanto podia, o cheiro do sangue e os rastros, o ímpeto selvagem de devorar a presa, os sons e até mesmo as sombras, aquela floresta era um livro e eu estava lendo como podia enquanto caçava o agente.




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Enquanto a caça ocorria, também me ananteparia em movimentos, pois sempre buscaria as laterais para me movimentar pois mesmo sendo imenso sei que andar pelo centro pode dar localização exata de onde estou vindo e por mais que possa estar usando a ameaça psicológica da aproximação truculenta é ideal que eu preserve o momento do bote.

Seria apenas no momento que encontra-se o mesmo na mata correndo ou parado que daria um bote voraz, não para mordê-lo dessa vez mas para agarra-lo com uma das mãos e soca-lo com a outra enquanto o chuteira se espaço sobrasse, seria uma investida como um caminhão atingindo um gato.




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Porém, falaria para o mesmo independente do resultado da investida de maneira ameaçadora e sádica enquanto olhava fixamente em seus olhos:

-- Eu falei que me alimentaria de seus gritos, de sua dor, eu não acabei com você … – E com um olhar amedrontador e com todas as feridas expostas complementaria para o homem de maneira quase que didática – ...que tipo de homem eu seria se não cumprisse minhas promessas não? Se você sobreviver a hoje talvez passe o recado de que Barnabas Benks está agora indo caçar peixes maiores...









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Narração
Aventura


O gigante decidirá por ir caçar sua presa, já que, o agente haveria dado fuga na batalha. Buchter e Belle não seguiriam Benks, muito menos Ursula lhe seguiria. Logo então, apenas o gigante correria entre os arvoredos em busca de caçar sua presa. A distância entre eles não era muita, mas talvez suficiente para conseguir fugir. Exceto pelo fato de que o gigante era um caçador nato por natureza. Um gigante bastante peculiar até mesmo entre os de sua raça.

Graças a sua ótima visão na penumbra, Barnabas conseguia evitar de colidir com as arvores mais resilientes, partindo algumas mais fracas e menores. O estrondo ecoaria por boa parte, alertando o agente de que estava sendo rastreado. Entre o agente e o gigante, era notório a diferença de agilidade, porém, devido a obstrução do breu, fazia com que o agente diminuísse seus passos e consequentemente sua mobilidade pela floresta. – Que cara irritante, não desiste nunca. O agente diria parando entre alguma das arvores, tragando um pouco de seu cachimbo enquanto tentava recuperar seu folego.

O barulho ficava mais intenso e o homem notava que estava próximo de ser alcançado, não tardando para isso ocorrer quando o agente caminhou mais alguns metros. Barnabas colidia como um trem desgovernado, atingindo em cheio com uma porrada que só não destroçava o homem por ter usado o cachimbo instintivamente. Entretanto, ele era arremessado para longe devido a força titânica.

Após quebrar uma das arvores com sua colisão, o agente se colocava de pé ainda não conseguindo enxergar quase nada. Porém, sua audição era boa, boa suficiente para ouvir as palavras do gigante e localizar ele. – Tsk. Vai se ferrar! O homem diria irritado, tragando uma boa quantidade de seu fumo e injetando com uma baforada por todo local.

Benks acabava inalando uma boa parte, chegando a se intoxicar agora pela quantidade massiva de fumaça. O agente, percebendo que sua fuga seria difícil em razão de seus ferimentos, partirá para um confronto direto outra vez. Aproveitando da intoxicação do gigante, o homem desferia um combo com seu cachimbo atingindo os inferiores e tronco do infame Benks.

Os golpes atingiam em parcial, e com força reduzida, por motivo dos ferimentos do homem. – Sorte sua que as trevas lhe favorecem, porque se não eu já tinha te matado a muito tempo. Ele havia dito, por razão de que, notava que o gigante possuía boa capacidade cognitiva para distinguir ele por toda aquela negritude. Seu braço e perna sangravam, não por danos, mas sim em razão de escorrer sangue de seu tronco. A dor estava massacrando o agente, isso era visivel em seu rosto. Ele estava de pé e usava suas forças para não perecer contra seu oponente, usando o máximo sua adrenalina e desejo em não morrer em um local tão deprimente.


Histórico Barnabas:

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Barnabas Benks
Capítulo 1 - O Homem do Terminal Cinza!












Uma defesa impenetrável, aquele homem era digno de cada uma das minhas investidas e isso me fazia sorrir com a leveza de uma criança que acabara de encontrar um brinquedo novo, mas assim como toda criança, eu adorava brincar com os limites dos meus novos “brinquedos”. Uma cortina de fumaça voltou a se formar e o maldito me fez inalar mais uma vez aquela desgraça, os golpes vieram,  meus membros inferiores e meu troso foram atingidos com a força de uma caminhão, ele era bom, mesmo ferido ele era bom, mas eu estava cansado de lutar como uma “besta desgorvernada” era a hora de ver quanto ele aguentava antes de desmaiar.

Utilizando a minha constituição elevada utilizaria para prender minha respiração no momento que a fumaça fosse solta, uma forma de evitar os danos pela intoxicação novamente, e forçando meus músculos ao máximo partiria para cima do meu inimigo, mas dessa vez com uma velha estratégia seguida de um novo desfecho. Ao me aproximar o suficiente mais uma vez faria uma avalanche de terra chutada na direção do meu inimigo, porém me afastaria com um leve salto para trás e só depois de ver o “movimento defensivo” eminente do mesmo iria para o lado contrário com um golpe certeiro na abertura, porém de cima para baixo, pretendia manter ele centrado no ponto onde estava, pois em sequência tentaria atingir a parte de sua barriga, região que toda vez que atingia meus inimigos eles ficavam “sem ar”.

Seria como ver um gato brincando com o rato antes de devorar, bater e se afastar, desorientar e assustar, pois após cada golpe desse uma afastamento era feito e só a aproximação era efetivada ao ver a reação, tudo isso sem gargalhadas, sem discursos, apenas com um sorriso macabro com minhas feições, provocando uma “Ameaça” para quem via e um arrepio para quem imaginava.




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Os resultados poderiam parecer benéficos ou maléficos, no fim, a “demonstração” de não sentir os efeitos físicos seriam o meu trunfo, o inimigo estava irritado, estava ferido e cada vez mais parecia conceber a ideia deu ser imparável, o pavor é alimentado pelo medo do desconhecido e não conhecer meus limites seria o medo que eu gostaria de inspirar. Tudo isso seria regado obviamente ao término da sequência de golpes vir com uma gargalhada ao e um breve discurso:




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-- Você diverte bastante “homem do cachimbo”, diverte mais do que seus amigos que já devem estar sofrendo desmembrados… –  O som jocoso mostrava que eu estava naquele momento deixando claro que os escrúpulos não faziam parte do meu dia a dia e por isso complementava  – ...mas quanto você  vai ficar de pé? Quanto mais você vai aguentar a dor antes de perceber que já está morto? Eu vou adorar descobrir.

O momento seguinte seria seguido de uma investida cruel, dessa vez assim como a outra repleta de golpes vindo de todos os lados, usaria os pontos de baixa luz, mantendo a técnica de respiro pronta para poder evitar o pior, era o momento de utilizar o máximo de força e cada golpe para que o inimigo sentisse o peso e cada um deles, defendendo ou não.




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O gigante agia como uma besta por vontade própria, mas isso não significava que ele em si era uma. Muito pelo contrário, Barnabas parecia usar isso para favorecer seus adversários em busca de desfrutar ainda mais das suas lutas; provavelmente almejando lutar com alguém digno. Enfim, Benks havia encontrado alguém habilidoso, até um pouco resistente, mas nada comparado ao gigante.

O agente estava ferido, mas isso não diminuía sua determinação e muito menos o perigo que ele emanava. Para testar toda sua força, ali estava um desafio para Barnabas degustar como um bom prato de lagosta. Apesar de que seria improvável o gigante já ter experimentado isso por ser um morador do terminal cinza.

Através de uma boa inalada de ar, ainda acometido pela intoxicação, mas diminuindo os efeitos pela sua astucia, Benks conseguia prender seu folego ao máximo em busca de neutralizar o nível da fumaça. Apesar de não ser um nadador nato e mestre em apneia, graças a seu enorme corpo e vigor, era possível compensar um pouco neste quesito, permitindo o gigante atacar o agente do governo.

Com seus músculos aquecidos, e abonados com uma massiva carga de oxigênio, Benks avançava contra o oponente de forma violenta. Com sua excelente visão, mesmo com o mínimo de luminosidade, unido a sua grande tolerância a dor, ele investia sem qualquer limitador para lhe impedir.

O chute na terra para atingir o agente era certeiro, pois, apesar de ouvir com muita clareza, era difícil mensurar o que de fato estava acontecendo. Os passos do gigante confundiam o homem e isso implicaria na efetividade do golpe sujo de Benks. – Que filha da put... O agente tentava tirar a terra dos olhos e corpo, parte lama, parte relva, pedras e etc. falhando uma vez que o gigante colidia com seus corpos brutalmente.

O agente balançava seu cachimbo tentando acertar qualquer coisa a sua frente, e até conseguia de fato. Entretanto, não era o suficiente para impedir ou afastar os ataques violentos do infame homem a sua frente.

Os golpes atingiam a arma, que atingia de volta Benks, se tornando uma batalha por meio de troca de socos. Porém, chegando a esse ponto a superioridade do gigante era monstruosa, tanto que o corpo do agente começou a se deteriorar conforme o passar da pancadaria. O homem nem mesmo mais falava, apenas desferia o máximo possível de ataque até perder a consciência e ser alvo passivo de uma outra leva de ataques.

Quando enfim pararam, Barnabas percebeu que a luz da lua adentrou um pouco mais entre os arvoredos até iluminar com um pouco mais de clareza e mostrar o corpo destroçado do agente caído no pé da árvore, estava ensanguentado e bastante deformado. A fumaça havia desaparecido por causa da onda de ar que os corpos repeliam por razão da troca de golpes, onde o gigante poderia respirar tranquilamente outra vez.

Era difícil dizer se o homem estava morto ou não, mas com toda certeza estava debilitado ao extremo. O gigante até poderia ter perdido em termos de força e astucia, mas suas habilidades peculiares e proficiências haviam lhe dado uma grande vantagem neste tipo de ambiente, o que era bastante sorte.

Uma luz de tocha era notável a algumas dezenas de metros de onde Benks havia vindo, provavelmente sendo seus aliados; ou talvez mais inimigos. Inesperadamente, não era nem um e nem outro. Mas sim uma figura com um manto e chapéu que saia por entre duas árvores. - Hum. Cuidado amigo... vingança tem seu preço. O misterioso ser a frente de Barnabas diria com uma voz calma e melódica, nem um pouco assustado com o gigante ou muito menos com a cena a sua frente. Ele mexia em seu chapéu e exibia um anel bastante chamativo. No entanto, nem seu anel, nem suas roupas negras com nuvens vermelhas seriam o que realmente clamaria a atenção do gigante, mas sim os peculiares olhos avermelhados do sujeito.

Histórico Barnabas:

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Barnabas Benks
Capítulo 1 - O Homem do Terminal Cinza!












Não existiam muitas estratagemas acontecendo ali, existia sim uma caça as melhores partes do meu inimigo, mas não era uma questão de superar o mesmo e sim subjuga-lo na verdade, ele era mais rápido e experiente, suas táticas eram únicas, mas eu tive de compensar com o ambiente e a única coisa que me dava uma vantagem óbvia, a minha força. Quando os golpes de seu cachimbo e seus socos me atingiam era como se uma bala de canhão me ferissem, mas eu resistia e “ suportava “ como era de meu costume, porém, quando os primeiros raios de sol começaram a surgir eu pude ver que os golpes tinham parado e abaixo de mim existia apenas uma coisa, a massa disforme e semi-viva que era o meu inimigo velado.

Fui tomado pela gargalhada obscura que me fez sentir todas as costelas quebradas e dores musculares que ele me causou, senti o sabor do meu sangue em minha boca e por fim pode sentir as dores agudas começarem a se tornar algo maior do que só “ um beliscão “ como era de costume na somatória das coisas, eu definitivamente não tinha como continuar uma luta por mais tempo, ou sobreviver a outro confronto por mais mediano que fosse e por isso, sentei ao lado do corpo e respirei finalmente melhor.




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Porém, eu tinha uma promessa para cumprir e uma lembrança para deixar, tentaria levantar o corpo do homem e pendurá-lo em uma das árvores, morderia sua mão e tentaria arrancá-la com uma mordida fugaz e após isso pegaria seu cachimbo e usaria as brasas para tentar parar o sangramento. quebrando o mesmo em sequência e deixando no chão enquanto sentava novamente segurando a mão arrancada pronto para levá-la de lembrança antes de ir, porém antes disso um homem surgiria ao local, um homem de aparência um tanto jovial e com com uma postura única devo afirmar, seus olhos vermelhos chamativos me fizeram olhar para ele com fixação e minhas palavras foram mais amistosas porém diretas ao perguntar claramente:




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-- Você pretende me matar ou apenas esta me dando um conselho “amigo”? – O tom ácido mostrava que eu estava disposto a lutar, mesmo muito ferido, mas com toda certeza também deixava claro que não partiria para cima do nada e por isso completaria – Pois se for um aviso, não se preocupe, ele vai ter uma lembrança para odiar e quem sabe a vingança possa ter um preço mais interessante depois.

Mostraria para ele a mão do mesmo, uma forma sutil de deixar claro a ameaça que pode ser, mas não provocando. Com dificuldade levantaria enquanto observaria o desconhecido e com isso voltaria a falar ao escutar a resposta, independente de qual fosse:




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-- Hoje um novo homem nasceu e outro morreu, seja pela vingança, seja pelo temor, não existe vingança maior que a criação rebelar-se contra o criador não é mesmo? – A frase reflexiva era apenas uma forma de mostrar que esta pronto para arcar com as consequências – Vamos acabar com isso, me diga o que quer aqui homem...










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Aventura


O gigante assim que notava a presença do misterioso homem e ouvirá suas palavras, respondia de forma amistosa, para ele pelo menos seria palavras amigáveis. – Hum. Nenhum homem tem o poder de domar uma besta que é indômita por natureza, amigo. Ele diria olhando para Barnabas de forma séria, mas não mostrando nenhuma hostilidade. - Mas ele pode dar um propósito a ela... para usar sua força destrutiva por natureza em prol de um objetivo.

Benks parecia extasiado pela morte de seu inimigo. Isso era habitual para o gigante, afinal, ele vivia no terminal cinza onde tudo se resolvia desta forma. Inocentes aqueles que pensavam que dialogo era a moeda de troca, não! A moeda de troca era o forte pisando no fraco. Quando o infame Barnabas questionou a presença do homem, o mesmo permaneceu imutável para com sua expressão. – Nada em particular, só estou retornando de uma missão. A revolução nunca dorme, amigo. Acredito que nossos caminhos se cruzarem agora é um chamado, não um acaso. Ele diria até então notar em meio aquele breu que o homem assassino pelo gigante era um Agente do Governo.

Quando seus olhos fintaram as vestes do governo, imediatamente suas pupilas dilataram sutilmente. – Oho. Sua força pode ser usada em um lugar mais apropriado, amigo. O homem misterioso então apanhava um papel e com uma adaga fincava na casca da árvore em seu lado. – Se estiver interessado em fazer uma revolução neste mundo... vá neste endereço e diga as palavras: Akai Shin. Antes que Benks pudesse responder, podia ouvir algumas vozes vindo em sua direção. – Oiiiii?? Barnabaaaaass?? Era a voz de Belle.

A tocha emergiria entre alguns arvoredos até que o gigante notaria a presença de Butcher e Maybelle. – Você tá ai cara?! Caralhos! Pensei que o verme ia fugir. Butcher diria se aproximando e logo notando o corpo mutilado do agente. O mercenário era astuto e logo notava que o gigante parecia intrigado com alguma coisa, virando sua cabeça ainda mascarada para o local onde Benks estava olhando. – Algo tá rolando aqui? O misterioso homem havia sumido, sem nem mesmo o gigante ou qualquer outro lá ter notado.

Uma pequena adaga estava com um papel fincada na casca da árvore, mas a dupla de mercenários não teria notado. Belle estava empolgada por ver o corpo do agente todo ferrado. – Uahhh, ele tá bem fodido. Há-há-há-há-há. Ela riria durante o tempo que Butcher já ia saqueando o corpo do agente em busca de encontrar algo de valor.

Se Benks questionasse o paradeiro de Ursula, Belle responderia. – Ela deu no pé. Assim como ela veio do nada, sumiu do nada. Mas relaxa que a sua grana do acordo ta comigo, eu peguei antes que ela fugisse. A mulher era meio biruta, mas havia gostado da presença do gigante e simpatizado com mesmo, senão certamente tocaria o foda-se para ele. – Vadia ordinária mesmo, querendo dar o golpe em nós. Hunf! Por outro lado, Butcher estava puto com ela por algum motivo. Apesar de que ele ficava puto com qualquer coisa alheia. Os dois pareciam bem, exceto por alguns hematomas e arranhões que mal era possível ver por causa de suas vestimentas.


Histórico Barnabas:

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Barnabas Benks
Capítulo 1 - O Homem do Terminal Cinza!












Meu sadismo sanava-se lentamente à medida que aquele homem falava lentamente as coisas que tinha para dizer, não tinha questionamentos para ele, não mais após ele deixar tão claro sua perspectiva, mas pela segunda vez em pouco tempo minha “força bestial” foi reconhecida de forma significativa por alguém, mas não foram a suas palavras bufantes que fizeram meus desejos de desvendar quem era aquele homem aumentar, foi no saber que o mesmo planejava uma revolução, e isso poderia me interessar…a minha maneira.

Suas palavras finais vieram como um aviso, um convite para uma festa futura que apenas aqueles agraciados pelo destino do encontro com pessoas certas poderiam vivenciar e tão rápido quanto surgiu o ser sumiu, dando lugar não a um, mas dois seres de extrema estima para mim ao menos naquele parco momento. Belle e Butcher chegaram tão afoitos quando poderiam e me viram vislumbrar o vazio enquanto questionavam cada um a suas prioridades, Butcher buscava a resposta sobre o quão certo tudo estava e Belle, bem, Belle parecia interessada em pagar as minhas contas no fim das contas, pois tratou de pegar com Úrsula as moedas que faltavam de meu pegamento.

Meu sorriso sumiu um instante, voltando a sobriedade enquanto limpava as mãos às balançando para as gotas de sangue caírem e por fim apoiando uma delas no cartas de Akai Shin recolheria enquanto fechava o punho e falaria em um tom amistosos aos que estavam ali presente naquele momento, não respondendo muito claramente mas deixando claro que um próximo passo tinha de ser seguido:




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-- Vocês fizeram bem em vir meus “Companheiros”, lembram quando falamos de fazer algo grande… – De costas eu pareceria ainda maior, era uma parte clara da minha raça e minha intimidação natural, eu exalava uma certa imponência de um domador selvagem, mas não, não estava ali os domando apenas os informando algo que eles poderiam gostar – …acho que está na hora de fazer aqueles desgraçados que nos criaram temer, mostrar para eles o que uma besta com propósito consegue fazer..

Meu caminhar indicava a direção que eu ia, enquanto abrindo a mão a minha frente buscava ver o endereço que tinha de seguir para poder começar mais um curioso contrato que poderia me render ainda mais recursos para fazer o que eu queria: A minha própria revolução:




Capitulo 1 - O homem do terminal cinza! - Página 3 Saitama-drippy-walk




-- Vamos em busca dos recursos necessários para sair dessa pocilga… – Minha seriedade passou para uma agressividade sutil à medida que meus passos ia mais e mais para frente, assim como minhas convicções e por isso complementava para Belle e Butcher – …e tragam meus ganhos.

Enquanto caminhava buscava compreender quais seriam os próximos passos, não era um estrategista, mas compreender o minimo era a minha obrigação e por isso me dava ao trabalho e falar para meus companheiros algo que pudesse gerar um debate dos próximos passos. Porém sempre com um tom mais imperativo sobre o “comando dado”:

-- Talvez precisemos de maiores diretrizes para poder acabar com quem nos criou, talvez um pouco mais de informação de quem sabe mais… – Uma pausa breve seria dado para ver se Butcher pronunciar-se e após isso complementaria seu raciocínio – …e é isso que faremos hoje.










Hp: 6825
SP: 200
Número de Postes: 19

Objetivos:


[ ] Aperfeiçoar um pouco minhas habilidades.
[X] Ter o primeiro combate com um inimigo "real".
[ ] Começar uma derrocada de nobres.
[ ] Fazer um comunicado na “Rádio Local”
[ ] Vencer o capitão da guarda real!
[ ] Conseguir recursos para comprar um Barco.

Considerações:

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Ganos:
800 Mil Berries (Pagamento antecipado de um serviço)

Perda:

20 Mil Berries ( Valores e gastos )
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Blindao
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Créditos :
1
Localização :
Segunda Rota ~ Lotda
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Blindao
Tenente

Narração
Aventura


A proposta para Benks era tão limpa, tão clara e tão revolucionaria que cativava seu espirito indômito. O gigante almejava uma revolução, mas não uma qualquer! Sim uma revolução divergente de todas as outras existentes.

A chegada da dupla Belle e Butcher deixava o gigante animado, pois, agora com aliados sua infâmia seria crescente. A proposta do gigante viria de forma confusa, mas os mercenários lhe seguiriam. Afinal de contas, eles haviam testemunhado a valentia, força e tenacidade do gigante em primeira mão. É como dizem por aí: lobos sempre seguem o Alfa. Barnabas era um Alfa nato, um ser de uma raça que guerreia desde os tempos mais antigos.

No horizonte, pequenos feixes de luz sinalizavam que o sol estava para nascer. Nem dava para dizer que tanto tempo havia se passado, mas de fato teria. O gigante começava a rumar para o endereço escrito no papel, mas não antes de convocar seus novos aliados para lhe seguirem. Tal qual fariam, sem muitas perguntas.- Aqui está seu dinheiro, pelo menos foi o que peguei dela. Maybelle diria ao entregar um saco com dinheiro dentro totalizando o restante do valor, 1.2 milhões de bellys.

Durante o regresso até o terminal cinza, Benks comentava sobre seus próximos passos. – De quem diabos você tá falando cara? “Quem nos criou”? O que significa isso? Butcher perguntava enquanto andava com os braços atrás da cabeça de forma bem relaxada. – Oba!!! Vamos socar aqueles merdas! Belle diria concordando com Barnabas, apesar de não fazer ideia de quem ele estava falando, a mulher era louca, sádica e só gostava de cair no soco com quem pudesse.


Histórico Barnabas:


Avaliação:

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