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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Barnabas Benks *

Yami
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Barnabas Benks * Giphy
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16
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Yami
Avaliador
Barnabas Benks * Dom Jul 17, 2022 11:05 pm

Barnabas Benks




30

Masculino

Meio Gigante

Cívil

East Blue

Dawn Island

Direita

7,00m

750kg

1

250,000B




" Demonstramos ser o que somos, olhe para mim, você não vê a besta que sou? "

Barnabas é um ser com aparência singular, ao mesmo tempo que esbanja elegância em suas vestimentas, também é um homem que busca mostrar sua essência, seu cerne. Os ternos bem cortados e os sapatos bem lustrados é apenas um esbanjar dos trajes que sempre quis vestir enquanto era um "animal cinzento" no terminal do lixo, seus cabelos rubros muitas vezes espetados, apenas demonstram seu estado de espírito ou esforço. O corpo de meio gigante lhe proporciona uma musculatura única e isso é invejável.

Definido e com musculatura avantajada, ainda sim é "magro" para o que se espera de um homem de seu porte, mas seu peso condiz com sua estirpe. Sua maior característica está em sua face, suas bochechas não existem, sua mandíbula fica basicamente exposta e por isso o mesmo utiliza-se de uma " máscara constritora " para poder falar adequadamente e não mostrar de forma tão veemente a suas cicatrizes - mesmo que nada o impeça de fazê-lo e com isso chocar aqueles que o "contempla".


" Experimente falar a um homem o quão ele é monstruoso todos os dias, uma hora ele vai acreditar e eu lamento por você "

Podemos dizer que Barnabas é um produto do meio, um ser que foi moldado para ser uma criatura abissal, algo próximo a um ser desprezível a sociedade. Sua perversidade não provém do puro prazer sádico, ela vem do abandono social e parental, do ódio destilado todos os dias, pois uma criança meio gigante em meio aos pobres e incultos é apenas uma aberração,  e para os nobres uma atrocidade, por isso a violência sempre esteve presente em seu ecossistema.

Seu sadismo está em encarnar o demônio a qual é associado, costumeiramente dando as vitimas de seu sadismo a oportunidade da súplica antes da execução final , o trauma gerado é para Barnabas o maior dos prazeres. Porém existem vezes que o Sadismo transcende a súplica indo para o âmbito da morte final e dolorosa, em casos como esse Barnabas quase assume um ar sociopatico em suas ações tornando-se algo diabólico e bestial.

Dotado de uma personalidade forte e estóica (mesmo que aberta a novos aprendizados), Barnabas demonstra muito claramente o descontentamento com a sociedade vigente, seu sarcasmo presente em seus diálogos mostra o desprezo único que tem aos sistemas de poder e mesmo que sorrisos sinceros ainda sejam possíveis de serem arrancados de Barnabas não é algo que se possa contar quando ele está com seus interesses traçados, seus objetivos e ambições são também o foco de sua vida e por tanto as "ferramentas" que estão a sua volta são algo que ele admira porém não são o mais importante de seus planos.

Apesar de características tão “ vilanescas” em sua personalidade o se pensamento possui alguma nobreza, Barnabas não age de maneira nociva ou destrutivas em sociedades equilibradas em poder, a destruição deve vir para reconstruir e portanto sua postura em sociedades pacíficas tende a ser mais branda, onde ele apenas tenta “ passar despercebido “.



Prólogo

O corpo quase sem vida no meio daquele campo de ódio e destruição deixava claro o que estava acontecendo ali nos frangalhos de um navio nobre que tentava fugir com os poucos recursos daquela parca ilha. A crueldade de um homem muitas vezes pode ser medida pela sua capacidade de não ser “ humano “, mas naquele caso era apenas uma questão de escolha, de decisão para um bem maior, ao menos para o ser gigantesco sentado nas costas de um corpo morto sem mandíbula e a sangrar.

Observando o homem com um certo sadismo o criminoso conseguiu compreender a dor, aquele nobre homem o desafiou acreditando que seu poder era descomunal. Tolo não perceberá que seu inimigo não era só um homem grande e assustador, mas também era forte e capaz. Seu temor trespassava seu olhar e o homem que o admirava como uma presa tratou de falar:

-- Não me olhem assim, não, eu não faço nada que não seja da minha natureza, mas você pode pensar que sou um monstro que nasceu assim, me desculpe, mas foram vocês incapazes de mudar, porcos e mesquinhos que me fizeram assim...

Capítulo – 1 – O Garoto Grande do Terminal

No terminal cinza eu me encontrava quando muito pequeno, não me recordo da minha real infância, mas recordo bem o suficiente do preconceito que sofri, do tratamento escuso e desumano que recebi, e do que me chamavam toda vez que me olhavam em meio ao lixo buscando comida. O quão cruel isso pode ser com uma criança? Ser chamado de monstro, de aberração, sim, foi isso que eu pude presenciar todos os dias.

A cada casa que eu batia, a cada pedido de socorro daquela criança era respondido com socos e pontapés. O sofrimento depois de um tempo tornou-se algo comum, logo a fome tornou-se minha companheira, minha amiga, meu acalento e quando minha fome já não mais podia ser suportada eu decidi comer,  lábios foram a minha primeira refeição em dias, a dor que senti era menor que alívio de não morrer e eu passei fome mais uma vez antes de minhas bochechas comer. Compreende, no fim eu podia ser forte, podia ser grande, mas a fome, a desgraça e o sofrimento, sempre seriam mais poderosos,  foi aí nesse dia que deformado fiquei e graças a isso acabei mudando.

Bater nas portas não era mais uma opção, comer do lixo tornou-se o habitual, aprender a usar meu tamanho e minha força para tomar tornou-se o que me manteve vivo, não lembro da primeira pessoa que tomei a força algo, mas lembro da primeira vez que me senti seguro, seguro por ser temido.

Capítulo – 2 – Quando os monstros nascem.

Quando a fome aproximou-se novamente eu sabia o que fazer, tornar-me uma ameaça antes da minha vida ser ameaçada foi a decisão mais óbvia, os pequenos delitos tornaram-se habitual, a violência que eles causavam ainda era tola, mas quando tive de “brigar” pela primeira vez, descobri que meus punhos eram mais pesados, que minha pele era mais grossa e minha resistência maior, foi quando decidi revidar.

Primeiro as famílias mais fracas, comer de sua comida, “cobrar” por “viverem ali”, isso foi as coisas que comecei a fazer, mas às vezes nem mesmo os mais “capazes” conseguiam comida, como um jovem grande e forte, mas um jovem conseguiria? Bem, restava conseguir comida no extremo, meu corpo não podia ser mutilado, mas e os de meus inimigos? Lembro quando senti o gosto da carne de outrem e não da minha, um ombro, foi exatamente o que eu mordi e mastiguei em uma luta, o medo, o pavor no olhar, a satisfação em ver a dor, tudo era um misto, eu descobri que no fim, eu me tornei aquilo que temia, uma besta.

O hábito de comer carne de animais conscientes persistiu, não, não me tome como um déspota ou simplesmente um canibal, não devorei nunca por prazer, nunca por desejo lascivo, sempre por necessidade, sempre por intimidação, um meio gigante que devora outros seres é temido, odiado, mas acima de tudo é respeitado. Sua sociedade podre me fez saber de coisas terríveis, eu sei o sabor da minha própria carne, sei que o bebé é mais saboroso que um velho, sei que um homem e uma mulher tem mais ou menos costelas dependendo da altura, são coisas que não queria saber, mas aprendi por causa de vocês.

E quando no fim de tudo estava forte e temido o suficiente eu resolvi tudo mudar, não compreende não é ? Vocês não precisam estar no poder, mas precisam provar do temor que é me ter em seus encalços, realeza, nobreza, homens de poder, até aqueles que se acham fortes demais irão conhecer o poder da minha fome...

Capítulo -3 – Um banquete de um homem só.

-- E é aqui que chegamos senhor nobre mercante, enquanto voce bebia na taverna e humilhava a garçonete, enquanto você observava as curvas das magras prostitutas em busca de prazer eu via que suas bochechas dariam um belo ensopado, que as suas pernas um ótimo assado e hoje você se arrasta tentando pedir socorro nos escombros de uma cidade cinza e sem vida... -- Os passos do sanguinário homem aproximou-se do nobre mercante caído, era a primeira vez que via um “nobre” chorar, preso em dores e sofrimento ele não conseguia fugir, pernas quebradas, braços disformes, parte do rosto dilacerada, ainda vivo era de se admirar, mas fraco como devia ser, e foi próximo ao mesmo que o sanguinário homem complementou --...compreendem o que vocês são? Exatamente, algo entre gado e objetivo final, esse é o ponto onde estão, vamos lá, não chore, você sempre devorou os homens com sua fome e seu poder, bem, está na hora de provar do seu próprio veneno, “Obrigado pela refeição”...

Naquele vale coberto de corpos e sangue, um homem gritava de dor, outro ria de prazer, outros não saiam às ruas pelo “som da infâmia" , um homem dilacerava o outro,Banks era conhecido como “ A BESTA “ mas nada no mundo prepararia um homem para saber o por quê daquele nome...

















400

200

270

0

210


Agilidade135

Oportunidade de ataque3

Redução de dano5%

Armadura0

Penetração0



Afinidade com Haki

Hipoalgia

Visão na penumbra




Horrendo

Sadista

Infame

Tem o desejo de aniquilar os sistema de poderes utilizando-se do temor de sua exsitência.


Doma

Sobrevivência

Adestramento

Briga

Ameaça


(Em Construção)













Artista marcial: Artistas Marciais são especialistas em combates de curta distância, que fazem de seu próprio corpo como arma durante as lutas, com chutes e socos, utilizam soqueiras, luvas, manoplas, botas, joelheiras e similares.






3 Amedrontado





Aqui irá ficar as informações atreladas ao grupo do personagem caso haja e qualquer outro dado relevante.


Menções nos jornais irão ficar aqui