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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

II - O cão e o dragão

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Achiles
Pirata
II - O cão e o dragão Sab Jun 25, 2022 8:08 pm
Relembrando a primeira mensagem :



II - O cão e o dragão


[Piratas]Franky Tanky & Aaron Reyes

não possui narrador definido.
Fechada

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Re: II - O cão e o dragão Ter Ago 02, 2022 5:43 pm



Aaron

O carisma imenso de Aaron era contagiante, e ao fazer sua despedida, era claro para ele que havia com certeza deixado uma boa impressão tanto em Mei Nuo quanto em todos os outros que prestavam atenção no papo. - Volte sempre! - Falou a proprietária do estabelecimento, fazendo uma pequena e cordial reverência em resposta a feita pelo delinquente. O rapaz então se dirigiu até o caixa, onde pagou 40,000 berries pelos chás que ele e Willy haviam consumido. Ao virar para trás no intuito de verificar como estava o humor da dona da casa de chá, ele percebeu que em seu rosto havia um pequeno sorriso, como se indicando que ela havia achado o papo que teve com Aaron bastante agradável. Após dar um tchauzinho charmoso para as funcionárias da casa, fazendo com que a tímida Yue Ying quase desmaiasse, estava na hora do jovem deixar aquele lugar para poder decidir qual seria seu próximo objetivo.

Ao sair da popular casa de chá, ele viu que o ambiente e a movimentação nas ruas ainda estavam praticamente da mesma forma que quando ele havia chegado ali mais cedo com Willy, e após decidir que seria uma boa ideia se vestir igual aos nativos da ilha, Aaron prontamente começou a andar pelas ruas em busca de uma alfaiataria ou loja de roupas. Depois de alguns minutos de procura, o delinquente deu de cara com uma loja relativamente modesta de roupas, loja essa com uma placa em sua frente que dizia: “A Garça Branca”.

Ao entrar no local, ele percebeu que não haviam muitos clientes e os atendentes estavam livres para dá-lo toda a atenção que precisasse, era um lugar bem tradicional e parecia ser um comércio familiar. - Seja bem vindo, senhor! - Falou um atendente idoso e com uma longa barba branca, vestido em trajes típicos de Kano. - Ótimo! Tenho certeza que o Sr. vai adorar os nossos produtos! - Ele respondeu animadamente ao ouvir o pedido do cliente, indo rapidamente até o depósito da loja. Depois de alguns instantes, ele voltou com um belo traje com uma aparência bem tradicional de Kano e em especificações bem próximas das que foram requisitadas por Aaron. Além disso, havia também uma mochila de viagem, também no estilo típico da ilha, própria para que ele pudesse guardar suas roupas e outros itens. - Esse estilo é bastante popular com os jovens de hoje em dia! -  Explicou o atendente, cheio de entuasiasmo.

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Depois de provar os trajes e verificar que a bolsa estava em bom estado, o delinquente foi até o caixa da loja e pagou o valor de 400,000 berries pelos dois itens. Após ter concluído seus negócios na cidade, estava na hora do rapaz voltar até a pousada de Yuan Shao.

Franky

A caminhada até a pousada havia tomado o resto do dia, e agora, o sol já estava perto de se pôr no horizonte. Ao adentrar a pousada Flor do Oeste, a dupla deu de cara com Yuan Shao limpando o balcão com um pano molhado. - Bem vindos de volta. - Cumprimentou ele, em um tom neutro. Precisando extravasar um pouco de sua irritação acumulada, o mink perguntou ao dono do local por quanto ele poderia vender aquela mesa. - Não se preocupe, posso colocar na conta do Willy. Tenho certeza que ele ficaria feliz em pagar. - Respondeu o sábio homem, ainda tranquilo, como se já tivesse percebido o que se passava na cabeça do touro.

A poderosa cabeçada desferida pelo mink touro partiu o objeto no meio, fazendo um barulhão enquanto os pedaços de madeira se espalhavam pelo chão. Após ouvir as desculpas de Tanky, Shao respondeu, ainda impassível. - Não precisa se desculpar, se eu tivesse outros hóspedes isso seria com certeza um problema, mas no momento são só vocês. - Depois de limpar a bagunça junto de Anya, com vassouras emprestadas pelo dono, e jogar os pedaços de madeira em uma lata de lixo na rua, o mink, ao voltar, sentou-se em frente a uma outra mesa junto de sua companheira. Já estava na hora da janta, e quando a fome bateu, ele logo pediu por uma refeição. - Trás um pra mim também. - Complementou a tritã. Sem demora, Shao logo foi até a sua cozinha, e depois de cozinhar por alguns minutos, voltou e entregou dois belos pratos de arroz, macarrão super oleoso e carne de galinha xadrez: uma janta típica de Kano. Famintos, o touro e a mulher peixe logo foram pra cima de sua comida.

Franky e Aaron

Depois de mais uma longa caminhada, delinquente finalmente retornou para a pousada. Com o tempo que havia passado, o céu já estando pintado naquela cor alaranjada de fim de tarde e as lamparinas de papel todas já acesas nas ruas. Ao passar pela porta de entrada, ativando o agradável som do mecanismo de guizos que anunciava a chegada de pessoas no local, ele imediatamente avistou Franky e Anya em uma das mesas e Shao como sempre atrás do balcão principal. Na frente de Tanky e Anya haviam pratos vazio de comida e ao lado deles duas vassouras encostadas na parede. Outra coisa que ele logo percebeu foi a ausência de uma das outras mesas que mais cedo ficavam naquele saguão, e agora, estava misteriosamente desaparecida. - Bem vindo de volta. - Yuan Shao cumprimentou, de forma casual. - Até que enfim deu o ar da graça. - Falou Anya. - E qual é a dessa roupa aí? - Ela questionou, curiosa.

O touro então fez algumas piadinhas, piadas essas que Aaron claramente não gostou de ouvir se sua expressão facial era qualquer indicativo. Depois disso, Tanky então passou todas as informações que havia descoberto em sua pequena investigação naquele dia. Apesar de tudo isso, Aaron ainda não parecia totalmente confortável com todo aquele negócio do leilão de escravos. Yuan Shao escutava tudo normalmente e sem esboçar qualquer reação, como se todas aquelas palavras estivessem entrando por um de seus ouvidos e saindo pelo outro. Qual seria o próximo passo daquele grupo de estrangeiros na ilha de Kano?

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Pirata
Re: II - O cão e o dragão Dom Ago 07, 2022 8:00 pm


Ato I: não dá para fugir do passado
País de Kano - West Blue
~ Post 06 ~
*Aaron Reyes


Mesmo após todos esses anos de irmandade, o Franky nunca parava de me surpreender. Dessa vez a sua ignorância atingiu níveis nunca antes observados. Não bastasse ele querer lutar contra donos de escravos sem qualquer ganho aparente, ele começou a falar abertamente do seu plano em frente a um desconhecido. Yuan Shao não havia mostrado nenhum sinal hostil, ainda assim, não se pode confiar em qualquer um, sobretudo em assuntos como esse.

- DJA DJA JA JA JA JA - riria alto e pausadamente, claramente mostrando sinais de irritação - Desculpe, senhor Yuan, temos alguns assuntos para resolver em Kano, mas não vamos te incomodar com isso - faria um reverência em direção a Yuan, em seguida, puxaria Franky pela orelha e subiria com ele até o meu quarto, para que pudéssemos falar com segurança - Vamos Anya! - chamaria a mulher-peixe também.

Uma vez dentro do quarto e com a porta fechada, socaria a parede para aliviar a tensão e brigaria com Franky - O que foi que deu em você, em? Bateu com a cabeça para sair falando dos nossos planos assim abertamente? - voltaria a baixar o tom após uma respiração profunda - Arf… aliás, eu não entendo, o que vocês dois querem lutando contra esses donos de escravos? O Cheng nem está mais aqui com a gente, ele que tinha motivos para essa luta, não a gente!

Eu não conseguia entender o propósito nessa luta, mesmo assim, tentaria ouvir com mente aberta e observar as reações de meus amigos. Especialmente Anya que costuma ficar mais irritada quando falamos deste tópico. Ainda que eu tentasse compreender os sentimentos e vontades dos meus companheiros, eu não conseguia concordar com a ideia de invadir o leilão de escravos, exceto se isso trouxesse algum benefício a mim ou ao nosso recém-formado bando. Sendo assim, indagaria:

- Certo, então me diga o que poderíamos ganhar desse leilão? Se vocês me convencerem que receberemos uma recompensa, então ajudarei vocês! - cruzaria os braços e esperaria que Anya ou Franky apresentassem suas ideias.

Considerando que fosse convencido de atacar o leilão, especialmente se eles falassem sobre conseguir uma tripulação de ex-escravos ou um navio, eu me sentaria na cama e diria:

- Certo, certo… vamos atacar esse leilão! - olharia com determinação para ambos à minha frente, agora o que era irritação se transformaria em entusiasmo, afinal eu faria algo perigoso mas tendo um retorno em mente - Vocês me conhecem, se querem atacar aquele lugar, que ataquem direito! Eu encheria aquele lugar de pólvora e mandaria tudo pelos ares Djadjajajajajajaja! - gesticularia uma explosão com as mãos - Depois precisaremos fugir daqui, então precisamos conseguir um navio e também precisamos de algo que impeça a Marinha de nos atacar…

Nesse momento, levantaria da cama, com um sorriso orgulhoso estampado no rosto e falaria como se estivesse discursando em frente a uma plateia - Enquanto vocês andavam por aí, eu, Aaron Reyes, consegui encontrar uma amiga íntima do rei, não só isso, também joguei meu charme e ela está a isso aqui de cair nas minhas mentiras Djadjajajajaja! Nós iremos sequestrá-la e depois a usaremos como moeda de troca para sair da ilha em segurança, podem deixar essa parte comigo.

Voltaria a sentar na cama para ouvir as outras ideias de Franky e Anya ao mesmo tempo em que eu mesmo ficaria imaginando possibilidades e cenários. Uma vez que todos tivessem falado tudo, retomaria os pontos discutidos para organizarmos o passo a passo do grande golpe que estávamos planejando:

- Certo, temos uma semana até o leilão, precisaremos de explosivos, uma tripulação com os escravizados que libertaremos, um navio e sequestrar a Mei Nuo, amiga do imperador para conseguirmos sair da ilha vivos, todos de acordo? Ao longo dos dias vamos pensando em como desenvolver cada parte detalhadamente - estenderia minha mão para cumprimentar Anya e Franky.

Como já era noite, o cansaço da viagem e da caminhada começariam a me cobrar uma boa noite sono. Assim sendo, despir-me-ia na frente dos dois e dobraria minha roupa nova, guardando-a no armário para que não amassasse. Em seguida, viraria para os meus amigos e diria:

- Agora se me permitem, vou dormir! - antes que eles pudessem sair, subitamente me lembraria de algo importante - Ah! Fiquem de olho no Yuan, ele sabe de muita coisa e eu não gosto de quem sabe demais… - seja paranoia ou não, nessa noite eu dormiria com o bastão ao meu lado.

~ Informações ~


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Re: II - O cão e o dragão Dom Ago 07, 2022 8:34 pm



Aula 1: Introdução a Piadas Chinesas

Fala ~~ Pensamento


Após terminar minha brincadeira, havia ficado muito mais tranquilo, meu espírito estava totalmente em paz e aliviado. Comi muito e fiquei totalmente feliz por causa da refeição, estava simplesmente divina, ainda lambia os lábios ao ser empurrado por Reyes, que parecia irritado, até o quarto para conversarmos. Vê-lo explodir foi engraçado e me fez mostrar um sorriso meio nervoso, tanto quanto parecia engraçado não tinha percebido a idiotice que havia feito. - Foi mal! Sério! Muuuuhahahahha - Colocaria a mão por trás da cabeça mostrando um sorriso abobalhado. - Te contar que nem percebi? Mas o Yun Shao parece ser maneiro, foi ele que me passou as informações de como chegar na casa de escravos... - Colocaria o indicador na boca em tom pensativo. - Se ele quisesse fazer algo, já teria feito, não? Deixamos ele aqui muito tempo sozinho! - Voltaria a rir. - Mas ver você bravo é hilário! Muuuhahahahah. -

- E precisa de um bom motivo para acabar com gente babaca? Já detonamos gente bem mais bacana por muito menos. - Estaria gargalhando até o momento em que prosseguiria seriamente. - Eu vivi como escravo por um tempo e sei como essas coisas são horríveis, só tem desgraçado do lado de lá. Desgraçado rico! Então... - Esfregaria os dedos na frente do rosto simbolizando dinheiro. - Claro, também tem o lance da filha do escultor. Mas imagino que lá vai ter um monte de engomadinho com pouca proteção porque lá é "Seguro", para gastar seu "Suado" dinheirinho. - Faria as aspas com os dedos, deixando o tom brincalhão retomar a garganta. - Talvez até conseguíssemos reerguer nossa gangue? Tem pouca gente por enquanto, né? - Apontaria para mim, Anya e Aaron. - Só três pessoas, isso tá longe de ser uma gangue, parece mais uma banda! - Soltaria uma gargalhada pela piada boba.

Arrumaria meus cabelos e o louro que o ornamentava, me sentando em um canto um pouco cansado. Ouvir sobre a explosão me surpreendeu como o entusiasmo do Topetudo apareceu do nada. - Sim! Com certeza, uma explosão seria simplesmente muito maneira! Lembra de como a gente deixou o porto lá em Sirarossa? Só os pedacinhos! Aquilo foi muito legal! - Colocaria as mãos entrelaçadas atrás da cabeça e me recostaria em algum lugar. - Mas para isso vamos precisar de bombas né? E na minha bolsa eu não tenho nenhuma. - Remexeria a bolsa encontrando algo que nunca tinha visto antes, uma pedra meio transparente. - Eita, o que é isso? Como essa porcaria veio parar aqui? - Daria de ombros e voltaria a prestar atenção em Aaron.

Com o término da fala de Aaron ergueria minha mão em acordo com ele. - Eu topo! Mas será que essa amiga do Imperador não poderia nos dar um navio? Ou melhor... Será que o Imperador não nos daria um navio em troca dela? - Teria dúvida no meu rosto, sem saber muito bem como tudo procederia.

Com o fim da conversa e a despedida dos outros, ainda mais com a preocupação de Aaron, dormiria encostando minhas costas contra a porta para que não conseguissem abri-la do lado de fora. - Eu estou acabado também! Vamos dormir e amanhã vemos o que faremos! - Fecharia os olhos e dormiria.


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Re: II - O cão e o dragão Seg Ago 08, 2022 5:27 pm



Todos

A noite mais uma vez havia chegado. A lua brilhava no céu junto de incontáveis estrelas, e as ruas de Kano estavam enfeitadas por belas lamparinas de papel em vários tons de vermelho e laranja. O comércio noturno começava a abrir, e a temperatura dava aquela baixada clássica. Um ventinho mais frio já possível ser sentido vindo das janelas, e já era possível ouvir o barulhinho de grilos por aí e até mesmo alguns vagalumes. A noite estava muito bonita.

- Até amanhã. - Respondeu Yuan Shao, estóico como sempre, enquanto Aaron chamava os dois companheiros até o seu quarto. - O que deu em você dessa vez? - Perguntou Anya, cruzando os braços sem entender a ação do delinquente. O humano então explicou suas motivações para os dois, que então começaram a jogar ideias na mesa sobre como iriam proceder dali pra frente. - Por mim pode ser. Só me importo mesmo com a destruição total daquele leilão escroto. - A tritã acrescentou, revirando os olhos. O grupo de aspirantes a pirata parecia já ter mais ou menos um curso em mente, e agora, estava na hora de se recolherem e descansarem depois de um dia de trabalho em Kano. Restavam seis dias para o leilão.

Os primeiros raios de sol entrando pelas persianas dos quartos foram o que acordou o trio de forasteiros. Os galos já cantavam, o sol estava naquele tom que misturava rosa, azul e laranja, as donas de casa se levantavam para preparar os cafés da manhãs de suas famílias e os guardas da madrugada trocavam de postos como de praxe. Franky Tanky, caso abrisse sua porta, encontraria uma fruta estranha na entrada de seu quarto e um bilhete ao seu lado. No bilhete estaria escrito:

“Queridos amigos

Uma obrigação importante me forçou a sair de Kano ontem a noite. Não sei quando vou poder voltar, e também não tive nem tempo de me despedir de vocês. Fico bem triste que não vou poder continuar os retribuindo por terem salvo minha vida, por isso, resolvi presenteá-los com essa inestimável fruta do diabo que ganhei apostando nas patas dos cavalos. Dizem que quem a comer receberá poderes sobrenaturais, mas mesmo que não queiram isso, ainda poderão vendê-la por bastante dinheiro. Espero que tenham muito sucesso em suas futuras aventuras!

De um homem eternamente grato,
- Willy”


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Pirata
Re: II - O cão e o dragão Ter Ago 09, 2022 5:54 pm


Ato I: não dá para fugir do passado
País de Kano - West Blue
~ Post 07 ~
*Aaron Reyes


Poucas coisas no mundo são melhores do que acordar após uma boa noite de sono! Minha paranoia não se justificou, e dormi feito um bebê nos braços maternos. Fui acordando à medida que a luz refletia e esquentava minha pele. Após um longo bocejo e alguns alongamentos, eu estaria novamente em pé, novo em folha. Faria minha higiene bucal diária, um longo banho com água morna para ativar os músculos. Finalizaria minha preparação vestindo meu uniforme colegial e me perfumando caso encontrasse um perfume no quarto. Por fim, sairia do meu quarto com minha mochila e meu bastão. Não tenho tempo a perder, afinal tenho menos de uma semana para colocar um plano mirabolante em prática.

Passaria primeiramente no quarto da Anya, batendo na porta com dois toques e anunciando minha chegada - Anynha, meu anjo, hora de levantar da cama, eu te encontro no quarto do Franky! - seguiria, então, para o quarto do bovino. Era possível que eu encontrasse Franky esquisito, digo, mais esquisito do que o normal. E se ele falasse sobre um bilhete de despedida de Willy e algo sobre uma “fruta do diabo”, a qual eu nunca ouvi falar, questionaria:

- Fruta do quê? Que merda é essa? E o que tinha nesse bilhete? - após ouvir a explicação, seguraria os ombros de Franky e gritaria - O QUÊ?! Willy deixou uma fruta que valia uma nota e você a comeu?! AHHHHHHHHHH - berraria ao mesmo tempo em que daria uma cabeçada na testa dura de Franky e, mesmo que isso fizesse minha cabeça latejar de dor, seria orgulhoso e não transpareceria nada - Agora você tá me devendo uma grana ou um favor! E se você não cumprir, faço churrasquinho de você - viraria de costas e sairia resmungando comigo mesmo - Onde já se viu, faz uma merda dessa e nem me consulta, logo eu, o capitão do bando Matilha do Mar, tsc… - assim que alcançasse a escada, e se ouvisse Franky questionando o nome do bando, viraria o rosto para eles e diria sorrindo - Claro, somos verdadeiros cães, já esqueceu de Xolotl? Djadjajajajaja! Agora vamos, temos que conseguir nossa pólvora, tsc.

Eu não pediria ajuda de Yuan, pois não confiava plenamente nele, mesmo que não mostrasse sinal para desconfiarmos. Ora, se alguém sabe onde conseguir muitos explosivos ou ingredientes para fabricá-los, esse alguém é a garota da loja de armas. O nome dela é Diaochan se não me engano. E se não me falhe a memória, ela ficou caidinha por mim. Vai ser fácil tirar vantagem. Portanto, faria o caminho de volta à loja e, caso fosse questionado do que estou fazendo por Anya ou Franky, eu responderia - Vamos voltar naquela loja de armas, se lá não tiver explosivos para vender, com certeza a vendedora saberá onde podemos conseguir.

Chegando no estabelecimento, abriria a porta lentamente para criar um clima de expectativa e, quando ela estivesse completamente aberta, jogaria meu cabelo para trás com a mão e anunciaria minha chegada:

- Olá, Diaochan, que prazer ver você de novo! - caminharia lentamente até ela, ficando a um palmo de distância - Você está ainda mais bonita hoje - passaria suavemente uma vez o dorso dos meus dedos em seu rosto, caso percebesse uma abertura para fazê-la carinho - Será que você poderia me ajudar? Nós precisamos de muitos explosivos, o suficiente para demolir um prédio de cinco andares, você tem o suficiente para vender? - caso ela questionasse a motivação ou estranhasse o pedido, eu obviamente mentiria - Eu sei, eu sei, isso é um pouco repentino Djadjajajaja! É que estou pensando em construir uma casa para morar de vez em Kano, para isso vou precisar dos explosivos para limpar o terreno, preciso deles para explodir as pedras, você sabe como Kano é um país repleto de rochas, né? - caso persistisse a estranheza, apelaria para a carta da sedução - A propósito, você será a primeira convidada para conhecer a minha nova casa - finalizaria piscando sedutoramente com o olho direito. Na hipótese de Diachon não possuir a quantidade requisitada de explosivos ou de ingredientes para fazê-los, então questionaria - Certo, você sabe de algum lugar que eu possa conseguir esses explosivos? Algum ponto de mineração que use dinamites ou algum mercado maior?

Enfim sairia da loja, ou com os explosivos comprados da Diaochan, pagando o que fosse solicitado, ou sairia em direção ao local que ela indicasse. Antes de partir, pegaria a mão de Diaochan e beijar-lhe-ia o dorso, despedindo-me com um sorriso malicioso - Espero te ver em breve…

Seguiria até o local que me fosse indicado. Tratando-se de um mercado clandestino ou algo nesse sentido, eu permaneceria junto a Franky e Anya para negociar a compra dos explosivos - E aí, quero comprar explosivos ou ingredientes para fabricá-los, com quem eu preciso falar? - então esperaria as instruções. Entretanto, se ela indicasse uma mina a princípio “legal”, eu tentaria uma abordagem menos direta, tentando me infiltrar no local com minhas habilidades para mentir. Assim sendo, indicaria para Franky e Anya que me esperassem do lado de fora da mina, para me resgatarem se as coisas não saíssem como o planejado  - Oi, eu me chamo Dante, sou o novo contratado para fabricar dinamites que serão utilizados na mina… É meu primeiro dia aqui, pode me mostrar onde é meu posto de trabalho? - então seguiria as instruções que forem dadas.      
   

~ Informações ~


Histórico:

Resumo da ficha:

Objetivos:



Última edição por Reepz em Ter Ago 09, 2022 10:23 pm, editado 2 vez(es) (Motivo da edição : Errei o nome do personagem)

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Re: II - O cão e o dragão Ter Ago 09, 2022 7:04 pm



Aula 1: Introdução a Piadas Chinesas

Fala ~~ Pensamento


Abri a minha porta e me deparei com algo inusitado: era uma fruta estranha, mas ao mesmo tempo comum. Por causa dos anos na Grand Line já havia visto outras daquelas, inclusive tive que escoltar algumas para a Gangue do Sargon, claro que só tinha visto elas de longe, nunca tão perto assim. Peguei a fruta e o bilhete e levei para dentro do quarto, antes de mais nada peguei a fruta e comecei a examiná-la, apertei um pouco para ver o que acontecia, depois dei uma pequena lambida para ver se era real, então comecei a ler o bilhete que me foi entregue e por isso percebi que Willy era um sujeito de muita sorte. Aquele era um item muito valioso, muito valioso mesmo e não poderia arriscar perdê-lo. Pensei no que fazer e decidi que ia esperar Reyes e Anya chegarem. No entanto a fruta era uma boa oportunidade de me aproximar ainda mais do meu sonho, quase todos os grandes nomes do mundo possuem frutas e claro junto desse pensamento veio a fome matinal que me pegou de jeito e não tinha jeito melhor de resolver isso do que comendo algo. Descasquei ela e mandei para dentro, afinal nada como começar o dia ganhando poderes novos eeeeee... ARGHHHHHHHH CREDO QUE NOJO, senti uma vontade de vomitar enquanto mastigava a fruta mas me forcei a engolir.

Depois de comê-la, comecei a olhar para minhas mãos e apertar elas. Chacoalharia de um lado para o outro a minha bunda, tentaria retirar meus chifres e quando me deparasse com Aaron diria para ele. Fala - Cara, você nem acredita? O Willy me deixou uma fruta do diabo? Tipo assim, que presentão o cara foi realmente muito maneiro! Junto com um bilhete. - Sorriria de forma feliz. Fala - Ahhh O bilhete? Tá aqui! Nele diz que a fruta é por ele estar grato porque salvamos a vida dele e também que teve que partir,sei lá para onde. - Ouvindo a preocupação do meu companheiro diria amigavelmente. Fala- Topetudo! Uma fruta do diabo não é algo que se venda, se você vender é porque é muito burro. Elas dão poderes capazes de mudar batalhas, erguer impérios e criar a maior gangue de todas! - Apertaria os olhos na direção do topetudo. Fala - Eu posso ser capaz de soltar laser dos olhos e derreter os outros! - Respiraria muito fundo e soltaria o ar todo em direção aos pés do Reyes. Fala - O meu hálito pode virar ácido ou veneno! Ou então... - Rapidamente esticaria os braços com as palma das mãos para ele tentando soltar alguma energia ou algo do tipo dos meus braços.

Se alguma coisa saísse dos meus braços, diria. Fala- NOSSA O QUE FOI ISSO?! NÃO IMAGINEI QUE PODIA FAZER ISSO ME DESCULPA!!!! - Me aproximaria do Aaron para desfazer o que eu tinha feito, afinal meu objetivo não foi de fato aquele, estava apenas fazendo gracinhas e a idéia do que fazer era praticamente nula. Após entender minimamente como o poder funcionava brincaria com o Reyes. Fala - Líder? Muahahahahahahaha. Que piada engraçada, como se você fosse mais forte que eu né? Agora tenho os poderes malignos ao meu comando... Muhahahahahha! - Pararia para pensar um pouco, afinal o Aaron havia segurado as pontas esse tempo todo e eu tinha comido a fruta sem consultar ninguém. Fala - Ok... Ok... Eu aceito ser o segundo em comando, mas não pode tomar nenhuma decisão maluca sem me consultar ein... E Matilha do Mar? Somos lobos agora? - Pararia por um instante e refletiria, porque matilha? O que ele tinha na cabeça? Muito surpreendido diria com os olhos cheios de lágrimas. Fala - Isso é uma homenagem a nossa gangue antiga? - Esfregaria as lágrimas com o antebraço. Fala - Isso não são lágrimas! Eu tenho alergia a madeira!!! Seu idiota, vamos atrás da Pólvora! -

Seguiria o do cabelinho preto para cá e para lá independente de para onde ele fosse, enquanto tentaria fazer coisas diferentes para tentar ativar todas as capacidades da fruta que havia comido. Passaria os braços ao redor um do outro tentaria esticar os dedos, se soltasse algo tentaria manipular com a mente ou mesmo chacoalhar algo, mas se no caso me transformasse em um animal voltaria minha atenção as minhas capacidades físicas para ver se podia saltar longe ou rugir alto, coisas desse tipo.

Se passássemos em uma loja de armas iria ao atendente com um sorriso no rosto. Fala - Olá!!! Gostaria de um par de manoplas! - Pegaria o dinheiro e daria para a pessoa assim que pegasse as luvas. Fala - Ahhhh e você sabe onde posso arranjar Jade do Dragão... Não... Sopro do Dragão? - Riria ruidosamente jogando a cabeça para trás por causa daquela burrice de esquecer o nome do minério.

Continuaria seguindo Aaron para onde quer que ele fosse ou até que ele me pedisse para parar e ali ficaria, observando os arredores e refletindo sobre minhas novas habilidades.

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Re: II - O cão e o dragão Qui Ago 11, 2022 1:24 pm



Todos

Antes mesmo de esperar a chegada de seus companheiros, Franky colocou pra dentro a fruta do diabo, que realmente tinha o pior gosto de praticamente qualquer coisa que o mink já havia comido na vida. Apesar de ter engolido a fruta inteira, de início o touro não havia sentido diferença alguma. Era como se nada nele tivesse mudado até agora, e foi bem nessa hora que os outros dois companheiros entravam em cena, depois de Aaron acordar Anya. Animado, Tanky começou a explicar tudo o que havia acontecido para os outros dois. - Ótimo, quanto mais poder, mais fácil vai ser esmagar aquele leilão. - Anya comentou, claramente ainda afetada pela visita ao hotel Bellucci no dia anterior. Aaron, por sua vez, não estava nem um pouco feliz pois julgou que o mink havia agido sem pensar.

Antes que a discussão pudesse continuar, de repente os braços do touro se transformaram em grilhões de ferro, grilhões esses que logo se envolveram em torno do topetudo. Arrependido, Franky tentou de tudo pra desfazer aquilo por uns bons minutos, com Anya olhando tudo aquilo sem entender nada. O touro ainda não dominava totalmente aqueles poderes, e foi só depois de muitas tentativas que, de repente, seus braços voltaram ao normal e Reyes foi libertado. - Então quer dizer que agora você é um tipo de homem-prisão? - Sugeriu a tritã, colocando a mão no queixo. Depois de mais uma pequena discussão, os membros da gangue logo decidiram qual seria o seu próximo plano de ação: ir até a loja de armas. No caminho, Yuan Shao os cumprimentou mais uma vez assentindo sua cabeça, como se nada tivesse acontecido, e o trio enfim deixou aquela pousada.

-x-

Com a situação na estalagem já normalizada, o trio fez seu caminho até a conhecida loja de armamentos que ficava bem próxima de onde eles estavam. Ao entrarem no local, avistaram Diaochan polindo a lâmina de uma espada atrás de seu balcão. Antes mesmo de olhar pra quem era que tinha chegado, ela já começou a falar. - Sejam bem vind… - A garota congelou ao perceber que Aaron e Franky estavam de volta, deixando cair no chão a arma e particularmente focando-se no delinquente, que não tardou em aproximar-se dela e cumprimentá-la fazendo uso de todos os seus charmes. O rosto da jovem lojista corou em várias tonalidades diferentes de vermelho, roxo e rosa ao sentir o dorso dos dedos do delinquente em sua face. - O… o que você tá fazendo!? Tira a mão de mim, seu idiota! - Ela rapidamente removeu a mão dele com um tapa, dando um rápido passo pra trás. - …Pelo menos me chama de sair antes de… - Ela deixou escapar desviando o olhar pro lado, murmurando baixinho sem perceber que todo mundo ali tinha escutado tudo. Ela então recolheu a arma e a guardou debaixo do balcão.

O pedido de Franky foi a deixa que a moça encontrou para recuperar levemente a compostura. - Be… bem. Temos várias opções disponíveis de manopla. - Ela retirou um catálogo e o colocou na frente do mink. - Temos pares de manoplas gastas, básicas, profissionais e excepcionais. Pode dar uma olhada e me avisa quando decidir. - Ela engoliu em seco ao terminar de falar, se voltando novamente para Aaron, que agora fazia o próprio pedido. O humano falou sobre uma quantidade enorme de explosivos, coisa que fez a jovem arregalar os olhos em surpresa. - O que cê vai fazer com essa quantidade? - Ela questionou. Aaron então inventou uma convincente história sobre estar querendo construir uma casa, Diaochan ergueu a sobrancelha ao ouvir aquilo, afinal já era a segunda vez que aquele grupinho tinha aparecido ali pra comprar armas, e agora ela tinha dúvidas se realmente o objetivo deles era construir alguma coisa, especialmente com a forma que eles a trataram na primeira visita.

Ela estava prestes a fazer mais questionamentos, mas ao ouvir a proposta de Aaron, parou por alguns instantes. A promessa era tentadora, e as batidas altas no coração da lojista indicavam que a atração que sentia pelo delinquente havia pesado mais que a suspeita na balança de sua racionalidade, especialmente depois daquela piscadela. Tanky também fez uma pergunta sobre o sopro do dragão, que por sorte ela também parecia ter uma resposta.

Diaochan fez um longo suspiro antes de dar sua resposta, dando seu melhor para esconder o quão estava envergonhada (e falhando miseravelmente). - Eu, um… - Ela desviou o olhar novamente. - Não tenho essa quantidade de explosivos aqui na loja, e não vendo sopro do dragão. Mas se vocês forem direto no meu fornecedor, podem comprar as duas coisas dele sem problema. - A garota retirou um papel e caneta. - Eu posso escrever uma carta dizendo que vocês são clientes de confiança, ou… - Ela logo começou a corar de novo. - Ou então vocês podiam… - Ela parecia estar com dificuldade de terminar o que pretendia falar. - Ahhhh, droga! - Ela bateu no balcão com os dois punhos, em um misto de vergonha e irritação consigo mesma, se debruçando na mesa logo em seguida.

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- …Ou eu poderia ir com vocês e mediar a compra pessoalmente… - Ela evitou olhar nos olhos de qualquer um dos presentes ao falar aquilo. - Mas seria só pra facilitar a transação, pra retribuir vocês por terem sido meus únicos clientes em um bom tempo. - Ela cruzou os braços e fechou os olhos, soando meio emburradinha. - E eu com certeza não tô sugerindo isso porque quero passar mais tempo com o… - Ela parou imediatamente ao perceber o quão revelador aquilo tava soando, e imediatamente reformulou. - Enfim! O que vai ser? Preferem que eu vá junto ou escreva apenas a carta? - Ela indagou. - E qual manopla cê vai levar? - Diaochan virou seu olhar para Franky ao finalizar.


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Re: II - O cão e o dragão Qui Ago 11, 2022 11:42 pm


Ato I: não dá para fugir do passado
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Franky é um ordinário, além de comer aquela fruta esquisita, que eu nunca ouvi falar, sem nem ter me consultado, ele usou alguma bruxaria para me prender. Minha razão não conseguiu encontrar uma explicação para o que aconteceu. Em um momento eu estava cabeceando aquele idiota e no outro estava esperneando no chão para ele me soltar. Sei apenas que ele ficou mais forte e eu teria que correr para acompanhar o ritmo dele. Entretanto, fiquei verdadeiramente feliz por Franky, afinal ele é como um irmão para mim e, junto da Franciele, são as duas únicas pessoas que eu me sacrificaria para ajudar.

Enfim seguimos para a loja de armas, onde eu pude confirmar aquilo que já suspeitava: Diaochan estava nas minhas mãos. E após acariciar-lhe o rosto, levei um merecido tapa, um belo e satisfatório tapa - Djadjajaja! Também estava com saudades, Diaochan - brincaria levando minha mão ao rosto, como se o tapa tivesse me machucado. Passar um tempo com Diaochan seria certamente divertido. Porém, Franky como sempre não percebeu o que se passava e logo interrompeu o clima para falar de manoplas. Pelo menos pude aproveitar o momento para questionar sobre os explosivos e, novamente, minha estratégia se mostrou eficiente. Não só consegui acesso ao fornecedor de armas e explosivos, como a Diaochan em pessoa se propôs a ser a responsável pela negociação. Eu não poderia ter outra reação a não ser estampar um sorriso animado no rosto, de orelha a orelha, expondo minha bela arcada dentária e segurar a mão de Diaochan, puxando-a gentilmente para fora da loja.

- Claro que queremos você com a gente! - diria ao chegar com ela fora da loja, então me aproximaria oferecendo meu braço levemente fletido, para que ela pudesse segurá-lo e mostrar o trajeto ao fornecedor - Por favor, mostre o caminho, minha bela guia… - o timbre da minha voz seria mais grave e a escolha de palavras teriam o intuito de atingir de maneira certeira o coração da jovem. Era impossível prever a reação dela, mas a seguiria de braços cruzados ou não. Caminharia sempre ao seu lado, trocando-lhe olhares vez ou outra, ao mesmo tempo em que prestaria atenção no caminho, notando movimentações de guardas, a presença de vielas e a arquitetura da cidade de uma maneira geral.

Caso eu fosse alvo de piadinhas típicas do Franky ou de reclamações de Anya, mandaria ambos para aquele lugar nada agradável, mostrando-lhes o meu dedo do meio. Obviamente faria isso quando Diaochan não estivesse olhando, pois é importante que ela me veja como um príncipe por ora. Quando chegássemos ao local, deixaria Diaochan falar e tratar de toda a negociação e pagaria o que me fosse solicitado, desde que não fosse um preço injusto. Quanto menos falasse, seria melhor para mim, porém, se eu precisasse me apresentar ou justificar o uso dos explosivos, eu diria:

- Prazer, eu me chamo Aaron, sou o futuro namorado da Diaochan e preciso dos explosivos para limpar as rochas de um terreno em que planejo construir uma casa para morarmos juntos, se ela quiser, é claro, Djadjajajaja! - brincaria envolvendo-a com o meu braço e lhe trazendo para perto de mim. Se tocar no seu rosto me fez ser esbofeteado, eu estaria esperando o pior dessa vez. Talvez fosse recebesse um chute, uma sequência de socos, uma espadada, mas o que viesse valeria a pena para ver a garota envergonhada novamente. De toda maneira, eu explicaria em seguida que se tratava de uma brincadeira - É brincadeira, calma, calma, Djadjajajaja! Então, vamos fechar o negócio?!
   

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Re: II - O cão e o dragão Sex Ago 12, 2022 11:05 am



Aula 1: Introdução a Piadas Chinesas

Fala ~~ Pensamento


O que havia acontecido comigo? Eu me tornei um homem-prisão como a Peixinha tinha falado? Parecia que sim e que não… Sentia que ainda havia algo a mais em mim, sentia que os poderes iam além do que havia feito até agora, com certeza absoluta iria treinar para utilizar o máximo desses poderes até o dia do leilão. Minha mente ainda estava enevoada com tantas coisas que nem tinha percebido que havia esquecido qual o tipo de equipamento eu queria.

Olharia os equipamentos de forma pensativa, de nada adiantaria ter um poder tão grande como o de uma akuma no mi sem ter grandes poderes nos equipamentos. - Eu vou querer a profissional! Mas ela é né? Não vai acabar desmanchando enquanto eu luto, né? - Falaria isso ao passo que começaria a remover o dinheiro da carteira para entregar a Happo. Logo que terminasse a transação usaria a s novas manoplas na mão onde ela deveria ficar.

- Opa, vamos todos juntinhos ir ver seu fornecedor. - Soltaria uma risadinha um pouco maligna ao dizer juntinhos e olhar para o “casal” que ali se encontrava. Deixaria que ela me guiasse e vendo-a agarradinha com o topetudo soltaria um risinho e acertaria uma “cotoveladinha” no braço de Anya, depois apontaria com o nariz para os dois. - Alá os pombinhos, Oriririiriririririri. - Sussurraria antes de ficar confuso, afinal de onde saiu aquela risada estranha? Bem que se dane, naquele instante tinha coisas muito mais importantes para prestar atenção, nesse caso era a negociação.

Ficaria a todo momento atento para qualquer tipo de incidente, mas se ouvisse algo sobre alguma história de amor por parte do Aaron, começaria a chorar e falar de forma  chorosa. - Nossa! Você… Você vai se casar! Seu idiota! Por que não me contou isso? - Continuaria a chorar enquanto limparia as lágrimas com minhas mãos.    - Isso não são lágrimas seus manés! É que eu tenho alergia a coisas bonitas! Desgraçados! - Continuaria a chorar enquanto cobria meu rosto. Ao perceber que tudo não passa de uma brincadeira do Aaron, acertaria um soco na cabeça dele, mas sem qualquer intuito de feri-lo. - Seu mané! Me fez chorar atoa! - Esbravejaria com rosto sério e bravo.

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Re: II - O cão e o dragão Sab Ago 13, 2022 1:52 am



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- Não se preocupa, uma arma profissional ainda sofre desgaste, mas a não ser que você abuse muito da coitadinha, ainda deve poder usar ela sem problemas por um bom tempo. - Diaochan explicou, removendo um par de poderosas manoplas profissionais de baixo do balcão e as entregando para Franky. - Vai ficar por 1.600.000 berries. - Concluiu a lojista, em seguida recebendo o pagamento do mink bovino e colocando tudo dentro da caixa registradora logo em seguida. Seus negócios com o touro pelo visto tinham terminado, mas Aaron pelo visto ainda tinha planos para ela.

- E… eeei! - A garota exclamou alarmada, enquanto Aaron a agarrava pela mão e a levava até a saída da loja, porém sem fazer nada para soltar-se dele. Quando o delinquente explicitou seu desejo de que ela os guiasse até seu fornecedor, oferecendo-lhe o braço, o jogo mudou completamente. A expressão da garota no momento transformou-se em um misto de indecisão, confusão, alegria e vergonha, e ela demorou uns bons segundos pra falar alguma coisa depois de ouvir aquele convite. - Tá, acho que posso fazer esse favorzinho pra vocês… -

Ela novamente desviou o olhar. - Só deixa eu fechar a loja antes. - Ela avisou, rapidamente trancando o estabelecimento, depois da saída de todos, como se tivesse com muita pressa. Depois disso, sem perder tempo, ela ansiosamente envolveu o próprio braço ao do jovem. - A gente tá indo pra companhia de “Zhao Minérios” no Distrito Júhuā, eles são especializados em extrair Sopro do Dragão, mas também me vendem alguns explosivos de mineração que acabam sobrando. - Ela explicou enquanto guiava o grupo, tentando mudar um pouco o rumo da conversa. Anya fez uma risadinha ao ouvir a piadinha de Franky, já a cidadã de Kano, apenas virou de costas e fitou-o com um olhar raivoso, não achando aquilo nem um pouco engraçado. Em um momento onde ela não estava olhando, Aaron furtivamente mostrou o dedo do meio para seus velhos companheiros.

O delinquente prestou bastante atenção na movimentação das ruas, que não estavam nem muito cheias e nem muito vazias naquela hora da manhã. Quando mais o grupo se distanciava da área residencial e entravam no distrito Júhuā, mais seguranças das empresas privadas de mineração o grupo observava rondando as ruas. Aquele distrito era cheio de armazéns que provavelmente mantinha os minérios extraídos nas minas locais, também era possível ver as inúmeras casas dos mineradores que lá trabalhavam. Eventualmente, o grupo chegou até uma construção relativamente imponente, era um grande armazém com uma placa que lia-se “Zhao Minérios”. - Chegamos. - Falou Diaochan, que meio relutante, demorou alguns instantes extras para se desvencilhar do braço de Aaron. De dentro do armazém, saiu uma alta moça de longos cabelos negros, óculos escuros, uma prancheta e uma aparência bastante profissional. Ela andou até onde estava Diaochan, aparentemente feliz em ver a lojista.

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- Oi Zhu! - Diaochan a cumprimentou, dando um pequeno abraço na garota de óculos. - É bom te ver de novo, velha amiga. - Zhu respondeu, imediatamente voltando sua atenção para os desconhecidos com um olhar de curiosidade. - São amigos seus? - Antes que a garota pudesse responder, porém, Aaron fez sua própria apresentação enquanto a envolvia em seus braços, apresentação essa que fez Diaochan perder totalmente o ar e as palavras. Zhu fez um sorriso de orgulho ao ouvir aquilo. - Olha só, meus parabéns! - A funcionária deu uns tapinhas no ombro da ainda boquiaberta Diaochan e se virou para o delinquente. - A baixinha aí sempre reclamou pra mim do quão odiava trabalhar naquela loja, então você tem meus agradecimentos por estar me livrando disso. - A moça falou em tom de piada. As falas feitas por Franky apenas jogando mais lenha na fogueira. Aaron logo explicou que aquilo havia sido uma brincadeira, o que imediatamente tirou a lojista de seu “congelamento”. - COMO ASSIM BRINCADEIRA!? - Ela ficou vermelha imediatamente, dando um rápido passo pra longe e encarando o delinquente cheia de revolta, isto é, até perceber o que ela mesma estava fazendo. Zhu soltou uma gargalhada, se divertindo com as provocações sofridas pela velha amiga. O delinquente ainda tomou um cascudo de seu amigo touro, que pelo visto tinha realmente acreditado naquilo. Anya deu de ombros e suspirou ao presenciar todas aquelas trapalhadas.

- Q… quer dizer! Não viemos aqui pra ficar brincando! - Diaochan cruzou os braços, dando seu melhor para controlar o vermelho que ainda tomava conta de suas bochechas, se voltando novamente para a mais alta. - Eu vi aqui com eles pra mediar uma compra, eles estão atrás de explosivos. - Ela então mudou seu olhar para Franky e Anya, tentando evitar olhar na direção do humano. - Podem explicar exatamente qual é o pedido pra Zhu já que ela é do departamento de vendas da empresa, ela cuida do resto.



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Re: II - O cão e o dragão Sab Ago 13, 2022 3:50 pm


Ato I: não dá para fugir do passado
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~ Post 09 ~
*Aaron Reyes


Tudo está indo conforme o planejado. Diaochan aparentemente está caidinha por mim e tê-la ao meu traz muita credibilidade para negociar qualquer coisa. Afinal, estou acompanhado por uma nativa da ilha, não sou mais apenas um estrangeiro andando com um touro bípede e uma mulher-peixe. Entretanto, no momento eu preciso negociar com outra mulher chamada “Zhu”, que aparenta ser uma verdadeira “rata” dos negócios. E, para o meu pesadelo, não poderia simplesmente jogar o meu charme em cima dela bem na frente da Diaochan. Eu seria obrigado a confiar exclusivamente na minha habilidade de mentir e, em última instância… bem, vou torcer para não chegar ao ponto de tomar medidas drásticas.

- Djadjajajajaja! Eu sou Aaron, é um prazer, Zhu! - diria oferecendo um cumprimento de mão à mulher enquanto passaria a minha outra mão na cabeça, onde Franky me atingiu - Como Diaochan disse… - faria uma breve pausa para trocar um olhar gentil com a lojista - …estou a procura de uma quantidade de explosivos suficientes para explodir um prédio de cinco andares! Sabe, eu pretendo construir uma casa para mim em Kano, já que fiquei apaixonado por esse país! - apontaria com o dedão para Franky e Anya - E como pode ver, terei convidados para morar comigo, então preciso de uma casa grande Djadjajaja! Mas esse país é muito rochoso, então vou precisar realizar algumas explosões controladas para limpar o terreno! - se eu percebesse pela feição de Zhu que ela estivesse suspeitando da elevada quantidade de explosivos solicitada, seguiria dizendo - Eu sei que é bastante explosivo, mas eu penso que é melhor sobrar do que faltar, não é mesmo? Djadjajajaja! - se a negociação seguisse bem, antes de perguntar o preço, eu pediria para ver os explosivos com meus próprios olhos, assim poderia descobrir onde eles são armazenados - Ótimo! Posso dar uma olhadinha nos explosivos antes? Só para ter certeza que é o que eu procuro - então seguiria a mulher, prestando atenção nas rotas de fugas e no número de seguranças dentro do armazém, bem como coisas arremessáveis como objetos menores que coubessem na minha mão.

Pagaria o que me fosse solicitado, desde que eu obviamente houvesse o dinheiro necessário. Se mesmo somando o dinheiro do bando não fosse o suficiente para conseguir a quantia de explosivos desejada, eu não desistiria de primeira - Hum… não temos essa quantia, não tem nada que eu possa fazer para você que compense esse valor? Um serviço, qualquer coisa… pode até ser algo perigoso, topo qualquer coisa, tudo para ter uma casa bonita em Kano, Djadjajajaja! - exclamaria em uma pose orgulhosa, estufando o peito e com as mãos na cintura, exibindo meus músculos atléticos e bem definidos.

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Re: II - O cão e o dragão Seg Ago 15, 2022 12:15 pm



Aula 1: Introdução a Piadas Chinesas

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A tal Zhu parecia ser alguém legal e interessante, sentia que ela era para a Happo o que eu era para o Topetudo. Ouviria o meu parceiro contar sua história e fazer o seu trabalho, apesar de que ele tinha o intuito de enganar ela e que eu queria rir por causa daquilo, não podia negar que o Aaron era muito bom inventado histórias e mentindo, afinal, eu não teria essa capacidade que ele tem.

Apesar do processo ser chato, seguiria o rumo das coisas, afinal meu objetivo era criar a maior gangue de todas se não suportasse por alguns instantes não lutar com alguém como eu poderia formar a minha gangue? Essa comparação foi meio estranha, mas eu tinha entendido o que quis dizer era isso que importava.

Assim que Aaron terminasse de explicar o que ele queria seria a minha vez de falar. - Zhuzhuzinha! Eu preciso de Jade de Dragão! Jade não... Sopro do dragão, Muhahahahaha! Vou usar para relembrar algumas coisas que eu aprendi com meu falecido paizinho! por isso quero fazer uma arma legal ou algo maneiro com o Sopro do Dragão! Quanto ele custa? - Essa seria uma pergunta direta para a mulher, afinal não teria motivos para tentar negociar, assim que soubesse o valor e estivesse dentro das minhas capacidades de compra, eu pegaria o dinheiro e entregaria para a mulher para pegar o minério e por fim o guardaria em minha mochila.

Uma vez que eu não teria mais o que falar com a Zhu, me afastaria da mesma e dos outros dizendo em tom amigável. - Pessoal, preciso fazer uma coisa! - Me afastaria do pessoal, buscando um lugar isolado mas mantendo-os em vista. Agora distante deles, começaria a olhar para minhas mãos, com o intuito de ver o que mais minha nova habilidade me proporcionou. Forçaria minhas mãos contra alguma direção com o intuito de tentar soltar aquelas barras de metais que tinha prendido Aaron sem querer. Pelo que havia entendido da última vez, eu conseguia passar meus braços ao redor das coisas e produzir barras e metal, mas será que poderia expeli-las? Forçaria o máximo possível com o intuito de soltar as barras de metal.

Assim que terminasse, testaria uma nova ideia, minhas pernas e o resto do meu corpo eram capazes de atravessar as coisas? Buscaria algum objeto para tentar atravessar, primeiro com o tórax e depois com as pernas. Meu intuito era ver até onde minhas capacidades iriam. Em todos os testes usaria objetos imóveis que não parecessem de muito valor, não que eu me importasse com o valor daquelas coisas, mas porque o Topetinho estava no meio de uma negociação e não queria deixar as coisas ficarem estranhas por lá.


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Re: II - O cão e o dragão Qua Ago 17, 2022 8:47 pm



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Zhu fez um sorrisinho ao ouvir a fala de Aaron, levantando uma sobrancelha ao ouvir sua justificativa para a compra dos explosivos. Era claro que ela, apesar dos charmes do delinquente, não estava acreditando muito em suas palavras. - Ah claro, só tenho umas informações meio sensitivas sobre os explosivos que preciso conversar em particular com o Sr. - Ela explicou. - Regras da empresa e tal. - Complementou a moça, fazendo um sinal de “vem cá” com as mãos na direção do humano. Diaochan não estava nem um pouco feliz com aquele papinho particular, como era possível facilmente notar na sua expressão facial que era puro ciúmes. Enfim, depois de se distanciarem alguns metros do restante do grupo, em uma localidade um pouco mais isolada, Zhu deu continuidade ao papo.

Ela deu de ombros inicialmente. - Ai ai, a Diaochan tenta parecer durona mas ainda pelo visto ainda é bem inocente e ingênua. - A feição de Zhu mudava subitamente, todo o profissionalismo de antes tendo desaparecido em um instante. - Você vem aqui acompanhado de um mink touro rosa e uma mulher-peixe, falando que quer explosivos suficientes para derrubar um prédio urbano de grande porte... - O tom de voz dela mudou um pouco, agora soando levemente sarcástico. - E ainda por cima se apresenta como "Aaron".

Ela revirou os olhos. - Fala sério, como você ainda tá vivo e solto? Vou te contar, é possível que você seja o pirata procurado mais sortudo do mundo, Aaron Reyes. - Ela deu uma risadinha ao falar isso, colocando as mãos na cintura, mostrando que havia reconhecido a identidade do rapaz. - Antes que você comece a me ameaçar, não se preocupa, eu não pretendo alertar a marinha. Só preciso que me escute. - Ela levantou um pouco seus óculos, fazendo a luz que ele refletia tornar as lentes opacas por um instante. - Ainda vejo vantagem em fechar esse negócio com vocês, apenas vão precisar fazer um servicinho pra mim. Temos explosivos de sobra por causa das minas, ninguém vai perceber se alguns acabarem sumindo. -

Ela fez um leve suspiro. - Eu não poderia te vender isso legalmente nem que quisesse, afinal, a gente mantém registros aqui de todas as transações, e ao descobrirem que fui eu quem vendeu os explosivos usados por um procurado pra explodir algum prédio na ilha, meu emprego com certeza ficaria comprometido. A empresa ia precisar de um bode expiatório no fim de tudo pra não ficar com a reputação manchada. - A mulher cruzou os braços.

- Mas se os explosivos, por algum motivo, tivessem apenas desaparecido sem explicação dos nossos depósitos, esse problema não existiria. - Ela fez um sorrisinho malicioso. - Se aceitar meu serviço, talvez alguns explosivos aqui da empresa sumam quando ninguém estiver olhando e magicamente apareçam nas mãos de um pirata bonitão e com cara de delinquente. Se você não achar isso uma oferta generosa o suficiente, posso até dar junto um pequena quantidade de Sopro do Dragão como brinde. - Ela brincou.

- Vou te dar um dia inteiro pra pensar na minha oferta, se estiver disposto a aceitar, venha até a minha casa amanhã à noite. - Ela rapidamente retirou um cartão em branco do bolso e, com a caneta que carregava na orelha, rabiscou um endereço em um pedaço de papel e entregou nas mãos do delinquente. - Bom, acho que já deixamos nossos amigos esperando por tempo demais. - Ao concluir, Zhu, voltou à sua personalidade profissional e amigável antes de andar novamente para onde estavam Franky, Diaochan e Anya.

A dona da loja de armas havia rapidamente virado o rosto ao ver Aaron chegando, ainda um pouco ressentida. O touro então expressou sua vontade de comprar um pouco de sopro do dragão para fazer uma arma. - Ahh, é uma pena. Hoje já encerramos as vendas de Sopro do Dragão, mas o Sr. pode voltar amanhã! - Zhu mentiu, fazendo um olhar rápido na direção da Aaron, como que pedindo que ele explicasse para o companheiro o motivo dela não querer lhes vender nada oficialmente. - Enfim, foi muito bom te ver novamente Diaochan, mas agora tenho que voltar ao trabalho. Boa sorte pessoal! - Ela fez uma pequena reverência, fazendo com que a lojista de armas já ficasse mais tranquila - Certo, a gente se vê Zhu. - Ela se despediu.

Se o grupo não tivesse mais nada a tratar com ela, Zhu faria uma pequena reverência e voltaria para dentro do armazém. Passaram-se alguns instantes de silêncio entre o grupo, até que Anya quebrou finalmente o gelo. - E os explosivos?

Caso Aaron lesse o cartão que foi lhe entregue pela moça de óculos, veria que está escrito:  "Distrito Zhúzi - rua Lin Kuei - 934".



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Re: II - O cão e o dragão Sex Ago 19, 2022 5:02 pm


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Zhu fez uma cara diferente e logo me chamou para uma conversa privada, o que não agradou nem um pouco a Diaochan. A cena me lembrou das noites nos bares de Sirarossa e me fez perceber que eu não me divertia há um tempo, talvez eu devesse tirar uma noite para comemorar antes do leilão. Entretanto, a conversa não seguiu o rumo esperado, terminando com uma revelação que fez meu coração palpitar.

Ouvir Zhu falar sobre minha verdadeira identidade e me fazer sentir ameaçado me excitou como antes de uma batalha. Eu podia sentir o meu coração batendo mais rápido, a minha pele esquentando e o suor se vaporizando mais rápido à medida que os meus instintos de violência borbulhavam em minha carne. Levei automaticamente a minha mão ao bastão, pronto para utilizá-lo, mas pude me controlar assim que a mulher falou sua proposta.

- DJADJAJAJAJA! Então quer dizer que eu já estou ficando conhecido por aqui?! - falava sem conseguir conter minha animação. Não esperava ser reconhecido tão cedo, visto que tinha saído de Sirarossa há pouco tempo, mas saber que estava no caminho certo para cumprir minha ambição me deixava mais excitado ainda - Sortudo? Não, querida Zhu… - aproximar-me-ia dela, puxando minha camiseta para mostrar as marcas de batalha em meu peito - A morte não pode me pegar, eu não tenho medo, eu sou imortal Djadjajajaja! - afastaria para ouvir o restante da proposta, então responderia - Foi bom não precisar mentir por um momento, obrigado por isso… talvez você seja uma pessoa tão ruim quanto eu, devo trocar a Diaochan por você? - falaria com o mesmo tom satírico, porém, sedutor ao mesmo tempo - Tá certo, até amanhã à noite, então. Você prefere que eu vá com meus amigos ou… sozinho? Heh - faria a proposta indecente antes de voltar ao grupo.

Uma oportunidade imensa apareceu à minha porta. Conseguir tanto explosivo assim e sem pagar nada? Já havia roubado muita coisa na minha vida, mas nunca roubar de um dono a pedido dele mesmo. Algo nessa história me cheirava mal. Evidentemente não posso confiar plenamente em Zhu, a facilidade com que ela flutua entre personagens mostra que ela é uma exímia mentirosa. Então, a maneira que eu lidarei com ela será tomar a iniciativa, ou seja, fazer o que ela quer mas não como ela quer. O primeiro passo seria confirmar o endereço que ela me forneceu e, para isso, utilizaria a Diaochan. Já que elas são amigas, Diaochan deve conhecer a casa de Zhu e poderia me confirmar se o endereço fornecido é verídico.

Nos despedimos e, no caminho, Anya me perguntou sobre os explosivos. Aproveitaria a oportunidade para confirmar o endereço com a lojista - Ah sim! Vamos conseguir os explosivos, Zhu só precisa agilizar a burocracia e logo logo poderemos comprar - passaria meu braço gentilmente pelo pescoço de Diaochan, trazendo-a para próximo de mim e abriria o papel com o endereço em frente a ela - Minha querida Diaochan, você conhece esse endereço? Zhu disse que era para buscarmos os documentos de venda nesse lugar… - além de escutar a resposta, observaria a reação de Diaochan, principalmente se ela mostrasse ciúmes, o que confirmaria a princípio a veracidade do endereço. Assim que voltássemos à loja, despedir-me-ia de Diaochan beijando-lhe o dorso da mão - Muito obrigado por hoje!

Assim que ficássemos a sós, faria um sinal para que Franky e Anya me acompanhassem até o hotel, onde iria até o meu quarto para falarmos em segurança sem que ninguém ouvisse - Então, a Zhu sabe da nossa identidade, aparentemente já estamos sendo procurados pela Marinha Djadjajajaja! - passaria a mão no meu queixo como se estivesse pensando - Contudo, ninguém além dela nos reconheceu, então imagino que não estamos tão famosos assim… Mas sem enrolação, ela quer que nós mesmos roubemos os explosivos e pediu para nos encontrarmos com ela amanhã à noite na casa dela - mostraria o endereço no papel então o guardaria novamente - Eu acho que devemos dar uma chance, parece uma boa oportunidade para tirar proveito, mas não acho que podemos fazer o que ela quer e como ela quer… Na minha opinião, deveríamos ir nesse endereço agora mesmo e esperar ela retornar, assim, se for uma armadilha, nós que a pegaremos desprevenida… o que vocês acham? - indagaria para ouvir o que meus companheiros teriam a dizer.



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II - O cão e o dragão - Página 2 32aea487a264ee97297f5213e1535333
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Vrowk
Estagiário
Re: II - O cão e o dragão Sex Ago 19, 2022 6:09 pm


Ato 1: Introdução a Piadas Chinesas

Fala ~~ Pensamento

Não pode ser, o tal Sopro do Dragão me deixou bem triste e perplexo, por mais que tivesse passado tanto tempo, ainda queria ser como meu pai, ser um grande forjador de armas e tinha certeza que o Sopro do dragão ajudaria nisso. Mas já que amanhã eu poderia comprar o metal, estava tudo bem então, amanhã eu voltaria. - Ok, ok! Eu volto amanhã, mas espero que você me dê um desconto por causa disso. Onde já se viu ter hora para vender produto. - Balancei a cabeça em desaprovação. Continuei a fita-lá de cima para baixo. - Já que não tem muito o que fazer Zhuzhuzinha vamos deixar por isso mesmo! Obrigado, por tudo e até amanhã. - Disse me despedindo com uma pequena curvatura da cabeça.

Estava intrigado com o que o Topetudo tinha falado com ela, masss preferi ficar calado, não que eu me importasse se o topetudo matasse a Diaochan por saber demais, mas era meio desnecessário isso acontecer. Por isso, aguardei até que estivéssemos em um lugar isolado para falar sobre o assunto. Quando fosse a hora me despediria da mocinha apaixonada. - Adeus Happo! A gente se vê! - Acenaria para ela seguindo então com Aaron até nosso abrigo temporário.

Chegando em um local seguro para discutirmos, perguntaria com ambas as sobrancelhas levantadas e os lábios meio comprimidos. - E aí? O que a mulher falou no seu ouvidinho bonitinho de galanteador? - Soltaria a piada para Aaron, atento para ouvir a sua resposta e entender em que situação estávamos. - Então, é isso, um encontro com ela para conseguir os explosivos? Acho que vamos voltar a ser cachorrinhos né? Antes do desgraçado do Nava e agora da Zhu... Incrível como as pessoas sempre querem nos usar para as merdas delas né? - Após soltar essa frase pensaria um pouco, colocando a mão no queixo, algo de errado não estava certo. - Procurados? Caramba, as coisas evoluíram muito rápido, você tem um cartaz nosso aí? - Tentaria olhar em algum bolso do Aaron, se ele tivesse algum, claro. - Acho que devíamos ir lá mesmo, se somos procurados temos que sempre estar na dianteira, nos deixar ser pegos desprevenidos pode ser o fim. - Diria isso me lembrando do envenenamento dos meus amigos em Shabondy.


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