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Cap. 1 - Um mergulho na insanidade Sex Jan 28, 2022 1:00 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Um mergulho na insanidade

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Deep Cutt. A qual não possui narrador definido.

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Cap. 1 - Um mergulho na insanidade - Página 3 WN4Utd7


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Re: Cap. 1 - Um mergulho na insanidade Qui Mar 03, 2022 11:09 pm






Capítulo 1
Um Mergulho Na Insanidade



Pegando aquele jornal sem obedecer à regra imposta pelo dono da banca amedrontado, Deep seguia sua vida de maneira normal e corriqueira, como se nada houvesse acontecido; como se ele não fosse tópico daquela matéria sangrenta. Apesar das suas preocupações, nada sobre si havia sido revelado, na verdade, o jornal apenas relatava o crime acontecido de maneira casual, afinal aquela cidade colecionava assassinatos e latrocínios similares - quiçá piores - a esses. De qualquer forma, ao chegar ao seu novo local de trabalho, percebia o marasmo que aquilo lhe traria. Sem poder usar da sua loucura muito menos invadir da maneira que gostava, tudo que lhe restava era seguir as regras: ser calmo, paciente e... chato.

Observando então o esquema de tempos usado por esses seguranças, sabia imediatamente o que deveria saber. Andando novamente pelas ruas nada movimentadas de Sirarossa, o homem procurava uma loja de relógios, ou apenas um lugar que vendesse o artigo luxuoso ou não. Sua expressão triste e cabisbaixa era notável e até palpável, mas aquilo tinha de ser feito, e para ele, quanto mais rápido melhor. Em sua caminhada, não demorava muito para que encontrasse o lugar que desejava. Uma pequena loja de artigos diversos, onde em uma estante estavam seus produtos alvo.

O lugar era relativamente pequeno e mal iluminado, mais pela disposição dos produtos que qualquer outra causa; tudo era bagunçado, empoeirado e desleixado. O dono, um anão sentado na cadeira no balcão, apenas olhava para o novo cliente que aparecia sem sequer se importar em atendê-lo direito - o cigarro em sua mão parecia ser mais interessante. Escaneando a loja, não podia pegar muito mais coisa além disso. Os preços não eram salgados, mas o item era funcional e isso que importava. Talvez melhor ainda para Deep fosse a realidade que não havia ninguém naquele estabelecimento senão os dois homens.

— Acho que esse vai servir. — falava o homem após fazer um pequeno esforço com as mãos que parecia mais uma tortura pela quantidade de murmúrios. De qualquer forma, entregava à Deep um relógio de bolso como pedido, possuindo entalhado em um material não tão bom uma caveira amedrontadora. Não era brilhante e encaixava com sua persona, mas talvez não lhe passasse a boa classe desejada de acordo com o significado de seu termo. — Esse e todos os outros são 50.000 berries. — tragava mais uma vez o cigarro e olhava para fora de sua loja, esperando uma resposta. — Por qual motivo a cidade tá tão vazia, hein? — iniciava, ali, uma espécie de silêncio constrangedor. Se Cutt matasse o velho, talvez estivesse lhe fazendo um favor.
 

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~Cap. 1- Um mergulho na insanidade~

Após decidir o que eu iria fazer, comecei a procurar uma loja de relógios, sem muita procura já achava uma  e o vendedor sem muita vontade me mostrava uma bela peça, ia pôr em prática meu plano, mas enquanto o velho perguntava o por que

“O QUE É ISSO??????”


A voz da entidade explodia em meu cérebro como um trovão, ela parecia nervosa, pois sua voz era acompanhada por uma dor de cabeça que me colocava de joelhos.

“VEJA O PODER QUE EU TE DEI… VEJA COMO TE TEMEM COM POUCA COISA QUE JÁ FIZEMOS… E VOCÊ IA PEGAR LEVE?”

Sei que a entidade não gosta que eu pegue leve, eu também não, mas estou com o braço ferido, não vou conseguir outra parada como a de ontem.

“Você ainda sente medo… Eu vou te ensinar a ser o medo, se alimentar dele, viver dele… Olhe a cidade vazia, todos com medo de você… Não é bom… Lembra de quando eu apareci anos atrás e te ajudei com aquele padre? Ele nunca mais te tocou, por que? Por medo… Medo é poder… Você acha que não tem poder, pois você os teme.”

É verdade, eu temo por minha vida, sou fraco, magrelo, estou de braço ferido e armado só com uma faca, eles tem são vários e estão com armas.

“Não venha com essa… Você lembra do ocorrido de ontem? Você lembra do momento que lhe acertaram a martelada? Você lembra de seus rostos? Foram as mortes mais fáceis e saborosas da noite e você já estava com o braço ferido… Você está apenas começando a aprender o que eu tenho a te ensinar, permiti que me ofertasse pouca coisa até hoje… Porém não mais me contentarei com pouco…”

A dor aumentava, minha cabeça latejava, eu tinha um plano para o meu alvo, mas parecia que não o poderia usar.

“Esse era seu plano, pegar um relógio e hipnotizar os guardas para entrar e matar quem tem que matar e sair? NÃO… VOCÊ É MEU RECEPTÁCULO E VAI APRENDER A AGIR COMO TAL… AGORA FAÇA COMO EU DIGO…”

Uma aguda dor de cabeça invadiu meu cérebro, era como se poderosas garras o apertassem, sem pensar duas vezes, comecei a seguir o plano que a entidade gritava em minha mente. Largaria o relógio no balcão e me colocaria a correr em direção ao hotel rapidamente, a dor aumentava e aparentemente só pararia quando eu começasse a fazer tudo certo. Assim que adentrar o hotel, iria até onde Boldhur me disse para pedir o que eu precisasse e diria com uma mão na cabeça pela dor:

-Mande cinco garrafas de pinga forte pro meu quarto, um maço de cigarros e um isqueiro… CINCO…

Falaria em to irritadiço e ameaçador com um olhar mais afiado que minha faca, em seguida seguiria para meu quarto onde arrancaria e começaria a rasgar as roupas sociais que usei, segundo a entidade eu não era uma pessoa normal e nem devia tentar me parecer com uma. Depois, de cueca, esperaria o serviço de quarto chegar, pegaria as garrafas que trouxessem, as abriria, embebedaria um pedaço de minhas roupas com um pouco do líquido e o amarraria no gargalo da garrafa, repetindo isso com todas as garrafas trazidas logo antes de me vestir com as roupas de trabalho, com a máscara no pescoço.

Em seguida, sabia que algumas pessoas fumam para se acalmar, então colocaria um dos cigarros do maço na boca e o acenderia, daria um trago e engasgado com o gosto estranho, tossiria e correria para o banheiro para jogar o cigarro na pia para o apagar com água, olharia então no espelho, observando em meus olhos o demônio que me guiava, meu braço ainda doía, mas o demônio me exigia fé, então eu esperaria a calada da noite, quando todos tivessem em seu sono e ficaria impaciente, coçando meu ombro direito com a mão esquerda, enquanto esperava ali, sem saber se estava com medo, ansioso ou empolgado, o plano era muito ousado.


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Capítulo 1
Um Mergulho Na Insanidade



Enrolado em seus próprios planos e ignorando totalmente a entidade que vinha lhe ajudando até o momento, Deep seguia com seus planejamentos aparentemente chatos e entediantes. Suas ideias até aquele momento eram conhecidas apenas por ele e por aquele que conhecia seus pensamentos mais íntimos - o demônio -, embora adormecido até aquele momento. Pegando o relógio daquele senhor e prestes a fazer a transação que lhe daria aval para concluir da maneira dele, algo o acertava como um martelo em sua cabeça. Deep não estava sendo ele mesmo. Ele não era normal, portanto, para que parecer normal? Naquele momento, a entidade mostrava suas caras.

Causando uma onda de dor enorme, Cutt saía rapidamente daquele lugar, deixando o dono sem entender muita coisa, mas conformado com o ocorrido; ele não ligava para as coisas havia anos. Sua corrida até o Hotel mostrava que a cidade estava começando a se movimentar novamente conforme as pessoas superavam o medo da possibilidade e o próprio sono em si. A maratona não era nada demorada, chegando até o local logo enquanto seu peito expandia e desinchava com a respiração pesada e ofegante de uma atividade física intensa.

Ao ouvir seus pedidos, o atendente assentia com a cabeça enquanto o assassino claramente passava dores terríveis em sua cabeça e corpo. Em um disparo, partia para seu quarto de hotel onde desleixadamente tirava suas roupas sociais e as rasgava. A entidade em sua cabeça o convencia de uma coisa: ele não era normal, não deveria agir como um. O que ele deveria passar não era profissionalidade ou confiança, e sim medo; pois medo é poder, controle e superioridade. Os seus pedidos logo chegavam, e o plano louco do demônio começava com a confecção de uma espécie de Coquetel Molotov. Em seguida, o assassino, talvez mais tranquilo, acendia um cigarro para acalmar os nervos. Muito pelo contrário do esperado, o que tinha para ele era o gosto estranho na garganta e algumas tosses - o cigarro era jogado fora, assim como a ideia errada de quem Deep era. A personificação da fobia.
 

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~Cap. 1- Um mergulho na insanidade~

O tempo passava enquanto eu encarava meu rosto em um tom quase hipnótico, era minha imagem no espelho, mas não era ao mesmo tempo, tinha mais algo lá.

“Azazel é o nome criança, acostume-se a me ver no espelho…”

Azazel? Você nunca me disse seu nome antes, você está mais falatório hoje do que jamais esteve, o que ocorre?

“Você me deu mais oferendas ontem do que jamais o fez, acho que é hora de aumentar o nível de nossa relação…”

Sentia como se uma força passasse por debaixo da minha pele, era como se algo e abraçasse e me incentivasse para ser melhor, nunca senti isso antes, não nesse nível, podia sentir até meu braço estando quase perfeito, era a entidade, digo azazel, ela já me tirou de muitas enrascadas, mas nunca havia me dado muito além de maior entendimento de minhas vontades e desinibição para as fazer. Porém agora, além de falar mais e mais claramente, estava começando a me dar uma força real, podia sentir a mesma em meu âmago.

“Você agora não precisa mais usar o nome vergonhoso que tanto odeia espalhar, use o meu, você vai começar sua metamorfose no meu receptáculo e aqui está sua primeira lição…”

Meus olhos reviraram enquanto ideias invadiam minha mente, agarrei a pia e um sorriso se abria em meu rosto… Isso… ISSO… Estou mais do que pronto.


Me vestiria com a roupa de serviço, colocaria a máscara ao redor de meu pescoço, pegaria uma fronha dos travesseiros e colocaria a bebida preparada dentro desta, o isqueiro em meu bolso da calça e a faca presa em meu cinto sob a jaqueta

Sairia então de meu quarto assim que já estivesse tarde da noite, como de costume sairia pelos fundos carregando minhas coisas e colocando minha máscara no rosto assim que saia.

Seguindo o que Azazel me falava, iria vagar pelas sombras me esgueirando pelas sombras da cidade rumo ao local em que meu alvo ficava.

Sempre que visse alguém que parecia estar distraído, sozinho e sem me ver. Colocaria a fronha com a bebida no chão, furtivamente me aproximaria pelas costas e tentaria o esfaquear na garganta.

Sempre que percebesse uma casa ocupada com uma janela para algum lugar que parecesse um quarto de luzes apagadas, acenderia o pano de uma das garrafas e a arremessaria contra a janela buscando iniciar incêndios em casas de famílias.

No entanto, guardaria pelo menos duas garrafas para meu alvo principal e sempre que alguém avistasse um desses crimes, correria para as sombras e longe dali, apenas fazendo minhas gargalhada ecoar pela rua de forma a dar um toque medonho e sobrenatural.

Uma vez que chegasse na casa que meu alvo deveria estar, acenderia as garrafas restantes, jogaria uma no poste de energia que parecia mandar fios para a casa e o restante arremessaria na casa do alvo, mirando janelas principalmente.

Uma vez iniciado o ataque a casa, iria me mover a toda a velocidade em direção aos inimigos que me vissem, minha intenção era os atacar antes de comunicarem minha presença, enfiando-lhes a faca na garganta.

Se múltiplos inimigos estiverem juntos, usaria da inércia de minha movimentação e o ponto da facada como apoio, para girar ao redor do meu alvo em acrobacia incomum para me por o inimigo entre mim e seus aliados, para bloquear qualquer ataque antes de eu prosseguir minha rota de silenciador veloz.

Qualquer ataque lançado contra mim, tentaria desviar usando de minha velocidade, agilidade e capacidade de me mover usando o cenário em três dimensões, para tentar ser mais rápido que a mira dos meus inimigos e imprevisível o suficiente para atrapalhar e dificultar essa mesma mira, ziguezagueando pelo chão e para cima de paredes, sempre tentando me ocultar atrás de aliados deles mesmos para os fazer cometer fogo amigo.


Se em algum momento as luzes começarem a piscar ou parem de vez nos jogando na escuridão, seria hora de usar o poder novo que me foi dado por Azazel, a habilidade de assombrar, faria um suave corte com minha faca na palma da minha mão esquerda como oferendo e pedido de poder e então começaria meu show, alternaria minha velocidade entre me movendo devagar o suficientemente para ser visto e rápido demais para ser visto naquele escuro, sempre acompanhando a escuridão e o piscar de luzes para dar a impressão que eu sumia e aparecia em outros lugares. Sempre fazendo minha risada ecoar para diferentes lugares, fazendo parecer que eu me movia mais do que eu realmente estava me movendo, meus inimigos deveriam saber que enfrentavam um demônio. Usando dessa movimentação eu me manteria no extermínio, pulando de um em um facadas rápidas contra a garganta, impiedoso, imparável, sem remorso, sem um pingo de humanidade… Qualquer um poderia sentir minha sede de sangue quase infinita, cruel e violenta.

Caso o incêndio no local se alastrasse, ficaria mais claro, porém com fumaça, a qual eu passaria a usar no lugar das sombras para minha técnica de assombrar.

Técnica usada(Assombrar):
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Re: Cap. 1 - Um mergulho na insanidade Seg Mar 07, 2022 10:13 pm






Capítulo 1
Um Mergulho Na Insanidade



A volta de Deep para o hotel carregava consigo uma ação que parecia ser um tipo de "virada de chave". Ele não era o Deep chato e todo correto; não era comum, muito menos simples e civilizado. Ele era um cão de caça. Um assassino cruel, cujo em suas costas mora um demônio sangrento. Se ele fosse fazer aquela invasão, seria da maneira que ele mais adorava: com matança, sangue, e um espetáculo de horrores. Esperando até o anoitecer, ele finalmente sentia. Era seu momento de brilhar enquanto ele começava uma conversa com aquele que dividia uma vida, um corpo, uma alma.

Seu nome era Azazel. O demônio temido por aqueles conhecem suas histórias. Deep agora era um só com esse ser tenebroso, esquecendo da ideia de ser dois em um, obtendo, enfim, uma assimilação que transformava a dupla em um ser perigoso. À partir daquele momento, Cutt não mais seria lembrado por seu nome que causava risos, mas sim pelo temeroso nome cravado em sua alma. Nesse instante, ele sentia seus olhos se revirarem e a presença tomar conta de seu corpo como se fosse envolto por um grande cobertor de poder. Ele estava pronto.

Saindo pelas ruas de Sirarossa com seus coquetéis Molotov em um travesseiro, via uma cidade já adormecida e casas apagadas. Aquelas com a janela aberta, convidavam o demônio para entrar: Azazel, em pura psicopatia e sede por sangue, arremessava suas garrafas que deveriam estourar em chamas. Apesar da intenção nefasta, isso não ocorria, fato que não abalava o assassino e mantinha seu caminhar odioso pela cidade até o seu alvo. Ele jogava mais duas garrafas, restando outras duas em sua espécie de sacola para a invasão que finalmente começava.

Jogando uma garrafa na linha de energia que alimentava a casa, o homem esperava chamas mas era recebido apenas com o quebrar da sua garrafa. Isso, graças à sua sorte, era o suficiente para levemente danificar as linhas de energia e permitir a entrada do líquido, causando uma espécie de curto no sistema. As luzes se apagavam e pareciam fazer força para ligar novamente, embora não obtendo frutos. Era sua situação quase ideal, mesmo que as molotvs não funcionassem. Como esperado, logo aparecia uma resposta do inimigo.

— Ei! Quem é voc... — não havia tempo para terminar o que ia dizer. Em um disparo de velocidade, cravava sua faca velha na garganta do homem, fazendo-o cair sem vida no chão. A sua dupla ao lado imediatamente chamava por apoios, enquanto Deep realizava uma espécie de ritual que deveria o ajudar na empreitada. Enquanto ele derramava seu sangue em troca de poder, 3 inimigos apareciam; dois vindos do lado e de dentro da casa, este sendo aparentemente o capitão daquela turma. Dois deles carregavam uma pistola, enquanto o capitão usava apenas soqueiras com espinhos no lugar dos punhos.

O show havia começado, e agora com sua técnica de assombração, nada poderia pará-lo. Usando da falta de iluminação e suscetibilidade para ilusões e hipnotismos, Deep aparentava sair do lugar e aparecer em outro enquanto cravava sua faca na nuca de mais um inimigo. Vendo a situação, o capitão prontamente avisava. — Isso é uma ilusão! Proteja-se! — o homem parecia ver através da névoa que eram os movimentos de Azazel, tentando avisar seu soldado antes que fosse tarde demais. Eles ali percebiam uma coisa: mesmo usando de técnicas humanas, o assassino era um demônio.

Sua faca não hesitava, seus maneirismos eram totalmente fora do comum e seus jeitos eram desumanos. A maneira como ria enquanto pisava em poças de sangue e se embebedava naquele líquido rubro trazia arrepios na espinha até mesmo do superior naquele lugar, que havia descoberto as artimanhas do protagonista. A coisa que lidavam naquele momento não eram qualquer um. Muitos diriam ser uma prova de fé, outros diriam ser uma infelicidade. Outros, como mostrado anteriormente, aceitavam seu destino de morte ante à presença de Azazel. Misturado entre algum desses, o capanga ao lado do capitão tremia de medo. Sendo novato ou não, era muito para o pequeno digerir; sua fobia saciava a fome de Deep e o divertia até aquele momento. Sua psicopatia não acabava nunca, talvez seu sofrimento fosse igualmente eterno.

No entanto, quando estava prestes a capturar o capitão, este sentia o cheiro de seu sangue e o capturava pelo pescoço. Ele tinha força e altura para isso, bem como as habilidades e experiência necessárias para conduzir uma missão complicada como aquela. — Morra seu palhaço! com um forte soco nas costelas em um Deep indefeso, o homem arremessava o atacante a uma distância de 5 metros, caindo no concreto da cidade. A exaustão tomava seu corpo, bem como a incapacidade de realizar aquela técnica mortal mais uma vez. O capanga, ainda tremendo, realizava três disparos influenciados pelo medo que sentia. Dois acertavam o chão, enquanto o outro achava o ombro esquerdo de Deep, penetrando profundamente na carne do assassino. Nesse momento, seus inimigos lentamente se aproximavam de seu corpo deitado, prontos para uma reação, bem como prontos para tirar uma vida naquela noite enluarada.


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~Cap. 1- Um mergulho na insanidade~

Apesar dos meus erros com as bebidas, ainda conseguia uma situação boa para a invasão, utilizando a nova habilidade ensinada a mim por Azazel, também conseguia eliminar uma boa quantia de inimigos, exceto um deles que parecia perceber meu truque, me agarrava pelo pescoço e me socava para longe. A dor nas costelas era forte, mas a angústia de ter falhado com Azazel, era ainda maior, ao ponto de me fazer ficar desanimado e exaurido entalmente pela situação. Será que eu realmente era digno do poder que o demônio me oferecia? Será que eu conseguiria cumprir com o que ele tinha planejado?

“Foi pego tão fácil, que patético… Mas ouça bem, você matou alguns antes de apanhar, não foi tão inútil assim, então pare de chorar e me traga a alma daquele humano, te emprestarei meu poder novamente…”

Com aquela voz em minha mente, assim que eu caísse, engasgaria de dor e rolaria para a esquerda me pondo de pé com uma acrobacia, ofegante pela dor e correria. Apertaria minha mão esquerda mostrando meu corte para o inimigo e forçando a mão fechada para fazer a ferida sangrar mais um pouco enquanto eu me animaria com o apoio da entidade, reativando a técnica, recobrando minha animação e urrando de forma gultural no durante o processo de reativação.

Urro:
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Faria meu urro gultural reverberar pelos arredores de forma a tentar passar para quem visse a cena, que eu era o demônio que acredito ser. Aproveitaria a mão molhada em meu sangue, erguida a minha frente, para sentir a direção do vento. Não sabia se o homem me percebeu por ver no escuro como eu ou por sentir meu cheiro.

Sendo assim se tivesse vento, me movimentaria saindo da visao usando a escuridão da rua e me moveria indo para o lado oposto do homem de onde o vento vinha enquanto jogaria gotas do meu sangue da mão cortada, para o outro lado, assim o vento passaria pelo sangue e traria meu cheiro do lado oposto ao que eu estava.

Se não tivesse vento, correria para perto do homem e quando estivesse quase perto dele, pararia e pularia para trás, fintando assim uma investida direta, apenas sacudir minha mão ferida tentando jogar meu sangue em sua cara, para tirar sua percepção de direção do meu cheiro.

Com o olfato provavelmente suprimido por esses movimentos, se o homem conseguisse me acompanhar sem uma confusão, provavelmente seria capaz de ver na escuridão como eu, então me posicionaria dando a volta nele para o atacar pelas costas com uma facada contra a parte traseira de sua barriga, golpe no qual me jogaria usando a faca como ponto de apoio para manobrar em um giro ao redor do bucho do homem, tentando assim com meu peso abrir um corte maior no mesmo.

Se o oponente ainda conseguisse me acompanhar ou tentasse me atacar em algum ponto, esperaria o último segundo para tentar desviar me curvando para trás até quase fazer uma “ponte” para trás em um pose estranha, aproveitando o movimento para esfaquear a genitália inimiga.

Não importando se eu conseguisse ou não executar minhas ações, iria em manobrar ao redor do homem e entrar numa corrida, casa adentro, gargalhando em busca meu alvo.

Qualquer novo inimigo que eu avistasse, partiria para cima dele, daria um impulso em sua direção, me jogando contra alguma parede ou parte de construção próxima para fazer um avanço mais difícil de se prever, para então pular no mesmo com minha faca em sua garganta, aproveitando o apoio da mesma para me girar tentando forçar o alvo a girar comigo, visando fazer seu sangue espirrar sobre qualquer um dos meus inimigos que estejam próximos.

Se atacado, tentaria desviar sumindo da visão do alvo, pulando contra a parede enquanto faria minha risada ecoar nas costas do alvo, logo antes de dar um impulso da parede, mirando sua parte de carne mais exposta para mim, tentando assim ferir com um grande corte após confundir o alvo.

Se eu estivesse avançando contra algum atirador, iria desviar, sumindo e indo para os lados, regulando meus sumiços para serem feitos entre os clarões dos tiros, tentaria também parecer andar calmante nos momentos que a luz permitisse a ele me ver enquanto riria para demonstrar a superioridade da criatura dentro de mim.


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-Fala do Deep

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Capítulo 1
Um Mergulho Na Insanidade



O ataque à casa de seu alvo era iniciada. Embora as tentativas iniciais fossem frustradas pela falha técnica das garrafas de Molotov, aquilo não impedia a ascensão de Deep como um verdadeiro demônio em batalha, quase literalmente. Utilizando a falta de iluminação e as luzes piscantes dos arredores, ele parecia aparecer e desaparecer enquanto cometia atrocidades e entrava na mente de seus inimigos. Até, é claro, que alguém percebesse seu truque. O dano sofrido por ele após o golpe era grande, mas a sensação de falha e desapontamento parecia cravar logo em seu coração. Isso é claro, não iria parar o homem. Na verdade, ele estava apenas começando.

Engasgando de dor e cambaleando pelo cansaço, ele não se deixava vencer. A voz da entidade em sua mente ecoava pelas paredes de seu consciente, lhe dando determinação e uma vontade esmagadora de conseguir o que queria. Nesse momento, antes de ir diretamente para o brutamontes que estava entre ele e a porta da casa de seu alvo, pensava um pouco. Teria ele pegado Azazel pelo olfato ou visão aguçada? De qualquer jeito, levantava a mão com sangue para sentir a direção do vento, bolando uma estratégia que parecia promissora. O sentimento que ele esperava, porém, não chegava - teria de improvisar um pouco.

Sem deixar o homem pensar, o atirador novamente realizava seu serviço, atirando mais duas vezes contra Deep, acertando a palma de sua mão, diretamente no centro, errando os outros dois disparos. Vendo que suas balas acabaram, e percebendo também a falta de pentes consigo, o homem, tremendo, partia para procurar no corpo de seus falecidos colegas, dando o tempo necessário para que Cutt fosse até seu inimigo principal: o capitão. Nesse momento, o homem urrava, seja por dor ou pela necessidade de mostrar quem ele era, aquilo havia colocado um medo primal no coração de seus inimigos.

Correndo em direção, enfim, de seu oponente, assim que chegava perto o suficiente, se tornava alvo de um soco poderoso, que não o pegava assim que o assassino pulava para trás do Capitão. Ao invés de atacar, o assassino havia espalhado seu sangue do ferimento perto do nariz do homem para que suas capacidades olfativas fossem cerceadas, assim podendo ativar sua técnica quando quisesse o fizer sem que se preocupasse com o homem pegando em seu pé de tempos em tempo. Agora não havia mais maneiras do homem o seguir pela escuridão e pelos seus truques sem ao menos se confundir um pouco.

Tentando ainda eliminar a outra opção de suas possíveis causas pelo ataque do capitão, rodeava o homem até suas costas, fazendo uso de sua movimentação mais fluída e rápida para ganhar a vantagem de posicionamento. Com esta, fazia mais um ataque determinante para a luta, enfiando a faca profundamente em sua barriga, pela parte traseira, e então rodando a mesma com seu próprio peso enquanto a vítima urrava de dor. Em um último ímpeto de força, aquele combatente, em velocidade, agarrava Deep pelos braços em um poderoso abraço enquanto caía, sem forças, em cima de sua vítima.

Dentro daquele aperto, o assassino assombrado podia sentir seus músculos se contraindo de forma desesperada enquanto eu coração parava de bater, em um instinto, o ferido tentava sobreviver a todos os custos. Porém, com uma outra facada em suas genitálias, a dor era muito maior que sua tolerância para suportar. Pouco a pouco, a vida se esvaía do alvo em cima de Deep, até o momento que não havia mais alma naquele corpo morto. No entanto, seu problema agora era outro: o atirador. Com sua arma carregada e mirando na cabeça de Cutt, o novato hesitava na hora de disparar: seu maior erro - e último também.

Enquanto Azazel ria histericamente saindo debaixo do corpo inanimado, o atirador mais se desesperava e tremia com a possibilidade de sua morte. Urina descia quente pelas suas pernas frias, causado pelo nervosismo e excesso de adrenalina em seu sangue. Assim que Cutt sumia, sua arma disparava, apenas para acertar o chão atrás da antiga posição do assassino que havia, aparentemente em sua visão, sumido. Ele reaparecia aleatoriamente em outras posições em pequenos intervalos de segundo enquanto suas risadas ecoavam mais e mais no ouvido daquele homem.

Tomado pelo desespero, ele se ajoelhava e soltava sua arma, enquanto o assassino lhe fazia o favor de cortar a garganta. Como a de muitos, sua morte havia sido tenebrosa, carregada pelo medo e pelo desespero. Pelo sentimento nem sempre familiar de desejar não estar vivo. Nesse momento, tudo que faltava para o assassino enquanto seu sangue esfriava era matar seu alvo. Entrando em sua casa, não demorava muito para que pudesse encontrar o quarto, onde ele jazia em seu sono profundo e imperturbado. Em seu ouvido, duas espécies de tampões, e em seu olho, um tecido que impedia a luz de atormentar seu descanso. Uma presa fácil, para uma missão fácil que chegava, enfim, ao fim. O corpo de Deep doía e os ferimentos de bala latejavam como nunca. Ele perdia sangue, mas ainda se mantinha consciente enquanto a adrenalina estivesse em seu sangue. Seria este o final da noite para o assassino da cidade tenebrosa de Sirarossa?


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~Cap. 1- Um mergulho na insanidade~

O homem parecia realmente ter me achado por via de olfato, ele ficava perdido de ter meu sangue em sua cara, pude então lhe dar um corte digno de uma parabenização, um belíssimo corte, não é mesmo?

“Não… Muito rápido e muito fundo, ele nem pode ficar gritando, mas não foi dos piores…”

Mas o desgraçado tentava lutar até o fim, caindo por cima de mim e só soltando após uma facada onde o sol não bate.
Um atirador se provava ser sempre um estorvo para mim, eles não eram muito rápidos, mas as balas eram, era difícil de esquivar delas, preciso bolar alguma forma de as evitar… Ou um demônio podia me fazer ficar imune a balas…

“Sonha… Sou um demônio não um anjo da guarda, te ajudo no que é legal… Cortar, matar… Não tomar tiro é problema seu…”

Enfim, o atirador sucumbia após eu ter um par de buracos novos no corpo. Cambaleante, sangrando e sentindo que algo tinha quebrado por dentro de mim, percebia que se eu demorasse, iria acabar desmaiando por ali mesmo. Encontrava meu alvo no sétimo sono em sua cama, o maldito estava numa situação tão boa para brincar com ele, mas ai eu correria o risco de desmaiar ali, teria de me conter com uma morte mais rápida e chata.

De faca em punho, cortaria sua garganta de orelha a orelha em um movimento rápido logo antes de lamber o sangue da faca, ele até poderia se debater um pouco enquanto morria, mas seria um bom show. Olharia meus arredores enquanto ouvia a música réquiem que o moribundo cantaria. Se eu visse alguma coleção de livros nos quais farmácia e química fossem seus temas, iria os pegar sob conselho de Azazel.

Assim que o homem morresse, arrancaria sua cabeça como fiz com o outro alvo e colocaria a mesma na fronha do hotel que eu trouxe as garrafas, pegaria minhas coisas, faca e livros que poderia achar e guardaria no cinto ou jaqueta. Na saída do local, usaria o isqueiro para incendiar a cama e as cortinas que eu visse, tentando incendiar o local.

Em seguida voltaria ao hotel tão rápido quanto possível, pressionando meus buracos de bala com a mão. Cambaleante entraria pela porta dos fundos, escorando meu ombro nas paredes quando me sentia fraco, se eu visse algum funcionário do hotel ou de Boldhur, diria:

-Chama a porra do médico…

Levaria a cabeça do homem para a sala de Boldhur e voltaria a meu quarto para esperar tratamento deitado no chão.

Se meu contratante falasse algo sobre eu estar bem ferido, diria:

-Se você acha que eu to fudido, você devia ver quem brigou comigo.

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Capítulo 1
Um Mergulho Na Insanidade



Finalmente, os inimigos que caíam em cima de Deep morriam. A lâmina do demônio batizava suas carnes com uma sensação ferrosa e ardente enquanto cortava suas peles e lacerava suas carnes. Mesmo possuindo ferimentos por todo o corpo, aquilo não parava o homem abençoado com a resiliência de Azazel, que mesmo fazendo milagres até aquele momento, não demoraria a falhar com o assassino. Seu corpo perdia sangue cada vez mais, enquanto sua visão ia se tornando turva. A adrenalina em seu sangue se esvaía, enquanto uma súbita pontada lacerante de dor fazia seu receptáculo tremer e titubear como nunca antes.

O homem finalmente terminava seu serviço e eliminava seu alvo. Seus pés dificilmente o mantinham em pé enquanto ele cortava a cabeça da sua vítima para enrolar na fronha novamente. Por um momento, aquela cama parecia convidativa demais. Seria confortável nela deitar e fechar os olhos para um pequeno descanso - mas ele sabia que ao entrar nisso, nunca mais veria o mundo novamente. Os livros que queria na estante não faziam mais sentido para ele - havia perdido tanto sangue que se passasse por um caminho mais longo talvez não chegasse aonde tivesse que chegar. Após incendiar a casa inteira, finalmente partia para o que seria sua vitória ou derrota em fracasso total. Sua consciência falhava vez após vez enquanto o homem se apoiava nos postes pela rua já iluminada. O hotel Belluci nunca fora longe, mas naquele momento parecia uma verdadeira maratona chegar até o local.

E quando chegava na porta dos fundos usual, conseguia se movimentar até o corredor tentando se apoiar nos balcões da cozinha. Sua visão praticamente não funcionava mais e seu corpo já estava frio o suficiente para se considerar morto. Panelas eram derrubadas e facas iam ao chão enquanto o homem desesperadamente procurava algo para não cair. Já no corredor, ele falhava enfim. Seus joelhos iam ao chão enquanto uma força exuberantemente grande o puxava para baixo. A cabeça ensanguentada nos lençóis alvos como a neve rolava pelo corredor até chegar na porta de Boldhur, que saía imediatamente para ver o que acontecia.

A última visão vista por Cutt antes do mesmo apagar era seu empregador caminhando até seu corpo que fazia uma poça no chão abaixo de si mesmo. Ele agachava, então dizia algumas palavras que não eram ouvidas pelo homem - seus sentidos mal funcionavam naquele ponto. A próxima sensação que o homem sentia era, talvez, alívio. Ele percebia seu corpo, sua mente sã e seus sentidos de volta. Seu templo maculado, apesar de quase imóvel por tantas bandagens, era capaz de realizar suas funções básicas de manter o cérebro funcionante. Azazel estava vivo, tratado, em sua cama de quarto com o Sol radiando em seus olhos. Não havia a noção de tempo, muito menos do que acontecera após apagar, mas talvez restasse a pequena gratidão por ainda abrir os olhos.


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Re: Cap. 1 - Um mergulho na insanidade Sab Mar 12, 2022 11:09 am



~Cap. 1- Um mergulho na insanidade~

Após o retorno difícil ao hotel, acordava completamente dolorido e com muitas bandagens em meu corpo.

“PATÉTICO”

Minha cabeça era invadida por uma dor aguda e uma voz alta, a voz de Azazel, ele estava zangado, provavelmente perante a como eu me saí na empreitada.

“ÓBVIO QUE ESTOU ZANGADO SEU INSETO MISERÁVEL, FOI TÃO FRACO QUE NÃO CONSEGUIU NEM ME DAR DIVERSÃO NA MORTE DO INFELIZ QUE FOMOS MATAR E AINDA TERMINOU ACAMADO… O QUÊ VOCÊ ESTÁ PENSANDO? ESTÁ TENTANDO ME PROVAR QUE VOCÊ É UM INÚTIL E FRACO COMO TODOS OS OUTROS? QUER FALAR QUE EU ESTAVA ERRADO EM TE ESCOLHER? QUER QUE EU SAIA DESSE CORPO?”

-NÃO… Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não…

Eu entrava em desespero, sem a ajuda de Azazel eu voltaria a ser o molequinho inofensivo de tantos anos atrás, lágrimas vinham a meus olhos, minhas unhas coçavam minha carne e minha boca não parava de repetir uma negativa em busca de não deixar a entidade sair de mim.

“VOCÊ EM SUA BUSCA DE TENTAR NÃO SER MORTO APENAS CONSEGUIU SE TORNAR UM FRACO QUE SE ESCONDE DOS OUTROS COM MEDO, EU JÁ LHE DISSE QUE NÃO É VOCÊ QUE DEVE SENTIR MEDO, ENQUANTO VOCÊ SENTIR MEDO SERÁ UM FRACO… VOCÊ TEM MEDO DE SENTIR DOR? TEM MEDO DE MORRER? EU VOU LHE MOSTRAR O QUE É DOR E FAREI VOCÊ PREFERIR MORRER A ME DECEPCIONAR… VOU TE TREINAR FEITO O CÃO SARNENTO QUE VOCÊ É HUMANO E APÓS ISSO VOCÊ VAI ENTENDER O REAL PESO DE FALHAR COMIGO…”

Uma dor absurda, uma sensação de queimação se espalhava pelo meu corpo como se brasas fossem enfiadas por baixo de meu couro usando facas cegas, tudo isso fazia eu me contorcer, cerrar os dentes e espumar no canto da boca. A sensação de dor era inigualável e opressora ao ponto de me fazer tremer e chorar.

“ORA NÃO CHORE… LÁGRIMAS SÃO UM DESPERDÍCIO DE UM DOCE SOFRIMENTO…”

Continuaria espasmando, me contorcendo e babando de dor, enquanto algo que só eu podia ouvir me torturava por dentro, podia sentir uma presença no quarto, sombria e poderosa, ela olhava para minha situação e apesar de eu não a ver, podia sentir que sorria, pois ela que estava me causando. Esse era meu castigo por ser um fraco, precisava aguentar e me tornar forte a qualquer custo, assim eu poderei um dia ser quem causa esta doce dor em outro ser, mas por enquanto eu sou fraco e merecedor de meu castigo o qual prosseguiria por horas me fazendo contorcer e espumar na cama, no entanto, quem devia estar sentindo um frio na espinha agora, são os cães humanos desse mundo, pois essa punição apenas vai me deixar mais forte e cruel para o futuro, sim… Batizado na dor e angústia eu me tornarei um ser ainda mais sombrio do que jamais fui…

-Hyahahahaha… AHHH… Hyahahaha… … AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…… AHHH… Hyahahaha…

Prosseguiria rindo entre gritos de dor enquanto me afundava mais fundo na loucura.

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DEEP

GANHOS

● Roupa Casual- post 12 - 1U enquanto no inventário Ok
Roupa Casual:
● Uniforme para missões- post 12 - 1U enquanto no inventário OK
Uniforme:
● Roupa Social- post 12 - 1U enquanto no inventário OK
Roupa Social:
● 1 missão - post 12 - Matar a Freira OK
● 1 missão - post 19 - Matar Sycius Marconni OK

PERDAS

●N/A OK


ALTERAÇÕES

● Ferimento de tiro no antebraço direito -> cicatriz de tiro no antebraço direito. OK
● Pequenas queimaduras pelo corpo  -> cicatrizes de queimaduras leves nos braços e pescoço. OK
● 0 -> 2 Missões bem Sucedidas OK
● Cargo: Associado OK

RELAÇÕES

● Boldhur: Mafioso que contratou Deep como assassino, complicado de lidar com este, mas ele ainda cumpre as exigências de Deep apesar de ser um tanto quanto exigente. OK


STATUS

PDV: 3.140/3.140
STA: 100/100
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: Tiro de pistola que varou a palma da mão - Tratado [2/5]
Fratura na costela- Tratado [2/4]
Tiro de pistola no ombro esquerdo - Tratado [2/5]
DEPENDÊNCIA: N/A


EXPERIÊNCIA

Experiência:  474 EXP

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): 03 Créditos

Opinião sobre a Narração:
Jogador:


Narrador:

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